O que fazer quando os problemas pessoais afetam o desempenho operacional

Coleção e-books Volume 5 - GERENCIAMENTO POR ABORDAGEM DE PROCESSOS (envio do arquivo por e-mail)

E-book: Gerenciamento por abordagem de processos

As organizações se estruturaram na forma de processos. E implementaram atividades que transformam algum tipo de entrada em saídas que visam atender as necessidades dos seus clientes.

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Excesso de dívidas pessoais, separação de casal, preocupação com o desempenho dos filhos na escola, alcoolismo, drogas, etc. Esses são alguns dos problemas que mais atormentam o trabalhador. O que fazer quando as questões pessoais afetam o ambiente de trabalho?

Na verdade, no ambiente de trabalho, os hábitos das pessoas podem ter um impacto significativo. Eles incluem: isolamento, evitar tarefas, resistir a mudanças, ser negativo ou pessimista, promover e participar de fofocas, adiar e depois correr atrás do prejuízo, ser desorganizado, não compartilhar experiências ou compartilhar experiências demais e sempre levar as coisas para o lado pessoal.

Dessa forma, a desmotivação no trabalho pode estar ligada a diversos fatores, sejam eles externos ou internos. Os externos são aqueles ligados ao ambiente de trabalho, a própria equipe, ao chefe, às condições do local de trabalho, ao salário, à probabilidade de crescimento profissional etc. Já internos são referentes à saúde psíquica do trabalhador, assim como, o relacionamento interpessoal e familiar. Quando trabalhar se torna um verdadeiro fardo, é chegado o momento de se preocupar e investigar quais as causas de tanto desprazer.

Se o problema gerado é de ordem externa, torna-se simples contorná-lo, já que o profissional pode se aperfeiçoar naquilo que faz, investindo um pouco mais na carreira e ir em busca de um melhor emprego. Isso pode ser chamado de tolerância à frustração em prol de um bem futuro. Contudo, é necessário estar atento se é vantajoso essa mudança de emprego, se a outra empresa oferece oportunidade de crescimento profissional e melhores condições de trabalho.

Assim, as dívidas e casos de doenças, além de desavenças familiares, causam preocupação dos gestores de recursos humanos das empresas. Por conta disso, muitas companhias têm implantado programas de qualidade de vida para seus funcionários: sessões de massagem, planos de atividade física e de orientação nutricional, e a contratação de profissionais para orientar na gestão de carreira e no exercício de liderança.

Importante que as empresas devem procurar checar o estado de saúde clínica e psicológica de seus funcionários, com o objetivo de detectar precocemente todo tipo de disfunção. Isso pode ser feito por meio da aplicação de questionários médicos e de qualidade de vida, por exemplo. Com os resultados em mãos, as ações podem ser planejadas e direcionadas de forma mais efetiva e preventiva. Essa medida pode reduzir o afastamento dos funcionários, por motivos de saúde, além de possibilitar a retenção de profissionais talentosos por mais tempo no quadro funcional. Algumas sugestões de como o funcionário deve se comportar diante de conflitos pessoais:

  • Agir com cautela, sem procurar o isolamento ou se expor demais.
  • Tratar seus assuntos pessoais reservadamente; não deixando que presenciem suas conversas ao telefone ou vejam suas trocas de e-mail.
  • Compartilhar seus problemas com os mais próximos, pois isso pode aliviar a pressão e evitar possíveis mal-entendidos.
  • Relatar a sua situação ao superior hierárquico, mesmo que de maneira superficial, mas diga também como pretende lidar com ela e resolvê-la.
  • Procure ajuda; em caso de problemas financeiros, considere a possibilidade de pedir um adiantamento ou realizar um empréstimo; se for problema de saúde, inicie um tratamento.
  • Se o problema é persistente e a solução não é tão simples ou parece demorada, talvez seja necessário um afastamento do trabalho, por férias ou licença. Em casos mais graves, vale até desligar-se da empresa, para que sua imagem profissional não seja afetada negativamente.

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Dicas Qualidade Online

Já que eu gosto de andar por esse mundo de deuses e cozinhar, a partir de agora o site vai editar textos dando dicas para os internautas que visitam São Paulo para cursos ou férias e mesmo para aqueles que moram na cidade. Comida, passeios, receitas, etc. …tudo visando uma melhor qualidade de vida.

Jiló: esse amargo delicioso. Esse é o título de um livro que escrevi e permanece na gaveta. Todos na minha casa detestam o jiló. Só eu como. O fruto do jiloeiro apresenta uma fonte razoável de carboidratos e proteínas, além de fornecer vitaminas A, C e do complexo B e minerais como cálcio, fósforo e ferro. É considerado também um estimulante do metabolismo hepático e um regulador do sistema digestivo. Nas áreas rurais do Brasil é utilizado para combater resfriados. Possui coloração verde clara ou escura, e seu formato pode ser oblongo, quase esférico, ou alongado, dependendo da variedade. Tais frutos possuem um acentuado e característico sabor amargo. Uma das receitas do livro não publicado está abaixo.

Carne seca desfiada com jiló: 500 g de carne seca de boa qualidade, 1 cebola, 5 ou 6 jilós compridos cortados em pedaços com casca ou descascados, 1 dente de alho amassado e bem picado, 1 colher (sopa) de cebolinha cortada em rodelinhas, 1 colher (sopa) de salsinha picada azeite e sal. Coloque a carne seca de molho. Troque a água algumas vezes. Cozinhe em pedaços, coberta com água até amolecer bem (cerca de 30 minutos). Retire da água e desfie com a mão. Descasque a cebola e corte-a em tiras. Numa frigideira, aqueça o azeite. Coloque a carne seca desfiada e deixe que ela fique levemente frita. Retire da frigideira e reserve. Acrescente mais azeite, e refogue a cebola junto com o jiló cortado em pedaços. Junte o alho picado. Refogue mais um pouco. Deixe amolecer o jiló. Junte a carne seca, misture bem, corrija o sal e acrescente a salsa e cebolinha. Se quiser, coloque tudo em uma assadeira, ponha queijo coalho picado por cima e leve ao forno somente para derreter o queijo.

A moda é o retrofitting de máquinas e de edifícios

O retrofitting de máquinas ou equipamentos é feito quando elas possuem uma tecnologia obsoleta que pode ser atualizada através da aplicação de modernas técnicas e dispositivos de automação. Também conhecido como reforma ou modernização, é muitas vezes a solução para empresas que desejam dar uma sobrevida para máquinas antigas e obsoletas, mantendo suas características periféricas, com perfeito estado de conservação mecânica. Essa necessidade tem sido crescente, uma vez que a eletrônica das máquinas, equipamentos e sistemas evoluiu muito nos últimos anos e continua em rápida evolução.

Basicamente, no retrofitting, é realizada a atualização das partes, como a adaptação do equipamento à nova tecnologia de controle e acionamento de seus dispositivos, tornando-os mais confiáveis. No retrofitting pode-se também executar a restauração de máquinas, ou parte destas, que operam em ambientes agressivos. Como resultado, tem-se a recuperação das condições originais da máquina que foram alteradas pelo ambiente e tempo.

Como vantagens do retrofitting, há o aumento da produtividade, a redução dos períodos de inatividade, a redução de riscos operacionais, a disponibilização de recursos de programação mais simples, a garantia de acessibilidade a peças de reposição de forma rápida e por um longo período, e a possibilidade de integração em rede de comunicação com o restante da planta industrial ou com sistemas de gerenciamento. Outro benefício importante é a possibilidade de substituição de plataformas proprietárias de hardware e software, que normalmente são arquiteturas fechadas, por outras com arquitetura aberta, de fácil intervenção e intercambialidade.

O preço das reformas é baseado no projeto e na tecnologia incorporada, como, por exemplo, sistemas de controle, sensores e atuadores, controladores lógico programáveis, softwares, etc. O preço final do retrofitting busca sempre ser inferior ao de uma máquina, equipamento ou sistema novo, justificando a sua implantação.

Para a sua realização, deve-se: fazer um estudo do processo produtivo, definindo a produtividade e precisão desejada; uma análise da viabilidade técnica, do equipamento passar pela modernização; a especificação de fusos, guias, drives, servomotores e CNC, dentre outros; a desmontagem do equipamento e adaptação para receber os novos acessórios; a remontagem dentro das novas especificações; realizar os testes estáticos; uma programação do CNC; testes dinâmicos e de operação; treinamento dos operadores, e orientação quanto à manutenção.

Já modernização de prédios antigos começa a ganhar espaço em algumas cidades brasileiras, como São Paulo e Rio de Janeiro, havendo a chamada customização do condomínio, com a instalação de equipamentos de lazer parecidos aos oferecidos pelos lançamentos. Isso inclui ainda espaço gourmet, a sala de ginástica, a piscina aquecida, a varanda gigante e outros espaços destacados nos anúncios publicitários.

A diferença entre o retrofitting e uma reforma de manutenção é que no primeiro caso há uma reformulação geral do edifício, da aparência externa aos equipamentos de uso comum, passando pela estrutura e pelos encanamentos. Não há números de quantos são feitos atualmente em São Paulo, porque a maioria não depende de autorização da Prefeitura. No mercado há uma máxima de que o retrofitting vale cinco vezes o que é investido. Ou seja: ao gastar R$ 20 mil em uma reforma, o proprietário pode acrescentar R$ 100 mil ao valor final do imóvel. Hoje, até os bancos estão investindo em linhas de crédito para financiar o retrofitting.

Os administradores de condomínio são unânimes em apostar no modelo como o futuro dos prédios antigos de São Paulo, começando pelas instalações hidráulicas e elétricas, porque ao se fazer essa reforma produz-se economia. A aposta no retrofitting, segundo analistas, ocorrerá pelo que se chama de crise de localização, quando os terrenos mais bem localizados estiverem todos ocupados por prédios. Modernizá-los, então, será a saída para o setor, que hoje vive de lançamentos de genuínos clubes, continuar crescendo.

Um exemplo bastante significativo foi feito no Cine Marabá, localizado no centro de São Paulo. A partir da sala original (que tinha 1.655 lugares) e do mezanino, surgiram cinco novas salas com 430, 122, 133, 161 e 176 poltronas. O saguão manteve seu antigo caráter, com exceção do painel da bombonière, cujas telas de plasma conferiram um ar de modernidade ao ambiente –embora também tenham servido para impedir parte da visão do hall. As quase 6.000 peças do piso de parquê existente na plateia foram retiradas e colocadas sobre o granito do saguão. Os letreiros na fachada do cinema também seguem o projeto original.

O cinema foi inaugurado em 1945, foram removidas 12 camadas de tinta até se chegar às cores originais, e as quase 6.000 peças do piso de parquê existente na plateia foram retiradas e colocadas sobre o granito do saguão. Mais de R$ 8 milhões foram gastos para a reabertura do espaço e três anos se passaram desde a entrega do projeto para avaliação da prefeitura até o final das obras, que duraram cerca de 11 meses.

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