O corpo fala: a importância da linguagem corporal nas negociações

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Marcelo Lombardo

A linguagem corporal, dependendo da cultura, significa até 60% do conteúdo total da comunicação interpessoal. E, uma parcela tão grande do que é transmitido não pode ser desconsiderado tanto nas relações pessoais quanto nas comerciais. A técnica de leitura desses sinais baseia-se no entendimento de uma série de “dicas” que são passadas pelo corpo do seu interlocutor – de forma muitas vezes inconsciente – e por isso tendem a ser mais honestas que as próprias palavras. Um observador atento pode mapear e interpretar esses sinais, veja:

Gravidade: Uma regra geral é que movimentos que desafiam a gravidade, são positivos. Movimentos que cedem a gravidade são negativos. Por exemplo, mover a cabeça para baixo após falar ou ouvir uma frase pode significar discordância ou falta de confiança na mesma. O mesmo serve para sobrancelhas e polegares. Para cima, podem significar surpresa, entusiasmo. Quando movidas para baixo, desconfiança, desapontamento. Pés apontando para cima são um ótimo sinal. Você deve sempre notar o que foi dito no momento que esses movimentos foram observados, buscando confirmar ou desconfirmar a fala.

Proteção de órgãos sensíveis: Pode estar certo de que se no meio de uma conversa, uma mulher arrasta a bolsa para seu colo, é porque ela ficou bastante desconfortável com o que ouviu. Fechar um casaco ou abotoar um paletó podem significar a mesma coisa. Sua missão é entender o que fez seu interlocutor se sentir frágil ou ameaçado.

Equilíbrio: Colocar-se em posições que proporcionam pouco equilíbrio para o corpo podem significar conforto ou confiança com a presença do interlocutor ou com o assunto. Por exemplo, ficar de pé com as pernas trançadas durante uma conversa. Mas note, se chega alguém que a pessoa considera uma ameaça ou se o assunto se torna desagradável, a reação natural é descruzar as pernas e buscar uma posição mais firme e estável, da qual se possa fugir ou atacar. Essa reação natural é o resultado de milhões de anos de evolução da nossa espécie.

Território: Uma pessoa que se espalha requerendo muito espaço para si e para suas coisas, esticando pernas e braços ao sentar ou entrelaçando as mão atrás da cabeça, busca demonstrar autoridade e dominância. Espaço é igual a poder. A mesma coisa pode ser observada em uma pessoa de pé ao colocar as mãos na lateral da cintura, expondo os cotovelos – posição tipicamente observada em um guarda ou segurança.

Estresse: Nosso cérebro prefere o estado de conforto. Algumas dicas positivas de conforto são sorrir, tocar as pontas dos dedos (mãos parecendo o teto de uma igreja), mostrar o polegar (mesmo com a mão no bolso, por exemplo) ou até mesmo um dilatamento das pupilas (difícil de identificar em brasileiros que normalmente possuem os olhos mais escuros). Mas quando entramos em uma situação de estresse, e cérebro comanda reações que buscam nos acalmar, como morder unhas, entrelaçar os dedos, tocar pontos sensíveis como a nuca, a face ou a palma das mãos, morder os lábios, entre muitos outros.

Mesmo que as dicas sejam normalmente emitidas involuntariamente pelo sistema límbico dos seres humanos, são passíveis de serem forjadas propositalmente. Lembre-se, atores fazem isso para viver! Então como ter uma leitura correta e saber se a pessoa está usando os sinais corporais justamente para lhe transmitir uma falsa dica, por exemplo, durante uma negociação?

Aqui é onde a coisa fica bem mais complexa, e nem mesmo os experts em leitura corporal conseguem ter certeza se o negociador do outro lado está blefando quando diz que tem proposta melhor do concorrente. Mas vale a pena vermos algumas técnicas de separar o que é verdade do que não é. A chave é o contexto é não procure por sinais isolados.

Uma pessoa pode coçar a cabeça simplesmente porque está com coceira e não porque está insegura. Existem pessoas que ficam naturalmente se movimentando (sinal de ansiedade) ou então cobrindo os olhos (sinal típico de quem não gostou do que viu ou ouviu). Mas esses sinais sozinhos podem não significar nada além de como a pessoa normalmente é. Tem muita gente estranha solta por aí. Portanto, busque por grupos de sinais.

Mas o legal mesmo é ver isso funcionando. Recentemente estive em uma reunião com um cliente que, para o meu desapontamento, disse que várias coisas na minha proposta não eram muito interessantes. Eu achei que ele estava desvalorizando a oferta como artifício para reduzir o preço. Notei que ao fim de cada frase ele aproximava as mãos entrelaçando os dedos – um sinal negativo, de stress.

Mas como ter certeza? E se ele simplesmente tivesse essa mania com as mãos? Se eu batesse o pé no preço corria o risco de perder o negócio. Então eu fiz algumas perguntas para as quais ele não poderia dizer nada diferente da verdade. Impressionantemente, percebi que ao final de cada resposta ele juntava as mãos, mas ao invés de entrelaçar os dedos, juntava as pontas no formato teto de igreja. A mudança no padrão confirmou minha desconfiança de blefe. O preço não abaixou nem um centavo e o negócio deu certo mesmo assim.

Como tudo, a prática leva à perfeição. Detectar a sinceridade de algo que você ouve através de sinais não verbais é algo que requer treino, mas com o tempo pode se tornar uma habilidade quase inconsciente, como dirigir. Conquistar essa habilidade pode nos ajudar a construir relações mais equilibradas e duradouras, e o melhor, construir negócios mais saudáveis para todos.

Marcelo Lombardo é sócio fundador da NWG Tech e criador do Omie, software de gestão para micro e pequenas empresas.

Os requisitos obrigatórios para a fabricação de cadeados

cadeadoOs cadeados são fabricados para bloquear ou impedir o acesso a uma determinada área ou coisa. Cada um deles possui uma chave própria, para que apenas seu proprietário possa acioná-lo, podendo ter vários tamanhos e formatos e são utilizados para trancar portões, janelas, malas de viagem e em correntes. Existem também os cadeados de cofres e os magnéticos, que são abertos com cartões codificados. No fundo, é uma forma de fechadura portátil, ou seja, faz com que possa ser utilizado para trancar mais de um objeto ou área.

A NBR 15271 de 07/2013 – Cadeados – Requisitos, classificação e métodos de ensaio fixa os requisitos mínimos exigíveis para fabricação, segurança e funcionamento de cadeados acionados por chave. Prescreve os métodos de ensaios a serem executados nos cadeados, simulando, por meio de ensaios mecânicos (laboratório), uma utilização prolongada para verificação da durabilidade dos componentes e os esforços a que podem ser submetidos se sofrerem tentativa de arrombamento.

Dessa forma, os cadeados tratados por essa norma são aqueles utilizados com a finalidade de bloquear ou impedir o acesso a uma determinada área promovendo controle de acesso e segurança ao patrimônio. O cadeado é uma espécie de fechadura portátil, podendo ser utilizado para trancar mais de um objeto ou área. Os cadeados são constituídos basicamente de corpo, gancho e chave, sendo que cada um possui uma chave própria, de modo que apenas seu proprietário possa acioná-lo. Os cadeados são utilizados nas mais diversas situações, como trancar portões, janelas, malas e correntes.

cadeado

Na fabricação dos cadeados, os materiais metálicos devem ser os recomendados na Tabela 1, podendo, contudo, ser substituídos por outros, desde que os novos materiais apresentem qualidade equivalente ou superior aos indicados e que atendam aos requisitos dessa norma. Na fabricação de cadeados, os materiais não metálicos devem obedecer às normas correspondentes para cada tipo de material e atender aos requisitos dessa norma.

cadeado1

Quanto ao acabamento, o cadeado não pode apresentar rebarbas, bolhas, manchas e sinais de corrosão, podendo possuir acabamento de proteção e embelezamento aplicado às suas superfícies, resultando em um conjunto esteticamente agradável, com maciez em seu funcionamento. O cadeado deve ser fornecido com no mínimo duas chaves.

Todo cadeado deve trazer escrito, em destaque, na principal face de sua embalagem, o seu respectivo tipo. O tipo de cadeado está diretamente relacionado à principal matéria prima utilizada para a fabricação do corpo. No caso do desenvolvimento de novos materiais ou utilização de outras matérias-primas na fabricação do corpo do cadeado, que não estejam relacionadas na Tabela 2 (disponível na norma), deve-se adotar o mesmo conceito de tipologia, relacionando o tipo de cadeado com a principal matéria prima utilizada na fabricação do corpo e empregando os seguintes dizeres: “Cadeado de”.

cadeado2

A nomenclatura a ser utilizada para o novo tipo de cadeado e sua respectiva matéria prima deve ser relacionada aos nomes mais usuais e conhecidos pelo mercado. O tamanho da letra utilizada na embalagem para a descrição do tipo de cadeado deve ser no mínimo 20 % maior que qualquer outra fonte utilizada na embalagem, com exceção da logomarca e nome da empresa, que podem ter o tamanho de sua letra maior que a utilizada para o tipo de cadeado.

O cadeado deve ser acondicionado em embalagem protetora, de modo a garantir a permanência de suas características, devendo constar no mínimo: a) marca ou símbolo do fabricante; b) tipo do cadeado, de acordo com o descrito no item 4.4; c) principal matéria prima empregada na fabricação de cada uma das partes do cadeado (corpo, gancho e chave); d) país de origem; e) número dessa norma; f) número do nível de segurança; g) data de fabricação (no mínimo semestre/ano). O cadeado deve trazer marcado em seu corpo de forma indelével e visível no mínimo as seguintes informações: a) marca ou símbolo do fabricante; b) país de origem.

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Dia da Superação Ambiental Global

Felipe Bottini

O título é a tradução para o “World Overshoot Day”, que é um conceito desenvolvido com o propósito de medir quanto tempo é necessário para o planeta renovar os recursos renováveis que consumimos durante um ano. Ontem, 20 de agosto de 2013, representou o dia em que o consumo acumulado no ano dos recursos naturais esgota a capacidade do planeta de se reciclar. Isso quer dizer que tudo que consumimos até o dia 20 de agosto (ou seja, em 231 dias do ano) precisam de 365 dias para ser reciclados pelos ciclos naturais da Terra. A pergunta é, e daqui pra frente, o que acontece?

O planeta tem uma capacidade de renovar os recursos naturais (biocapacidade) que é dada pelas áreas disponíveis e capazes de reciclar, principalmente o ar e a água. À medida que aumentamos o consumo, a quantidade de consumidores e a capacidade de depredarmos as áreas capazes de gerar biocapacidade, reduzimos drasticamente nossa poupança ambiental.

Qualquer dona de casa sabe que quando se gasta mais do que se ganha o caminho não é bom e antes do que se espera, a poupança pode acabar. Só que no caso do planeta não há crédito facilitado nem um parente abastado próximo que possa nos ajudar.

O que mais chama a atenção é que no ano passado, o Dia da Superação Ambiental foi no dia 22 de agosto e em 2011 foi em 27 de setembro. É assustador como ano a ano reduzimos a capacidade do nosso planeta de gerar vida e em última instância, arriscamos a nós mesmos.

Se fosse fácil resolver esse problema, provavelmente eu nem estaria escrevendo sobre o tema. Mas é preciso envidar esforços mais contundentes nesse sentido. Atribuir as responsabilidades adequadas aos agentes responsáveis.

O Brasil é superavitário em biocapacidade. Isso quer dizer que acumulamos mais do que gastamos, muito diferente de outros países, principalmente os mais desenvolvidos, que há alguns anos tem déficit ambiental. Mas o fato é que a nossa biocapacidade também tem caído ano após ano.

Como fazer para premiar os países como o Brasil, que prestam um serviço de biocapacidade ao resto do mundo? Por que não criar um mercado de alocações que sirvam para financiar a manutenção das áreas geradoras de biocapacidade à luz do que foi feito no mercado de certificados de carbono? Quem sabe o Brasil não passe a ser remunerado por atividades que já faz, como exportar ar puro e água limpa.

Um excelente caminho é o Brasil assumir a liderança de um debate global para valorar esses serviços de biocapacidade. Alinhar-se com os países “produtores” e mostrar disposição em priorizar essa agenda, já que o benefício desses serviços é global. Definir objetivos de preservação com base em contrapartidas junto às Nações Unidas e quem sabe monetizar a preservação de forma sustentável, onde uma árvore de pé tenha verdadeiramente mais valor que a mesma árvore cortada.

Felipe Bottini é economista pela USP com especialização em Sustentabilidade por Harvard. Fundador da (www.greendomus.com.br) e da (www.neutralizecarbono.com.br) e consultor especial do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Empregador deve ficar atento e cumprir todas as normas de segurança

REGULAMENTOS TÉCNICOS

Os Regulamentos Técnicos, estabelecidos por órgãos oficiais nos níveis federal, estadual ou municipal, de acordo com as suas competências específicas, estabelecidas legalmente e que contém regras de observância obrigatórias às quais estabelecem requisitos técnicos, seja diretamente, seja pela referência a uma Norma Brasileira ou por incorporação do seu conteúdo, no todo ou em parte, também estão disponíveis aqui no Portal Target.

Estes regulamentos, em geral, visam assegurar aspectos relativos à saúde, à segurança, ao meio ambiente, ou à proteção do consumidor e da concorrência justa, além de, por vezes, estabelecer os requisitos técnicos para um produto, processo ou serviço, podendo assim também estabelecer procedimentos para a avaliação

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Não basta fornecer o EPI. A empresa deve fiscalizar o uso do dispositivo

O ambiente de trabalho pode submeter os colaboradores, de uma determina empresa, a diversos tipos de agressões. Ruído excessivo, riscos de queda ou exposição a substâncias que podem levar a doenças, demandam uma constante vigilância por parte do empregador, do empregado, dos sindicalistas e do serviço de saúde do trabalhador.

O empregador, por sua vez, precisa estar atento e cumprir todas as normas estipuladas para preservar o bem-estar da equipe. Caso contrário, além de comprometer a vida laboral de seus empregados, poderá sofrer ações judiciais pleiteando insalubridade ou periculosidade, o que fatalmente resultará em prejuízos financeiros e danos à imagem da empresa.

A advogada Sandra Sinatora, responsável pela área de Direito do Trabalho da Ragazzi Advocacia e Consultoria, empresa que atua há mais de 10 anos em várias áreas do Direito, explica que nos termos da CLT é insalubre toda atividade que expõe o trabalhador a agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados. “O Ministério do Trabalho e Emprego, através da Norma Regulamentadora – NR15 – define quais atividades são insalubres e quais são os limites tolerados. Exercendo atividade fora dos limites lá indicados, o empregado tem direito ao recebimento de um adicional de insalubridade”, alerta a especialista.

Este adicional varia de acordo com o grau de risco que pode ser grau mínimo 10%, grau médio 20%, grau máximo 40%. “Existe uma discussão sobre a base de cálculo da insalubridade. Discute-se se o adicional é calculado sobre o salário mínimo, sobre o salário base do empregado ou sobre o salário normativo”, destaca a advogada.

Esta discussão está aguardando posicionamento final da justiça e por ora tem se calculado sobre o salário mínimo, exceto nos casos em que a Convenção Coletiva disponha de outra forma. A atividade insalubre e o grau de risco são atestados através de laudo pericial realizado por médico ou engenheiro do trabalho.

Quando se trata de atividade insalubre, Sandra esclarece que é dever da empresa buscar mecanismos que neutralizem ou amenizem os riscos de forma coletiva e não sendo possível, deve dispor do Equipamento de Proteção Individual, conhecido como EPI. “Trata-se de um dispositivo individual utilizado pelo trabalhador com o objetivo de protegê-lo contra os riscos a sua segurança e saúde”, explica.

A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento. “Os instrumentos variam de acordo com a atividade e riscos que poderão ameaçar a segurança e a saúde do trabalhador e da parte do corpo que se pretende proteger, por exemplo: proteção auditiva: abafadores de ruídos ou protetores auriculares; proteção respiratória: máscaras e filtro; proteção visual e facial: óculos e viseiras; proteção da cabeça: capacetes; proteção de mãos e braços: luvas; proteção de pernas e pés: sapatos, botas; proteção contra quedas: cintos de segurança e cinturões”, pontua a advogada.

Com a utilização do EPI a empresa poderá eliminar ou neutralizar o risco o que poderá isentá-la do pagamento do adicional. É importante ressaltar que não basta o fornecimento do EPI ao empregado por parte do empregador, pois é obrigação deste fiscalizar a utilização do dispositivo. O empregador deve utilizar-se de seu poder diretivo e obrigar o uso do equipamento, sob pena de advertência e suspensão num primeiro momento. “Caso ocorram reincidências, poderão ser aplicadas punições mais severas como a demissão por justa causa”, destaca Sandra.

A eliminação ou neutralização da insalubridade ficará caracterizada através de avaliação pericial por órgão competente, que comprove a inexistência de risco à saúde do trabalhador. São consideradas atividades ou operações perigosas todas aquelas que exponham o empregado a risco iminente de vida. O artigo 193 da CLT dispõe quais as atividades são consideradas perigosas:

Art. 193. São consideradas atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem risco acentuado em virtude de exposição permanente do trabalhador a:

I – inflamáveis, explosivos ou energia elétrica; (Acrescentado pela L-012.740-2012)

II – roubos ou outras espécies de violência física nas atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial.

Acrescente-se a esta definição os empregados em contato com substâncias radioativas e radiação ionizante, por força da Portaria 518/2003 expedida pelo Ministério do Trabalho. “O empregado que exerça atividade perigosa tem direito ao adicional de periculosidade de 30% calculado sobre seu salário base. Caso a atividade exercida seja, ao mesmo tempo, insalubre e perigosa, é facultado ao empregado optar pelo adicional mais favorável, não podendo perceber, cumulativamente, ambos os adicionais”, orienta a especialista.

O empregado que tenha trabalhado em condições prejudiciais à saúde tem direito a aposentadoria especial. Para obter o direito, o trabalhador tem que comprovar que trabalhou durante 15, 20 ou 25 anos em atividade especial.

A aposentadoria com tempo de 15 anos é devidas apenas para quem trabalha em subsolo, nas frentes de serviço, na extração de minério. Com 20 anos é devida apenas para quem trabalha em subsolo, afastado das frentes de serviço, e para quem trabalha com exposição ao asbesto (conhecido como amianto). A aposentadoria com 25 anos é obtida para quem trabalha com exposição a ruído, calor e/ou com exposição a produto químico ou biológico, entre outros. Caso o trabalhador tenha exercido, por um curto período, atividade em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física, o tempo poderá ser convertido, de especial em comum, para concessão de aposentadoria por idade ou por tempo de contribuição.

O papel do empresário e da empresa no mundo

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Orlando Oda

Se nascemos neste mundo é porque existe uma razão, um valor a ser vivido. Podemos notar este fato no prazer de viver que demonstram algumas pessoas. Então, podemos dizer que a vida se torna penosa quando não agimos conforme a razão da nossa existência ou agimos contra a razão da nossa existência.

Expressamos a nossa razão de viver, criando, produzindo um produto ou serviço útil às pessoas através do trabalho. O trabalho é o meio de cumprir o nosso papel neste mundo. Se não trabalharmos conforme a razão da nossa existência, a vida profissional se torna penosa, chata, monótona e enfadonha.

Para Sakyamuni (Buda), a vida do ser humano não podia ser apenas cumprir o ciclo do nascer, crescer, envelhecer, adoecer e morrer. Por isso, buscou a solução para os quatro sofrimentos (nascimento, doença, envelhecimento e morte). Imaginou que a culpa era do próprio homem porque causava muitos sofrimentos matando e comendo os demais seres vivos. Portanto, sem o sofrimento não poderia resgatar os carmas negativos que veio acumulando.

Após seis anos na floresta, praticando ascese e não encontrando o caminho para o despertar, percebeu que o sofrimento não leva à iluminação. Saiu da floresta, quando uma jovem brâmane ofereceu um prato de papa de arroz cozido com leite. Naquele momento ele despertou.

Antes Buda pensava: “Os cereais também estão vivos e comê-los significa tirar-lhes a vida. O leite da vaca é dos bezerrinhos, ao tomá-lo, o homem está roubando o alimento deles. A vida do homem neste mundo consiste em obter alimentos para si roubando e matando seres vivos”.

Naquele momento ele conseguiu comer sem sentimento de culpa o alimento oferecido pela jovem. Comeu com gratidão o alimento oferecido. Ele viu na atitude da jovem, apenas a bondade em oferecer a ajuda para salvá-lo.

Sua mente não estava presa à matéria, por isso, viu o prato de papa de arroz com leite como meio para vivificar o próximo. Viu a bondade expressa como papa de arroz com leite. Viu também o trabalho como meio de produzir o alimento. O trabalho era o meio para expressar a vontade de aliviar o sofrimento, a fome, e proporcionar alegria e felicidade.

Este mundo que parecia um lugar onde os seres vivos agridem e destroem uns aos outros era na verdade “um mundo onde todos os seres vivos vivificam um aos outros”. É preciso que as frutas sejam comidas pelos pássaros e pelos animais frutívoros para que as sementes se espalhem em terras distantes, possibilitando a disseminação da planta.

Ou seja, mudando a visão de vida, tudo muda. Somos todos “vida” que se vivificam mutuamente. Este mundo é um mundo de vivificação mútua, onde todos se beneficiam, cada qual suprindo o que falta no outro. Esta é a missão profissional e empresarial do homem: criar, desenvolver, produtos e serviços que fazem falta para outras pessoas, que suprem as necessidades dos outros.

As oportunidades profissionais surgem porque há necessidade de suprir as necessidades dos outros. Descobrir oportunidade é prestar atenção nos outros e ver quais são as necessidades das pessoas.

Só não existe boa oportunidade para quem vê apenas a sua própria necessidade ou para quem enxerga apenas as aparências dos fatos e acontecimentos, o lado negativo. É preciso ver a oportunidade de criar algo para melhorar, modificar os fatos e acontecimentos.

Até a insegurança, que é uma ameaça para todos, é oportunidade para alguns, que lançam seguros, câmeras, escoltas, etc. É a oportunidade para criar um produto ou serviço tão bom que possa inibir completamente a ação dos bandidos. Tão bom, que é possível que o próprio produto ou serviço deixe de ser necessário um dia. É muito difícil entender que tudo que é necessário vem e desaparece quando cumprida a missão, por isso precisamos inovar constantemente.

Mais do que o quadro de declaração da missão da empresa é o exemplo prático e próprio do empresário que vale na prática. Praticar a missão é uma das tarefas mais difíceis e desafiadoras para o administrador de uma empresa. É necessário que todos os colaboradores tenham o mesmo direcionamento e a mesma atitude: trabalhar para ser útil e dedicar-se ao bem estar da sociedade.

Orlando Oda é administrador de empresas, mestrado em administração financeira pela FGV e presidente do Grupo AfixCode.

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A revisão da ISO IEC 27001

securityA norma ISO IEC 27001 que trata sobre a segurança do sistema de gestão da informação está em processo de revisão e a sua nova versão está prevista para ser publicada em outubro de 2013. Edward Humphreys, organizador do grupo de trabalho responsável pelo desenvolvimento e manutenção da ISO IEC 27001, informa o que isso irá afetar as empresas. Segundo ele, até a presente data foi trazido para a nova edição as experiências dos usuários que implementaram ou procuraram a certificação na ISO IEC 27001:2005.

“A ideia é proporcionar uma abordagem simplificada mais flexível, que deve levar a uma gestão de riscos mais eficaz”, explica. “Também fizemos uma série de melhorias para a segurança controles listados no anexo A, para garantir que a norma permaneça atual e seja capaz de lidar com os riscos de hoje, ou seja, roubo de identidade, riscos relacionados a dispositivos móveis e outras vulnerabilidades online. Finalmente, a nova ISO IEC 27001 será modificada para se adequar a nova estrutura de alto nível usado em todas as normas do sistema de gestão, tornando a sua integração com outros sistemas de gestão de uma opção fácil”.

E quais são os benefícios de modificar a nova ISO IEC 27001 para se adequar a nova estrutura de alto nível para as normas de sistema de gestão? “Alinhando a ISO IEC 27001 para a nova estrutura vai ajudar as organizações que desejam implementar mais do que um sistema de gestão de cada vez. A semelhança na estrutura entre as normas vai economizar tempo e dinheiro organizações como eles podem adotar políticas e procedimentos integrados. Por exemplo, uma organização pode querer integrar o seu sistema de segurança da informação (ISO IEC 27001), com outros sistemas de gestão, tais como a gestão de continuidade de negócio de gestão (ISO IEC 22301), gerenciamento de serviços de TI (ISO IEC 20000-1) ou qualidade (ISO 9001)”.

Humphreys diz ainda que a revisão da edição de 2005 está agora na fase FDIS (Final Draft International Standard). Este será concluído no início de setembro, após o que quaisquer erros tipográficos da edição serão corrigidos, ficando pronto para o lançamento previsto para outubro. Neste ponto, a nova edição da ISO IEC 27001 estará disponível para a compra e a versão 2005 retirada do mercado.

Quanto às empresas certificadas na edição de 2005, será necessário atualizar o seu sistema de gestão de segurança da informação em conformidade com os requisitos da nova edição da norma. O período de transição para a atualização ainda não foi decidido, mas é provável que seja daqui a dois anos, na data que a nova edição for publicada. “A atualização para a nova edição da ISO IEC 27001 não deve ser particularmente problemática. O período de transição ajuda, já que o esforço necessário pode ser parte de um programa de trabalho encenado e integrado nas atividades de melhoria contínua e auditorias planejadas”, conclui.

Como aumentar a produtividade sem afetar a saúde do trabalhador

NORMAS COMENTADAS

NBR 14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários…

Nr. de Páginas: 87

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NBR 5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

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NBR ISO 9001 – COMENTADA (EM VÍDEO)
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos. Versão comentada.

Nr. de Páginas: 28

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A osteopatia mostra-se como uma ferramenta poderosa para as empresas na promoção de qualidade de vida dos funcionários.

osteoHoje, sabe-se que existem diferentes causas que levam aos afastamentos nas empresas: alimentação, traumas, acidentes, fatores psicoemocionais, entre outros. Pesquisas mostram que destas causas, de 20 a 25% dos afastamentos têm relação direta com o trabalho. Os afastamentos afetam, e muito, a produtividade da empresa, pois tiram o foco dos resultados e podem acabar, inclusive, em processos judiciais.

O fisioterapeuta e osteopata Leandro Sousa, diretor do Grupo Laborall, explica que o grande problema na realidade das empresas é que os atendimentos concentram-se nos sintomas e não na observação das causas. “É fundamental que seja realizado no ambiente corporativo um diagnóstico de causas, objetivando entender quando, como, onde e porque aparecem determinadas queixas”.

Neste sentido, explica Leandro, a osteopatia e toda sua metodologia são ferramentas poderosas no ambiente corporativo. “A técnica, que visa diagnosticar as causas das disfunções e agir exatamente no foco da dor, analisa aspectos individuais do colaborador e também do posto de trabalho. Assim, com respostas concretas, o funcionário entende melhor os fatores causais da doença e como preveni-las”. E acrescenta: “A osteopatia possibilita a rápida detecção da causa e então lança mão de ferramentas ergonômicas que impedirão o avanço da doença. Por fim, encerrada a exposição do colaborador ao agente causal desta doença, o mesmo tem maiores possibilidades de cura”.

Toda empresa objetiva alta produtividade. Mas, para promover a qualidade de vida de seus colaboradores e garantir que a capacidade de adaptação física dos funcionários seja respeitada e eles consigam se adequar às demandas, é preciso que haja um trabalho dentro da empresa que preserve a saúde do colaborador e previna eventuais doenças que possam não só comprometê-lo, como o seu trabalho e, consequentemente, o da empresa.

“Com o diagnóstico de causas através da osteopatia, os problemas de afastamentos cessam e o foco da empresa mantém-se somente na produtividade, já que há também uma economia de horas perdidas com consultas e fisioterapias, pois o trabalhador é atendido dentro da própria empresa. Este é o cenário perfeito”, acrescenta o fisioterapeuta. Portanto, a aplicação de análises ergonômicas, as avaliações admissionais e periódicas e a ginástica laboral, aliados aos conceitos básicos da osteopatia, conseguem controlar os diferentes fatores geradores de doenças e evitar afastamentos e processos.

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