A identificação de transporte terrestre de produtos

CargasDuas estradas e uma avenida me metem medo quando eu trafego por elas. As rodovias são a Anchieta e a Regis Bittencourt, e a avenida é a Tietê em São Paulo. Nesses locais, a circulação de caminhões de carga é dramática e eles, na maioria das vezes, não carregam nada que possa identificar o que eles estão levando. O problema maior está relacionado com a priorização do modo rodoviário na política nacional brasileira, entre outros fatores, que colabora para o aumento da ocorrência e da gravidade dos acidentes de trânsito nas rodovias do país, como por exemplo, a urbanização ao longo de trechos das rodovias que aumentam a densidade demográfica e o risco dessa população se envolver em acidentes, além da utilização da frota com idade avançada para o transporte de carga no Brasil.

Por exemplo, os acidentes envolvendo o transporte rodoviário de produtos perigosos apresentam sérios impactos ao meio ambiente devido às propriedades químicas presentes nos materiais transportados, como inflamabilidade, toxicidade, corrosividade, etc. Os acidentes desse tipo representam sérios riscos tanto no que diz respeito à segurança como na saúde da população, assim como compromete a sustentabilidade devido à vulnerabilidade e sensibilidade ambiental das áreas impactadas).

A NBR 7500 de 04/2013 – Identificação para o transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento de produtos estabelece a simbologia convencional e o seu dimensionamento para identificar produtos perigosos, a ser aplicada nas unidades de transporte e nas embalagens/volumes, a fim de indicar os riscos e os cuidados a serem tomados no transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento. Estabelece características complementares ao uso dos rótulos de risco, dos painéis de segurança, dos rótulos especiais e dos símbolos de risco e de manuseio, bem como a identificação das unidades de transporte e o emprego de rótulos nas embalagens/volumes de produtos perigosos discriminados nas instruções complementares do Regulamento para o Transporte de Produtos Perigosos (RTPP) aprovado pelo Decreto nº 96.044.

Também estabelece a identificação das embalagens/volumes e os símbolos de manuseio e de armazenamento para os produtos classificados como não perigosos para transporte. Aplica-se a todos os tipos de transportes e suas formas intermodais. No caso de transporte aéreo e marítimo, consultar, respectivamente, ICAO/IATA e IMDG/IMO. Estabelece os pictogramas (símbolos do Sistema Globalmente Harmonizado GHS – de classificação e rotulagem de produtos químicos) para manuseio e armazenagem aplicados às embalagens internas e/ou externas de produtos químicos classificados como perigosos conforme critérios das NBR 14725-2 e NBR 14725-3.

A identificação de riscos para produtos perigosos é constituída pela sinalização da unidade de transporte (rótulos de risco, painéis de segurança e símbolos especiais) e pela rotulagem das embalagens/volumes (rótulos de risco, de segurança, especiais e símbolos especiais e de manuseio, quando aplicável). A identificação de riscos (rótulos de riscos) deve ser usada também no local de armazenagem e manuseio de produtos perigosos, quando exigido em legislação específica, atendendo ao estipulado no Anexo B.

O nome apropriado para embarque, classe ou subclasse, número ONU, risco subsidiário, número de risco, grupo de embalagem, bem como outras informações referentes aos produtos classificados como perigosos para o transporte, devem ser obtidos nas instruções complementares do Regulamento para o Transporte de Produtos Perigosos (RTPP) aprovado pelo Decreto nº 96.044. O rótulo de risco tem a forma de um quadrado, colocado em um ângulo de 45°, dividido em duas metades. Na metade superior deve ser exibido o símbolo de identificação do risco e na metade inferior, o número da classe ou subclasse, conforme apropriado, e, quando aplicável, o texto indicativo da natureza do risco.

Pode incluir texto como o número ONU ou palavras que descrevam a classe de risco (por exemplo, LÍQUIDO INFLAMÁVEL, devendo limitar-se a particularidades relativas à natureza do risco e precauções a serem tomadas no manuseio, desde que o texto não obscureça ou prejudique os outros elementos do rótulo. Os símbolos dos rótulos de risco devem atender ao estabelecido no Anexo D (símbolos para os rótulos de risco) e estar centralizados na parte superior do rótulo e ter a maior dimensão possível, desde que não toque a linha interna da borda, conforme apresentado no Anexo A. No Anexo D constam os símbolos identificadores dos riscos de produtos perigosos. Para fins de transporte terrestre, nos rótulos de risco podem ser aceitos os símbolos identificadores dos riscos de produtos perigosos discriminados nos manuais do ICAO/IATA, IMDG/IMO, ONU ou instruções complementares ao RTPp, conforme Anexo D.

Para produtos perigosos comercializados e distribuídos no país, as embalagens/volumes e/ou contêiner também podem circular com os rótulos de risco contendo a natureza de risco escrita em outro idioma ou no idioma oficial do Brasil, ou até mesmo sem a natureza de risco, exceto para classe 7, que deve ter a natureza de risco e as informações, quando aplicáveis, escritas no idioma oficial do Brasil. Nos casos de exportação ou de importação por qualquer modal, embalagem/volume e/ou contêiner contendo produtos perigosos podem circular em território brasileiro portando rótulos de risco conforme recomendações do ICAO/IATA e do IMDG/IMO.

Esta embalagem/volume e/ou contêiner também podem circular com os rótulos de risco contendo a natureza do risco em idioma dos países de origem e/ou de destino ou sem a natureza de risco, exceto no transporte de materiais radioativos, onde a natureza de risco deve ser no idioma oficial do Brasil. As cores dos rótulos de risco, do painel de segurança e pictogramas de perigo devem atender ao Anexo G. A borda do rótulo de risco deve ser da mesma cor do fundo do rótulo de risco, com exceção dos rótulos das classes 7 (materiais radioativos) e 8 (substâncias corrosivas), onde a borda deve ser sempre branca. O painel de segurança tem a forma de um retângulo que apresenta os números de identificação de risco (número de risco) e do produto (número ONU), exceto para produtos da classe 1 (explosivos), que devem ter apenas os números de identificação do produto (número ONU), conforme descrito no Anexo H.

Os painéis de segurança utilizados na identificação da unidade de transporte podem ser de material refletivo. As legendas ou símbolos de cor preta não podem ser refletivos. Na opção de uso de material refletivo, recomenda-se películas retrorrefletivas tipo 111 ou IX, constantes na NBR 14644. Os painéis devem ter o fundo em cor alaranjada, a borda, os algarismos e a letra de identificação de risco (número de risco) e do produto (número ONU) devem ser na cor preta e indeléveis. Devem ser de material impermeável, resistente a intempéries, e devem permanecer intactos durante o trajeto.

Decreto presidencial regulamenta compras pela internet

COLETÂNEAS DE NORMAS TÉCNICAS

Coletânea Série Sistema de Gestão Ambiental

Coletânea Digital Target com as Normas Técnicas, Regulamentos, etc, relacionadas à Sistema de Gestão Ambiental!
Saiba Mais…

Coletânea Série Tecnologia da Informação

Alessandro Ragazzi

Uma das grandes dificuldades enfrentadas pelos consumidores que adquirem produtos pela internet é o exercício do chamado “direito de arrependimento”. Essa regra, estabelecida pelo Código de Defesa do Consumidor, prevê que, nas compras a distância (internet, TV, telefone, catálogo) em que o consumidor não entra em contato direto com o produto antes da compra, tem ele o direito de se arrepender, em até sete dias após ter recebido o produto, devolvendo o mesmo à loja e tendo, consequentemente, seu dinheiro de volta.

Acontece que, em muitos casos, os sites de compras não disponibilizavam os meios para o exercício de tal direito. Em muitos casos, nem mesmo um endereço para devolução era informado. Visando acabar com este problema, entrou em vigor o Decreto Presidencial nº 7.962/203, que regulamenta alguns dos direitos dos consumidores, nas compras pela internet. A nova norma prevê, entre outros deveres ao fornecedor, a fácil visualização de informações e facilidade em possíveis devoluções.

Com a determinação, fica mais clara a obrigação dos sítios (sites) em fornecerem informações como endereço físico, despesas adicionais claras, quantidade de produtos quando for relacionado a compras coletivas, visualização imediata e fácil do contrato de adesão, o CNPJ, dentre outras especificações que facilitarão a compra e eventual devolução. A norma trata ainda das obrigações dos chamados sites de “compras coletivas”. A partir de agora eles terão que informar a quantidade mínima de consumidores para a efetivação do contrato, o prazo para utilização da oferta pelo consumidor, e a identificação do fornecedor responsável pelo sítio eletrônico e do fornecedor do produto ou serviço ofertado.

Outra facilidade trazida pelo Decreto está no fato de que, a partir de agora, o consumidor pode desistir da compra pelo mesmo meio que a efetivou, ou seja, pelo próprio site de compras. O arrependimento obrigará o fornecedor a devolver o valor pago ou comunicar imediatamente a operadora de cartão, para que eventual débito seja cancelado ou estornado. A nova norma entrou em vigor no dia 14 de maio, e todos os sites de compras estão obrigados a cumprir a regra. Mais uma vez o Brasil se mostra na vanguarda da legislação consumeirista.

Alessandro Ragazzi é formado em Direito pela PUC/SP. Pós graduado em Direito Tributário pela PUC/SP. Palestrante e autor de diversos artigos jurídicos, foi professor universitário durante quatro anos, pela UniSant’anna. Membro da Comissão de Eventos da OAB-Tatuapé e Comissão de Defesa da Cidadania. É sócio e responsável pela área de contratos e proteção patrimonial. Dúvidas em direito e legislação devem ser encaminhadas para contato@ragazzi.adv.br

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Indústria e negócio sustentáveis – concepção e operação para a responsabilidade social e ambiental

e-bookO e-book ASQ/Target Sustainable business and industry – designing and operating for social and environmental responsibility, de autoria de Joseph J. Jacobsen, é uma introdução ao desenvolvimento e implementação de um programa com sucesso de sustentabilidade e de responsabilidade social. O leitor é exposto aos objetivos financeiros, ambientais e socialmente responsáveis ​​que são suportados por estratégias e táticas e que têm resultados mensuráveis​​. O leitor é apresentado aos métodos de tecnologias e práticas de execução e também vai aprender a medir o consequente desempenho social e ambiental para os relatórios escritos e apresentações convincentes.

Este livro também revela porque devemos ser sustentáveis, explicando temas aparentemente complexos na ciência de um modo que requer muito pouco de matemática ou formação científica. O panorama também captura como a sustentabilidade e a responsabilidade social podem ser a fonte de inovação de processos e produtos.

Os negócios e a indústria sustentáveis ​ são áreas novas e emergentes de estudo. Faculdades, universidades e líderes empresariais estão interessados em como se tornar mais ambientalmente e socialmente responsável. Com o recente aumento do interesse em ecoprodutos, inovação, responsáveis operações comerciais, fabricação verde, normas internacionais, responsáveis gestão de investimentos, engenharia financeira ética, sustentabilidade, responsabilidade social, práticas de trabalho justas, as alterações climáticas, a segurança energética, a economia verde, empregos de colarinho verde, esgotamento de recursos, energia renovável, a poluição, a expansão populacional e padrões de migração, a equidade demográfica, as cadeias de fornecimento holísticas, abastecimento e qualidade da água e a sua disponibilidade, prédios verdes e sistemas de transporte, conservação de energia, e assim por diante, um guia geral, sob a forma de um manual de síntese sobre a prática de negócio responsável nunca foi feito.

Esse livro é uma introdução ao desenvolvimento e implementação de um bem sucedida programa de responsabilidade ambiental e social. O leitor estará exposto aos objetivos financeiros, ambientais e socialmente responsáveis que são apoiados por estratégias e táticas alcançado por aqueles que têm medidos esses resultados. Este livro explica como construir valor ao negócio através de métodos tradicionais, tais como o Six Sigma, a pesquisa operacional Lean para melhorar os resultados ambientais e sociais ao mesmo tempo, e melhorar as margens de lucro. O leitor será apresentado aos métodos de tecnologias e práticas de execução e também vai aprender como medir a consequência do desempenho social e ambiental para relatórios escritos e apresentações convincentes. Este livro também revela porque devemos ser sustentável, explicando temas aparentemente complexos na ciência, mas de um modo que requer muito pouco de matemática ou formação científica.

O panorama captura como responsabilidade ambiental e social pode ser a fonte de inovação de processos e produtos. Os nove capítulos são dedicados à prática ambiental e responsabilidade social de forma a alcançar a estabilidade financeira a longo prazo. Como resultado, esses capítulos ajudarão a não entender como e porque as empresas precisam ser mais responsável, mas como as empresas podem ser mais bem sucedidas em seus avanços em responsabilidade social e ambiental com as partes interessadas internas e externas. Esses nove capítulos darão ao leitor uma visão geral da integridade ambiental e da responsabilidade social, as respectivas medidas e métodos de melhoria, e as estratégias para a tomada de decisões informadas sobre interseção do desempenho financeiro, social e ambiental.

As normas internacionais serão tratadas de forma completa. A nova ISO 26000 (lançada em 2010) é dada uma atenção detalhada, um pouco mais do que a ISO 9000 ou ISO 14000. A ISO 26000 é uma mescla de orientação, tanto ambiental como de responsabilidade social em um conceito mais geral, um conceito adotado por esse autor. Desde o lançamento do livro ele segue de perto a ISO 26000 depois do seu lançamento, que vai servir de apoio para aqueles que estão preocupados e querem tomar medidas para melhorar as condições. Em grande parte, esse livro inteiro aborda aspectos da nova ISO 26000. Esse livro também especifica como a utilização de métodos tradicionais, tais como Six Sigma, o Lean e as operações de pesquisa podem melhorar os processos, reduzir o uso de recursos e e na geração de resíduos e tomar decisões mais sociais e ambientais que são baseadas em dados financeiros, sociais, e indicadores de desempenho ambiental.

As fontes de dados internos recebem tratamento completo, juntamente com os dados estatísticos básicos de gestão. Um tema recorrente ao longo do livro é a integração de métodos tradicionais de melhoria contínua aplicada ao social e ambiental. O Capítulo 1 faz com que o caso de responsabilidade ambiental e social seja tratado a partir de uma perspectiva global. A necessidade de bem estar humano é analisado, bem como uma breve análise do aquecimento global. O Capítulo 1 define também a sustentabilidade, a responsabilidade social e a ambiental. Identifica um conceito geral de responsabilidade social e ambiental através da análise de semelhanças e diferenças entre estes conceitos aparentemente separadas de um negócio a partir de um ponto de vista da operação. O Capítulo 1 pode ser usado para introduzir estes conceitos aos colegas de trabalho, líderes empresariais, a comunidade de interessados e ao público em geral.

O Capítulo 2 olha para o mais alto nível de comunicação de uma organização tem: a missão e visão da empresa. O capítulo contém exemplos de organizações que introduziram a parte ambiental e a responsabilidade social em sua visão e missão. Que emana da missão e visão, as formalidades associadas ao desenvolvimento de uma responsabilidade ambiental e social integrada a um sistema de comunicação. Missão, visão, objetivos, estratégias, táticas, e as medidas são aplicadas a responsabilidade social e ambiental. Princípios e valores orientadores da organização são considerados em conjunto com uma aplicação em responsabilidade ambiental e social interessante a partir de pessoas como W. Edwards Deming e Joseph M. Juran. É dada atenção à documentação de desempenho relativo para efeitos de reporte para os interessados.

O Capítulo 3 é uma aplicação de três das publicações ISO mais amplamente utilizados. Ele descreve aspectos importantes da ISO 9000, ISO 14000 e ISO 26000 para que o leitor possa facilmente imaginar como adotar estas normas gerencial, ambiental e as ideias sociais em suas operações comerciais. Também traz esses três padrões em linha com o conceito geral do triple bottom line, mais tarde expandindo-o para uma linha de fundo quádrupla, que inclui a segurança nacional.

O Capítulo 4 é o capítulo mais importante, porque se trata de meio ambiente e das medidas de desempenho social. Este capítulo contém um amplo panorama de indicadores de desempenho social e ambiental para informar sobre o estado e progresso das iniciativas, funcionários e gerentes. O conceito de pegada é definido, proporcionando a competência no desenvolvimento personalizado de pegadas e outros instrumentos de medição. É dado bastante atenção para pesquisas sociais com amostras enquanto referência a uma extensa instrumento de pesquisa no Apêndice B.

O Capítulo 5 mostra ao leitor como calcular o retorno sobre o investimento responsável (Rori) e como desenvolver um estudo de viabilidade para um projeto que satisfaça pelo menos dois elementos do triple bottom line. Também especifica fontes de financiamento e como trazer esses dólares em um projeto para beneficiar o negócio financeiramente, melhorando o desempenho ambiental.

O Capítulo 6 modifica vários métodos de melhoria contínua tradicionais pela incorporação de um, ambiental e social do projeto unidade financeira como uma aplicação de pesquisa de negócios e estatísticas. Este capítulo contém um guia passo a passo para a organização de um projeto de responsabilidade ambiental e social.

O Capítulo 7 é sobre as operações da planta comercial e industrial sustentável. Neste capítulo, juntamente com o Capítulo 8, é mais detalhado do que os outros, porque os edifícios e as cadeias de abastecimento são tão grandes usuários de energia, água e outros recursos.

O Capítulo 9 encerra este primeiro volume a um nível superior, uma vez que introduz diversos conceitos de economia ecológica. Ele analisa o recente e importante desenvolvimento em micro e macroeconomia. Alguns conceitos de engenharia financeira são definidos para efeitos da exposição de um interruptor explícito entre a engenharia financeira e sustentabilidade. O produto interno bruto é comparado em uma escala com a felicidade nacional bruta.

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Processo e/ou produto sustentável?

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Marcus Nakagawa

O termo sustentabilidade está sendo utilizado de qualquer forma por muitas empresas, consumidores, propaganda, consumidores, etc. Agora já existem todos os tipos de produtos sustentáveis (será que 100% dos componentes destes produtos são biodegradáveis ou 100% recicláveis?); processos sustentáveis (será que todo o carbono utilizado está sendo compensado mesmo? Será que não daria para fazer de uma outra maneira? Será que a empresa está levando em consideração todas as questões dos empregados, acionistas, consumidores, etc?); pessoas sustentáveis; cursos e eventos sustentáveis; etc.

A tendência é a palavra ficar desgastada como ficou a palavra marketing, comunicação ou gestão. Estas palavras são utilizadas de qualquer forma sem o efetivo conhecimento do conceito ou da profundidade do tema. Quem já não escutou de algum colega falando que aquela “jogada de marketing” de tal empresa fez um sucesso na TV e que ele adorou a atriz daquele ‘marketing’ da cerveja. Ou senão,  que a gestão é fundamental para o futuro da empresa. Palavras muitas vezes “ao vento que já estão no consciente coletivo, porém sem o devido conhecimento ou arcabouço teórico envolvido.

A palavra sustentabilidade e todos os princípios para a busca do tal desenvolvimento sustentável devem ser divulgados sim, sem censura, porém com critérios um pouco mais rígido. Tomando cuidado com a banalização e a enganação, o Conar – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitário, em junho de 2011, apresentou uma série de normas para regular peças de propaganda baseadas em apelos de sustentabilidade. No Canadá, França e Inglaterra, não é uma norma voluntária, pois conta com a  ajuda da mão pesada do Estado. A ideia é proteger os consumidores das mensagens sobre produtos verdes que, por excesso, imprecisão e falta de conhecimento, mais enganam do que esclarecem. Ou seja o famoso Greenwashing. Já estamos num início do processo de formalização e alguns anúncios já saíram de circulação ou forma refeitos.

Mas não é somente nas propagandas que as empresas devem tomar cuidado, pois esta é a parte final de um processo de desenvolvimento, fabricação, comercialização, comunicação e venda de um produto ou serviço. A questão é se esta comunicação está realmente passando os valores da empresa, os processos e produtos desta empresa mais sustentável ou que se diz sustentável.

O questionamento principal é se este processo é sustentável ou mais sustentável. E se este produto ou serviço é mais sustentável. Uma empresa consegue ser totalmente sustentável? E seu produto também?

Esta questão está sendo muito discutida nas universidade e no mundo empresarial. Alguns teóricos colocam que esta tal da sustentabilidade é um evolução natural das empresa. E que geralmente iniciamos com as questões internas de gestão dos processos, depois evoluímos para o desenvolvimento de produtos e posteriormente de novos negócios. No artigo “Por que a sustentabilidade é hoje o maior motor da inovação?” de Nidumolu, Prahalad e Rangaswami (2009) os autores mostram cinco estágios que iniciam com o entendimento de respeito das normas como oportunidade de negócios até chegar na criação de plataformas de “próximas práticas”, passando por cadeia de valor, produtos e serviços, negócios sustentáveis

No facebook, aparecem posts interessantes sobre produtos e serviços sustentáveis, inúmeros exemplos de ações interessantes. Ainda sem muita escala. Um exemplo é o “ASAP – As Sustainable as Possible”, uma  plataforma de open innovation e crowdsourcing onde os usuários podem transformar suas ideias em produtos reais: http://www.asap.me. No twiter temos também assuntos interessantíssimos sobre o tema como o do post do Estadão que uma engenheira eliminou solventes em colas e criou produto sustentável: migre.me/cF2nE. Na Abraps, reunimos os profissionais para discutirem estas questões por meio dos encontros no Clube Abraps e nas atividades do GT Conhecimento.

Agora nós como consumidores precisamos desenvolver em conjunto com as empresas, neste modelo de cocriação tão moderno e novo, produtos e serviços que efetivamente sejam mais sustentáveis. Temos ferramentas como estas citadas que servem de divulgação e de comunicação para cocriarmos produtos e serviços que sejam mais inclusivos, mais verdes, mais responsáveis, lucrativos e que melhorem nossa qualidade de vida. Entendo que a mudança para processos mais sustentáveis dentro da empresa serão responsabilidade da própria empresa e dos funcionários, sempre com ajuda dos profissionais com o conhecimento da área. O desenvolvimento sustentável  tão sonhado pode e dever ser alcançado, o que falta é uma evolução nos muitos pontos do nosso desenvolvimento pessoal: autoconhecimento e consciência!

Marcus Nakagawa é diretor-presidente da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade, sócio-diretor da iSetor e professor da ESPM.

Os sete desperdícios da produção

Cristiano Bertulucci Silveira

O maior foco das indústrias que aplicam a ferramenta do Lean Manufacturing é combater os sete desperdícios que podem ocorrer na produção de um produto. Existem várias formas de desperdícios e um exemplo é quando se produz mais do que o necessário, ou mesmo, mais rápido ou antes do que é preciso. Ele também pode ocorrer quando o produto não é enviado ao consumidor, desencadeando uma série de eventos que geram custos financeiros e operacionais. Existem dois tipos de desperdícios: os que são visíveis e os que são ocultos. Com relação aos ocultos, é muito importante que eles sejam descobertos e eliminados antes que possam se tornar grandes demais, incorrendo em uma fonte maior de problemas para a empresa. Uma analogia interessante para exemplificar os problemas visíveis e ocultos é quando imaginamos um iceberg. A ponta do iceberg, que fica visível às pessoas representa os desperdícios visíveis: defeitos, retrabalhos, excesso, refugos ou atividades de inspeções. Já o restante do iceberg, que é muito maior do que seu topo, é composto pelos desperdícios ocultos. Alguns exemplos destes desperdícios são: custos de urgência nas entregas, procedimentos desnecessários, falhas de equipamentos, tempo perdido em função de acidentes, excesso de inventário, etc. Veja abaixo uma Figura que exemplifica os vários desperdícios visíveis e ocultos encontrados em uma linha de produção na indústria.

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Figura 1 – Desperdícios visíveis e ocultos que podem ser encontrados na indústria

Os desperdícios podem assumir deferentes formas, podendo ser encontrados no processamento de um produto ou em entradas e saídas desnecessárias. Podem ainda ser observados na forma de material, estoque, equipamento, infraestrutura, utilidades, documentos, movimentos e outras atividades que não agregam valor.

Quais são os sete desperdícios da produção?

Os sete desperdícios da produção foram identificados e categorizados por Taiichi Ohno,  um engenheiro de produção que iniciou sua carreira no setor automotivo em 1943 e é considerado o pai do TPS. Segundo ele os desperdícios podem ser categorizados da seguinte forma:

  1. Defeitos;
  2. Excesso de produção ou Superprodução;
  3. Espera;
  4. Transporte;
  5. Movimentação;
  6. Processamento inapropriado;
  7. Estoque.

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Figura 2 – Os sete desperdícios da produção segundo Taiichi Ohno.

1 – Defeitos

O que é:

  • Processamento na produção de produtos defeituosos;
  • Processamento devido ao retrabalho de produtos defeituosos;
  • Materiais utilizados na ocorrência de produtos defeituosos e retrabalhos;

Causas:

  • Falta de objetividade na especificação do cliente com relação ao produto;
  • Processos incapazes;
  • Falta de controle de processo;
  • Incapacitação de pessoas ou pessoas não qualificadas;
  • Setorização ou departamentalização ao invés de qualidade total;
  • Fornecedores desqualificados.

Qualidade é fazer a coisa certa logo na primeira vez. Trata-se de prevenção e planejamento, não de correção e inspeção. A má qualidade ou defeitos não só resultam na insatisfação do cliente e danos à imagem da empresa, como também em desperdícios devido aos custos e tempo envolvidos em repor um produto defeituoso. Sendo assim, a melhoria contínua e medidas de prevenção são os meios mais eficazes para reduzir os desperdícios causados por defeitos.

2 – Excesso de Produção ou Superprodução

O que é:

  • Produzir mais do que o necessário;
  • Produzir mais rápido do que o necessário;

Causas:

  • Incentivos e metas por volume (vendas, compras, pagamento, PLR);
  • Aumento da capacidade do equipamento;
  • Desequilíbrio na linha de produção: Agendamento deficiente/mudanças;
  • Planejamento de produção deficiente;
  • Práticas contábeis de custos que incentivam o aumento de estoques

A superprodução ocorre quando mais há maior produção do que a empresa pode vender, resultado em um aumento no estoque de produtos acabados. A superprodução esconde desperdícios, uma vez que muitos pensam que o estoque é considerado um ativo de valor para a empresa, quando na verdade a maioria deles podem se tornar obsoletos ou implicar em  custos para mantê-los até que possam ser vendidos. Observe que existe ainda o risco deles não serem vendidos. O Just-in-time e as regras de Kanban são uma boa alternativa para evitar o excesso de desperdício referente à superprodução. Um fato importante é que a aplicação de sistemas Lean favorece equipamentos de menor porte, em grandes parte, com o intuito de evitar a superprodução.

3 – Estoque

O que é:

  • Estoque excessivo de produto final;
  • Estoque excessivo de matérias-primas e insumos.

Causas:

  • Produção excessiva;
  • Desequilíbrio na linha;
  • Grande tamanho dos lotes;
  • Alto tempo entre o pedido e entrega do produto (lead time);
  • Alta taxa de retrabalho;
  • Falta de requisição de materiais e padrões de compras;

Os desperdícios de estoque podem ser originados na compra e armazenamento de excedentes de insumos, materiais ou outros recursos. Eles também possuem origem no excesso de materiais em processo (WIP ou work-in-process) acumulados. A principal causa é, muitas vezes, devido à falta de planejamento e falta de desconhecimento do departamento de compras com relação ao consumo real ou taxa de utilização de um determinado recurso. Ter excesso de estoque significa um maior custo para a empresa, ocupação de área, manutenção do inventário e do estoque. Reforçando novamente que existe a possibilidade de se armazenar produtos obsoletos como ferramentas e materiais. Para evitar o desperdício é necessário um planejamento de compras eficiente e que após a produção do produto o mesmo seja enviado diretamente ao cliente.

4 – Espera

O que é:

  • Ociosidade humana ou tempo de espera;
  • Ociosidade de equipamentos ou tempo de espera;

Causas:

  • Processos ou linhas desbalanceadas;
  • Força de trabalho inflexível;
  • Superdimensionamento da equipe;
  • Não agendamento de máquinas para produção;
  • Tempo de setup longo;
  • Falta de material ou atraso;

O desperdício referente ao tempo de espera ocorre quando os recursos (pessoas ou equipamentos) são obrigados a esperar desnecessariamente em virtude de atrasos na chegada de materiais ou disponibilidade de outros recursos, incluindo informações. Como exemplo, podemos citar a situação em que um participante atrasa a reunião por perder o horário e chegar atrasado. A espera de ferramentas para começar a trabalhar, de uma assinatura para que um processo continue ou de um veículo atrasado para transportar os trabalhadores para o local de trabalho, são bons exemplos também.

5 – Transporte

O que é:

  • Movimento desnecessário de material;
  • Movimento desnecessário de ferramentas ou equipamentos;

Causas:

  • Planejamento da rota do produto ineficiente;
  • Fornecedores distantes da produção;
  • Fluxo complexo dos materiais;
  • Layout dos equipamentos ou das células ruim;
  • Local de trabalho desorganizado;

Quando qualquer recurso (pessoas, equipamentos, suprimentos, ferramentas, documentos ou materiais) é movido ou transportado de um local para outro sem necessidade, está sendo criado o desperdício de transporte. Como exemplos, podemos citar: o transporte de peças erradas, o envio de materiais para o local errado ou na hora errada ou o envio de documentos para lugares que não deveriam ser enviados. Uma maneira de reduzir o desperdício de transporte é criando um layout eficiente, onde os clientes são atendidos por fornecedores próximos. Células que trabalham entre si ou servindo umas às outras, também devem ser alocadas em proximidade para reduzir o desperdício de transporte. Materiais e ferramentas de algumas células de trabalho também podem ser movidos, realocados, ou posicionados ao lado ou perto de usuários de outras células de trabalhos ou seus clientes internos.

Lembre-se de que transportar recursos no ambiente fabril é uma necessidade, mas se não houver planejamento e estudos de forma a minimizar este tempo, torna-se uma atividade que não agrega valor ao produto. Por isso é necessário acompanhar de perto se em algum local há lacunas ou falhas que possam ser ajustadas.

6 – Movimentação nas operações

O que é:

  • Movimentos desnecessários dos trabalhadores.

Causas:

  • Layout ruim e ambiente de trabalho desorganizado;
  • Estoque ou células de trabalho desorganizados;
  • Instruções de trabalho não padronizadas ou não compreendidas;
  • Fluxo de materiais no processo não muito claro.

O desperdício no movimento acontece quando ocorrem movimentos desnecessário do corpo ao executar uma tarefa. Alguns exemplos: procurar, andar, flexionar, elevar, abaixar e outros movimentos corporais desnecessários. Os trabalhadores cometem este tipo de desperdício quando procuram por ferramentas ou documentos ou quando seu local de trabalho está cheio ou desorganizado. Muitas vezes, o desperdício de movimento atrasa o início dos trabalhos e interrompe o fluxo das atividades.

Para reduzir a movimentação dos operadores, primeiramente é necessário analisar se elas são necessárias ou não. As desnecessárias devem ser imediatamente trabalhadas. Já para movimentações necessárias, é importante verificar se é possível torná-las mais práticas para o operador. Isto pode ser feito reorganizando o local de trabalho ou mesmo redesenhando o layout da linha de produção.

7 – Processamento

O que é:

  • Processo que não agrega valor realizado pelo homem;
  • Processo que não agrega valor realizado pela máquina;

Causas:

  • Falta de objetividade nas especificações do cliente;
  • Mudanças frequentes na engenharia do produto;
  • Qualidade excessiva (refinamento);
  • Análise inadequada de valor;
  • Instruções de trabalho mal elaboradas.

Esta categoria de desperdício refere-se aos processamentos que não agregam valor ao item que está sendo produzido ou trabalhado. Exemplos são etapas adicionais que não aumentam a qualidade do produto ou etapas que simplesmente adicionam excesso de qualidade de que os clientes não necessitam. Documentação desnecessária é também uma forma de desperdício de processamento.

Se for realizada uma análise criteriosa, é possível identificar atividades e tarefas dentro do processo que podem ser irrelevantes e que afetam diretamente a produtividade e o custo da operação. Por este motivo é necessário analisar e identificar em cada etapa a existência de gargalos e eliminá-los.

Como eliminar os desperdícios? Abaixo, alguns passos que podem ser seguidos para uma efetiva eliminação dos desperdícios:

  • Fazer com que o desperdício seja visível, caso ele seja oculto;
  • Estar consciente do desperdício;
  • Assumir a responsabilidade pelo desperdício;
  • Mensurar o desperdício;
  • Eliminar ou reduzir o desperdício.

Em resumo, para que seja possível eliminar os desperdícios, é necessário vê-los e reconhecê-los, identificando quem é o responsável por eles. Finalmente ele deve ser mensurado de forma a estabelecer seu tamanho e magnitude. Os desperdícios que não podemos ver, não podem ser eliminados. Quando um desperdício é negligenciado, também não é possível eliminá-lo e quando alguém se recusa a aceitar a responsabilidade desperdício, então ele não vai trabalhar para eliminá-lo. Finalmente, quando o desperdício não é medido, as pessoas podem pensar que ele é pequeno demais ou trivial e, por este motivo, não estarão motivadas em detê-lo. Como diz o ditado: “O que não é medido, não é melhorado”…

Cristiano Bertulucci Silveira é engenheiro eletricista pela Unesp com MBA em Gestão de Projetos pela FVG e certificado pelo PMI. Atuou em gestão de ativos e gestão de projetos em grandes empresas como CBA-Votorantim Metais, Siemens e Votorantim Cimentos. Atualmente é diretor de projetos da Citisystems – cristiano@citisystems.com.br – Skype: cristianociti

Número de internautas cresceu 143,8% e o de pessoas com celular, 107,2%

Cursos técnicos

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O objetivo deste curso é capacitar, através de metodologia exclusiva, os participantes para a análise e prevenção de acidentes em ambientes de riscos, em atendimento às exigências da Norma Regulamentadora NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, do Ministério do Trabalho e Emprego, credenciando-os à Autorização para trabalhos em instalações elétricas.

de 03/06/2013 até 07/06/2013

Interpretação e Aplicações da Norma Regulamentadora Nº 13 (NR-13) do MTE (Inspeção de Segurança de Caldeiras e Vasos de Pressão) – Presencial ou Ao Vivo pela Internet  – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Este curso tem por objetivo proporcionar aos participantes os conhecimentos e habilidades necessárias para uma adequada interpretação e aplicação da NR 13.

de 10/06/2013 até 11/06/2013

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2005 para 2011, o contingente de pessoas que usaram a internet ao menos uma vez nos três meses anteriores à coleta da PNAD (que ocorreu no último trimestre de 2011) aumentou 143,8%, ou seja, em seis anos o número de internautas no país cresceu 45,8 milhões, chegando a 77,7 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade (46,5% do total) em 2011. Em 2009, o número de internautas foi estimado em 67,7 milhões, representando 41,6% da população alvo. Nos anos de 2008 e 2005, estes totais foram estimados em 55,7 milhões (34,7% dessa população) e 31,9 milhões (20,9%), respectivamente.

Em 2011, mais de um terço população de 10 anos ou mais de idade das regiões Norte e Nordeste havia acessado a internet, ante pouco mais de um décimo em 2005. Em 2011, mais da metade da população do Sudeste (54,2%), do Centro-Oeste (53,1%) e do Sul (50,1%) tinham acessado a internet, contra 26,2%, 23,4% e 25,5% em 2005, respectivamente. Entre as unidades da Federação, os maiores percentuais de acessos foram registrados no Distrito Federal (71,1%), São Paulo (59,5%) e Rio de Janeiro (54,4%) e os menores no Maranhão (24,1%), Piauí (24,2%) e Pará (30,7%).

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ibge

Percentual de internautas ainda é maior entre jovens

Em 2011, o acesso à internet continuou sendo maior entre os jovens: os grupos etários de 15 a 17 anos (74,1%) e de 18 ou 19 anos de idade (71,8%) já tinham sido apontados, nos anos anteriores da pesquisa, com os maiores percentuais de pessoas que acessaram a rede. De 2005 para 2008, o aumento da proporção de pessoas que acessaram a internet foi maior nos grupos com idades de 10 a 24 anos. Já de 2008 para 2011, o maior aumento se deu nos grupos etários de 25 a 39 anos de idade. Destaca-se também o aumento do percentual de pessoas de 50 anos ou mais de idade que acessavam a internet, de 7,3%, em 2005, para 18,4%, em 2011.

Acesso à internet chegou a 90,2% entre pessoas com 15 ou mais anos de estudo

Na análise da escolaridade dos internautas, observou-se que, de 2005 para 2011, no grupo dos sem instrução e com menos de quatro anos de estudo, o percentual passou de 2,5% para 11,8%. No mesmo período, no grupo com 15 ou mais anos de estudo, a estimativa aumentou de 76,1% para 90,2%.

A participação dos estudantes entre os que usaram a internet no período pesquisado diminuiu de 43,4% em 2005 para 35,1% em 2011. A redução é explicada, principalmente, por dois fatores: maior aumento de usuários entre os não estudantes (aumento de 179,7%); e queda de 3,2% observada no contingente total de estudantes – devido ao envelhecimento da população. Em 2011, do contingente de 37,5 milhões de estudantes com 10 anos ou mais de idade, 72,6% acessaram a internet, mais que o dobro do observado em 2005 (35,7%). O total de estudantes internautas aumentou em 13,4 milhões, ou seja, 97,1%. Entre os não-estudantes, os que acessaram a internet representavam 38,9% em 2011 e 15,9% em 2005.

Em 2011, dos 29,2 milhões de estudantes da rede pública, 19,2 milhões (65,8%) usaram a internet. Já entre os 8,4 milhões de estudantes da rede privada, 8,1 milhões (96,2%) usaram a internet. Em 2005, 24,1% dos estudantes da rede pública e 82,4% da rede privada utilizaram a internet.

Participação da população não ocupada no acesso à internet aumentou

Em 2011, das 77,7 milhões de pessoas que utilizaram a internet, 60,1% (46,7 milhões) trabalhavam e 39,9% (31,0 milhões), não trabalhavam. A comparação com 2005, quando das pessoas que acessaram a internet, 62,1% (19,8 milhões) estavam ocupadas e 37,9% (12,1 milhões) não estavam ocupadas, mostrou avanço da participação dos não ocupados entre aqueles que acessaram a internet. Em 2011, 89,3 milhões de pessoas não utilizaram a internet, 25,8% a menos que em 2005. A maior redução, de 30,2%, aconteceu entre os ocupados, contra uma redução de 20,3% dos não ocupados.

Em 2011, cerca de metade dos 93,5 milhões de trabalhadores (49,9% ou 46,7 milhões) utilizou a internet. Em 2005, esse percentual era de 22,8% (19,8 milhões).

A participação das pessoas não ocupadas que utilizaram a internet sofreu elevação significativa de 2005 para 2011: 18,4% em 2005 (12,1 milhões) para 42,2% (31,0 milhões) em 2011.

Proporção de internautas aumentou mais nas classes de rendimento mais baixo

A análise do perfil dos internautas por classe de rendimento mensal domiciliar per capita mostrou que o acesso à internet aumenta com a renda. Na série histórica, os percentuais de internautas aumentaram em todas as classes, especialmente nas de rendimento mais baixo: no grupo sem rendimento e com até ¼ de salário mínimo, o percentual de pessoas que acessaram a internet cresceu de 3,8% em 2005 para 21,4% em 2011; no grupo de mais de ¼ até metade do salário mínimo, ele foi de 7,8% para 30%, no grupo de ½ a um salário, de 15,8% para 39,5%. Observou-se, também, que, em todos os anos pesquisados, o percentual de internautas foi maior na classe de rendimento de três a cinco salários mínimos, ultrapassando, inclusive, a classe de cinco ou mais salários mínimos.

Contingente de pessoas com telefone celular no Nordeste cresceu 174,3% em seis anos

Enquanto a população de 10 anos ou mais de idade aumentou 9,7% entre 2005 e 2011, passando de 152,3 milhões de pessoas para 167,0 milhões, o contingente de pessoas de 10 anos ou mais de idade que tinham telefone móvel celular para uso pessoal aumentou de 55,7 milhões de pessoas com aparelhos (36,6%) em 2005 para 115,4 milhões (69,1%), indicando aumento de 107,2%.

Entre as regiões, três apresentaram aumento do contingente de pessoas que tinham telefone móvel celular menor que 100,0%: no Sul, 66,7% (7,1 milhões de pessoas); no Centro-Oeste, 88,1% (4,6 milhões) e no Sudeste, 95,8% (25,8 milhões). Já o Nordeste registrou crescimento de 174,3%, no contingente de pessoas que tinham telefone móvel celular no mesmo período (17,2 milhões) – o maior aumento dentre todas as grandes regiões -, seguida do Norte, com um crescimento de 166,7% (5,0 milhões).

Em 2011, o Distrito Federal (87,1%), o Rio Grande do Sul (76,9%) e Goiás (77,7%) apresentaram os maiores percentuais de pessoas que tinham telefone móvel celular entre a população de 10 anos ou mais de idade. Por outro lado, o Maranhão (45,2%), o Piauí (52,2%) e o Pará (57,2%) apresentaram os menores.

Percentual de mulheres com celular ultrapassou o dos homens

Em comparação com as estimativas de 2005, 2008 e 2009, o percentual de mulheres que tinham telefone móvel celular para uso pessoal ultrapassou o de homens pela primeira vez em 2011: 68,7% (55,2 milhões) e 69,5% (60,3 milhões), respectivamente para homens e mulheres. Em 2005, a estimativa em relação ao total da população havia sido de 36,9%, sendo de 38,0% para os homens e de 35,2% para as mulheres.

Proporção de pessoas com celular é maior na faixa de 30 a 34 anos de idade

Na análise etária, o percentual de detentores de aparelho móvel celular para uso pessoal crescia com o aumento da idade, partindo de 41,9%, na faixa de 10 a 14 anos de idade, e atingindo 83,2% no grupo 30 a 34 anos. A partir daqueles de 35 anos ou mais, notou-se decréscimo das proporções, chegando a 43,9% no grupo de pessoas de 60 anos ou mais. Contudo, foi nos grupos de 35 a 39 anos e de 40 a 44 anos que houve o maior ganho de participação, em torno de 37,0 pontos percentuais em seis anos.

Posse de telefone celular aumenta com a escolaridade

A investigação da posse do telefone móvel celular em função da escolaridade mostrou que o percentual de pessoas com aparelho aumentava com o nível de instrução, indo de 36,6% da população sem instrução e com menos de um ano de estudo até 94,7% da população com 15 ou mais anos de estudo. A relação se repetiu em todas as regiões do país; destaca-se que o Centro-Oeste teve a maior proporção de pessoas sem instrução e com menos de um ano de estudo que tinham telefone móvel celular: 52,2%.

89,8% das pessoas com rendimento entre 3 e 5 salários mínimos têm celular

O percentual de pessoas com posse de celular aumentou com as classes de rendimento mensal domiciliar per capita do grupo sem rendimento e com até ¼ de salário mínimo até o grupo de três a cinco salários mínimos. Em 2011, 41,0% das pessoas sem rendimento e com até ¼ de salário mínimo tinham celular, assim como 89,8% das pessoas com entre três e cinco salários mínimos e 82,7% das pessoas com rendimento acima de cinco salários mínimos.

Todos os resultados do suplemento da PNAD 2011 de “Acesso à internet e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal” podem ser acessados no link http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/acessoainternet2011/default.shtm

A avaliação de conformidade das baterias chumbo ácido

 As novidades no GEDWEB – o Portal da Informação Tecnológica Corporativa

A Target agregou duas novas soluções ao seu Portal da Informação Tecnológica Corporativa. Uma delas é um calendário do lado esquerdo do site com as datas limites para que os usuários participem da elaboração das NBR. É importante saber que uma vez elaborado o Projeto de Norma com um assunto solicitado, ele é então submetido à Consulta Nacional. Neste processo, o Projeto de Norma, elaborado por uma Comissão de Estudo representativa das partes interessadas e setores envolvidos com o tema, é submetido à apreciação da sociedade. Durante este período, qualquer interessado pode se manifestar, sem qualquer ônus, a fim de recomendar à Comissão de Estudo autora a aprovação do texto como apresentado; a aprovação do texto com sugestões; ou sua não aprovação, devendo, para tal, apresentar as objeções técnicas que justifiquem sua manifestação.

A Portaria Inmetro nº 299, de 14/6/2012, determinou que, a partir de junho de 2013, todas as baterias automotivas fabricadas no Brasil e importadas deverão apresentar o selo de certificação de conformidade do produto. A obrigatoriedade vale tanto para o mercado de reposição quanto para as montadoras. O prazo máximo para adequação e certificações dos estoques de fabricantes e importadores é até dezembro de 2013 e, para o varejo, a exigência deve ser cumprida até junho de 2014.

Com foco na segurança do usuário e desempenho do produto, a portaria regulamenta os requisitos de avaliação da conformidade específicos para o Programa de Avaliação da Conformidade para baterias ou acumuladores elétricos chumbo ácido para veículos automotores e motocicletas, limitadas à tensão nominal de 12 V e destinadas ao arranque de motores à combustão e alimentação dos sistemas eletroeletrônicos embarcados. A medida abrange veículos automotores rodoviários como: automóveis, camionetas de carga, camionetas de uso misto, comerciais leves, caminhões, caminhões tratores, ônibus e micro-ônibus, das categorias M e N, conforme ABNT NBR 13776; máquinas agrícolas; motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos, da categoria L, conforme ABNT NBR 13776 e quadriciclos. Estão excluídas as baterias ou acumuladores chumbo ácido destinadas especificamente para uso em motores náuticos, aeronáuticos e em sistemas estacionários, como centrais de iluminação de emergência, no breaks, sistemas de energia fotovoltaico e estações de transmissão de telefonia ou similares, que sejam regulamentados pela Agência Nacional de Telecomunicações.

O documento define bateria ou acumulador elétrico chumbo ácido para veículos automotores como um dispositivo composto de um conjunto de células eletroquímicas que, quando carregadas eletricamente, apresentam composição primordial do material ativo de suas placas positivas como sendo o dióxido de chumbo (PbO2) e de suas placas negativas como sendo o chumbo metálico (Pb), e o eletrólito, uma solução aquosa de ácido sulfúrico (H2SO4) podendo ou não estar imobilizada na forma de gel ou absorvida no separador. Na verdade, as baterias de chumbo-ácido são conjuntos de acumuladores elétricos recarregáveis, interligados convenientemente, construídos e utilizados para receber, armazenar e liberar energia elétrica por meio de reações químicas envolvendo chumbo e ácido sulfúrico. A maior parcela do chumbo atualmente consumido no mundo destina-se à fabricação de acumuladores elétricos para diferentes fins.

As baterias chumbo-ácido são universalmente utilizadas como fonte de energia em veículos automotores, em sistema de fornecimento de energia elétrica e em produtos de consumo em geral. Quando essas baterias chegam ao final de sua vida útil devem ser coletadas e enviadas para unidades de recuperação e reciclagem. Esta providência garante que seus componentes perigosos (metais e ácido) fiquem afastados de aterros e de incineradores de lixo urbano e que o material recuperado possa ser utilizado na produção de novos bens de consumo.

Todos os constituintes de uma bateria chumbo-ácido apresentam potencial para reciclagem. Uma bateria que tenha sido impropriamente disposta, ou seja, não reciclada, representa uma importante perda de recursos econômicos, ambientais e energéticos e a imposição de um risco desnecessário ao meio ambiente e seus ocupantes. As baterias automotivas, estacionárias e tracionárias, contém chumbo na massa positiva, massa negativa, nas grelhas e conexões e ainda na solução eletrolítica de ácido sulfúrico; portanto, nas instalações, durante o uso das mesmas, no transporte, manutenção, armazenamento temporário e na disposição final, cuidados devem ser tomados para que não ocorra vazamento de chumbo e ácido sulfúrico que exponha os usuários e contamine o solo, ar e água. Se após o seu esgotamento energético essas baterias não forem segregadas e seu conteúdo reciclado, causarão ameaça ambiental significativa.

Os componentes básicos de uma bateria são:

- Placas positivas e negativas: são grades produzidas com uma liga onde é aplicada uma massa de PbO ( óxido de chumbo ) adicionada de outras substâncias que responderão por determinadas reações . Estão diferenciadas em placas positivas e negativas e são responsáveis pelo acúmulo e condução da corrente elétrica.

- Separadores: executado em polietileno, são envelopes que evitam o contato direto entre as placas positivas e negativas para que não ocorram assim curtos circuitos.

- Caixas: Servem para condicionamento dos elementos da solução eletrolítica.

- Conectores: Servem para a interligação dos elementos da bateria para formação do circuito.

- Terminais.

- Pólos positivos e negativos da bateria.

- Solução : Composta por 35 % de ácido sulfúrico e 65 % de água destilada . Essa solução é indispensável às reações químicas que poderão ocorrer.

Como funciona: O bióxido de chumbo (PbO2) é uma substância que possui grande tendência de receber elétrons, enquanto que o chumbo metálico (Pb) tem uma grande tendência de doar elétrons; a isso chamamos diferença de potencial. O meio utilizado para transferência de elétrons no caso das baterias automotivas é a solução de ácido sulfúrico, pela sua boa estabilidade térmica, alta condutividade iônica, baixo nível de impurezas e baixo custo.

Baseada nas normas NBR 15745 – Baterias chumbo-ácido para veículos automotores – Terminologia; NBR 15914 – Baterias chumbo-ácido para uso em veículos automotores de quatro ou mais rodas – Requisitos e simbologia; NBR 15916 – Baterias chumbo-ácido para uso em motocicletas, triciclos e quadriciclos – Requisitos e simbologia; NBR 15940 – Baterias chumbo-ácido para uso em veículos rodoviários automotores de quatro ou mais rodas – Especificação e métodos de ensaio; e NBR 15941 – Baterias chumbo-ácido para uso em motocicletas, triciclos e quadriciclos – Especificação e métodos de ensaio, a Portaria Inmetro Nº 299/2012 estabelece os requisitos de avaliação da conformidade específicos para o Programa de Avaliação da Conformidade para Baterias ou acumuladores elétricos chumbo-ácido para veículos automotores e motocicletas, limitadas à tensão nominal de 12 Volts e destinadas ao arranque de motores a combustão e alimentação dos sistemas eletro eletrônicos embarcados nestes, com foco na segurança do usuário e desempenho do produto, visando a conformidade ao Regulamento Técnico da Qualidade para Baterias chumbo-ácido para veículos automotores e motocicletas.

São dois tipos de produtos com tecnologias distintas: baterias reguladas por válvulas (VRLA), uma bateria chumbo-ácido selada que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a sua pressão interna excede um valor predeterminado; e a de tecnologia de bateria ventilada ou inundada (Vent), que é uma bateria chumbo-ácido que apresenta seu eletrólito livremente distribuído, sendo provida de uma ou mais aberturas para escape dos gases produzidos.

CLIQUE NAS FIGURAS PARA UMA MELHOR VISUALIZAÇÃO

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O consumidor deve ficar atento, pois cada bateria deve apresentar gravado em seu corpo, ou de forma impressa através da aplicação de rótulos indeléveis, em áreas facilmente visíveis e legíveis, em língua portuguesa, com resistência mecânica suficiente para suportar o manuseio e intempéries, visando assim preservar as informações nelas contidas durante toda a vida útil da bateria, no mínimo as seguintes informações: razão social do fabricante ou importador; CNPJ do fabricante ou importador; endereço do fabricante ou importador; país de origem, identificação e endereço do fabricante no exterior, em caso de produto importado; denominação comercial (Marca); data de fabricação (dia/mês/ano ou semana/ano)*; tensão nominal em Volts; capacidade nominal em Ampére-hora (Ah) a 25ºC (regime de descarga de 20 horas para automóveis e 10 horas para motocicletas), não sendo permitido informar no rótulo da bateria a capacidade nominal em outros regimes de descarga e não sendo admitida a utilização de informações alusivas a outros valores de capacidade nominal; reserva de capacidade em minutos a 25ºC**; corrente de partida a frio (CCA) (-18ºC para automóveis e -10ºC para motocicletas e tempo em segundos até a tensão de 6 Volts para baterias de moto); classificação da tecnologia das baterias – para automóveis: “Regulada por Válvula”, ou se for “Ventilada”, usando os seguintes termos claramente expressos: “Livre de Manutenção”, “Baixa Manutenção” ou “Com Manutenção” conforme o caso – para motocicletas: “Regulada por Válvula”, ou “Ventilada”; Serviço de Atendimento ao Consumidor – SAC do detentor do registro do produto junto ao Inmetro; texto informativo sobre a destinação adequada após seu uso: “Devem ser devolvidas aos revendedores ou à rede de assistência técnica autorizada para repasse aos fabricantes ou importadores, segundo Resolução Conama 401/2008”; advertências sobre risco à saúde humana e ao meio ambiente, bem como simbologias sobre cuidados no manuseio do produto, de acordo com o Anexo I da Resolução Conama 401/2008; selo de identificação da conformidade incorporado no rótulo do produto e, quando houver, na embalagem; normas técnicas da ABNT que a bateria deve atender; e peso líquido, em quilogramas (kg), declarado pelo fabricante.

Enfim, esse produto tem uma história interessante. Em 1800, o italiano Alessandro Volta, criou a pilha não recarregável. Em 1859 o francês Gaston Plantê aperfeiçoou o invento que passou a ser recarregável. Em 1912, surgiu sua utilização em ignição de automóveis. Hoje, as baterias são responsáveis pelo gerenciamento eletrônico do veículo. Estima-se que entre os anos de 1998 e 1999, a produção de baterias, passou a ter abrangência mundial, onde os Estados Unidos respondem por 40%, a Europa 30% e o Japão 12,5%.

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