O conceito de branding

Treinamentos em outubro BANAS QUALIDADE

Avaliação e Qualificação de Fornecedores – 25 de Outubro

Capacitar os participantes na sustentabilidade do negócio através do engajamento e gestão de seus fornecedores. Neste treinamento serão apresentados os conceitos de avaliação, qualificação, desenvolvimento e engajamento de fornecedores para uma gestão com benefícios mútuos.

Auditor Interno ISO 9000:2008 – 28 e 29 de Outubro

Capacitar os participantes para a condução de auditorias internas do sistema de gestão da qualidade, baseado nas normas ISO 19011:2002 e ISO 9001:2008.

Um leitor me mandou um e-mail querendo saber o que branding. Pode-se dizer que a marca é a união de recursos tangíveis e intangíveis, simbolizados num logotipo, gerenciados de forma adequada e que criam influência e geram valor. Conforme especifica o site da empresa Sebastiany em http://www.sebastiany.com.br/branding/index.htm, a marca representa o sistema integrado complexo de todos os recursos de uma organização, que promete e entrega soluções desejadas pelas pessoas. Já o branding é o conjunto de ações ligadas à administração das marcas. Tomadas com conhecimento e competência, essas ações levam as marcas além da sua natureza econômica, passando a fazer parte da cultura, influenciando e simplificando as nossas vidas, em um mundo de relações cada vez mais confusas, complexas e desconfiadas.

Assim, de acordo com o site do consultor e escritor José Roberto Martins, da Global Brands, http://www.brandingemarcas.com.br/branding/ torna-se importante fazer o branding porque tendo uma marca com uma atuação mundial ou apenas local, deve-se buscar a otimização do valor dela em relação ao faturamento gerado. Branding não é um trabalho fácil, e não se trata apenas de criar logotipos, desenhar embalagens e vender sacadinhas de propaganda que afaguem o ego dos envolvidos. Ao cuidar do branding, atua-se na criação, desenvolvimento, administração e comunicação das organizações.

O termo está sendo difundido em rodas de negócios e reuniões de executivos, pois a importância de investir no posicionamento e diferencial, assim como no visual e alinhamento da marca vem a cada dia ganhando mais espaço no mundo dos negócios. Antes pouco valorizados pelas pequenas e médias empresas, a identidade da marca e, consequentemente, a mensagem que quer transmitir dos seus produtos e serviços pode ser um diferencial na hora de fechar negócio. Porém, no que, afinal, contribuirá o branding para minha empresa?

Para Helio Moreira, diretor da NewGrowing Design & Branding, agência especializada em design de marcas, identidade visual e estratégias de branding, “essa termologia é nova, mas vem sendo aplicada há muito tempo por grandes companhias e aos poucos começa a fazer parte do cotidiano das pequenas e médias. Por isso, é importante entender, em primeiro lugar, o que significa, para depois colocá-la em prática”.

Uma prova deste conceito mostra que hoje muitas organizações passaram a valorizar ainda mais os bens intangíveis da marca, que, por sua vez, passaram a ser somados ao calcular o valor da empresa. Moreira explica que “nos últimos anos a evolução das marcas mudou o comportamento de gestão de algumas companhias. Partindo da promessa à entrega, de dentro para fora, da teoria para a prática. Sendo assim, está cada vez mais claro que a marca deve ser mais bem gerenciada e tratada como um ativo estratégico e com uma gestão específica. Não mais apenas como uma simples ‘logomarca’ jogada no mercado”.

Como fazer para gerenciar minha marca? Por onde começar? Essas e outras questões ficam transitando sem direção nos pensamentos de muitos empreendedores, seja de pequeno, médio ou grande porte, em qualquer nicho de atuação. “Neste momento precisamos parar e repensar nossas atitudes. Dando mais atenção para esse bem tão precioso que ao longo do tempo queremos construir e conquistar. Por isso, é importante avaliar para qual caminho deseja seguir. Seja contratando um profissional (gestor de marcas) com conhecimento e uma metodologia eficiente, para orientá-lo, ou, então, arriscar-se sozinho, traçando uma direção”, completa o especialista em gestão de marca.

Propondo um exercício de auto-análise e fazendo algumas perguntas importantes em busca dessas respostas, é possível se chegar a um resultado satisfatório. Comece pela essência e pelos principais atributos, em seguida, pontue em uma só palavra o diferencial da empresa. Será difícil, mas procure se concentrar e não minta para si mesmo. Seja franco, direto e procure não cometer excessos de atributos. Ou seja, simplifique. “Sem clareza na informação no que deseja transmitir ficará difícil passar aos colaboradores, clientes e parceiros aonde quer chegar. É preciso ser claro porque eles vão carregar esta mensagem e ajudá-lo a construir sua própria marca”, conclui Moreira.

A estratégia da empresa necessita estar alinhada à proposta de valor e a visão de futuro. É preciso criar referências para as pessoas, utilizando uma linguagem comum e fácil de compreender. Se conseguir organizar parte dessas informações e priorizar as diretrizes estratégicas, ao menos, a direção estará certa.

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Dicas Qualidadeonline

Cozinha cabocla – A imagem da terra e do homem do Vale do Paraíba, deixada por Monteiro Lobato, acabou se consolidando no contexto da cultura regional. A terra era vista como empobrecida, decadente, melancólica, abandonada pelos seus antigos habitantes. O homem, identificado por atributos oriundos da fase anterior da história regional e do momento da decadência da economia cafeeira, era assim caracterizado: preguiçoso, hospitaleiro, místico, ingênuo, triste, ligado ao caráter rural e ao fatalismo. Destacam a tradição religiosa católica como elemento forte da cultura regional, manifestada no cotidiano da vida urbana e rural. Uma mistura de raças, português com índio, alguma coisa negra, e eles foram os antigos bandeirantes que saíram povoando o país. Sua cozinha mistura tudo e é isso que vamos fazer: as receitas dessa comida que até hoje está por aqui e acolá.

Bisteca de porco cabocla – Pegue uma xícara de canjiquinha (quirera de milho) e deixe de molho em água fria por uns 40 minutos. Enquanto isso, tempere seis bistecas de porco com alho, cebola e sal batidos no pilão e um pouco de vinho tinto (o que sobrar use para acompanhar o prato). Acrescente um pouco de azeite em uma panela e doure as bistecas, acrescente uma cebola picada, três xícaras de caldo de carne (pode-se usar três cubos de carne dissolvidos em água quente), e a canjiquinha. Deixe cozinhar por uns 40 minutos ou até que a canjiquinha fique bem macia. Rasgue quatro folhas de couve sobre o refogado, coloque ervas de sua preferência e, se gostar, pimenta vermelha picadinha. Deixe cozinhar por mais uns cinco minutos. Sirva com arroz branco. feijão e angu.

Inspeção veicular ambiental em São Paulo

Como gerenciar as informações e as normas técnicas

Defendida por alguns e condenada por muitos, a inspeção veicular ambiental em São Paulo está sob suspeita. O Ministério Público abriu um inquérito civil para investigar o programa de inspeção veicular da cidade de São Paulo. Segundo o promotor de Justiça do Consumidor, Silvio Hiroshi Oyama, faltam as informações aos proprietários dos veículos testados sobre os problemas encontrados. Ele pretende exigir que a Controlar, empresa responsável pela inspeção, forneça um laudo aos motoristas que tiverem o veículo reprovado na primeira fase da vistoria, quando os técnicos checam visualmente o motor e a fumaça emitida, além de possíveis vazamentos.

Para o promotor, a falta do laudo prejudica os proprietários de veículos e também o meio ambiente. “Se tivesse conhecimento da desconformidade de seu automóvel já na primeira inspeção, o consumidor pouparia tempo, dinheiro e ainda contribuiria com o meio ambiente, uma vez que providenciaria a regulagem do motor desde essa data”, afirma Oyama no inquérito. A Controlar afirma que segue estritamente o que determina a legislação. A empresa diz que o proprietário do veículo recebe um relatório com informações suficientes sobre o motivo da reprovação na inspeção visual e na medição de gases. A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente disse que só irá se manifestar após ser notificada.

Uma pesquisa do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sindirepa) revelou que em 50 oficinas divididas por regiões (centro, norte, sul, leste e oeste) da cidade de São Paulo revela que 54% motoristas só levam os veículos para revisão após os mesmos serem rejeitados/reprovados na inspeção ambiental veicular, 22% disseram que fazem uma revisão pré e 24% afirmaram que vão ao mecânico de confiança antes e depois da inspeção. Os principais serviços executados em veículos de passeio para pré e pós-inspeção ambiental veicular são: descarbonização (limpeza do sistema de injeção eletrônica e lubrificação para a retirada de resíduos acumulados em áreas internas do motor); revisão do cabeçote; revisão do carburador; revisão completa (verificação do sistema alimentação, escapamento, motor, sistema de ignição, suspensão, freio e direção); revisão do sistema de injeção eletrônica; revisão do sistema de escapamento (catalisador – troca ou colocação); sonda lambda; troca de filtros de óleo; e regulagem do motor.

A pesquisa identificou também que a ampliação da inspeção ambiental veicular para toda a frota de São Paulo provocou aumento do movimento nas oficinas pesquisadas em até 36%, sendo que este maior índice foi constado na zona leste, 30% no centro e região sul e 21% na parte oeste da cidade. O Sindirepa criou programa de Seleção de Oficinas para Atendimento Pré e Pós-Inspeção Ambiental Veicular em Veículos/Motocicletas do Ciclo Otto e Ciclo Diesel que conta com o apoio da Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo. O consumidor pode consultar no link a lista com 280 oficinas credenciadas ao programa que estão separadas por regiões da cidade de São Paulo e também por tipo de veículo (carro, moto e caminhão): http://www.sindirepa-sp.org.br/consumidor_oficinas.asp

Especialistas dizem que alguns cuidados especiais têm de ser tomados com o catalisador e alguns outros componentes que afetam as emissões de poluentes. Centros automotivos realizam a pré-inspeção do veículo para verificar, além do catalisador, o sistema de escapamento, as velas de ignição, filtros e outros componentes. Assim, é muito importante que os motoristas levem seus carros para essa manutenção, pois é uma das maneiras de garantir que o mesmo estará em boas condições e poderá ser aprovado no momento da inspeção veicular.

Conforme informações da Controlar em pesquisa feita junto aos motoristas na entrada da Inspeção Veicular, são poucos os que se preocupam em verificar as condições de seu veículo antes de levar seu carro para a Inspeção. Isso resulta nos atuais níveis elevados de reprovação e conseqüente perda de tempo para os motoristas, que terão que passar novamente pela Inspeção após uma manutenção.

Em 2006 foi feita uma pesquisa, que apontou que no Brasil 24% dos veículos encontram-se sem catalisadores ou equipados com falsos catalisadores e 13% sem conversão de gases satisfatória, totalizando 37% da frota. O catalisador original é formado por uma cerâmica interna, composta por metais nobres que são responsáveis pela transformação dos gases poluentes do motor em inofensivos para o meio ambiente. A peça, projetada para ter a mesma vida útil do automóvel, poderá ter a sua carcaça danificada por impactos, afetando sua estrutura física, o que leva à perda total. Em casos como este, o catalisador deve ser substituído por outro novo.

Em 2010, houve a introdução da inspeção para 100% da frota registrada na cidade (exceto os veículos cujo ano de fabricação é o mesmo do ano em exercício, ou o ano de fabricação é o ano anterior e tenha realizado seu primeiro licenciamento no ano em exercício). Houve ainda os ajustes dos limites máximos de monóxido de carbono (CO) e de hidrocarbonetos (HC) para os veículos do ciclo Otto fabricados de 2003 em diante adequando estes índices à tecnologia do veículo e ajustes dos limites máximos de monóxido de carbono (CO) e inclusão da medição dos hidrocarbonetos (HC) como parâmetro de reprovação para motos. As inspeções referentes ao ano em exercício continuam seguindo o cronograma de antecedência de até 90 dias antes da data limite para o licenciamento, e o agendamento para inspeção será liberado 120 dias antes da data limite para o licenciamento.

Os veículos que não realizarem a inspeção ambiental veicular ou não forem aprovados para um determinado ano exercício, de acordo com o prazo estipulado, serão bloqueados pelo Sistema de Gestão do Programa. Para a realização da inspeção do ano exercício subseqüente, será necessário solicitar o desbloqueio por meio de procedimento a ser regulamentado. Após a data limite de inspeção os proprietários de veículos poderão agendar a inspeção ambiental a qualquer momento, uma vez que a não realização da inspeção ambiental veicular impedirá o licenciamento do veículo, sujeitando-o às penalidades cabíveis. O prazo limite para a realização da inspeção ambiental veicular para cada ano em exercício será até 31 de janeiro do ano subseqüente e o valor da tarifa é de R$ 56,44.

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