É preciso uma checagem constante para manter as equipes produtivas

 

A sua empresa precisa de normas internacionais ou estrangeiras? A Target oferece o melhor serviço de consultoria em normalização internacional e estrangeira do país, através de uma equipe de profissionais, que faz uma pesquisa avançada sobre a norma desejada, de forma rápida, ágil e segura. Pesquisas: realizadas por uma equipe de profissionais qualificados, diretamente junto aos principais organismos normativos do mundo, com rapidez e eficiência nos resultados, que o mercado exige. Gerenciamento: informamos sobre o status das normas de seu acervo, e sobre qualquer alteração, revisão ou publicação de novas normas de seu interesse por meio de emissão de relatórios. A partir daí, você decide se vai ou não atualizar suas normas. Tradução: tradução e formatação de normas técnicas internacionais e estrangeiras, realizadas por especialistas de cada setor envolvido. Clique para mais informações. 

Normalmente, é papel de o gestor estabelecer, gerenciar as rotinas e acompanhar o andamento das atividades de suas equipes. Esse processo de checagem deve ocorrer também na esfera profissional, pessoal e comercial, o que gera confiança e fidelização dos participantes das equipes. O intervalo de tempo entre os períodos de checagem deve ser curto o suficiente para permitir intervenções antes que seja tarde, e longo o suficiente para que o colaborador sinta que a empresa confia no trabalho dele.

Os itens a serem checados devem estar relacionados com as metas, principalmente as específicas, porque são elas que, usualmente, agregam maior valor. As pessoas são diferentes entre si, percebem os estímulos ambientais de modo diferente. Para manter a motivação e o entusiasmo das pessoas, é preciso ter diferentes tipos de abordagens.

O líder não se deve desperdiçar a oportunidade de reconhecer o bom trabalho e insuflar ânimo nas pessoas, pois a real contribuição do gestor no sentido de orientar e ajudar a criar novas idéias para superar problemas na execução do trabalho são aspectos fundamentais na checagem. Ele deve estimular o uso dos recursos que cada indivíduo tem à sua disposição e fugir das situações nas quais o funcionário sabe a resposta, o que tem que ser feito, mas aguarda que se descubra. Só então diga a ele o que fazer.

 

 

 

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Para o consultor Paulo Ricardo Mubarack (mubarack@terra.com.br), muitos gestores organizam o trabalho como se fossem ter à disposição os melhores funcionários do mundo. “Como evidentemente não têm, queixam-se de sua sorte e da empresa, crucificando a incompetente área de RH, que nunca consegue selecionar os empregados de que preciso. Sempre afirmo que ninguém é pago para ser ingênuo ou para trabalhar em um mar de rosas, com abundância de dinheiro e de pessoas talentosas. Portanto, um gestor com um mínimo de competência administrativa e senso da realidade não pode preparar seus processos contando com os melhores profissionais, pois a probabilidade de que não conte com mão-de-obra extremamente qualificada é muito grande”.

Para o consultor, o gestor precisa estudar, com o auxílio de RH, os perfis que realmente terá à disposição (em função do mercado e do salário que a empresa pode pagar) e preparar o trabalho para ser feito com garantia de qualidade mesmo com uma equipe muito ruim. E, o melhor, sem queixas. Ele pergunta: como se gerencia um grupo ruim?

Missão impossível? Longe disto. Em primeiro lugar, como já escrevi, o gestor deve estudar detalhadamente o mercado e compreender com clareza quem terá à disposição. Se não for o time dos sonhos, precisa arrumar em seus processos um treinamento forte; padrões documentados; supervisão excelente; automatização (toda que for possível); e inspeção rigorosa”.

Acrescenta que esse itens devem ser planejados em função dos perfis reais e não em função de perfis sonhados, mas inexistentes. “Eles amenizarão o fato do gestor ter uma equipe ruim. A falha não reside no fato de não termos pessoas talentosas e automotivadas à disposição, mas no fato de não reconhecermos e não nos prepararmos para esta realidade. Sonhar ou reclamar certamente não são bons negócios e não resolvem absolutamente nada. Ter funcionários muito jovens e/ou mal pagos e/ou com perfis fracos não é desculpa para equipes de baixa performance. Muitos gestores são preguiçosos e procuram o atalho, isto é, não preparam planos de treinamento, não escrevem procedimentos, não mapeiam processos, não desenvolvem supervisores excelentes, não estudam automatização e nem implantam inspeção rigorosa. Não têm paciência para isto. Preferem a zona de conforto onde acusam a empresa e RH de não contratarem as melhores e mais talentosas pessoas. É preferível um cara muito bom gerenciando um grupo de idiotas do que o contrário! O gestor precisa viver um paradoxo: ter um grupo ruim (exagerando na expressão) e, mesmo assim, ter a capacidade de organizar o trabalho para suavizar esta ruindade e obter resultados. Se não fosse assim, para que seriam necessários os gestores?”

Na verdade, o papel do líder é ajudar pessoas a realizar o que são capazes de fazer, formular uma visão para o futuro, encorajar, treinar, ensinar, estabelecer e manter relacionamentos bem sucedidos. Para liderar deve-se ter uma boa comunicação, habilidade nos contatos interpessoais, capacidade de treinar e formar equipes afinadas. As pessoas que trabalham juntas podem realizar façanhas incríveis. As idéias, a criatividade e o trabalho em grupo terão que ser comandados por um líder forte que focalize a sinergia de seus liderados.

O líder tem que dá inspiração, influenciar as pessoas a juntar-se a ele em um propósito, em uma visão e em valores. O propósito estabelece o destino, a visão é para ver onde está indo e os valores é para guiar em direção a um futuro de sucesso sustentável em longo prazo. As organizações bem sucedidas para sobreviverem terão de passar por uma mudança cultural profunda e para isso os líderes terão que conceber visão, senso de valores, comunicação, motivação e manter suas capacidades de ação em constante mutação.

Para isso a liderança deve ser bem focada e confiante e assim o que transforma a visão em realidade é o sucesso em identificar seus próprios pontos fortes. Toda força de trabalho das organizações é motivada pela participação de seus funcionários em todo o processo de trabalho e dessa forma os líderes criam equipes e sabem compreender que os funcionários fazem parte concreta nas tomadas de decisões da organização.

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As empresas premiadas em qualidade no ano de 2010

Foram divulgados os ganhadores dos prêmios de qualidade em 2010. O Prêmio Nacional Gestão Banas consagrou as seguintes empresas em suas categorias:

Categoria Qualidade: Beverage Quality Laboratory; Consórcio CCPR-Repar; Construtora Andrade Gutierrez; Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão; Consórcio Caraguatatuba; e Associação Beneficente dos Empregados em Telecomunicações.

Categoria Desenvolvimento Sustentável: Consórcio CCPR-Repar; Construtora Andrade Gutierrez; Consórcio Caraguatatuba.

Categoria Responsabilidade Social: Construtora Andrade Gutierrez S/A

Categoria Calibração: Senai – Santa Catarina

Categoria Ensaios: L.A. Falcão Bauer – Laboratório de Equipamento de Proteção

A cerimônia de entrega dos troféus às companhias vencedoras acontecerá no dia 2 de dezembro, em São Paulo.

Já o Prêmio Nacional da Qualidade, da Fundação Nacional da Qualidade, foi ganho pela Elektro e AES Sul. Além das premiadas, foram reconhecidas mais três empresas finalistas, que alcançaram bons resultados e podem ser consideradas referenciais em muitas práticas de gestão: a Cemig Distribuição, a Rio Grande Energia e a Companhia Energética do Ceará (Coelce. A cerimônia de entrega da premiação ocorrerá no dia 8 de dezembro, em São Paulo.

 

 

Harmonia WA

Essa semana estava almoçando em um restaurante quando dei de cara com o diretor da Imam Consultoria, José Mauricio Banzato, um dos maiores especialistas brasileiros em competitividade e produtividade. Depois de me contar muitos casos, ele, com os olhos bastante expressivos, disse que atualmente é dos maiores divulgadores da Harmonia WA. E o que é isso? Veja abaixo o cartaz que Banzato está divulgando.

Na verdade, essa tal de Harmonia WA está ligada às artes marciais japonesas. A idéia de Wado-Ryu Jujitsu Kenpo é paz e harmonia e Hironori Otsuka ensinou em sua poesia “TEN,CHI,JI NO RI-DO WASURU” que o caminho das artes marciais não deve ser meramente técnica de luta mas o caminho da paz e harmonia. A meta da prática desse estilo é trazer paz e harmonia, o que é mais difícil de ser atingido do que a vitória pela violência. Todos devem engrandecer uma força de vontade inabalável e um corpo saudável bem como uma grande inteligência para realizar o nosso ideal de paz e harmonia o que é necessário no mundo presente.

Assim, criar a harmonia (WA) é a condição mais difícil em artes marciais. Para se fazer isso, deve-se afiar seu intelecto não apenas através do treinamento físico,mas também do treinamento mental.As artes marciais não são um esporte. Enquanto os esportes estão relacionados com o conceito de vencer, as artes marciais se preocupam com a idéia de crescer. A filosofia da Wado-Ryu pode ajudar a pessoa a crescer em qualquer área da vida. E o Banzato está tentando aplicar esses conceitos no mundo empresarial. Quer falar com o Banzato e conhecer mais sobre o assunto: (11) 5575-1400 ou jose.banzato@imam.com.br

Os vetores complicadores da competitividade brasileira

Desmistificando o Aprendizado Organizacional (ISBN 9788573036824)

Desmistificando o Aprendizado Organizacional

Esse livro traz uma contribuição diferenciada em relação à evolução da tecnologia de gestão e estimula o leitor a desenvolver a competência no tema aprendizado organizacional. O livro conduz o leitor a saber como adquirir competências que os diferencie e os possibilite estar no páreo da competitividade e no caminho da longevidade empresarial. Clique para mais informações.

Nesses últimos anos, o Brasil vem perdendo mercado. Somente para se ter uma ideia, em 2009, o comércio entre Brasil e China atingiu o patamar de US$ 36,1 bilhões e intercâmbio comercial, no entanto, tem sido amplamente desfavorável para a indústria nacional. Enquanto as compras brasileiras da China concentram-se em produtos manufaturados (98% da pauta importadora), 77% das vendas do Brasil ao país asiático concentram-se em três produtos básicos (minério de ferro, grãos de soja e petróleo). O resultado líquido para o setor industrial tem sido muito negativo, atingindo em 2009 um déficit de US$ 14,2 bilhões. Para 2010, a estimativa é que o déficit se eleve a US$ 24 bilhões.

No mercado brasileiro, no mesmo período, produtos chineses substituíram bens nacionais num montante de US$ 14,4 bilhões nos mais variados setores da economia. Em muitos casos, as importações provenientes da China ampliaram fortemente sua participação em cadeias produtivas brasileiras, conforme demonstra a tabela a seguir:

Para a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), são várias as razões para a expansão das exportações de produtos manufaturados chineses para o Brasil. Na maioria dos casos, não se trata de uma menor produtividade da indústria brasileira no chão da fábrica, mas sim das inadequadas condições de competição da economia brasileira: juros substancialmente mais altos, carga tributária muito mais elevada, infraestrutura deficiente e câmbio apreciado.

Na verdade, no momento, depois das eleições, quando já se fala em aumento da carga tributária com volta da horrenda CPMF, o Brasil precisa de uma reforma tributária que deveria simplificar e tornar mais transparente o sistema tributário, reduzindo o número de tributos e a burocracia; reduzir a carga tributária; promover a isonomia tributária e distribuir a carga fiscal de forma mais equitativa entre os setores da atividade econômica, entre as regiões e entre empresas que atuam num mesmo mercado. Outro problema, apontado pela Fiesp que implica na falta de competitividade do país, é a retomada os investimentos nos diversos segmentos da infraestrutura para eliminar os gargalos existentes e reduzir o chamado “custo Brasil”. A participação do setor privado nesses investimentos será imprescindível, uma vez que os recursos do setor público são limitados e devem ser priorizados para as áreas sociais. Além de retomar os investimentos torna-se igualmente relevante a elaboração de políticas de médio prazo, que indiquem as prioridades de investimentos para os diversos setores da infraestrutura brasileira, apresentando objetivos e metas, de forma clara e transparente.

  • Transportes:

– Ampliar o programa de concessões rodoviárias, com base em modelos que priorizem a redução das tarifas de pedágios, tais como o de concessão não onerosa baseada na oferta da menor tarifa. Introduzir um novo critério de cobrança de pedágio, onde o valor seja determinado pela distância percorrida, com desconto para os usuários que utilizam a rodovia com maior frequência e nas horas de baixo movimento.

– Roubo de cargas: Implantar medidas para coibir essa prática criminosa, mediante leis mais severas e aumento da ação da Polícia Rodoviária.

  • Ferrovias:

– Ampliação da malha ferroviária: concluir as obras em andamento e realizar os novos investimentos em ferrovias programados no Plano Nacional de Logística de Transporte – PNLT.

– Revisão do modelo de concessões ferroviárias: estabelecer um novo programa de concessões focado no aumentando da eficiência e da competitividade, que permita a utilização/operacionalização de trechos ociosos por novos operadores e propicie uma maior participação da iniciativa privada na ampliação da malha ferroviária.

– Segurança, gargalos físicos e operacionais: resolver os problemas de convivência entre a ferrovia e as comunidades lindeiras, tais como, invasão da faixa de domínio e passagens em nível. Realizar de obras de contornos e travessias nas áreas urbanas, reduzindo riscos de acidentes e aumentando a velocidade dos trens.

  • Hidrovias:

– Investimentos: realizar os investimentos programados no Plano Nacional de Logística e Transporte (PNLT), no total R$ 15,7 bilhões, até 2023. Implantar novos modelos de parcerias público privada e de concessões, que permitam ao setor privado maior participação nos investimentos das hidrovias.

– Garantia da navegabilidade: criar legislação específica que estabeleça a inclusão de eclusas e de equipamento quando da construção de barragens, de forma a não gerar obstáculos para a navegação fluvial.

– Cabotagem: incentivar essa modalidade de transporte de cargas.

  • Aeroportos:

– Concessões aeroportuárias: promover a modernização e a ampliação dos aeroportos com uma maior participação da iniciativa privada nos investimentos em infraestrutura e na operação.

Em relação à São Paulo, a Fiesp aponta para o futuro governador:

• Duplicar a rodovia dos Tamoios (SP-99);

• Realizar as obras de contorno de Caraguatatuba e São Sebastião e de acesso ao Porto de São Sebastião;

• Construir o Rodoanel – trechos leste e norte;

• Ampliar a Rodovia Euclides da Cunha: duplicação, construção de faixas adicionais e marginais;

• Construir ponte de interligação dos municípios de Santos e Guarujá;

• Ampliar os eixos rodoviários de acesso à Região Metropolitana de São Paulo;

• Construir o Anel Ferroviário de São Paulo – trechos norte e sul;

• Duplicar as linhas ferroviárias de acesso à baixada Santista;

• Construir as obras para a segregação das linhas ferroviárias, eliminando os trechos de conflito entre o transporte de passageiros e o de carga;

• Implantar o Trem de Alta Velocidade (TAV) entre o Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas;

• Ampliar a capacidade de navegação da Hidrovia Tietê-Paraná, dos atuais 5 milhões t/ano para 30 milhões t/ano;

• Ampliar o Porto de São Sebastião;

• Ampliar o terminal de cargas e de passageiros de Viracopos e de Guarulhos: construção da segunda pista de pousos e decolagens em Viracopos; construção do terceiro terminal e do pátio de estacionamento de aeronaves em Guarulhos;

• Construir um novo aeroporto na Região Metropolitana de São Paulo.

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