A informação se tornou vital para as empresas

O conceito, a noção que se tem da informação é bem vago e intuitivo. Quando se faz uma pergunta, a pessoa está pedindo uma informação. Quando assiste televisão ou um filme, as pessoas estão absorvendo informação. Ao ler um jornal, uma revista em quadrinhos, ou ao ouvir uma música, percebe-se que se está lidando com algum tipo de informação. Até quando se conta uma piada transmite-se informação. Dessa forma, os seres humanos usam, absorvem, assimilam, manipulam, transformam, produzem e transmitem informação durante o tempo todo. Entretanto, não se tem uma definição precisa do que é informação. Não se tem uma definição que diga o que é e o que não é informação. Sabe-se intuitivamente o que é informação, mas não se consegue descrever, em palavras, o que é informação.

Os dicionários definem informação como o ato de informar. sob essa visão, a informação é vista como algo advindo de uma ação, advindo do verbo informar. Entretanto, não é feita uma descrição desse algo que advém do ato de informar; não se faz um descrição das características desse objeto, desse algo, sobre o qual a ação de informar age. Todas as definiçòes de informação acabam criando referências circulares; isto é, a definição de informação é baseada em conceitos que por sua vez são baseados no conceito de informação. Informação: 1 Ação ou resultado de informar(-se). 2 Conjunto de dados sobre algo ou alguém. 3 Relato de acontecimentos ou fatos, transmitido ou recebido. 4 Dados ou notícias tornados públicos através dos meios de comunicação. 5 Explicação dada para uma determinada finalidade. 6 Inf. Conjunto de dados implantados em um computador que serão processados e gerarão respostas aplicáveis a determinado projeto. 7 P.ext. Inf. O resultado desse processamento de dados. 8 Adm. Opinião dada em processo no âmbito das repartições públicas. 9 Fil. Na teoria hilemórfica, ação pela qual a forma dá ser ou informa a matéria.

Mas, então, o que é a informação? Pode-se dizer que a informação é um conceito primitivo, Entretanto, a realidade que está se delineando têm exigido uma definição precisa do que é a informação, já que se está entrando na era da sociedade da informação. A importância da informação está se tornando um elo vital para a sobrevivência das empresas e não há muitos estudos sobre a informação em si mesma, pois os conceitos são vagos do que ela é. O valor do livro é dado pela informação que ele contém, não pelo papel de que é feito. Se um livro é digitalizado e distribuído por alguém na internet, a informação do livro se torna gratuita. Isso é um problema, pois o autor do livro, que vive de escrever livros, não está sendo recompensado pelo seu trabalho e poderá ficar desestimulado para produzir mais obras.

Então, deve-se criar uma legislação sobre os direitos autorais sobre informação, não sobre livros, filmes, software e músicas. Surge um problema. Como legislar sobre um objeto, a informação, o qual não se consegue definir? Se as definições são vagas sobre o que é a informação, haverá espaço para diversas interpretações da legislação dos direitos autorais da informação; valerá qualquer coisa e a legislação não servirá para nada. Sendo assim, tentar definir o que é a informação é de fundamental importância.

Quanto à Tecnologia da Informação (TI), está conduzindo o mundo atual às inovações, aumentando a riqueza e atraindo novos investimentos. Em simultâneo, permite um aumento da eficiência e a redução dos preços bem como melhorar os serviços ao cliente, a qualidade e a variedade dos produtos. A TI é uma ferramenta essencial na criação de sistemas de informação integrados e coordenados. Assim, a a gestão da informação é uma função que conjuga a gestão do sistema de informação e do sistema informático de suporte com a concepção dinâmica da organização num determinado contexto envolvente.

E hoje, mais do que nunca, os gestores têm que estar sensibilizados para o fato de envolver a TI no seu planejamento estratégico, que é um fator chave da criação de valor e das vantagens competitivas para a empresa. Se, por um lado, ajudam a detectar novas oportunidades e criar vantagens competitivas, por outro lado, ajudam a defendê-la de ameaças provenientes da concorrência. É neste âmbito que a TI deve ser considerado no processo de formulação estratégica do negócio e sempre na perspectiva de poder dar uma contribuição positiva para uma melhor estratégia.

A introdução da TI em uma organização irá provocar um conjunto de alterações, nomeadamente ao nível das relações da organização com o meio envolvente (analisado em termos de eficácia) e ao nível de impactos internos na organização (analisados através da eficiência). Ela é um recurso valioso e provoca repercussões em todos os níveis da estrutura organizacional: ao nível estratégico, quando uma ação é susceptível de aumentar a coerência entre a organização e o meio envolvente, que por sua vez se traduz num aumento de eficácia em termos de cumprimento da missão organizacional; aos níveis operacional e administrativo, quando existem efeitos endógenos, traduzidos em aumento da eficiência organizacional em termos de opções estratégicas. No entanto, ao ser feita esta distinção, não significa que ela seja estanque, independente, pois existem impactos simultâneos nos vários níveis: estratégico, operacional e tático.

A NBR 16167 de 04/2013 – Segurança da Informação – Diretrizes para classificação, rotulação e tratamento da informação estabelece as diretrizes básicas para classificação, rotulação e tratamento das informaçõesde acordo com sua sensibilidade e criticidade para a organização, visando o estabelecimento de níveis adequados de proteção. A norma define informação como umn ativo essencial para os negócios de uma organização e que consequentemente necessita ser adequadamente protegido. Conjunto de dados relacionados entre si que levam à compreensão de algo e que trazem determinado conhecimento, podendo estar na forma escrita, verbal ou imagítica, e em meio digital ou físico.

As pessoas somente devem possuir acesso às informações que sejam necessárias, direta ou indiretamente, ao desenvolvimento de suas atividades de trabalho e demais responsabilidades associadas. Como diretrizes gerais, a norma recomenda que as informações de propriedade da Organização ou de terceiros, utilizadas durante as atividades da organização, sejam classificadas de acordo com o nível de sensibilidade que representam para o negócio para indicar a necessidade, prioridade e o nível esperado de proteção quando de seu tratamento pelos colaboradores. Convém que o papel de “proprietário da informação” seja definido e que este seja responsável por sua classificação e definição do grupo de acesso.

O proprietário da informação pode delegar esta atividade para os responsáveis pelos processos que geram as informações, porém a responsabilidade continua sendo do proprietário. No caso de dúvidas sobre a classificação de determinada informação, recomenda-se recorrer ao proprietário da informação. Convém que os proprietários das informações cuidem para que todas as informações sob sua responsabilidade sejam classificadas e rotuladas.

Convém que o papel de Agentes de Mudança/Transformação seja definido nas áreas da organização, visando facilitar a implantação da cultura de classificação da informação, o acompanhamento das ações realizadas e o suporte às dúvidas dos usuários da informação. Convém que seja atribuída a todos os colaboradores a responsabilidade por tratar as informações de acordo com sua classificação e com as diretrizes de tratamento estabelecidas pela organização. Convém que seja desenvolvido um processo amplo de conscientização, treinamento e educação, visando disseminar a cultura de classificação e tratamento da informação.

Convém que seja implantado um processo de auditoria, monitoramento e medição para verificação da aderência do processo de classificação e tratamento da informação e obtenção de sugestões de melhoria. Convém que, no processo de classificação, seja considerado o valor da informação, os requisitos legais, a sensibilidade, a criticidade, o prazo de validade (ou vida útil), a necessidade de compartilhamento e restrição, a análise de riscos e os impactos para o negócio. Convém que os proprietários das informações realizem sua classificação de acordo com os critérios definidos nessa norma e considerem: o momento em que a informação é gerada ou inserida nos processos da organização; o momento em que é identificada uma informação que ainda não foi classificada.

Convém que o processo de classificação de uma determinada informação contemple a análise crítica periódica a intervalos regulares, visando assegurar que o nível de classificação e proteção está adequado, pois podem ocorrer alterações na classificação durante o ciclo de vida da informação. Neste contexto, pode ocorrer a reclassificação da informação quando: for identificada uma informação incorretamente classificada; ocorrer mudanças no contexto de sensibilidade das informações durante seu ciclo de vida; atender aos requisitos legais ou mudanças em processos internos da Organização; vencer o prazo de temporalidade da classificação de uma determinada informação ou classe de informação; vencer o prazo de manutenção da informação nos processos da Organização (fim do ciclo de vida da informação).

Todos os usuários precisam comunicar ao proprietário da informação a inexistência ou inconsistência na classificação da informação; entretanto, a responsabilidade por definir ou rever a classificação é do proprietário da informação. Convém que informações de origem externa que participam dos processos da organização, como relatórios de terceiros, informações e documentos de clientes e fornecedores, correspondências etc., sejam tratadas de acordo com o nível de criticidade e sensibilidade definido pelo responsável externo. Convém que seja considerado o estabelecimento de acordo com terceiros para a correta identificação da classificação e tratamento entre as organizações, visando o compartilhamento seguro das informações. Convém que atenção especial seja dada na interpretação dos rótulos de classificação sobre documentos de outras organizações, que podem ter definições diferentes para rótulos iguais ou semelhantes aos usados. (NBR ISO IEC 27002:2005 -7.2.1). Informações de origem externa são aquelas que não são de propriedade da organização.

Convém que a organização considere a criação de classes de informação para simplificar a tarefa de classificação. Convém que o processo de classificação da informação seja considerado para definição dos requisitos de segurança da informação dos ambientes físicos que armazenam informações sensíveis. Deve ser considerada pela Organização a instalação de controles apropriados, como por exemplo, a instalação de sistemas adequados e controle de acesso, monitoração por CFTV, etc. Convém que a organização considere a viabilidade de utilização de um sistema informatizado para apoiar o processo de classificação, rotulação e tratamento da informação.

De acordo com a NBR ISO IEC 27002:2005, item 7.2.1, convém se que evite a criação de esquemas de classificação muito complexos utilizando diversos níveis, pois isto pode engessar o processo e, consequentemente, o fluxo de informação. Em contrapartida, poucos níveis podem gerar uma falsa sensação de segurança, devido ao relaxamento na classificação ou mesmo à perda de recursos por tratamento além do necessário. Uma referência básica para o estabelecimento dos níveis de classificação pode ser vista na Tabela abaixo.

informação

O tratamento da informação é o objetivo final do processo. É por meio do tratamento adequado das informações que iremos prover os controles e a proteção adequada, visando garantir sua confidencialidade, integridade e disponibilidade. Para viabilizar este processo, convém que sejam identificados os cenários que ocorrem no dia a dia das organizações no que tange ao fluxo de informações e, para cada cenário, sejam estabelecidas as diretrizes básicas de tratamento em função do nível de classificação da informação. Os cenários podem envolver: produção, recepção, utilização, acesso, reprodução, transporte, transmissão, distribuição, destinação, arquivamento, armazenamento e eliminação da informação. Estes cenários e respectivas diretrizes formam o senso comum para o tratamento das informações, de modo que, independentemente de pessoas e áreas, o tratamento seja o mesmo para as diversas situações.

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A ausência de segurança nos produtos

Daniel Mendes Santana, do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec)

O Código de Defesa do Consumidor dispõe em seu artigo 8º que “os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não acarretarão riscos à saúde ou segurança dos consumidores, exceto os considerados normais e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição, obrigando-se os fornecedores, em qualquer hipótese, a dar as informações necessárias e adequadas a seu respeito”. Entretanto, verifica-se que frequentemente os consumidores têm sofrido com o descaso apresentado por algumas empresas no que diz respeito à segurança do produto colocado no mercado.

Em março de 2013, a Unilever anunciou recall de um lote do suco de maçã Ades deviso à contaminação com produtos de limpeza. Diante disso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária  determinou a suspensão da fabricação, distribuição, comercialização e consumo, em todo o território nacional, de todos os lotes de vários produtos da marca Ades fabricados na linha de produção identificada pelo código TBA3G.

Mais recentemente, o MP-RS (Ministério Público do Rio Grande do Sul) realizou uma operação contra a adulteração de leite no estado. De acordo com a investigação, para aumentar o lucro, os fraudadores misturavam água e ureia ao leite. A investigação foi iniciada após denúncia feita ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Rio Grande do Sul (SFA-RS).

Estes casos evidenciam um enorme descaso no que diz respeito à segurança dos produtos ofertados ao consumidor. O Código de Defesa do Consumidor estabelece que o fornecedor de serviços  responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de fabricação, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos.

Esclarece ainda que o produto é defeituoso quando não oferece a segurança que dele legitimamente se espera, levando-se em consideração as circunstâncias relevantes entre as quais: sua apresentação; o uso e os riscos que razoavelmente dele se esperam; a época em que foi colocado em circulação. Sendo assim, com base no Código Consumerista, cabe ao consumidor lesado ingressar com uma ação judicial para obter a reparação dos danos causados pelo produto defeituoso.

NORMAS COMENTADAS

NBR 14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários…

Nr. de Páginas: 87

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NBR 5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

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NBR ISO 9001 – COMENTADA
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos. Versão comentada.

Nr. de Páginas: 28

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Ensaios de blocos de concreto para alvenaria

blocosOs blocos de concreto para alvenaria têm, desde abril, uma norma de ensaio – a NBR 12118/2007- Blocos vazados de concreto simples para alvenaria – Métodos de ensaio – revisada e que ganha critérios mais claros e bem definidos para verificar a sua conformidade às exigências técnicas. É que essa norma, que havia passado por uma primeira revisão em 2011, foi submetida à nova revisão por comissão da ABNT, com um texto, publicado em março, que define, entre outros, os critérios de ensaio para verificação da análise dimensional, de taxa de absorção de água, área líquida e resistência à compressão e de retração por secagem.

Com esses novos critérios, os técnicos e especialistas na produção e uso do bloco de concreto para alvenaria acreditam que haverá melhora e maior homogeneidade nos ensaios dos blocos. “Com esse novo texto revisado e os critérios definindo melhor itens de ensaio importantes, deverá haver um aperfeiçoamento e melhor entendimento por parte dos operadores dos equipamentos laboratoriais das exigências da norma”, avalia o arquiteto Carlos Alberto Tauil, consultor técnico da Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto (BlocoBrasil).

Além da revisão da NBR 12118, também a NBR 6136/2008 – Requisitos para blocos de concreto já está em processo de revisão por comissão específica do CB 18/ABNT, com previsão para concluir o processo ainda este ano. “O setor de blocos de concreto está atento para as exigências de revisão das normas existentes, visando à sua permanente atualização. A cadeia produtiva da construção brasileira, incluídos fabricantes, laboratórios, projetistas e construtores, assim, têm a garantia de adquirir blocos de concreto de qualidade, produzidos e ensaiados de acordo com as melhores técnicas internacionais em vigor”, avalia Marcelo Kaiuca, presidente da BlocoBrasil.

Além disso, existem as normas NBR15961-1: Alvenaria estrutural – Blocos de concreto – Parte 1: Projeto e NBR15961-2: Alvenaria estrutural – Blocos de concreto – Parte 2: Execução e controle de obras, que especificam os requisitos mínimos exigíveis para o projeto de estruturas de alvenaria de blocos de concreto. Também se aplicam à análise do desempenho estrutural de elementos de alvenaria de blocos de concreto inseridos em outros sistemas estruturais. A parte 1 da NBR 15961 não inclui requisitos exigíveis para evitar estados limite gerados por ações como sismos, impactos, explosões e fogo. Também se aplica à análise do desempenho estrutural de elementos de alvenaria de blocos de concreto inseridos em outros sistemas estruturais. Essa parte da NBR 15961 não inclui requisitos exigíveis para evitar estados limite gerados por ações como sismos, impactos, explosões e fogo.

Uma estrutura de alvenaria deve ser projetada de modo que: esteja apta a receber todas as influências ambientais e ações que sobre ela produzam efeitos significativos tanto na sua construção quanto durante a sua vida útil de projeto; resista a ações excepcionais, como explosões e impactos, sem apresentar danos desproporcionais às suas causas. O projeto de uma estrutura de alvenaria deve ser elaborado, adotando-se: sistema estrutural adequado à função desejada para a edificação; ações compatíveis e representativas; dimensionamento e verificação de todos os elementos estruturais presentes; especificação de materiais apropriados e de acordo com os dimensionamentos efetuados; procedimentos de controle para projeto. O projeto de estrutura de alvenaria deve ser constituído por desenhos técnicos e especificações. Esses documentos devem conter todas as informações necessárias à execução da estrutura de acordo com os critérios adotados, conforme descrito em 5.3.1 e 5.3.2 da norma.

O projeto deve apresentar desenhos técnicos contendo as plantas das fiadas diferenciadas, exceto na altura das aberturas, e as elevações de todas as paredes. Em casos especiais de elementos longos repetitivos (como muros, por exemplo), plantas e elevações podem ser representadas parcialmente. Devem ser apresentados, sempre que presentes: o posicionamento dos blocos especiais, detalhes de amarração das paredes, localização dos pontos grauteados e armaduras, e posicionamento das juntas de controle e de dilatação.

As novidades no GEDWEB – o Portal da Informação Tecnológica Corporativa

A Target agregou duas novas soluções ao seu Portal da Informação Tecnológica Corporativa. Uma delas é um calendário do lado esquerdo do site com as datas limites para que os usuários participem da elaboração das NBR. É importante saber que uma vez elaborado o Projeto de Norma com um assunto solicitado, ele é então submetido à Consulta Nacional. Neste processo, o Projeto de Norma, elaborado por uma Comissão de Estudo representativa das partes interessadas e setores envolvidos com o tema, é submetido à apreciação da sociedade. Durante este período, qualquer interessado pode se manifestar, sem qualquer ônus, a fim de recomendar à Comissão de Estudo autora a aprovação do texto como apresentado; a aprovação do texto com sugestões; ou sua não aprovação, devendo, para tal, apresentar as objeções técnicas que justifiquem sua manifestação. Sendo assim, é muito importante contar com a sua opinião sobre o conteúdo dos Projetos em Consulta Nacional, para que se possa ter normas brasileiras que realmente representem os interesses da sociedade, bem como possam ser plenamente aplicadas e gerar todos os benefícios inerentes à normalização. Participe, dando a sua contribuição – ela certamente ajudará na melhoria da qualidade dos documentos.

Acesse um vídeo com as explicações sobre o novo GEDWEB clicando no link.

As especificações de projeto devem conter as resistências características à compressão dos prismas e dos grautes, as faixas de resistência média à compressão (ou as classes conforme a NBR 13281) das argamassas, assim como a categoria, classe e bitola dos aços a serem adotados. Também podem ser apresentados os valores de resistência sugeridos para os blocos, de forma que as resistências de prisma especificadas sejam atingidas.

Igualmente, deve existir um plano de controle da qualidade. O executor deve estabelecer um plano de controle da qualidade, onde devem estar explícitos: os responsáveis pela execução do controle e circulação das informações; os responsáveis pelo tratamento e resolução das não conformidades; a forma de registro e arquivamento das informações.

A execução da alvenaria estrutural só pode ser realizada com base em um projeto estrutural, conforme descrito na ABNT NBR 15961-1, devidamente compatibilizado com os demais projetos complementares. Devem constar no plano de controle da obra procedimentos específicos para os seguintes itens:

a) bloco de concreto;

b) argamassa de assentamento;

c) graute;

d) prisma;

e) recebimento e armazenamento dos materiais;

f) controle de produção da argamassa e do graute;

g) controle sistemático da resistência do bloco ou certificações de qualidade acreditados pelo Inmetro;

h) controle sistemático da argamassa e do graute;

i) controle sistemático da resistência do prisma, quando for o caso, conforme especificação em 8.3.2;

j) controle dos demais materiais;

k) controle da locação das paredes;

I) controle de elevação das paredes;

m) controle de execução dos grauteamentos;

n) controle de aceitação da alvenaria.

Os blocos devem atender integralmente às especificações da NBR 6136, além das resistências e outras especificações do projeto estrutural. Os blocos devem ser ensaiados conforme especificado na NBR 12118. Para a definição da argamassa de assentamento devem ser realizados ensaios com antecedência adequada com os materiais dos mesmos fornecedores selecionados para a obra, comprovando atendimento dos requisitos estabelecidos no projeto estrutural através de ensaios realizados de acordo com o Anexo D, no caso de controle na obra, ou conforme a NBR 13279 e demais normas pertinentes. Esses procedimentos devem ser atendidos tanto pelas argamassas preparadas em obra quanto pelas industrializadas.

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Cartas de Controle

Cristiano Bertulucci Silveira

Dentre as sete ferramentas da qualidade, a carta de controle é sem dúvida a mais utilizada nas empresas e indústrias. Nenhuma outra ferramenta capta melhor as informações de um processo como esta. A carta de controle é utilizada ​​para determinar se o processo está operando em controle estatístico e basicamente é representada por um gráfico em execução que inclui estatisticamente limites de controle superior e inferior. Neste artigo, será apresentado como as cartas de controle podem contribuir para aperfeiçoar o processo de fabricação e assim aumentar a competitividade da sua empresa.

O que é e para que serve a carta de controle?

Controle estatístico de processo | Carta Controle

Figura 1 – Controle estatístico de processo | Automação Industrial

O objetivo de uma carta de controle é detectar quaisquer alterações indesejadas em um processo, sendo que quando ocorrerem mudanças, estas serão sinalizadas por pontos anormais em um gráfico.

Para obter informações de um processo, primeiramente é necessário entender os conceitos de população e amostras, que podem ser definidos da seguinte forma:

  • População: lote de produtos/serviços ou período de tempo que se quer analisar.
  • Amostra: quantidade de valores observados pertencentes ou representativos de uma população.

amostra-estatistica-controle-populacao

Figura 2 – Conceito de amostra e população

Na Figura acima é possível observar bem a definição de população e amostra. Quando é desejado mensurar as características de uma determinada população, podemos fazê-la medindo as características de cada indivíduo que compõe esta população e com base nas informações obtidas, entender como ela é delineada. No entanto, na maioria das vezes, a população é muito grande e medir cada indivíduo que a compõe torna-se oneroso e em alguns casos praticamente impossível. Imagine por exemplo entrevistar todos os 140 milhões de eleitores brasileiros para sabermos quem será o novo ganhador de uma disputa pela presidência. Por este motivo, surgiram ferramentas, como a estatística, que são capazes de tratar informações coletadas de amostragens e subsidiar conclusões sobre uma população com uma precisão tão próxima quanto se fossem estudados cada indivíduo da população.

A partir dos conceitos acima, foi possível aplicar a ferramenta estatística na indústria, com o objetivo de estudar melhor os produtos e ocorrências de não conformidades nos processos de fabricação. E ainda, o criador das cartas de controle, Dr. Shewhart, demonstrou que se fossem definidos limites superiores e inferiores a três vezes o desvio padrão (mais e menos, respectivamente) de uma quantidade de amostras, estaríamos garantindo que 99,73% da variação de causas comuns cairiam dentro desses limites estabelecendo então a definição de controle no processo. Pode-se dizer portanto que um processo está em controle estatístico quando as medições do processo variarem aleatoriamente dentro dos limites de controle.

Importante ressaltar que os limites superiores e inferiores não são o mesmo que tolerância ou limite de especificação. Nas suas definições, limites de controle são uma função da forma de como o processo realmente se comporta ao longo do tempo. Por outro lado, limites de especificação ou tolerância são uma função que diz respeito ao projeto do processo para que ele desempenhe algo e não necessariamente tem qualquer relação direta com o desempenho real do mesmo.

Como utilizar as cartas de controle

Primeiro, é importante determinar o que será controlado (diâmetro de um cilindro, altura de uma haste, etc.). Após isto, é necessário definir o tamanho da amostra que será coletada e de quanto em quanto tempo serão realizadas as amostragens (1 hora, 1 dia, 1 semana, etc). Por último, basta definir o limite superior e o limite inferior da carta controle.

a – Escolha do tipo de carta

Devemos determinar qual o tipo de carta de controle deverá ser utilizada. As cartas de controle podem conter dois tipos de dados: dados variáveis ou dados tipo atributos. Em geral, se for desejado utilizar dados variáveis, é necessário adotar medidas em unidades, tais como comprimento, temperatura, etc. Por outro lado, os dados do tipo atributos exigem uma decisão: “passa/não passa”, “aceitável/não aceitável”, “conforme/não conforme”, “sucesso/insucesso”.

Caso os dados forem do tipo atributo, é necessário ainda decidir se os dados são defeitos ou defeituosos. Basicamente o defeito é um subconjunto de defeituoso. Um defeito não significa necessariamente que o produto ou serviço seja defeituoso. A título de exemplo, vamos considerar uma haste cilíndrica como um produto final. Os defeitos possíveis são: quebra, dureza, tolerância dimensional, etc. Neste caso, uma haste defeituosa poderá ter um ou mais defeitos e o fato da haste conter defeitos não necessariamente caracteriza ela como defeituosa, pois o produto será considerado defeituoso somente quando ele possuir defeitos que não são tolerados pelo cliente.

Com os conceitos claros, podemos utilizar o fluxograma abaixo para definir a carta de controle mais adequada para cada situação.

fluxograma-decisao-carta-de-controle-estatistico-processo

Figura 3 – Fluxograma para decisao sobre a utilização do tipo de carta de controle.

b – construção da carta

Neste artigo iremos construir dois tipos de cartas, ambas por variáveis para exemplificar como funcionam. Para a construção das cartas de controle por variáveis, a análise deve ser feita aos pares, observando a centralização e a dispersão. Sendo assim, dois gráficos são construídos para cada tipo:

  • Gráfico de média e o de desvio padrão (X – S)
  • Gráfico de média e o de amplitude (X – R)

Abaixo na figura pode ser observado um resumo passo a passo de como construir uma carta de controle.

formulas-tipos-carta-controle

Figura 4 – Fórmulas aplicáveis à carta de controle por variável.

Os passos para a construção podem ser descritos da seguinte forma:

1 – Coleta dos dados: Nesta etapa são definidos o tamanho adotado para as amostras, que deverá ser constante, bem como a quantidade de amostras e a frequência de amostragem. A frequência de amostragem dependerá da quantidade de produtos defeituosos. Se houver bastante incidência de produtos defeituosos, a frequência deverá ser maior (de hora em hora, etc.). Por outro lado, se forem poucos defeituosos, a frequência poderá ser menor, com intervalos maiores. Costuma-se adotar também uma relação entre a quantidade de amostras (k) com o tamanho da amostra (n), sendo k*n > 100.
2 – Cálculo das médias das amostras. A título de exemplo, vamos pegar uma quantidade pequena de amostras para demonstrar como fazer este cálculo. Ex.: Supondo uma medição do diâmetro de uma haste em 1 dia, onde tem-se 6 amostras, contendo 5 itens, coletadas de 4 em 4 horas, temos: A1 (32,30,31,34,32), A2 (30,33,32,31,31), A3 (34,32,31,33,30), A4 (29,33,32,30,31), A5 (30,33,29,31,33), A6 (33,30,32,31,30). A média da primeira amostragem será: X1 = (32+30+31+34+32)/5 = 31.8. Portanto teremos: X1=31.8, X2=31.4, X3=32, X4=31, X5=31.2 e X6=31.2.
3 – Cálculo da média do processo. Para o nosso exemplo, esta média será: X = (X1 + X2 + X3 + X4 + X5 + X6)/6 = 31.43.
4 – A partir da quarta etapa, os tipos de carta já se diferenciam, partindo para o cálculo do desvio padrão de cada item da amostra (X-S) ou amplitude (X-R). No nosso exemplo, o tamanho da amostra (n) = 5. Sendo assim, o ideal seria utilizar a carta de amplitude (X-R), porém vamos obter as duas cartas para exemplificar as diferenças entre um e outro.

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Figura 5- Tabela com os cálculos do exemplo

5 – Agora, com os valores obtidos para cada amostra, o desvio padrão médio e a amplitude média deverão ser calculados. Utilizando as fórmula do item 5 da Figura x, tem-se: s=(1,48+1,14+1,58+1,82+1,91+1,47)/6 = 1,56 e r=(4+3+4+4+4+3)/6=3,66.

6 – No sexto passo, vamos obter os limites de controle para as cartas de média. A partir daqui é necessário utilizar uma tabela contendo as constantes (A2, A3, B3, B4, D3, D4), conforme Figura abaixo:

tabela-constantes

Figura 6 – Tabela com constantes aplicáveis nas fórmulas da Figura 4

Com a tabela de constantes e as fórmulas descritas no passo 6 da Figura 4, podemos obter os valores para média utilizando a tabela da Figura 6. Teremos então:

  • Média (X-S)          LSC=31,43+1,427*1,56=33,656;      LIC=31,43-1,427*1,56=29,20;
  • Média (X-R)         LSC=31,43+0,577*3,66=33,542;      LIC=31,43-0,577*3,66=29,32;

7 – No sétimo passo, finalmente serão calculados os limites de controle para as cartas de desvio padrão e amplitude:

  • Desvio Padrão (X-S) LSC=2,089*1,56 = 3,259;                   LIC=0*1,56=0;
  • Amplitude (X-R) LSC=3,66*2,114 = 7,737;                    LIC=3,66*0=0;

8 – Finalmente, agora é necessário desenhar os gráficos.

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Figura 7 – Gráficos obtidos para média, desvio-padrão e amplitude.

c – identificação e eliminação de quaisquer causas especiais ou atribuíveis de variação

Para determinar se existem causas de variação em um processo utilizando a carta de controle, é muito importante observar sete “sinais” ou regras básicas que demonstram variabilidade neste processo. A probabilidade de alguns destes sete eventos ocorrerem aleatoriamente é muito pequena. Este é o motivo pelo qual estes sinais indicam alguma mudança no processo.

As sete regras são:

  1. Um ou mais pontos fora dos limites de controle;
  2. Sete ou mais pontos consecutivos acima ou abaixo da linha central
  3. Seis pontos consecutivos em linha ascendente ou descendente continuamente;
  4. Quatorze pontos consecutivos alternando acima e abaixo;
  5. 3 pontos consecutivos sendo 2 deles do mesmo lado em relação a linha central e fora de 2/3 em relação à linha central;
  6. Quinze ou mais pontos consecutivos contidos em um intervalo de 1/3 em relação à média;
  7. 8 pontos em ambos os lados da região central com nenhum deles dentro do limite de 1/3 em relação à linha central

Elas podem ser visualizadas na figura abaixo:

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Figura 8 – Regras aplicadas ao Controle Estatistico de Processo

d – Redução da variabilidade global

Após eliminar todas as causas especiais, é importante trabalhar no sentido de reduzir as variabilidades que restam no processo. Isto requer, usualmente, mudanças fundamentais no processo, sendo que estas mudanças, na maioria das vezes requerem uma assistência gerencial. Para atingir um processo de melhoria contínua, é essencial reduzir a variabilidade.

Vantagens de utilizar cartas de controle

  • Conhecer as causas raízes dos problemas ocorridos no processo;
  • Registro formal das ocorrências, podendo ser utilizado como histórico posterior;
  • Registra o esforço aplicado pela equipe para controlar o processo;
  • As cartas de controle colaboram para aperfeiçoar o processo;
  • Fornece aos operadores um controle para o processo;
  • Melhoria na qualidade, custo por unidade e eficiência.

Um ponto importante que deve ser observado é com relação a utilização cada vez mais frequente de softwares para controle estatístico de processo na indústria. Estes sistemas possibilitam agilidade na realização de análises e tomada de decisões fornecendo um alto nível de qualidade nos processos. Facilitam ainda a coleta e análise das informações, que podem ser realizadas em um sistema centralizado. Por isto é sempre importante analisar a possibilidade da automatização e os ganhos que poderão ser alcançados com tais ferramentas.

Cristiano Bertulucci Silveira é engenheiro eletricista pela Unesp com MBA em Gestão de Projetos pela FVG e certificado pelo PMI. Atuou em gestão de ativos e gestão de projetos em grandes empresas como CBA-Votorantim Metais, Siemens e Votorantim Cimentos. Atualmente é diretor de projetos da Citisystems – cristiano@citisystems.com.br – Skype: cristianociti

A qualidade do ar, das praias, das águas superficiais e subterrâneas em São Paulo

S O L U Ç Õ E S  P A R A  G E S T Ã O  D E  A C E R V O

Controlar e manter o seu acervo de normas técnicas e de documentos internos e externos sempre atualizados e disponíveis para compartilhamento entre todos os usuários é hoje um grande desafio em diversas organizações por envolver a dedicação e o esforço de vários profissionais.

As Normas de Sistemas da Qualidade – série ISO 9000, são rigorosas quanto aos critérios de controle, atualização e disponibilização de documentos corporativos aos seus usuários. Tanto os documentos de origem interna como externa, devem ser controlados para evitar a utilização de informações não-válidas e/ou obsoletas, cujo uso pode trazer sérios problemas aos sistemas, produtos e negócios da empresa.

É por isso que a Target Engenharia e Consultoria desenvolveu Sistemas que gerenciam e controlam estes documentos de forma rápida, ágil e segura, facilitando o acesso à informação e ajudando os seus clientes a garantirem suas certificações.

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O Target GEDWeb – Gerenciador Eletrônico de Documentos via Web da Target – é o único Portal Corporativo no mercado que possibilita o gerenciamento de grandes acervos…

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O Target CENWin 6.0 automatiza totalmente a gestão do acervo de Normas Técnicas e facilita o acesso às normas com rapidez e agilidade…

A Cetesb divulgou os relatórios de qualidade do ar, praias e águas interiores e subterrâneas do estado de São Paulo. Os documentos consolidam os dados coletados ao longo de 2012, e aos três anos no caso do estudo sobre águas subterrâneas, oferecendo material para a formulação de políticas de gestão dos recursos naturais e da saúde pública, subsídios para pesquisas e informação para a sociedade sobre a situação da qualidade do ar, das praias ou das águas dos mananciais existentes no estado. Em 2012, não foi verificada nenhuma ultrapassagem do padrão horário de dióxido de nitrogênio (NO2), precursor do ozônio, em nenhuma das estações de monitoramento. O padrão anual não é ultrapassado há mais de uma década.

Segundo o relatório, o ozônio é o poluente que mais ultrapassa o padrão de qualidade do ar na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), sendo que em 2012, o padrão de qualidade do ar desse poluente foi excedido em 98 dias na região, número semelhante aos 96 dias em 2011. A RMSP apresenta um alto potencial de formação de ozônio, uma vez que, há grande emissão de precursores, principalmente de origem veicular.  Além disso, nos meses de primavera e verão de 2012, observou-se muitos dias com altas temperaturas e insolação, que propiciaram condições meteorológicas para a formação desse poluente. Em função das complexas interações químicas e meteorológicas envolvidas nas reaçõe atmosféricas de formação e transporte do ozônio, não é possível inferir se o aumento dos níveis desse poluente, nos últimos anos na RMSP, representa efetivamente uma tendência.

No litoral o padrão diário de MP10 foi excedido em Santos e na área industrial de Cubatão, e no interior em Santa Gertrudes, Piracicaba, Limeira e Pirassununga. Na área industrial de Cubatão, onde se concentra um parque industrial expressivo, e em Santa Gertrudes, onde se localiza um importante polo cerâmico, as concentrações de particulados apresentaram médias bem superiores ao padrão anual. De maneira geral, na maioria das estações, as concentrações de material particulado, em 2012, foram menores do que as do ano anterior, o que pode estar associado à evolução do controle das emissões e ao fato de as condições de dispersão dos poluentes primários terem sido melhores no último ano.

E, como na RMSP, o ozônio é o poluente que mais viola o padrão de qualidade do ar nas estações do interior e litoral. Em 2012, com exceção das estações de Marília, Presidente Prudente, Pirassununga e Santos-Ponta da Praia, registrou-se a ocorrência de ultrapassagens do padrão horário de ozônio nas estações que monitoraram este poluente.

Balneabilidade das praias

Na avaliação das condições de balneabilidade das praias do Litoral Paulista, nota-se que, em 2012, houve melhora em relação a 2011 em todas as regiões do Estado. A porcentagem de praias Próprias o ano todo passou de 23% para 35%, com aumento de praias Ótimas de 3% para 11% e redução das praias Péssimas de 14 para 7%. No monitoramento dos cursos d’água que afluem às praias, também foi o ano que apresentou maior porcentagem de atendimento à legislação com 33%.

A melhora foi observada nos quatro municípios do Litoral Norte, onde a porcentagem de praias Próprias o ano todo passou de 36% para 54% com aumento das praias Ótimas de 5% para 18%.    Esses índices favoráveis não eram registrados desde 2005. Também houve redução das praias classificadas como Ruins e Péssimas, de 21% para 9%.

Em relação à Baixada Santista, também foi constatada melhora na qualidade das praias, com a redução das praias classificadas como Péssimas, de 28 para 13%. Nessa região, houve melhora em seis municípios, ressaltando-se os de Bertioga, Santos e Praia Grande. Em contraposição, foi observada piora da qualidade das praias em três municípios, sendo pequena em Itanhaém e Peruíbe, e mais significativa no Guarujá, onde algumas praias que no ano passado haviam permanecido Próprias o ano todo, apresentaram-se Impróprias em algumas semanas.

A melhoria dos índices de balneabilidade, em 2012, se deve aos investimentos em saneamento realizados principalmente na Baixada Santista, e à menor incidência de chuvas, que exercem grande influência na qualidade das praias, observada mais significativamente no segundo semestre. Foi registrada redução da chuva anual de cerca de 20% no litoral norte e 30% na Baixada Santista. Reduções de aproximadamente 50% foram registradas nas duas regiões nos meses de fevereiro e março e de agosto a novembro.

Águas superficiais

O Relatório de Qualidade das Águas Superficiais do Estado de São Paulo aponta uma melhora na qualidade das águas nos rios e reservatórios paulistas, em 2012. A explicação para essa melhora reside, principalmente, nos investimentos realizados em saneamento, aumentando o índice de tratamento do esgoto doméstico de 41% para 59% de 2006 para 2012. Essa melhora é, ainda, resultado das ações de controle das fontes industriais efetuadas pela Cetesb.

A Cetesb avalia a qualidade das águas superficiais do Estado de São Paulo por meio de duas redes de monitoramento: a de água doce, iniciada em 1974, e a de água salina e salobra, em 2010. O programa de monitoramento de água doce distribui-se pelas 22 Unidades de Gerenciamento de Recursos Hídricos – UGRHIs do Estado. Já a rede costeira está distribuída em 19 áreas, sendo oito no Litoral Norte, nove na Baixada Santista e duas no Litoral Sul. A rede de monitoramento conta atualmente com um total de 437 pontos de água doce e de 59 pontos de água salina e salobra.

Para a água doce, 84% dos pontos monitorados mantiveram, em 2012, classificações como Ótima, Boa e Regular. Dos 245 pontos de amostragem onde foi possível estabelecer uma série de 2007 a 2012, 33 apresentaram uma tendência de melhora, relacionadas principalmente a melhorias no sistema de saneamento básico e na gestão de descargas de reservatórios.

Na UGHRI 5, que responde por 12% da carga remanescente lançada nos corpos hídricos, notou-se uma recuperação expressiva de seus rios, notadamente o Atibaia, Jaguari, Jundiaí e Piracicaba. Essa melhora está associada à redução da carga remanescente na bacia, de 150 para 132 toneladas de Demanda Bioquímica de Oxigênio por dia (DBO/dia), de 2011 para 2012, respectivamente.

Outros corpos hídricos que se destacaram positivamente foram os rios Cubatão (UGRHI 7), Mogi Guaçu e Mogi Mirim (UGRHI 9) e Preto (UGRHI 15). No entanto, com relação ao Rio Tietê (UGRHI 6), não se notou melhora na qualidade das suas águas, embora tenham sido realizados investimentos expressivos em saneamento ao longo dos últimos anos. Ressalta-se que, de 2011 para 2012, a carga remanescente gerada nessa bacia aumentou de 622 para 644 ton DBO/dia, respectivamente.

Segundo o estudo, no estado como um todo, o esgoto doméstico continua sendo o maior responsável pela presença, acima dos padrões estabelecidos pela legislação, de indicadores de poluição das águas como E. coli, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio – DBO, Nitrogênio Amoniacal e Surfactantes, bem como de Ferro, Alumínio e Manganês, que se fazem presentes nos solos e são carreados para os corpos hídricos. Metais como zinco, cádmio, mercúrio e chumbo, que estão associados aos lançamentos de efluentes industriais, apresentaram pequeno número de resultados desconformes, o que indica a eficiência no controle das fontes industriais no estado, desenvolvido pela Cetesb.

A avaliação dos pontos de captação de água para abastecimento público indicou que em 88% dos locais foram registradas classificações Ótima, Boa e Regular. Os indicadores que influenciaram negativamente os resultados, como o número de células de cianobactérias, foram registrados nos reservatórios das Graças, Guarapiranga, Jundiaí, Rio Grande e Taquacetuba na RMSP, bem como no Reservatório Cascata em Marília, Itupararanga na região de Sorocaba e Canal de Fuga na Baixada Santista. O Reservatório Itupararanga vem apresentando uma piora em relação aos anos anteriores, principalmente com relação à presença de cianobactérias.

No tocante às águas costeiras, é possível concluir que as áreas que apresentam as maiores alterações na qualidade das águas são os canais de Santos e São Vicente e as áreas de influência dos emissários de Santos e Praia Grande. As principais alterações referem-se às concentrações de Clorofila a, Carbono Orgânico Total, Oxigênio Dissolvido, Fósforo e indicadores microbiológicos.

Esses indicadores mostram que as alterações estão vinculadas à introdução de matéria orgânica e nutrientes, além da contaminação microbiológica do ambiente, apontando poluição principalmente por esgotos domésticos. De um modo geral, foi observada uma melhora desses ambientes aquáticos, em 2012, o que pode estar relacionada com a redução de cerca de 30% nos índices de pluviosidade registrada nas três UGRHIs do Litoral. Em relação aos sedimentos também foi observada uma melhora na qualidade química dos mesmos e na avaliação ecotoxicológica com a diminuição das amostras que apresentaram toxicidade.

Águas subterrâneas

Os resultados do monitoramento das águas subterrâneas em 240 pontos, no período de 2010-2012 mostram que, de modo geral, as águas subterrâneas mantêm boa qualidade. O Indicador de Potabilidade das Águas Subterrâneas – IPAS do Estado de São Paulo apresentou ligeira queda, de 80,1%, em 2009, para 79,9%, em 2012. As desconformidades em relação ao padrão de potabilidade continuam para as mesmas substâncias verificadas no período anterior: nitrato, fluoreto, alumínio, arsênio, bário, chumbo, crômio, ferro, manganês e sódio, além dos parâmetros microbiológicos.

Houve a redução percentual de número de poços com concentrações de nitrato acima do padrão de potabilidade (10 mg L-1) e do valor de prevenção (5 mg L-1) nos aquíferos em geral, que pode ser um indicativo de menores contribuições do esgoto doméstico. As concentrações dessa substância, que até o período anterior apresentavam tendência de aumento nos aquíferos Bauru, Pré-Cambriano e Serra Geral, mostram estabilização no Bauru e ligeira diminuição no Pré-Cambriano, enquanto continuam a aumentar no Serra Geral. Quando a avaliação é realizada por UGRHI observa-se tendência de aumento nas concentrações dessa substância no Aquífero Bauru nas UGRHIs 15 – Turvo/Grande, 16 – Tietê-Batalha, 19 – Baixo Tietê e 20 – Aguapeí.

As análises de substâncias orgânicas voláteis em vinte e cinco pontos da UGRHI 6 – Alto Tietê mostram desconformidades apenas para algumas substâncias utilizadas para desinfecção em cinco pontos monitorados. Os primeiros resultados da rede de monitoramento integrado de qualidade-quantidade, operada pela Cetesb e Departamento de Águas e Energia Elétrica – DAEE mostram desconformidades em relação ao padrão de potabilidade para as substâncias alumínio, chumbo, ferro e manganês nos aquíferos Bauru e Guarani; e nitrato e bário no aquífero Bauru. A variação anual do nível de água ficou na faixa de 0,7 a 4,8 m.

Nesse período, também foram analisadas a atividade estrogênica e a presença de agrotóxicos em trinta e cinco pontos de monitoramento, localizados em áreas rurais ou periurbanas. A atividade estrogênica, cujo objetivo é avaliar a ocorrência de substâncias que agem como interferentes endócrinos, ou seja, que possuem a capacidade de interferir na produção ou ação dos hormônios, foi observada em apenas três pontos com valores abaixo daqueles considerados significantes na literatura científica. Os agrotóxicos não foram detectados em nenhuma amostra. Os documentos podem ser acessados nos links:

Relatório de Qualidade das Águas Litorâneas no Estado de São Paulo 2012

Qualidade do Ar do Estado de São Paulo

Qualidade das Águas Superficiais do Estado de São Paulo, relativos a 2012

Relatório de Qualidade das Águas Subterrâneas, relativo ao triênio 2010 a 2012.

Quando a sociedade chega ao fim

José Carlos Ignácio

Se existem motivos sobre os quais os sócios têm dificuldades de comentar e planejar regras, certamente a separação está inclusa. Afinal, é raro alguém montar uma sociedade, investir tempo, energia e capital e, simultaneamente, pensar em como a mesma terminará. Normalmente o assunto tende a ficar esquecido ou intocado em um canto qualquer. Porém, por mais que os sócios evitem tocar no assunto, a experiência tem mostrado que separação de sócios ou término de sociedade é parte importante do relacionamento e deve ser tratado com seriedade e boa dose de planejamento.

Existem vários motivos que levam à separação entre sócios. De forma abrangente, podemos dizer que o momento de se separar é quando a sinergia desaparece ou quando o equilíbrio na sociedade deixa de existir. É o momento em que não se consegue mais evitar conflitos devido a diferenças existentes entre os gestores.

Para conseguir que uma sociedade seja equilibrada e sinergética, é necessário trabalhar aspectos como complementariedade funcional, planos pessoais, plano de negócios, divisão de trabalho, divisão do capital, dedicação, estilo gerencial e uma série de outros fatores que devem ser conciliados de forma a gerar trabalho coordenado a favor de objetivos comuns e prevenção contra conflitos, isto é, equilíbrio e sinergia. Por outro lado, quando esses fatores entram em desequilíbrio (por razões variadas), podem se transformar em motivos para a separação ou a finalização da sociedade. O sintoma pode vir por um conflito interno na imprensa ou por mudanças no curso da vida pessoal de cada sócio. Independentemente do fato gerador, o resultado é perda parcial de sinergia.

Alguns sintomas são detectáveis e podem indicar uma tendência negativa para a sociedade:

- Mudança de expectativas: se por qualquer motivo os sócios não estão mais sintonizados quanto ao que esperam da empresa, as divergências podem levar ao fim da sociedade.

- Desentendimento gerado pela falta de discussão anterior: quando não se atenta para o diálogo do dia a dia e deixa se acumular questões mal resolvidas, a soma dos desentendimentos pode levar à separação.

- Esgotamento gerencial: quando um dos sócios gestores não tem condições de aproveitar as oportunidades da empresa e nem se dispõe a reciclar, insistindo no mesmo modus operandi de anos, há o risco óbvio de atritos ou de necessidade de mudanças.

- Falta de sucessores e aposentadoria também podem ser fatores decisivos para a decisão de separação.
Seja qual for o motivo, ou motivos da separação, vale a pena destacar que as suas regras, tais como valorização da participação societária do sócio retirante, condições de pagamento, sucessão do cargo e outros relacionados devem estar previstas no Acordo de Cotistas ou Acionistas, evitando-se assim a discussão de regras em momento inoportuno, ou seja, com o jogo em andamento.

Ressalto ainda a importância de se planejar a parte prática da separação, ou seja, a elaboração do Plano de Separação, o qual deve prever eventos e prazos, tais como transmissão do cargo, comunicado ao público interno (funcionários) e externo (clientes, fornecedores, bancos e outros) de forma assertiva, entre outras providências, provocando um efeito positivo de todo o processo e blindando as operações da empresa. Por tudo isso, nunca se esqueça: planejamento da separação dos sócios também faz parte da gestão da sociedade.

José Carlos Ignácio é sócio-fundador da JCI Acquistion, formado em Administração de Empresas e possui MBA e Pós Graduação – jci@jciconsultoria.com.br

Sinalização de segurança pode evitar muitos acidentes do trabalho

sinalizac3a7c3a3o-de-seguranc3a7aA importância da sinalização de segurança nos locais de trabalho é, sem dúvida, uma das medidas mais importantes de prevenção dos riscos profissionais, uma vez que estimula e desenvolve a atenção do trabalhador para os riscos a que está exposto, e permite-lhe recordar as instruções e os procedimentos adequados em situações de risco.

Mauricio Ferraz de Paiva

Entende-se por sinalização de segurança aquela sinalização que está relacionada com um objeto, uma atividade ou uma determinada situação, suscetíveis de provocar determinados perigos para o trabalhador. Esta sinalização fornece uma indicação relativa à segurança no trabalho, através de uma placa com forma e cor característica, de um sinal luminoso, de um sinal acústico, ou através da comunicação verbal ou gestual.

A sinalização tem por objetivo alertar sobre a existência de perigo que possa expor o trabalhador e/ou patrimônio (equipamentos e edifícios) ao risco de danos físicos. Por isso precisa ser posicionada onde possa ser visualizada sem a necessidade de iluminação e ser de fácil identificação e distinção.

A prioridade de um projeto de sinalização é a de transmitir para os trabalhadores, de forma resumida, clara e objetiva, as informações desejadas. Existe sinalização cuja função é orientar, indicar o caminho a ser percorrido pelo usuário ao seu destino. Trata-se, em suma, de uma sinalização orientadora, a exemplo da sinalização de um aeroporto, de uma rodoviária, etc. Outro tipo de sinalização tem a tarefa de alertar, em face de uma situação de risco. Poderíamos denominá-la de sinalização preventiva, pois permite ao trabalhador evitar a ocorrência de um possível acidente.

A sinalização bem planejada e executada é uma forma eficiente de prevenir acidentes no ambiente de trabalho.  O objetivo de uma sinalização é chamar a atenção e comunicar a existência de uma fonte de risco e de perigo. Para sinalizar com objetividade, eficácia e clareza, são utilizados recursos auxiliares de fundamental importância como pictogramas (sinal ou símbolo) e as cores. Os pictogramas obedecem ao sistema internacional padronizado de pictogramas, aceitos no mundo inteiro, para comunicar perigos e ações sem o uso das palavras, facilitando a compreensão e memorização.

Segundo a Norma Regulamentadora Nº 26 (NR 26), devem ser adotadas cores para segurança em estabelecimentos ou locais de trabalho, a fim de indicar e advertir acerca dos riscos existentes. As cores utilizadas nos locais de trabalho para identificar os equipamentos de segurança, delimitar áreas, identificar tubulações empregadas para a condução de líquidos e gases e advertir contra riscos, devem atender ao disposto nas normas técnicas. A utilização de cores não dispensa o emprego de outras formas de prevenção de acidentes. Além disso, o uso de cores deve ser o mais reduzido possível, a fim de não ocasionar distração, confusão e fadiga ao trabalhador.

Também, o produto químico utilizado no local de trabalho deve ser classificado quanto aos perigos para a segurança e a saúde dos trabalhadores de acordo com os critérios estabelecidos pelo Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos (GHS), da Organização das Nações Unidas. A classificação de substâncias perigosas deve ser baseada em lista de classificação harmonizada ou com a realização de ensaios exigidos pelo processo de classificação. Na ausência de lista nacional de classificação harmonizada de substâncias perigosas pode ser utilizada lista internacional.

Os aspectos relativos à classificação devem atender ao disposto em norma técnica oficial vigente. A rotulagem preventiva do produto químico classificado como perigoso a segurança e saúde dos trabalhadores deve utilizar procedimentos definidos pelo Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos (GHS), da Organização das Nações Unidas. A rotulagem preventiva é um conjunto de elementos com informações escritas, impressas ou gráficas, relativas a um produto químico, que deve ser afixada, impressa ou anexada à embalagem que contém o produto.

A rotulagem preventiva deve conter os seguintes elementos: a) identificação e composição do produto químico; b) pictograma(s) de perigo; c) palavra de advertência; d) frase(s) de perigo; e) frase(s) de precaução; f) informações suplementares. Os aspectos relativos à rotulagem preventiva devem atender ao disposto em norma técnica oficial vigente. O produto químico não classificado como perigoso a segurança e saúde dos trabalhadores conforme o GHS deve dispor de rotulagem preventiva simplificada que contenha, no mínimo, a indicação do nome, a informação de que se trata de produto não classificado como perigoso e recomendações de precaução.

O fabricante ou, no caso de importação, o fornecedor no mercado nacional deve elaborar e tornar disponível ficha com dados de segurança do produto químico para todo produto químico classificado como perigoso. O formato e conteúdo da ficha com dados de segurança do produto químico devem seguir o estabelecido pelo Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos (GHS), da Organização das Nações Unidas.

No caso de mistura deve ser explicitado na ficha com dados de segurança o nome e a concentração, ou faixa de concentração, das substâncias que: representam perigo para a saúde dos trabalhadores, se estiverem presentes em concentração igual ou superior aos valores de corte/limites de concentração estabelecidos pelo GHS para cada classe/categoria de perigo; e b) possuam limite de exposição ocupacional estabelecidos. Os aspectos relativos à ficha com dados de segurança devem atender ao disposto em norma técnica oficial vigente.

O empregador deve assegurar o acesso dos trabalhadores às fichas com dados de segurança dos produtos químicos que utilizam no local de trabalho. Os trabalhadores devem receber treinamento: para compreender a rotulagem preventiva e a ficha com dados de segurança do produto químico; sobre os perigos, riscos, medidas preventivas para o uso seguro e procedimentos para atuação em situações de emergência com o produto químico.

Enfim, atualmente os meios e as formas de sinalização são imprescindíveis para o fornecimento de informações simples e rápidas, pois a transmissão nem sempre é viável, a exemplo das placas de sinalização que emitem de forma rápida e precisa a informação, fazendo com que o receptor entenda a mensagem e saiba como proceder. Se houve momentos em que o ser humano mais investiu em remediações do que em prevenções no que se diz respeito a sinalização para a segurança, a tendência atual é ressaltar que a sinalização não elimina o risco de incidentes e falhas, sendo utilizada como complemento das medidas preventivas. Assim pode-se vislumbrar o poder que a sinalização exerce sobre o homem e sua importância para a prevenção de danos, de acidentes e até mesmo para preservação da vida.

Mauricio Ferraz de Paiva é engenheiro eletricista, especialista em desenvolvimento em sistemas, presidente do Instituto Tecnológico de Estudos para a Normalização e Avaliação de Conformidade (Itenac) e presidente da Target Engenharia e Consultoria – mauricio.paiva@target.com.br

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