Ações corretivas e preventivas mais eficazes

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Formação de Auditores Internos de Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Meio Ambiente, Saúde, Segurança do Trabalho e Responsabilidade Social)

Este curso apresenta os detalhes sobre os requisitos das normas de gestão da qualidade, ambiental, de saúde, segurança do trabalho e responsabilidade social, relacionando-os com os requisitos específicos dos Sistemas de Gestão implantados (Normas NBR ISO 9001:2008, NBR ISO 14001:2004, OHSAS 18001:2007 e SA 8000:2008). Tem o objetivo de capacitar os participantes a realizar auditorias compartilhadas do Sistema Integrado.

De 12/08/2010 a 30/09/2010

R$ 175,78 mensais (*)

(10 parcelas)

(*) Valor por participante

Para se inscrever: http://www.target.com.br/portal_new/Home.aspx?pp=1&c=686

O PORTAL DAS NORMAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS

Um leitor diz que as ações para corrigir e prevenir erros na empresa não estão funcionando e me pede alguma opinião sobre o assunto. Como a gente não conhece a empresa, o que se pode fazer é generalizar o problema. As ações corretivas e preventivas (vamos adotar uma sigla ACP para não ficarmos muito repetitivo) sofrem muitas influências, conforme os requisitos da norma ISO 9001. Veja o quadro abaixo:

 

Pode-se descrever os itens dos requisitos da norma relacionados com as ACPs:

4.2.3 Controle de documentos

4.2.4 Controle de registros

5.5.3 Comunicação interna

5.6 Análise crítica pela direção

5.6.1 Generalidades

5.6.2 Entradas para a análise crítica

5.6.3 Saídas da análise crítica

6.1 Provisão de recursos

7.2.3 Comunicação com o cliente

7.3.4 Análise crítica de projeto e desenvolvimento

7.4 Aquisição

7.4.1 Processo de aquisição

7.4.2 Informações de aquisição

7.4.3 Verificação do produto adquirido

7.6 Controle de equipamento de monitoramento e medição

8 Medição, análise e melhoria

8.1 Generalidades

8.2 Monitoramento e medição

8.2.1 Satisfação do cliente

8.2.2 Auditoria interna

8.2.3 Monitoramento e medição de processos

8.3 Controle de produto não conforme

8.4 Análise de dados

8.5 Melhorias

8.5.1 Melhoria contínua

8.5.2 Ação corretiva

8.5.3 Ação preventiva

Enfim, o que se observa é a incidência de ações corretivas e ações preventivas que não funcionam. Uma correta metodologia passa pela identificação do problema, determinação da causa raiz, o estabelecimento da ACP, a verificação de sua eficácia, deve-se documentar e divulgar resultados. E onde não se pode errar?

  • Na identificação do problema:

– Achar que o problema é do cliente;

– Análise de dados insuficiente;

– Ausência de investigação dos modos de falha;

– Desconhecimento dos dados disponíveis na organização;

– Desconhecimento sobre como funciona o processo;

– Falta de análise de riscos;

– Falta de memória dos casos ocorridos;

– Identificação inadequada do problema;

– Inexistência de um sistema de prioridades;

– Insuficiência de dados sobre o quanto o processo atende às necessidades do cliente;

– Investigação de abrangência incompleta ou inexistente;

– Não desenvolver medidas para falhas potenciais importantes;

– Pessoas não conhecem o problema

  • Na determinação da causa raiz:

– Achar que já sabe as causas e ir direto para as conclusões;

– Direcionar para a causa errada;

– Causas identificadas superficialmente;

– Considerar erro do usuário ou de utilização como sendo causas;

– Diagnóstico inadequado da causa raiz;

– Escolha da solução inadequada quando houver mais de uma solução;

– Falta de qualificação da pessoa que conduz as investigações;

– Tentar agir sobre todas as causas possíveis;

– Uso de ferramentas inadequadas

  • No estabelecimento da ACP:

– Ação apenas sobre o efeito, não sobre a causa;

– Ações propostas sem conhecimento das causas;

– Estabelecer prazos irreais;

– Falta de treinamento das pessoas que irão conduzir a ACP;

– Fechar a ACAP sem confirmar sua eficácia;

– Pessoa responsável sem autoridade para determinar plano de ação;

– Plano de ação incompleto;

– Tratar causas comuns de variação como se fossem causas especiais;

– Tratar problemas crônicos como se fossem isolados.

  • Na verificação da eficácia da ACP:

– Falta de comparação do planejado versus real;

– Falta de dados para avaliar a eficácia da ACP;

– Falta de isenção na verificação da eficácia da ACP;

– Insuficiência de evidências da eficácia da ACP;

– Pessoa sem conhecimento para verificar eficácia da ACAP

  • Na documentação e divulgação dos resultados:

– Falta de registros/documentação inadequada;

– Não divulgar as alterações em processos e procedimentos;

– Não divulgar eficácia do Sistema de Gestão;

– Não revisar processos e procedimentos;

– Não usar os resultados das ACPs em análises críticas pela direção.

As decisões baseadas em fatos e dados requerem ações eficazes e eficientes, incluindo os métodos de análise, ferramentas e técnicas estatísticas apropriadas, tomada de decisões e execução de ações baseadas em resultados de análises lógicas. A análise de dados pode auxiliar na determinação da causa raiz de problemas existentes ou potenciais e direcionar as decisões sobre as ações corretivas e preventivas necessárias para melhoria. Leia mais sobre o tema nesse site: https://qualidadeonline.wordpress.com/2010/05/12/acoes-corretivas-que-nao-corrigem-nada/

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Uma leitora que atua na área de saúde diz que foi convidada para fazer um curso sobre a RDC 59/2000 e não sabe o que é isso. Essa resolução é um conjunto de requisitos exigidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que os fabricantes e distribuidores de produtos médicos e odontológicos adotem em suas empresas. Foi publicada em três módulos: Introdução (abrangência e definições); Requisitos, que são as obrigações (exigências) que as empresas devem adotar; e Lista de Perguntas (CheckList) para ser utilizado pelos inspetores da Anvisa e pelos auditores internos da empresa e na auto-inspeção feita pela empresa.

Na verdade, a norma determina a todos fornecedores de produtos médicos, o cumprimento dos requisitos estabelecidos pelas “Boas Práticas de Fabricação de Produtos Médicos”, conforme Anexo I que inclui os seguintes tópicos:

Anexo I

Boas Práticas de Fabricação de Produtos Médicos

Conteúdo

Parte A Disposições Gerais

1.Abrangência

2.Definições

3. Sistema de Qualidade

Parte B Requisitos do Sistema de Qualidade

1. Responsabilidade gerencial

2. Auditoria de qualidade

3. Pessoal

Parte C Controles de Projeto

Parte D Controles de Documentos e Registros

Parte E Controles de Compras

Parte F Identificação e Rastreabilidade

1. Identificação e rastreabilidade

2. Produtos de elevado risco (classe III ou IV) rastreabilidade

Parte G Controles de Processo e Produção

1. Controles de processo e produção

2. Processos especiais

Parte H Inspeção e Testes

1. Inspeção e testes

2. Inspeção, medição e equipamentos de testes

3. Resultado de inspeção e testes

Parte I Componentes e Produtos Não Conformes

Parte J Ação Corretiva

Parte K Manuseio, Armazenamento, Distribuição e Instalação

1. Manuseio

2. Armazenamento

3. Distribuição

4. Instalação

Parte L Controles de Embalagem e Rotulagem

1. Embalagem de produtos

. Rotulagem de produtos

3. Rotulagem de produtos críticos

Parte M Registros

1. Requisitos gerais

2. Registro mestre do produto (RMP)

3. Registro histórico do produto

4. Arquivo de reclamações

Parte N Assistência Técnica

Parte O Técnicas de Estatística

Parte A Disposições Gerais

Enfim, é um sistema de qualidade que tem de ser implementado e como todos eles oferecem dificuldades na elaboração dos Procedimentos e nos Registros. Assim, como todas as normas de Sistemas da Qualidade, dizem apenas o que deve ser feito e não como fazer. Como em qualquer implantação de gestão da qualidade, é ideal ter uma equipe treinada que será responsável pela utilização e adequação dos Procedimentos e Registros.

Se a equipe é formada por profissionais de baixa competência, o tempo de implementação será maior e o resultado na inspeção será pior. Além disso, nas auditorias, com colaboradores sem treinamento, muitas não conformidades irão aparecer, exigindo constantes ações corretivas.

Quer ler a norma na íntegra: http://pnass.datasus.gov.br/documentos/normas/65.pdf ou http://www.rdc59.com.br/texto_resolucao.asp

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