Qualquer empresa pode implementar o kaizen?

Uma leitora me questiona se há empresas especificas para a implementação do kaizen? Acredito que não, pois a metodologia kaizen utiliza as questões estratégicas baseadas no tempo. Nesta estratégia, os pontos-chave para a manufatura ou processos produtivos incluem a qualidade (como melhorá-la), os custos (como reduzi-los e controlá-los), e a entrega pontual (como garanti-la). O fracasso de um destes três pontos significa perda de competitividade.

Nesse site já foi editado um texto sobre o assunto: https://qualidadeonline.wordpress.com/2010/04/16/a-busca-pela-melhoria-continua-por-meio-da-metodologia-kaizen/ Contudo, pode ser acrescentado que a filosofia da ferramenta está baseada na eliminação de desperdícios com base no bom senso, no uso de soluções baratas que se apóiem na motivação e criatividade dos colaboradores para melhorar a prática de seus processos de trabalho, com foco na busca pela melhoria contínua. Os caracteres japoneses que significam a palavra kaizen, de origem japonesa, significam Fazer Bem (KA = mudar; ZEN = bem). A ferramenta ficou mundialmente conhecida pela sua aplicação dentro do Sistema Toyota de Produção e foi criada no Japão pelo engenheiro Taichi Ohno, com a finalidade de reduzir os desperdícios gerados nos processos produtivos, buscando a melhoria contínua da qualidade dos produtos e o aumento da produtividade.

Assim, ela pode contribuir para uma organização de diferentes formas, tendo como objetivos principais o aumento de produtividade, a redução de lead-time1, redução do estoque em processo, criação de um fluxo uniforme de produção, redução do tempo de setup, melhorias ergonômicas e segurança, melhoria da qualidade, padronização de operações, dentre outros. A etapa de formação do grupo multifuncional caracteriza o início da aplicação da metodologia. A gerência define uma área na qual serão realizados os trabalhos de kaizen.

Em seguida são definidos o líder e o co-líder da equipe, em geral colaboradores que tenham conhecimentos técnicos da área, e apresentem características de tendência para a mudança, facilidade para motivar os participantes, facilidade de comunicação e habilidade para resolver conflitos. Os objetivos traçados para o grupo devem visar aumento de produtividade, redução de área ocupada, melhorias ergonômicas, redução do estoque em processo, melhoria na qualidade do produto ou processo, redução no tempo de setup, dentre outros. Outro ponto fundamental para que o kaizen alcance o sucesso é a utilização do trabalho em equipe. O trabalho em equipe é primordial para o aperfeiçoamento qualitativo por diversas razões.

A complexidade dos trabalhos aumenta a cada momento, se tornando necessárias as equipes interfuncionais, já que trabalhos complexos exigem muita criatividade. Além do mais, o trabalho em equipe evita a divisão, propiciando uma aprendizagem de maior efeito sobre a organização. Também é importante destacar que, quando as pessoas aprendem juntas, se motivam a continuar no desenvolvimento do trabalho. As equipes devem ser constituídas por participantes de visão ampla e que tenham experiência suficiente para desenvolver soluções apropriadas ao problema proposto.

Para que a leitora possa motivar os funcionários, desenvolvi uma apresentação. Para acessar clique no link https://qualidadeonline.files.wordpress.com/2010/07/kaizen.ppt

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O desempenho das operadoras de planos de saúde

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou os resultados finais da avaliação de desempenho das operadoras de planos de saúde no Programa de Qualificação da Saúde Suplementar referente ao ano-base 2009, por meio do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar  (IDSS). Depois de avaliadas em 30 indicadores, distribuídos em quatro dimensões, 25,2% das operadoras do segmento médico-hospitalar foram classificadas nas faixas mais altas do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (“0,60 a 0,79”; e “0,80 a 1,00”). Elas respondiam por 59,5% do total de beneficiários vinculados às operadoras ativas em 2010 e avaliados pelo IDSS 2009. Com relação às operadoras exclusivamente odontológicas, 26,6% delas foram bem classificadas nas faixas “0,60 a 0,79”; e “0,80 a 1,00”, isto é, obtiveram melhor pontuação e respondiam por 70,8% dos beneficiários.

Distribuição das operadoras ativas em 2010  e de beneficiários, por segmento e faixas do IDSS na avaliação de desempenho do ano de 2009

 

(1) Média de beneficiários do ano de 2009

O IDSS varia de zero a um, é composto em 50% pelo Índice de Desempenho da Atenção à Saúde (IDAS); 30% pelo Índice de Desempenho Econômico-financeiro (IDEF); 10% pelo Índice de Desempenho de Estrutura e Operação (IDEO) e 10% pelo Índice de Desempenho da Satisfação dos Beneficiários (IDSB). Cada um desses índices de desempenho, por dimensão, é medido por um conjunto de indicadores e seu resultado é dado pelo quociente entre a soma dos pontos obtidos pela operadora em cada indicador e a soma do máximo de pontos possível de todos os indicadores específicos daquela dimensão.

Os indicadores são calculados através de dados dos sistemas de informações da ANS, enviados pelas operadoras ou coletados pela Agência e de dados de sistemas nacionais de informações em saúde. A ANS vem constatando sensíveis melhorias no processo de implantação do Programa de Qualificação das Operadoras, desde seu início em 2004, seja pelo aumento do número de operadoras avaliadas nas faixas maiores do IDSS, seja pelo fato destas responderem pela maioria dos vínculos aos planos privados de saúde.

 Quer saber o resultado da avaliação de desempenho de sua operadora de planos de saúde – ano base 2009: http://www.ans.gov.br/main.jsp?lumPageId=8A95886526578F9301266705F75F7C99

 Conheça a lista de todas as operadoras com os respectivos resultados da avaliação de desempenho – ano base 2009: http://www.ans.gov.br/portal/site/_qualificacao/pdf/ANS_IDSS%202009_%20Resultados%20_Lista%20das%20Operadoras_V11_08_2010.pdf

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