A Gestão de RH na Terceirização de Serviços

Esse e-book “A Gestão de RH na Terceirização de Serviços”, de Carlos Eduardo Fernandes, revela que a terceirização de serviços é um fato cada vez mais presente no dia a dia das organizações brasileiras (consideramos como organizações brasileiras todas aquelas que atuam no país independentemente da origem de seu capital) e, diferentes tipos contratação para diferentes tipos deserviço, com diferentes impactos no resultado das empresas, geralmente são tratados de formas semelhantes que enfatizam apenas aspectos econômicos e jurídicos.

Entretanto, tão importante quanto ter sistemáticas adequadas de contratação de serviços é garantir o gerenciamento adequado dos recursos humanos envolvidos. Ambos são fundamentais para apoiar o desenvolvimento do mercado de trabalho, para a garantia do crescimento tecnológico no mercado industrial brasileiro e para o aumento do grau de competitividade das organizações.

Os problemas de implicação jurídica e os impactos econômicos têm tomado tanto a atenção dos executivos quando se trata de terceirização de serviços que o lado humano do processo fica relegado a um plano inferior. Isso pode ser observado pela participação cada vez maior de advo gados, gestores de contratos e economistas nos processos de terceirização de serviços sem a correspondente participação do gestor de recursos humanos (RH).

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Para o autor, na abordagem da administração tradicional, o profissional de RH deve cuidar apenas dos talentos internos da empresa. Como, com a terceirização os quadros próprios tendem a diminuir o profissional de RH vem assistindo a uma redução cada vez maior de seu campo de atuação. “Esta abordagem tradicional, entretanto, esta cada vez mais distante da realidade do atual universo organizacional. Os processos de terceirização e o crescimento da tecnologia de informação, ajudaram na criação de uma nova arquitetura organizacional formada por parcerias, joint ventures e alianças que compõem uma verdadeira rede de organizações onde as conexões entre as empresas e o fluxo das informações inter e intra-empresarial têm cada vez mais importância na definição dos limites das empresas enquanto que as fronteiras físicas e contratuais que tradicionalmente definiam estes limites ficam cada vez mais difusas”, explica.

Eduardo acrescenta que no meio desta rede onde informações estratégicas trafegam entre profissionais formalmente ligados a diferentes empresas, e ele pergunta: Quem são, efetivamente, seus talentos internos? “Aqueles que têm um contrato formal de trabalho com sua empresa ou aqueles que desempenham atividades fundamentais para seu sucesso estratégico e para o desenvolvimento de inovações que garantirão o seu futuro, independente de seu vínculo contratual? Será que ainda existem diferenças contratuais entre talentos internos e talentos externos? A verdade é que terceirizar serviços envolve gente. Gente de todos os lados. E, gente é o elemento de trabalho do gestor de RH. Gente é seu foco! Esta constatação levará o gestor de RH a uma posição estratégica nos processo de terceirização das empresas de sucesso. Porém, neste mundo globalizado, de controle de custos e que busca resultados imediatos, o caminho que levará o empresário do atual foco no binômio custos/aspectos jurídicos para o foco em pessoas, não virá facilmente. Essa mudança de foco deverá passar por um árduo engajamento do gestor de RH na busca por seu espaço dentro deste novo processo, mostrando que uma estratégia duradoura, tem que contar com o comprometimento de todos os profissionais envolvidos. Dificilmente se encontra na literatura que trata da terceirização ou mesmo na literatura dirigida ao profissional de RH, sua inclusão como gestor e estrategista nos processo de terceirização. Entendemos que, para esta nova função, o gestor de RH deve ter uma visão geral de todas as etapas do processo de terceirização de serviços e de suas implicações. Assim, nesse livro, pretendemos discutir os processos utilizados pelas organizações atuantes do Brasil e analisar a relação entre terceirização e comprometimento organizacional. Daremos uma atenção especial às áreas de prestação de serviços de conteúdo intelectual – batizados de trabalho intelectual em função de sua importância para o desenvolvimento tecnológico brasileiro”, conclui.

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Uma resposta

  1. Muito bem colocado. O livro chega em boa hora. Parabéns.

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