Administrar melhor o tempo é uma arte

Administrar bem o tempo é um desafio enfrentado todos os dias, mas saber se programar significa rendimento de produtividade e até mesmo o prolongamento de horas de lazer. Tirando algumas exceções, o tempo é um recurso igualitário, já que todos dispõem do prazo de 24 h para desenvolver a atividade necessária.

Este recurso se difere de muitos outros como inteligência e dinheiro que na maioria das vezes não estão disponíveis a todos. No entanto, devem ser tomados cuidados, já que o tempo é perecível, ou seja, os segundos que passam não voltam, que devem ser aproveitados da melhor forma possível.

É sempre importante traçar metas e ser disciplinado e prudente para cumpri-las. Preservar a qualidade de vida também é fator essencial para o bom desempenho das tarefas diárias. Priorize as atividades que considera mais importante, se for o caso delegue os afazeres com menor relevância e não se detenha se outra pessoa desenvolver o trabalho melhor do que você.

Ser produtivo não é sinônimo de estar sempre ocupado. Ter tempo significa poder fazer aquilo que é prazeroso. Muitas pessoas que vivem ocupadas muitas vezes não produzem da forma correta e isso acaba tomando boa parte do trabalho delas corrigindo erros.

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Não tem prática para escrever nem tempo

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Administrar o tempo não é uma questão de ficar contando os minutos dedicados a cada atividade: é uma questão de saber definir prioridades. Provavelmente em uma sociedade complexa como a atual, nunca vamos ter tempo para fazer tudo o que se precisa e deseja fazer. Saber administrar o tempo é ter clareza cristalina sobre o que, para nós, é mais prioritário, dentre as várias coisas que precisamos e desejamos fazer — e tomar providências para que essas coisas mais prioritárias sejam feitas, sabendo que as outras provavelmente nunca vão ser feitas.

Existem coisas que podem ser listadas como prioritárias, pois são importantes, outras porque são urgentes. Se há algo que não é nem importante nem urgente não estará na lista de ninguém. E também se pode dizer que na lista de todo mundo haverá coisas que são importantes e urgentes.

Não resta a menor dúvida de que estas coisas devem ser feitas imediatamente, ou, pelo menos, na primeira oportunidade. Poucas pessoas questionarão isso. O problema surge com coisas que são consideradas importantes, mas não urgentes, e com coisas que são urgentes, mas às quais não se dá muita importância. Administrar o tempo é fazer o planejamento estratégico da vida e para isso há a necessidade de, em primeiro lugar, saber aonde se quer chegar ou definir os objetivos.

Os pecados dos maiores perdedores de tempo?

Christian Barbosa

  • Não possuir uma agenda para otimizar o seu planejamento: esquecer os compromissos agendados durante a semana pode acontecer de vez em quando, mas, se não se obtiver nenhum meio de lembrar das atividades, tenha certeza que isso acontecerá com maior frequência.
  • Má organização da semana: as pessoas acreditam que planejar a semana significa agendar todos os compromissos para segunda-feira. Aí está o erro. Provavelmente você ficará tão acumulado em suas tarefas, que sua semana inteira será afetada pelo adiantamento delas.
  • Ambiente de trabalho desorganizado: você mal consegue encontrar sua agenda em meio a sua confusão da mesa de escritório? Então comece já uma limpeza, deixe a sua vista tudo o que realmente necessita para exercer o seu trabalho. Assim, não perderá tempo à procura de sua caneta.
  • Completar a agenda: engana-se quem acha que, quando o dia está completo de compromissos, o dia irá render. As pessoas tendem a se esquecer das urgências. E elas acontecem sempre. Não lote a sua agenda de compromissos, deixe sempre algumas horas reservadas para as atividades extras que possam surgir.
  • Uso indevido da internet: ela veio para agilizar nosso dia, e não para tirar nosso foco dos afazeres importantes. Navegar horas e horas na internet sem fins especificados pode se tornar uma das maiores perdas de tempo, em vão. Sempre que se conectar, tenha em mente o que procura e por que procura.
  • E-mail e MSN: e-mail não foi feito para se trocar ideias e conversas. Seja objetivo ao escrever correspondências. Foque o assunto e solicite uma resposta. Se for urgente mesmo, por que não ligar? O e-mail deve e pode ser seu melhor aliado no trabalho, é uma ótima ferramenta para otimizar o cumprimento de suas atividades profissionais, mas é preciso saber usá-lo. Se você encaminha correntes, não está no caminho certo.
  • Sem tempo para você: deixar de cuidar da pessoa mais importante da sua vida pode não ser uma boa ideia. Separe um tempo para você, pode ser um curso que lhe traga satisfação, ou a prática de exercícios. O importante é lembrar que as pessoas à sua volta precisam de você e, para ajudá-las, você precisa estar bem consigo mesmo.

Christian Barbosa é fundador da Triad OS e ministra treinamentos e palestras – nitya@grupoimagecom.com.br

 

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Qual a sua ecological footprint ou pegada ecológica?

As mudanças climáticas são uma realidade que já estão sendo sentidas por uma grande parte da população mundial. Segundo o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), o aumento da temperatura média superficial global nos últimos 150 anos vem preocupando autoridades do mundo inteiro. Grande parte da comunidade científica acredita que a emissão de gases poluentes para a atmosfera, o crescente aumento das queimadas e dos desmatamentos tem contribuído para o aumento da temperatura no planeta alterando o ciclo de vital dos seres vivos. Grande quantidade de gases tem sido emitida para a atmosfera desde que começou a revolução industrial, a partir de 1750 as emissões de dióxido de carbono aumentaram 31%, metano 151%, óxido de nitrogênio 17% e ozônio troposférico 36%.

Estima-se que até o fim deste século a temperatura da Terra deve subir entre 1,8ºC e 4ºC, o que aumentaria a intensidade de tufões e secas. Nesse cenário, um terço das espécies do planeta estaria ameaçada. Populações estariam mais vulneráveis a doenças e desnutrição.

Calcula-se  que o derretimento das camadas polares pode fazer com que os oceanos se elevem entre 18 cm e 58 cm até 2100, fazendo desaparecer pequenas ilhas e obrigando centenas de milhares de pessoas a engrossar o fluxo dos chamados “refugiados ambientais” – pessoas que são obrigadas a deixar o local onde vivem em conseqüência da piora do meio ambiente. A estimativa do IPCC é de que mais de 1 bilhão de pessoas poderia ficar sem água potável por conta do derretimento do gelo no topo de cordilheiras importantes, como o Himalaia e os Andes.

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Nesse cenário catastrófico, ganham importância as iniciativas de rotulagem de produtos com informações sobre a quantidade de gases de efeito estufa emitidos durante o seu processo de fabricação. O cálculo é realizado com base no conceito de Carbon Footprint, um conceito derivado de ecological footprint que em português é traduzido como pegada ecológica. A análise da pegada ecológica compara o que a humanidade demanda da natureza com a habilidade da biosfera de se regenerar.

Esse conceito pode ser aplicado a empresas e, nesse sentido, refere-se aos recursos naturais usados por uma organização para realizar seu processo produtivo de bens, serviços ou informações. A partir da conscientização sobre a pegada ecológica de um indivíduo, de uma organização, nação ou de uma atividade podem ser desenvolvidas uma série de ações para diminuí-la.

Dada a complexidade de avaliar todos os aspectos da pegada ecológica, em especial, com relação às redes relacionadas aos ciclos de vida de insumos e produtos, a pegada ecológica passou a ser dimensionada considerando os seus aspectos separadamente. Dessa forma surgiu, dentre outras, a Carbon Footprint (Pegada de Carbono) que tem foco no total de emissões de carbono associadas a uma organização, país ou outra unidade de análise.

O Comitê Técnico 207 da ISO está desenvolvendo a Norma Internacional ISO 14067 sobre Pegada de Carbono, que é uma medida da quantidade de gases-estufa emitidos durante todo o ciclo de vida de um produto desde a extração de recursos naturais, fabricação, transporte, uso e até sua disposição final, em termos de CO2 equivalente. Permite conhecer e gerenciar as emissões de gases-estufa na cadeia de suprimentos. As consequências do aquecimento global estão cada vez mais visíveis, como o aumento na frequência e na intensidade dos eventos climáticos extremos, como chuvas mais intensas e mais irregulares, secas mais prolongadas, tufões, furacões, derretimento das geleiras e o aumento do nível dos mares. O grande desafio para a sustentabilidade das empresas, nos próximos anos, será a redução da emissão dos gases-estufa das suas atividades e de seus produtos, contribuindo para o estabelecimento de uma economia com baixo teor de carbono e para que o aquecimento global não ultrapasse os 2 °C.

Em relação aos indivíduos, atualmente existem vários aplicativos que permitem estimar a pegada ecológica ou de carbono disponibilizados gratuitamente em sites de organizações não governamentais como Global Footprint Network (www.footprintnetwork.org); Redefining Progress (www.myfootprint.org), WWF (http://footprint.wwf.org.uk/). Respondendo a perguntas referentes a hábitos cotidianos, pode-se descobrir quantos planetas seriam necessários para sustentar cada estilo de vida.

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