Estratégias para um marketing eficiente

Bem resumidamente, o marketing representa todos os meios que uma empresa dispõe para vender seus produtos ou serviços. O marketing moderno está diretamente ligado à gestão das empresas, desde a concepção de um produto ou serviço até o pós-venda, intervindo diretamente em todos os setores das empresas.

Em linhas gerais, pode-se dizer que o marketing estratégico e suas funções precedem a produção e venda de um produto, podendo ser incluído o estudo de um mercado, a escolha do consumidor alvo, a fixação de preço, a produção e a distribuição. Já o marketing operacional e suas funções são posteriores a produção, sendo incluído a criação de campanhas publicitárias e promocionais, as ações de vendas, o marketing direto e o pós-venda.

Algumas dicas importantes:

  • Fique atendo ao futuro – É necessário estar atento para o futuro, prever todas as mudanças que podem ocorrer no seu mercado e estar preparado para adaptar seu produto e a própria empresa às mudanças que ocorrerem.
  • Aproxime-se de seus clientes – Crie meios, através de suas vendas, para conhecer cada vez melhor o seu cliente. Saiba quem são, o que gostam, o que fazem, o que esperam de você e do seu produto. São informações que sempre o manterão atento ao que está ocorrendo no mercado e desta maneira, poder antecipar-se às mudanças.
  • A decisão deve ser sobre fatos e não “eu acho” – O que mais se encontra no mercado são decisões tomadas na base do achismo. Acho que vai dar certo! Se aquele produto deu certo, acho que o meu também vai dar! Este tipo de decisão só leva as empresas à ruína. Sempre que for tomar uma decisão, recorra a fatos reais, a estudos de mercado e tome suas decisões conscientes.
  • Ações com espírito crítico – Se há um estudo de mercado, não se deve esquecer-se de também utilizar o espírito crítico. Muitas vezes um estudo demonstra as condições de um mercado no momento e deve-se saber avaliar o estudo com uma visão de futuro.
  • Não se esqueça da fidelização – Cada vez mais empresas brigam por fatias cada vez menores de clientes, devido ao grande aumento de concorrentes. Conquistar um novo cliente é cada vez mais difícil e oneroso para a empresa do que fazer com que seus clientes sejam fiéis ao seu produto ou marca. É necessário, cada vez mais, estar atento aos concorrentes e ficar próximo aos clientes não permitindo que eles sejam seduzidos por ofertas mirabolantes..
  • Ouse – Embora existam várias ferramentas a disposição dos profissionais de marketing para avaliação de mercado e comportamento de consumidores, é necessário frisar que ainda existem taxas de insucesso bastante altas (cerca de 70% para produtos ou serviços novos) então é necessário um pouco de ousadia. Ousar é arriscar, mas o importante é ter em mente que o risco deve ser calculado. · Seja constante em sua comunicação – O maior erro da maioria das empresas é achar que estar fazendo mudanças constantemente em seu produto ou serviço, na forma de distribuição ou em sua comunicação, não afeta seus consumidores. Isso pode atrapalhar, e muito, a vida de um produto. Procure ser constante, principalmente na sua comunicação. Quando for fazer uma campanha publicitária, tenha em mente que uma vez não basta, é necessário persistir, mantendo a mesma comunicação.

Para o diretor da DRT Mídia, Maurício Carmagnani, ser líder de seu mercado é o objetivo de qualquer empresa, e o uso de estratégias agressivas, investimentos e redução de custos deve ser constante. “Chegar à liderança é possível para qualquer empresa que planeja e organiza suas ações. Mas manter-se líder e com sua marca na mente dos consumidores é uma tarefa mais desafiadora ainda. Ao perguntar para diversos profissionais do mercado qual seria o problema de uma empresa em que sua receita não atinge os níveis da concorrência, uma das primeiras respostas dadas é o marketing está com alguma deficiência. Nesse caso, inúmeras são as análises de avaliação sobre as dificuldades encontradas”.

Entretanto, segundo o profissional, fica uma certeza: a importância de investir em estratégias eficientes de marketing para a valorização da marca e lembrança do consumidor. Ainda mais nestes tempos da ascensão da internet, a alta velocidade da informação e a superexposição e diversidade de propagandas cada vez mais criativas e cativantes. Nesse contexto, uma boa estratégia de marketing pode ser crucial para o sucesso da sua marca.

“No Maranhão, por exemplo, um dos maiores símbolos culturais local, e case de estudos de marketing, é o famoso Guaraná Jesus. Criado em 1920, difundiu-se entre os maranhenses com pouca propaganda e muito boca a boca. Hoje em dia, há até quem “importe” o guaraná para outras cidades. Em 2001, a Coca-Cola adquiriu a marca, mas sua ação de marketing seguiu a linha da paciência e mudança gradual, pois renovar a marca sem incomodar os fãs demandaria muita dedicação”, exemplifica.

Diante deste cenário, acrescenta, os criadores da campanha pensaram em três novos modelos para as latas do refrigerante, deixando a critério da população a escolha do novo design. Segundo a consultoria Nielsen, as vendas do refrigerante cresceram 17% desde a campanha. A ação bem planejada transformou o receio de que a mudança fizesse com que o consumidor não reconhecesse mais o produto que o remetia aos bons tempos de infância e se transformasse na verdade, em um aumento nas vendas e na credibilidade da imagem da marca.

“Em uma boa ação estratégica de marketing não se deve esquecer quem se quer atingir. Os consumidores do Guaraná Jesus, por exemplo, mesmo com as diferenças, continuaram fazendo do produto parte de suas vidas e sentindo-se donos dele também. O cliente em questão deve continuar próximo à marca, carregando ela nas suas lembranças e no seu dia-a-dia, sentindo um tanto quanto parte dela. Mais do que vender a qualquer custo, é importante vender em qualquer situação, seja na mudança ou na continuidade. O consumidor atingido por uma campanha dedicada a ele, certamente não esquecerá que, para aquela marca, tão importante quanto o lucro, é a confiança, opinião e afeição dele”, conclui.

Acesse um manual sobre como fazer uma boa divulgação de sua empresa em http://www.asesonline.org.br/cartilhas/mkt/boa_divulgacao_empresa.pdf

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Dicas Qualidade Online

Já que eu gosto de andar por esse mundo de deuses e cozinhar, a partir de agora o site vai editar textos dando dicas para os internautas que visitam São Paulo para cursos ou férias e mesmo para aqueles que moram na cidade. Comida, passeios, receitas, etc. …tudo visando uma melhor qualidade de vida.

Acarajé em São Paulo? Parece mentira, mas tem. Feito com feijão fradinho que deve ser quebrado em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após essa ser retirada, deve ser moído até ficar uma massa bem fina. Acrescenta-se cebola ralada e um pouco de sal. O segredo para o acarajé ficar macio é o tempo que se bate a massa. Quando a massa está no ponto, fica com a aparência de espuma. Para fritar, as baianas usam uma panela funda com bastante azeite de dendê. Para comer essa iguaria em São Paulo, estão listados os locais onde eu já comi. Deve ter outros.

Rota do Acarajé – Um boteco que serve o acarajé com camarão seco, caruru e vatapá. Tem outros pratos como moquecas e casquinha de siri. R. Martim Francisco, 529 – Vila Buarque – Centro. Telefone: 3668-6222.

Barra Baiana – Administrado pela baiana Vanda Barreto, que é famosa por seus acarajés. R. Traipu, 156 – Pacaembu – Oeste. Telefone: 3666-5565.

Point do Acarajé – A baiana Neide Sena Avelino frita seus acarajés em um pequeno espaço, que lembra uma garagem adaptada. Rua Herculano de Freitas, 316, Bela Vista, São Paulo, SP. Não tem telefone.

Soteropolitano – Tem o bolinho e outras receitas baianas servidas em um ambiente simples. R. Fidalga, 340 – Pinheiros – Oeste. Telefone: 3034-4881.

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Ergonomia industrial

Um leitor me perguntou se existe a ergonomia industrial? Creio eu que uma empresa poderia inserir em seu programa de qualidade um processo de gestão ergonômica, com a finalidade de adaptar as condições de trabalho ao ser humano, de forma que possa aumentar o conforto e a produtividade. Com isso, poderia atingir alguns objetivos:

• Melhorar o nível de conforto dos postos de trabalho através de melhoria e capacitação;

• Classificação dos postos de trabalho e seus riscos ergonômicos;

• Criar e capacitar comitês de gerenciamento por áreas e parceiras;

• Criar e capacitar grupos de solução por áreas e parceiras;

• Envolver todos os funcionários na busca do conforto e produtividade através da melhoria contínua;

• Diminuir e controlar queixas médicas relacionadas à doenças ocupacionais, quase acidentes e acidentes;

• Diminuir o absenteísmo provocado por doenças ocupacionais.

Para a implantação de uma gestão ergonômica, a empresa necessita de uma análise minuciosa dos postos de trabalho, depois e/ou concomitante uma análise dos processos administrativos, depois propor sugestões de melhorias diretas e indiretas na saúde do trabalhador. A análise ergonômica do trabalho tem como objeto o estudo das exigências e das condições de trabalho, das atitudes e das sequências operatórias que emergem da realização de uma determinada tarefa. Portanto, uma análise ergonômica é muito mais complexa que a simples observação dos mobiliários de trabalho.

Essa análise pode ser qualitativa e quantitativa. No primeiro caso, compreende uma avaliação das condições de trabalho basicamente através da observação da forma com que se trabalha e de entrevista com os trabalhadores e encarregados. Para tanto, um especialista baseia-se no seu conhecimento técnico sobre ergonomia, procurando verificar se as leis gerais do aproveitamento racional e de respeito às características fisiológicas e biomecânicas do trabalhador estão sendo seguidas naquela condição de trabalho. Importante haver o envolvimento dos trabalhadores no processo. Isso pode ser feito da seguinte forma: entrevista com os trabalhadores, identificando as ações técnicas que envolvem desconforto, dificuldade, fadiga excessiva e mesmo dor; percepção dos trabalhadores quanto às melhorias necessárias visando eliminar o desconforto e as dificuldades; participação na análise ergonômica do trabalhador experiente, do técnico da máquina, do facilitador e de outras pessoas necessárias (manutenção, suprimento, responsável por terceiros, etc.); identificação sistemática de ações técnicas no trabalho, situações ergonomicamente inadequadas, riscos para o organismo, gravidade e medidas de melhoria ergonômica; análise detalhada da organização do trabalho, através de entrevistas e procura de dados secundários da organização e verificação detalhada de mecanismos de regulação existentes.

Quanto à quantitativa, são feitas por meio medições precisas e científicas dos postos de trabalho. Por exemplo: quando o trabalhador exerce grande esforço com a coluna vertebral, a intensidade do esforço é quantificada com o uso de modelo biomecânico computadorizado tridimensional. Alguns desses programas informam a força de compressão nos discos da coluna vertebral naquela tarefa e também a percentagem de trabalhadores capazes de fazer aquela tarefa em cada uma das articulações do corpo.

Enfim, é preciso realizar as intervenções ergonômicas para melhorar significativamente a eficiência, a produtividade, a segurança e a saúde nos postos de trabalho, devendo-se atuar em todas as frentes de qualquer situação de trabalho ou lazer, desde os estresses físicos nas articulações, músculos, nervos, tendões, ossos, etc., até aos fatores ambientais que possam afetar a audição, a visão, o conforto e, principalmente, a saúde. Em resumo, devem ser usados os conhecimentos adquiridos das habilidades e capacidades humanas e estudar as limitações dos sistemas, organizações, atividades, máquinas, ferramentas e produtos de consumo de modo a torná-los mais seguros, eficientes e confortáveis para uso humano.

No link http://www.ergonet.com.br/download/ergonomia_neri_i.ppt acesse uma apresentação sobre a ergonomia do professor Neri dos Santos.

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