Como reconhecer os méritos na empresa

Coletânea Digital Target com as Normas Técnicas, Regulamentos, etc, relacionadas à Segurança Contra Incêndios

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O mérito é o principal motivo de promoção, segundo estudo da empresa de recrutamento Robert Half. O estudo, realizado com 382 gerentes, diretores, supervisores, analistas e coordenadores, relata que características como esforço, comprometimento e dedicação ao trabalho são as principais razões que levam alguém a ser promovido. Mais da metade dos que ascenderam nos últimos seis meses (61%) citaram o fato de terem se destacado no trabalho como fator primordial. Esse motivo ficou à frente de outros como a substituição de um superior (2%), contraproposta (6%) e até mesmo a expansão da empresa (9%). O estudo revela ainda, que a maioria dos gestores (57%) não oferece mais chances de ascensão aos subordinados, muitas vezes, por falta de budget na companhia.

Perguntados sobre o que a organização em que trabalham leva em consideração ao reconhecer e proporcionar uma nova oportunidade ao funcionário, 30% apontaram a capacidade gerencial e 21%, o perfil comportamental. Em terceiro lugar, com 15% das respostas, aparece a capacidade técnica. “Hoje o perfil pessoal é decisivo na hora de uma promoção. Não basta mais você somente saber fazer. É preciso desenvolver outras capacidades como liderança, trabalho em equipe e transmissão de conhecimento para se destacar”, explica o gerente Fabio Saad.

Para o sócio-diretor da BDO, Marcelo Gonçalves, uma das culturas que se precisa modificar no Brasil diz respeito à centralização de mérito pelos empresários e líderes de equipe. “Salvo honrosas exceções, é comum o coordenador de um projeto cobrir-se, sozinho, com os louros colhidos, esquecendo-se de dar o devido reconhecimento aos colaboradores que desempenharam papéis da maior importância na conquista de um bom resultado. Essa atitude tem um efeito negativo sobre o time. A chamada moeda simbólica, que pode vir por meio de um gesto de reconhecimento qualquer – por exemplo, um jantar de comemoração –, muitas vezes tem efeito mais benéfico sobre o espírito do grupo do que o pagamento de um bônus ou a concessão de um aumento de salário”, diz ele.

Atualmente, muito se fala em trabalho de equipe, sendo muito importante saber reconhecer os pontos fortes e fracos no desempenho profissional dos participantes para a criação de uma boa empregabilidade. Entretanto, algo que também contribui para o sucesso profissional é a necessidade de se reconhecer as capacidades, as potencialidades e os méritos daqueles que estão ao redor, ou seja, as qualidades dos colegas de trabalho, sejam eles chefes, parceiros ou funcionários. Grande parte do êxito profissional é resultado do que se consegue gerar por meio do contato com as pessoas e é bem sabido que para que uma empresa ou um projeto tenha sucesso os participantes devem ter uma boa integração. Quando apenas se consegue enxergar as suas qualidades pessoais, os seus acertos e as suas ações, perde-se uma grande oportunidade de aprender com a experiência dos demais colegas e ao mesmo tempo cria-se um precedente perigoso: ser visto como egocêntrico e pouco amigável. Saber reconhecer e valorizar as qualidades do outro é essencial para aquele que quer desenvolver verdadeiramente a cooperação, estabelecer empatia e criar ambientes de trabalho mais saudáveis.

Para Gonçalves, manter a equipe envolvida e motivada é um dos grandes desafios que se impõem no dia de hoje, pois a maioria das empresas trabalha com quadros cada vez mais enxutos. “Espera-se que as pessoas deem mais, e se mostrem proativas. E o que o gestor pode oferecer em troca dessa dedicação? A simples manutenção do emprego não é mais um fator determinante, sobretudo entre profissionais de alta capacitação técnica, que são disputadíssimos pelo mercado. É preciso oferecer também perspectiva de carreira, benefícios vários e um bom ambiente de trabalho. Também temos de analisar se estamos valorizando nossos currículos, e a melhor forma de fazer isso é avaliar se, ultimamente, investimos em capacitação. As empresas que proporcionam treinamentos têm o mérito de enriquecer seus quadros”, conclui.

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Espanhol no centro – Quando eu trabalhava no centro de São Paulo, era um freqüentador eventual do Fuentes. Esse restaurante espanhol lembra um botequim e serve alguns pratos típicos como a paella à marinera, para três pessoas, e durante semana há os pratos do dia, como arroz caipira e o bacalhau à espanhola. Como tive que ir ao centro, voltei lá em uma terça-feira e comi um puchero ou cozido à espanhola com batata, grão de bico, repolho, músculo, costela, frango, lombo, linguiça, chouriço e bacon. Nada que arrepia a gente com o sabor, mas honesto e a preços justos. Vale a visita quando estiver no maltratado e lindo centro de São Paulo. Rua do Seminário, 149 Centro – SP – Tel.: (11) 3228-1680/3228-3483 – http://www.restaurantefuentes.com.br/br/home.php

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Um modelo para a produção sustentável

2º Fórum Internacional de Certificação de Pessoas – Evento gratuito

29 e 30 de setembro de 2010 – Local: Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração – São Paulo/SP – Rua Antônio Comparato, 218 – Campo Belo – São Paulo – SP – Para se inscrever gratuitamente, acesse o link http://www.abendi.org.br/FrmEventoMan.php?evt_codigo=385

Seria possível haver a compatibilidade de uma sociedade consumista com o uma adequada preocupação com o meio ambiente? O crescimento da população seguido de novos padrões de produção e consumo resultou em quantidades de resíduos e substâncias tóxicas poluentes com efeitos desastrosos na biodiversidade. A concentração de desempregados, miseráveis e excluídos nos espaços urbanos caracterizados por desigualdades extremas produz e reproduz fenômenos de verdadeira crise social como marginalidade, delinqüência e narcotráfico. Grande parte da população mundial vive em condições de alimentação, saneamento, habitação e acesso ao lazer, cada vez mais precários.

Além disso, a concentração de gás carbônico na atmosfera é um dos fatores que provoca o efeito estufa, o aquecimento global terrestre. O seu aumento, depois da expansão industrial, resultou num consumo cada vez maior de combustíveis fósseis nos últimos anos, causando danos à camada de ozônio que alcançou um nível apavorante. A crescente escassez de água potável, conseqüência do aumento da população e do desenvolvimento industrial, gera a distribuição desigual desse recurso. A poluição dos rios, lagos e mares tem causado degradação ambiental por resíduos, dejetos industriais e orgânicos. O lançamento de esgotos não tratados aumentou muito, com impactos sobre a natureza e os seres humanos.

Assim, o novo paradigma para todas as ciências é aproveitar o meio ambiente, mas sem destruí-lo; é realizar a chamada preservação ambiental caracterizada pelo desenvolvimento econômico e pela utilização da natureza juntamente com a consciência e a prática de não degradá-la. Para o professor da USP, Gil Anderi da Silva, o debate a respeito das práticas sustentáveis nas empresas está cada vez mais intenso, envolvendo vários agentes sociais. “Percebe-se, no entanto, certa carência de funda­mentos científicos e de referenciais mais elaborados na discussão deste tema tão relevante para a vida das empresas e da sociedade. Do ponto de vista dos efeitos provocados pela produção indus­trial no meio ambiente, em particular, há que se destacar conceitos muito relevantes, tais como o da Produção mais Limpa (P+L), Ecoeficiência, Análise do Ciclo de Vida (ACV), Sustentabilidade ao Longo da Cadeia de Suprimentos (Green Supply Chain), Logística Reversa, como sendo elementos fundamentais para a elaboração e execução de um plano de sustentabilidade nas empresas”.

Ele diz que a prática da Produção mais Limpa (P+L) certamente contribui significativamente para o avanço no caminho da sustentabilidade. “Tal prática inicia-se no projeto e desenho dos produtos e busca direcionar o design para a redução dos impactos negativos do ciclo de vida, desde a extração da matéria-prima até a disposição final dos produtos. Já em relação aos processos de produção, a P+L orienta para a economia de matéria prima e energia, a eliminação do uso de materiais tóxicos e a redução nas quantidades e toxicidade dos resíduos e emissões. Em relação aos serviços, direciona seu foco para incorporar as questões ambientais dentro da estrutura e entrega de serviços”, explica.

Anderi sustenta que hoje, no entanto, constata-se que uma mudança de patamar se faz necessária: a mudança para o patamar do Consumo mais Limpo. “Esse conceito engloba o da P+L e vai além, para a etapa do consumo dos produtos e serviços, a qual inclui as atividades de distribuição, de comercialização, do uso propriamente dito e da destinação final dos produtos. A carência dessa evolução ficou explícita a partir do entendimento de que todas as atividades antrópicas, potenciais causas de todos os impactos ambientais, ocorrem visando ao atendimento das necessidades ou dos desejos da sociedade. Considerando que todas as necessidades e todos os desejos da sociedade são aten­didos por produtos e serviços, conclui-se que a busca pela minimização dos impactos ambientais deve incluir, obrigatoriamente, o percurso dos produtos a partir de sua produção. A trajetória dos produtos desde a extração dos recursos naturais necessários à sua produção, passando por todos os elos da cadeia produtiva e seguindo pela distribuição, comercialização, uso e destinação final é denominada de Ciclo de Vida dos Produtos. Neste contexto, fica claro que uma das vertentes para a consecução da sustentabilidade é o Consumo mais Limpo. Para limpar o consumo é preciso, inicialmente, identificar todas as sujeiras ao longo do ciclo de vida dos produtos e, a partir desse diagnóstico, estabelecer um programa de minimização de impactos abrangendo todas as fases desse ciclo”.

O professor também assegura que a Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) é uma técnica da gestão ambiental que avalia, de forma quantificada, os efeitos que um produto provoca no meio ambiente, ao longo do seu ciclo de vida. “Uma característica que diferencia a ACV de outras técnicas da Gestão Ambiental é a de que ela avalia os impactos ambientais associados aos produtos e pode também avaliar os impactos associados ao atendimento de necessidades e desejos da sociedade”.

O professor da USP, João Amato Neto, cita, como exemplo, a necessidade de mobilidade dos seres humanos. Essa necessidade pode ser suprida de inúmeras maneiras. “A título ilustrativo, posso apresentar um exemplo: Deseja-se saber qual dos combustíveis – gasolina ou álcool – é mais agressivo ao meio ambiente. À primeira vista poder-se-ia pensar em fazer a comparação a partir dos estudos de ACV de cada um dos dois produtos; no entanto, do ponto de vista sistêmico, a validade maior seria a de comparar os resultados dos seguintes estudos de ACV: Deslocar quatro pessoas por 100 km em um veículo movido a gasolina e deslocar quatro pessoas por 100 km em um veículo (o mesmo do caso anterior) movido a álcool. A aplicação de tais conceitos, aliados a uma decisão estratégica de considerar, além dos aspectos ambientais (planejamento de ações de conservação da biodiversidade, proteção da qualidade dos recursos hídricos, gestão ecologicamente racional dos produtos químicos tóxicos e dos rejeitos perigosos), os imperativos sociais (ações contra a pobreza, novas modalidades de consumo, ações de proteção e fomento à saúde humana, e ações contra a exploração do trabalho infantil e escravo, e, por outro lado, medidas a favor de condições decentes de trabalho) deverão nortear o futuro das empresas e organizações de sucesso no futuro próximo. Trata-se, de fato, de uma ruptura de paradigma de produção e de consumo e de um processo permanente de aprendizagem, no qual todos os agentes sociais públicos e privados deverão estar conscientes e mobilizados”.

Hábitos de consumo

Uma pesquisa denominada “Nosso Mundo Verde”, realizada pela TNS Research International em mais de 17 paíse, revelou que 40% das pessoas em todo o mundo já mudaram algum detalhe do seu comportamento para beneficiar o meio ambiente. Entre os brasileiros, o número de ecorresponsáveis é ainda maior: chega a 65%. Para o gerente de marketing da Husqvarna, Ronaldo Callmann, muitas empresas têm adotado novas medidas em relação ao seu impacto ambiental e ainda reforçam a necessidade de práticas de consumo conscientes junto a seus clientes – uma atitude que tem dado resultado. Ainda segundo a pesquisa, o Brasil é o segundo colocado no ranking de compras ecológicas, pois 83% dos brasileiros consideram-se dispostos a pagar mais por produtos ambientalmente amigáveis. Na Tailândia, cerca de 94% das pessoas aceita esse aumento no custo.

“Nesse sentido, ainda há muito espaço para que o conceito de capitalismo ecológico se desenvolva. Considerar-se disposto a pagar mais pela marca que melhor utiliza os recursos naturais já é um grande passo para consolidar hábitos sustentáveis na população. Do lado corporativo, cabe às empresas desenvolver processos mais ágeis e menos dispendiosos e tecnologias mais limpas, além de informar aos consumidores sua real postura em relação ao meio ambiente. É imprescindível que eles tenham essa informação para fazer a escolha mais correta, seja no ato da compra ou ao indicar a marca. Neste cenário, observamos que todas as fases da produção estão interligadas ao resultado final, agregando valor à imagem da marca e dos produtos. É como se a história de um produto fosse uma teia de aranha, em que todos os pontos são conectados e interdependentes. A palavra sustentabilidade trata exatamente dessa questão: aliar os aspectos econômicos às atitudes sociais e às práticas ambientais. Ganham os consumidores que escolhem produtos “verdes” ; ganham as empresas com uma melhor imagem de marca ao colaborar para um futuro melhor e ganha a sociedade com um planeta mais limpo e com bases sólidas para o crescimento sustentável”, acredita.

Callmann acha que o investimento em práticas sustentáveis gera benefícios principalmente no destino final de um produto ou em suas formas de utilização. “Por isso, além de verificar o preço de uma mercadoria, os consumidores devem prestar atenção em seus componentes e em seus impactos ambientais- seja em uma roupa ou em um equipamento motorizado. E com o avanço da tecnologia atual, o mercado hoje dispõe de inovações que conseguem reduzir os impactos na natureza e, ao mesmo tempo, gerar economia no seu bolso a longo prazo com produtos mais duráveis e econômicos – que podem demandar menos combustível, ou ser mais resistentes e duráveis, ou precisarem de menos manutenção. É o caso da tecnologia X-TORQ®, desenvolvida pela Husqvarna, que possibilita econom ias de até 20% de combustível e 60% menos emissões de poluentes A sustentabilidade corporativa avança ao oferecer ao consumidor produtos que proporcionem maior economia com menor impacto ambiental. Esse é nosso grande desafio. Trabalhamos para que ser ecorresponsável seja cada vez mais fácil – pelo bem do nosso progresso e pelo bem-estar das próximas gerações”.

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Dicas Qualidade Online

Já que eu gosto de andar por esse mundo de deuses e cozinhar, a partir de agora o site vai editar textos dando dicas para os internautas que visitam São Paulo para cursos ou férias e mesmo para aqueles que moram na cidade. Comida, passeios, receitas, dicas de informática, etc. …tudo visando uma melhor qualidade de vida.

 Culinária japonesa – Endeusada pela sociedade ocidental, a culinária japonesa não é somente baseada nos peixes crus. Quase sempre são servidos o arroz e a sopa, com os acompanhamentos (okazu). O prato mais comum é chamado de ichiju-sansai, consistindo de sopa, arroz e três pratos de acompanhamento que geralmente são sashimi, peixe grelhado e um prato quente. Essa refeição, geralmente, termina com o chá verde. Depois do advento do talharim, que veio da China, ele se tornou uma parte essencial da culinária japonesa. Há dois pratos tradicionais com talharim: soba e udon. Ao utilizar os derivados da soja, os japoneses substituem a carne vermelha na busca de proteínas, o que mantém o equilíbrio hormonal. O pepino, um dos legumes, muito usado na culinária oriental, hidrata o corpo, pois contém 95% de água, possui teor calórico baixíssimo, é diurético natural, facilita a flexibilidade muscular, amenizando assim problemas de cálculos renais. Os peixes e frutos do mar em geral são os maiores geradores do famoso omega 3. Enfim, essa culinária fascina as pessoas não apenas por seus valores nutricionais, mas também por seu aspecto visual.