Outsourcing X Terceirização

residuos

Conheça mais sobre os resíduos sólidos ou simplesmente lixo
O resíduo sólido ou simplesmente lixo é todo material sólido ou semissólido indesejável e que necessita ser removido por ter sido considerado inútil por quem o descarta, em qualquer recipiente destinado a este ato. São várias as maneiras de se classificar os resíduos sólidos. Clique para conhecer a coleção de normas

Os especialistas são unânimes em diferenciar outsoucing de terceirização, dizendo que o primeiro nada mais é do que delegar serviços a terceiros. Em tecnologia da informação, outsourcing pode incluir qualquer coisa desde terceirizar todo o gerenciamento de TI para uma outra empresa a terceirizar um serviço muito pequeno e facilmente definido, como disaster recovery ou armazenamento de dados. O termo é usado alternadamente (e incorretamente) com offshoring, em geral por pessoas em discussões acaloradas. Na realidade, offshoring (mais precisamente, offshore outsourcing) é um pequeno mas importante subconjunto do outsourcing, pelo qual uma empresa terceiriza serviços para outra empresa em outro país, visando principalmente beneficiar-se de mão de obra mais barata.

Augusto Gomes (contato@royall.com.br), diretor do Royall Group,diz que o termo está em evidência e o conceito está cada vez mais popular no meio corporativo, mas a sua definição costuma gerar confusão. Geralmente, e de maneira errada, é traduzido como “terceirização”. Convém então, e antes de tudo – diferenciar uma coisa e outra. “Por terceirização, entendem-se atividades mais rotineiras, de menor valor percebido, aquelas geralmente mais distantes hierarquicamente do “core business” (a “vocação” da empresa). Mas, que atividades são essas? Limpeza, segurança, transporte, logística, são bons exemplos. Enfim, atividades que, embora importantes operacionalmente, influem pouco nos aspectos estratégicos e até comerciais de uma empresa”.

Gomes explica que o outsourcing, em sua essência, também é uma terceirização, contudo, terceirização estratégica de áreas-chave para o “core business”, muitas das quais, inimagináveis há até pouco tempo: controle financeiro, força de vendas, sistemas de informação, prospecção e TI. “Que tal colocar seu foco naquilo que você faz melhor que sua concorrência e deixar que especialistas cuidem do restante? Essa é justamente a melhor definição para o outsourcing. Como principais vantagens, podemos citar a redução de custos e o aumento geral da produtividade. Com o aumento exponencial da competitividade nos mais variados mercados, as empresas, independente do porte, se viram obrigadas a repensar seu modelo de negócios e, consequentemente, a adaptar suas estruturas internas a essa nova realidade. Há cada vez mais especialistas no mercado à disposição para resolver todo e qualquer tipo de problema que você e sua empresa possam ter. Vive-se atualmente um boom do outsourcing. Desnecessário dizer que esse fato contribui para uma queda qualitativa na atividade, afetando diretamente empresas sérias cujo core business (de novo o termo) é, justamente, a prestação profissional de serviços de outsourcing”.

Ele pergunta, como e quando decidir transferir áreas-chave de sua empresa, para quem realmente entende do assunto? Como saber se suas necessidades serão supridas por profissionais realmente competentes, e não por aventureiros do mundo do outsourcing? Responde que há a necessidade de se considerar os seguintes aspectos:

- Identifique e avalie as oportunidades: saiba quais são os seus processos críticos, ou seja, aqueles que devem obrigatoriamente ser conduzidos por sua organização, e quais não são vitais para seu sucesso. Uma vez identificadas as competências-chave da empresa (aquilo que realmente “fazem bem feito”), todas as demais atividades são candidatas ao outsourcing. Defina exatamente o seu cenário atual e alinhe suas expectativas futuras ao cenário do outsourcing.

- Selecione o fornecedor: saiba separar o joio do trigo, afinal existem muitas empresas que oferecem terceirização de serviços. Como em qualquer caso, busque referências antes de contratar. Indicações de amigos e parceiros já atendidos são um ótimo parâmetro. Reportagens na mídia sobre empresas de destaque no setor, também são excelentes como referência no processo de escolha.

- Prepare a transição: caso o departamento a ser transferido para o outsourcing já exista em sua empresa, programe essa transição de maneira ordenada e antecipada. Identifique quais são os colaboradores e talentos humanos que podem migrar para outros departamentos, por exemplo. Comunique as equipes com antecipação, mostrando os aspectos positivos que as mudanças terão para o desempenho de todos.

- Acompanhe o desempenho continuamente: avalie se o desempenho do prestador de outsourcing está de acordo com suas expectativas e, acima de tudo, se está perfeitamente alinhado com os índices de resultados e excelência acordados em contrato. É natural que haja ajustes no decorrer dos processos, em em especial no início de uma operação. Contudo, resultados negativos recorrentes e desvios graves dos termos acordados são sinais de que medidas corretivas mais urgentes precisam ser tomadas. Nesta fase, a melhoria contínua dos processos entre as partes deve ser o principal objetivo a ser atingido. Ainda é interessante destacar que o outsourcing deve ser sempre encarado como uma parceria estratégica efetiva entre a empresa contratante e a contratada. De início, os níveis hierárquicos mais elevados devem envolver-se diretamente nos processos e, gradualmente, podem passar a delegar funções de intermediação estratégica aos gestores responsáveis por cada área. Ainda neste caso, uma transição gradual e ordenada também é muito recomendada. E, afinal, conclui ele, quais áreas são passíveis de outsourcing?

- Planejamento estratégico: afinal, a melhor estratégia do mundo pode ser desperdiçada se não houver pessoal com conhecimento e envolvimento necessários à sua execução;

- Marketing e vendas: quem nunca ouviu falar em contratar uma agência de marketing, ou de promoção de vendas, para cuidar da divulgação de seus produtos e serviços, por exemplo?

- Recursos humanos: delegar a alguém especializado todo o processo de seleção que lhe entregasse um profissional já treinado para uma área importante de sua empresa. Não seria ótimo?

- Informática e T.I.: gestão de equipamentos complexos, consolidação de base de dados e, claro, assistência técnica permanente de sua área de informática certamente são algo que deve ser delegado a profissionais dedicados exclusivamente a isso.

Muito mais do que uma simples terceirização, o outsourcing deve ser visto como um processo de transformação estratégica. Concentre-se naquilo que faz melhor e entregue o restante a especialistas.

Feriados: faça o checkup do carro

Levantamento da Polícia Rodoviária aponta que em 2010 ocorreram 87.798 colisões de veículos nas estradas do País, com 42.005 vítimas. Este ano, somente no primeiro bimestre, foram registrados 14.656 casos, com 7.093 vítimas. As causas dos acidentes são desde o estado físico e mental do condutor até as más condições do automóvel. Portanto, quem vai pegar a estrada nos feriados de Tiradentes e Páscoa (21 a 24 de abril) precisa estar atento e não esquecer de fazer a revisão do carro.

Um dos principais sistemas do veículo que envolvem a segurança do motorista é o de freios, composto por disco, tambor, lonas e pastilhas. “Por causa disso, revisões regulares são imprescindíveis para garantir frenagens seguras e com o tempo de resposta adequada”, diz José Roberto Rodrigues, gerente regional da Della Via.

Segundo ele, o ideal é fazer checkup duas vezes ao ano, a cada 10 mil km ou quando o veículo apresentar sinais incomuns no acionamento do pedal do freio, como perda da capacidade de frenagem, chiado ou ruído de roçamento (ferro com ferro), pedal com curso longo, duro ou descendo, ou roda presa (quando o carro puxa para o lado). Os discos de freio devem ser trocados quando atingir a espessura mínima indicada pelo fabricante, se deformados, ou sentir trepidação no volante ao frear. A troca dos cilindros de roda deve ocorrer sempre que houver vazamento, enquanto as lonas se estiverem com baixa espessura. Em relação aos tambores de freio, a troca deve ser feita quando ficarem abaixo da espessura mínima indicada pelo fabricante. “Já o fluido de freio necessita da troca preventiva a cada 10 mil km ou 12 meses”, acrescenta o gerente.

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Glossário Técnico Gratuito

Disponível em três línguas, a ferramenta permite procurar termos técnicos traduzidos do português para o inglês e para o espanhol. Acesse no link

http://www.target.com.br/portal_new/ProdutosSolucoes/GlossarioTecnico.aspx?ingles=1&indice=A

About these ads

Deixar uma resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

WordPress.com Logo

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Log Out / Modificar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Log Out / Modificar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Log Out / Modificar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Log Out / Modificar )

Connecting to %s

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 1.778 outros seguidores

%d bloggers like this: