A excelência organizacional está na busca constante da melhoria contínua

TREINAMENTOS DE QUALIDADE

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 CAPACITAÇÃO DE RDs (REPRESENTANTE DA DIREÇÃO) PARA NBR ISO 9001:2008 – 28 de Março

 INTERPRETAÇÃO DA NORMA ABNT NBR ISO 9001:2008 – 04 de Abril

 AVALIAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES – 26 de Abril

 AUDITOR INTERNO DA QUALIDADE ISO 9001:2008 – CONF. NBR ISO 19011:2002 DIRETRIZES PARA AUDITORIAS DO SGQ – 05 e 06 de Maio

 LIDERANÇA PARA RESULTADOS REVOLUCIONÁRIOS – COLHENDO GANHOS IMEDIATOS – 09 de Maio

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Para obter a excelência organizacional a empresa precisa ter uma constância em seus propósitos, além de suas competências organizacionais encontrarem-se mobilizadas e focadas nos princípios e fundamentos norteadores da organização. Tanto a norma  ISO 9001 como os critérios Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) fornecem elementos para estruturação de um modelo de gestão baseado em fundamentos e requisitos reconhecidos internacionalmente. A implementação dos critérios de excelência desdobrados em práticas de gestão proporciona às organizações: desenvolvimento da visão sistêmica, melhoria do desempenho, foco em resultados planejados, uniformidade de comunicação gerencial, comprometimento e cooperação das pessoas, clareza dos pontos fortes e oportunidades para melhoria, confiança das partes interessadas na administração, entre outras. Além disso, estudos comprovam que a adoção destes critérios através de um modelo de gestão bem estruturado confere às organizações sucesso econômico sustentável e desempenho superior em faturamento e margem de lucro.

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Zacharias: “uma organização não foi feita para morrer, pois sua verdadeira finalidade é viver – e com muita saúde”

Para Oceano Zacharias (quality@quality.eng.br), diretor da Quality Consultoria, um organismo vivo é marcado pelo nascimento, crescimento, juventude, maturidade velhice, decrepitude e morte (Muitas vezes esta seqüência é interrompida pela morte, e aí não se atinge a maturidade ou até nem mesmo chega-se à juventude. “Assim também são as empresas com suas partes se inter-relacionando e interdependendo, e cada qual com seu tempo próprio – umas com décadas de vida, outras morrendo repentinamente numa das suas fases da vida, e outras tantas com significativa e admirável longevidade permanecendo em maturidade plena por muitas décadas. Qual o segredo? Não há segredo. O que realmente há é uma estratégia clara e bem definida. A organização encontrando-se na fase de maturidade (ágil, rentável e forte) ao invés de se acomodar nesta situação acreditando ingenuamente na sua perenidade, a empresa parte para novas melhorias (redução de custos operacionais, capacitação gerencial, incremento nos níveis de qualidade, etc.) num contínuo exercitamento da sua musculatura. Desta forma a organização altera sua trajetória, tendo sua curva de vida composta por diversos segmentos de diversas curvas – como se surfasse por elas”, explica.

Ele diz que diferentemente dos seres-humanos, uma organização não foi feita para morrer. Sua verdadeira finalidade é viver – e com muita saúde. “Para sobrepujar a concorrência na conquista, na preferência e na manutenção do cliente a empresa deve ser forte e saudável. E para ser vencedora na luta mercadológica a organização deve ter o hábito de treinar e praticar incessantemente suas habilidades, buscando ser cada vez melhor no que faz e melhor que seus concorrentes. A isto se denomina busca da excelência. Neste caminho para a excelência a empresa nunca se conforma com os níveis de qualidade, de produtividade, de custos e de rentabilidade. Busca patamares mais desafiadores – mas factíveis – continuamente. Esta é a essência da tão propagada melhoria contínua – nada mais nada menos do que a base da preservação da empresa de forma auto-sustentada. Múltiplos caminhos podem ser percorridos nesta jornada para a excelência, e todos passam por conquistas e prêmios – mas têm que ser conquistas verdadeiras, em grande estilo, aquelas que deixam um sabor de vitória não pelo certificado ou pelo prêmio em si, mas pelos grandes ganhos obtidos nas muitas melhorias internas efetivadas. Esta não é uma estratégia: é a única estratégia autosustentável para as empresas se perenizarem”, conclui.

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NBR 15575-1 – Edifícios habitacionais de até cinco pavimentos – Desempenho

Aprovada no dia 12 de maio de 2008, a norma entrou em vigor, no período de testes, em 12 de maio de 2010, e deveria ter começado a vigorar oficialmente em 12 de novembro de 2010, depois de um período de seis meses para a adaptação de todos os projetos protocolados. Mas, seu prazo de vigência foi adiado para março de 2012, pois já está sofrendo um processo de revisão. Clique para mais informações.

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