A sua empresa ainda vai usar o e-mail marketing?

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24/06/2010 – INTERPRETAÇÃO DA NORMA ABNT NBR ISO 9001:2008

01/07/2010 – AUDITOR INTERNO DA QUALIDADE ISO 9001:2008 – CONF. NBR ISO 19011:2002 DIRETRIZES

13/07/2010 – SATISFAÇÃO DO CLIENTE – TRATAMENTO DE RECLAMAÇÕES – NBR ISO 10002:2005

19/07/2010 – PROGRAMA 5S – ORGANIZAÇÃO, LIMPEZA E DISCIPLINA

29/07/2010 – CAPACITAÇÃO DE RDs (REPRESENTANTE DA DIREÇÃO) PARA NBR ISO 9001:2008

30/07/2010 – LEAN MANUFACTURING

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Usado pelos empresários na geração de tráfego e no relacionamento com os clientes, o e-mail marketing é ferramenta ágil tanto no envio quanto na resposta e avaliação do retorno. Um simples clique na tecle send do software dispara o envio de milhares de e-mails que em segundos estão na caixa postal do destinatário. A resposta ao e-mail marketing normalmente é imediata através da ação desejada ou simplesmente da confirmação de recebimento.

  • Fazer acompanhamento do e-mail marketing – É fundamental fazer uma avaliação constante do programa de e-mail marketing, acompanhar o crescimento da lista de e-mails e o retorno em termos de vendas. Não se esqueça de ouvir os clientes e assinantes. Afinal, eles são a razão da existência da empresa.
  • Criar conteúdo de qualidade. Pode-se utilizar a base de dados para se manter contato com os clientes comunicando promoções e lançamentos de produtos ou enviar um newsletter periódico, com informações de interesse em sua área de atuação. Particularmente no caso do newsletter, é importante se preocupar com a qualidade da informação. Procure fornecer conteúdo que de alguma forma possa gerar valor para o destinatário.
  • Adquirir um software de envio. Esse é um aspecto muito importante com o qual não deve se descuidar. Para enviar um e-mail, qualquer programa de correio dá conta do recado, mas à medida que a base de dados vai crescendo, e isso deverá ocorrer, começa a ser imprescindível um bom software. Ele deve ser capaz de enviar rapidamente milhares de e-mails sem dificuldade, possibilitar a manutenção dos dados sem grandes dificuldades, a inclusão e exclusão automática de assinantes da lista, além de um suporte confiável e atualizações  frequentes. Recomenda-se investir algum dinheiro em um bom software, pois isso vai possibilitar um gerenciamento eficiente do programa e poupar riscos desnecessários.

É muito fácil medir o retorno do e-mail marketing. As estatísticas do site vão indicar: quantas pessoas receberam, quantas clicaram em um link, visitaram o site, compraram; quantas não desejam mais receber sua comunicação e solicitam a exclusão da lista, e diversas outras informações. Assim, um simples link no e-mail possibilita ao destinatário realizar uma ação como retornar uma resposta, visitar um site ou solicitar a sua exclusão da lista. As campanhas de e-mail marketing sérias, com comunicação enviada para destinatários que autorizaram o recebimento (opt-in), têm bons índices de retorno.

Já o spam, nome dado a prática de se fazer e-mail marketing junto a destinatários que não autorizaram o recebimento de e-mails, é o mau uso do e-mail marketing. Sem falar nas considerações éticas que por si só já justificariam a não utilização do spam, existem razões comerciais bem objetivas para que se fique longe disso. O retorno é baixíssimo: para cada pessoa que ler o e-mail, haverá 200 pessoas zangadas com a sua empresa, além do risco de ser barrado nos principais provedores e ter seu site tirado do ar. Enfim, não se iluda com o baixo preço dos e-mails, o custo do e-mail marketing, através de spam, acabará sendo muitas vezes maior do que o eventual benefício.

Uma pesquisa intitulada “O uso do e-mail marketing nas corporações brasileiras”, realizada pela WBI Brasil e Dinamize, em parceria com a Focal Pesquisas, apontou um aumento no número de empresas brasileiras que fazem uso do e-mail marketing como ferramenta de comunicação junto a seus públicos. O estudo apontou que 71,5% das corporações no país utilizam essa mídia para a divulgação de produtos e serviços junto a seus clientes, contra 64,5% constatado na última edição da pesquisa, realizada em 2007.

Do total de empresas que fazem uso dessa mídia, 30,2% realizam envios semanais, 19,9% mensais, 15,1% quinzenais e 13,7% diários. Das organizações que ainda não realizam ações de e-mail marketing, 37,5% planejam investir nesse tipo de mídia nos próximos meses.

Para o diretor de marketing da WBI Brasil, Paulo Kendzerski, alguns fatores podem ser apontados como principais propulsores para o crescimento no uso do e-mail marketing pelas empresas no país. “O primeiro fator está relacionado à profissionalização dos gestores responsáveis pelas ações na web, que têm procurado se capacitar em relação à criação, definição de métrica de monitoramento e momento oportuno para o disparo do e-mail. O segundo fator diz respeito à segmentação da base, que hoje está muito mais qualificada e separada de acordo com o perfil e área de interesse dos consumidores”, assinala.

Outra questão levantada por Kendzerski diz respeito ao comportamento do consumidor quando do recebimento de uma peça de e-mail marketing. “Hoje o usuário mostra-se muito mais receptivo em relação a esse tipo de comunicação do que em anos atrás. O consumidor passou a identificar quais são as empresas que realizam ações de e-mail marketing que lhe interessam e o que é classificado como e-mail indesejado. Sendo assim, os percentuais de taxas de abertura/leitura têm crescido consideravelmente e em função disso a taxa de conversão em vendas oriundas dessa mídia mostra-se como uma das mais altas do mundo”, destaca.

Nessa edição, 70,8% dos entrevistados disseram ter efetivado alguma compra online e/ou contratado algum serviço após receber um e-mail marketing. As demais edições das pesquisas apontaram índices bem mais baixos: 48,46% em 2003; 49,14 % em 2005; e 64% na pesquisa realizada em 2007.

Kendzerski destaca que o correto entendimento sobre o melhor dia e horário de envio por parte das empresas, além do conhecimento da base e qualidade visual da peça são fatores que explicam em parte o aumento da eficácia desse tipo de mídia na conversão em vendas. A pesquisa também quis saber os procedimentos adotados pelas empresas ao receberem um spam, a periodicidade com que organizações se comunicam com os funcionários via e-mail, uso de ferramentas para o bloqueio de e-mails indesejados, entre outros dados relacionados ao e-mail.

  Sua empresa possui uma ferramenta de e-mail marketing?

Análise

Apesar do crescimento no uso do e-mail marketing, percebe-se que a maioria (56,4%) das empresas que participaram da pesquisa ainda não possuem uma ferramenta especializada em e-mail marketing. Este dado demonstra que o uso correto do e-mail marketing ainda ira melhorar nos próximos anos, com a necessidade de profissionalização deste tipo de ação.

O estudo foi realizado junto a 2.845 profissionais de organizações de diferentes segmentos de atuação em todo o país. O período de aplicação do questionário ocorreu entre julho e novembro de 2009. Das empresas consultadas, 60,1% pertencem ao setor de serviços, 16,3% ao comércio, e 7,6% à indústria.

Importante definir o opt-in que é o processo no qual as pessoas consentem em receber sua comunicação e fornecem o seu endereço de e-mail. A diferença é fundamental, pois se pode estar se dirigindo a pessoas que aceitam ouvir o que se tem a dizer e que, além disso, sabem que a qualquer momento podem fechar o canal de comunicação com um simples clique (opt-out).

Um newsletter é um boletim periódico enviado regularmente aos clientes e visitantes, através do e-mail. O objetivo do newsletter é manter o nome de sua empresa vivo na mente do cliente, além de apontar sempre o caminho para o site. Mas lembre-se, o newsletter só é eficaz se trouxer alguma utilidade para os destinatários tais como informações de valor e, eventualmente,  produtos em condições especiais.

Algumas dicas

Pode-se optar por terceirizar o programa de e-mail marketing, o que eliminaria muitas das etapas seguintes. Levando-se em consideração os custos e o fato de que os clientes são o patrimônio mais importante da empresa, provavelmente o desejo é ter o controle total do processo.

Montar a infraestrutura. Criar formulários de entrada de dados no site para cadastrar os endereços de e-mail fornecidos, preparar produtos ou benefícios como estímulo para seus visitantes deixarem o endereço e, o mais importante, adquirir um bom software.

Montar as listas de e-mails. Em alguns países, são comuns empresas que fornecem listas de e-mail opt-in. No Brasil também existem, mas não são tão comuns e dificilmente pode-se saber se realmente trata-se de uma lista autorizada. Recomenda-se que a empresa construa o seu próprio mailing, com os endereços dos clientes e visitantes dos sites. Anúncios em algum newsletter com público semelhante são uma boa forma de trazer visitantes que podem também se cadastrar no site.

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Os polêmicos alimentos transgênicos

Venho notando em minha filha de 17 anos um aumento em suas renites alérgicas e resistência aos antibióticos. Depois de eliminar tapetes, limpar e arejar quartos diariamente, a coisa melhorou, porém não acabou. Acabei desconfiando dos alimentos transgênicos, já que ela é fã de salgadinhos, fast foods, etc. que contêm os polêmicos transgênicos. Vou tentar eliminá-los de minha casa.

E o que são esses alimentos. As técnicas modernas de engenharia genética permitem que se retire genes de um organismo e se transfira para outro que quebram a seqüência do DNA — que contém as características de um ser vivo — do organismo receptor, que sofre uma espécie de reprogramação, tornando-se capaz de produzir novas substâncias. Esses são os chamados transgênicos, ou organismos geneticamente modificados (OGMs). Então, seria importante conhecer as definições:

  • Alimentos Geneticamente Modificados: são alimentos compostos contendo organismos geneticamente modificados ou derivados destes. São produtos criados em laboratórios com a utilização de genes de espécies diferentes de animais, vegetais ou micróbios.
  • Organismos Geneticamente Modificados: são definidos como organismos que tenham sido alterados geneticamente por métodos ou meios que não ocorrem naturalmente.
  • Modificação Genética: são técnicas que incluem DNA recombinante, introdução direta em um organismo de material hereditário de outra espécie – incluindo micro-injeção, microencapsulação, fusão celular e técnicas de hibridização com formação de novas células ou novas combinações genéticas, de maneira que não ocorre naturalmente.
  • Gene Inseticida: é o gene introduzido na planta para que ela passe a produzir substâncias de resistência a seus insetos predadores.
  • Engenharia Genética: é a atividade de manipulação de moléculas DNA/RNA recombinante. O DNA/RNA Recombinante são aquelas moléculas de material genético manipuladas fora das células vivas, mediante modificação de segmentos de DNA/RNA, natural ou sintético, que possam multiplicar-se em uma célula viva – ou ainda, as moléculas de DNA/RNA resultantes desta multiplicação.

LANÇAMENTO – BREVE

Aprendendo qualidade de uma forma sistêmica

Autor: Oceano Zacharias

Número de páginas: 242

Segundo alguns especialistas, muitos dos genes utilizados no cultivo de alimentos possuem resistência antibiótica e, com isso, podem multiplicar o número de problemas de saúde que envolvem bactérias imunes e dificultar o tratamento de doenças. No plantio de alimentos trans-gênicos também é permitido o uso de agrotóxicos em larga escala, ou seja, o alimento traz esse componente para a mesa. Há ainda a ameaça à biodiversidade, pois o cruzamento dos transgênicos com espécies naturais leva a uma reprodução fora de controle das espécies contaminadas, com resultados imprevisíveis para o meio ambiente.

Há algum tempo, testes feitos em laboratórios europeus detectaram a presença de transgênicos em 11 lotes de produtos vendidos no Brasil, a maioria deles contendo a soja geneticametne modificada Roudup Ready, da Monsanto ou com o milho transgênico BT, da Novartis.

  • Nestogeno, da Nestlé do Brasil, fórmula infantil a base de leite e soja para lactentes contendo soja RR;
  • Pringles original, da Procter e Gamble, batata frita contendo milho BT 176 da Novartir;
  • Salsicha Swift, da Swift Armour, salsichas tipo viena contendo soja RR.
  • Sopa knorr, da Refinações de Milho Brasil, mistura para sopa sabor creme de milho verde contendo soja RR.
  • Cup Noodles, da Nissin Ajinomoto, macarrão instantâneo sabor galinha contendo soja RR.
  • Cereal Shake Diet, da Alvebra Industrial, alimento para dietas contendo soja RR.
  • Bacós da Gourmond Alimentos, chips sabor bacon contendo soja RR.
  • Prosobee, da Bristol-Myers, fórmula não láctea à base de soja contendo soja RR.
  • Soy Milk, da Alvebra Industrial à base de soja contendo soja RR.
  • Supra Soy, da Jaspar, alimento à base de soro de leite e proteína isolada de soja contendo soja RR.

Outro fator importante é que as plantas transgênicas contém genes de resistência a antibióticos, com a função de possibilitar a seleção das células transformadas, isto é, são usados como marcadores. Esses genes podem, através de recombinação e/ou transferência horizontal, serem transmitidos a outros organismos, inclusive humanos? Os transgênicos poderiam afetar a saúde com o aumento de alergias ou potencializar os efeitos de substâncias tóxicas, pois muitas plantas possuem substâncias tóxicas naturais para se defender de seus inimigos naturais? Se manipulados geneticamente, os níveis dessas toxinas podem aumentar? O aumento de resíduos de agrotóxicos, pois alguns dos produtos transgênicos têm como característica se tornarem resistentes aos efeitos dos agrotóxicos (soja roundup ready), o que permite que seja aplicado mais veneno (agrotóxico) na plantação, cujos resíduos permanecerão nos alimentos, podendo também trazer mais risco de poluir os rios e o solo?

Em torno de 8% da população mundial têm alergia a proteínas contidas na soja 44. A introdução de genes externos no código genético das plantas pode vir a desencadear a produção de novas proteínas. Ao se introduzir na alimentação humana plantas transgênicas, direta ou indiretamente, estamos ingerindo as proteínas fabricadas por estas plantas, sejam elas já conhecidas ou sintetizadas a partir da introdução genética. Não existe no mundo, ainda, nenhum grupo de monitoramento a este tipo de procedimento.

Sabe-se que a composição de uma soja transgênica e de uma orgânica pode diferir em até 74%. O que torna mais difícil uma análise mais completa sobre os impactos desses novos organismos é que muitas vezes suas conseqüências só podem ser sentidas a médio e longo prazo. Todos os alimentos importados dos EUA e da Argentina, e que tenham algum ingrediente derivado de soja, milho ou batata poderá conter transgênicos.

Por tudo isso, e para ajudar o consumidor a entender os riscos associados aos organismos geneticamente modificados (OGMs), o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumiidor (Idec) produziu a cartilha http://www.idec.org.br/pdf/cartilha_transgenico.pdf O material foi desenvolvido no âmbito do projeto “Consumer Organizations and the Cartagena Protocol on Biosafety: Protecting the Consumer’s Right to a Healthy Environment in the Developing World”, coordenado pela Consumers International, com o apoio da Comunidade Europeia, além da parceria com o Fórum Nacional de Entidades Civis de Defesa do Consumidor (FNECDC) e da campanha Por um Brasil livre de transgênicos.

De forma didática, a cartilha explica o que são transgênicos, quais são os riscos para a saúde e os seus impactos no meio ambiente e na agricultura, de acordo com o que apontam as pesquisas científicas. No Brasil, existem transgênicos autorizados para consumo: soja e alguns tipos de milho e de algodão. Como sabemos, a soja e o milho são usados na produção de muitos alimentos, como salgadinhos, cereais matinais, óleos, bolachas, massas, margarinas, papinhas para crianças e enlatados. Para garantir ao consumidor o direito de saber o que come, o Decreto 4.680/03 obriga que os fabricantes indiquem no rótulo do produto a presença de transgênico sempre que o alimento contiver mais de 1% de organismo geneticamente modificado, mesmo que não seja identificado no produto final. Pela regra, além de incluir uma frase de alerta, para facilitar a visualização do consumidor, o rótulo deve conter o símbolo que indica a presença de transgênico: um triângulo amarelo com um “T” no meio.

A exigência está de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, que assegura o direito à informação. Além disso, diversas pesquisas de opinião feitas no país atestam que os consumidores querem saber se o alimento é transgênico ou não: segundo levantamento do IBOPE em 2004, 74% da população brasileira concorda com a medida. Apesar da importância do alerta sobre o conteúdo transgênico nos alimentos, esse direito está ameaçado. Muitas empresas alimentícias não querem informar o consumidor se usam ou não grãos transgênicos nos alimentos que vendem. As companhias de biotecnologia, donas dos transgênicos, não por acaso, também são contra.

Apesar da exigência legal da rotulagem de transgênicos no país, conforme o decreto, foi preciso que o Ministério Público entrasse na Justiça para fazer com que as empresas Bunge e Cargill, donas das marcas de óleo de soja Soya e Lisa, respectivamente, a respeitassem. Além disso, três iniciativas de congressistas – que deveriam representar os interesses da população – querem derrubar a obrigatoriedade. Um deles é da senadora Kátia Abreu (DEM-TO), que quer extinguir o símbolo “T” e a rotulagem de alimentos produzidos a partir de animais alimentados com rações com ingredientes transgênicos.  Na Câmara dos Deputados tramitam dois projetos de lei (PL) sobre o assunto. O PL 4148/2008, de autoria do deputado federal Luiz Carlos Heinze (PP/RS), por exemplo, além das propostas da senadora Kátia Abreu, defende que a indicação só seja obrigatória quando for detectável a presença de OGM no produto final.

Se tal proposta for aprovada, significará, na prática, o fim da informação ao consumidor. Isso porque, para fugir da rotulagem, os fabricantes destinarão os grãos transgênicos a alimentos altamente processados (como óleos) e a ração animal, impedindo a detecção de OGMs nos testes laboratoriais. As iniciativas vão contra o interesse público e contrariam também o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança, acordo internacional ratificado pelo Brasil que reconhece que a modificação genética pode trazer danos ao meio ambiente e à saúde humana e necessita, portanto, ser controlada.

Links úteis:

http://www.ctnbio.gov.br/index.php/content/view/12485.html

www.aspta.org.br

www.greenpeace.org.br

www.terradedireitos.org.br

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