EMAIL-QUALIDADE: Fale com um público de qualidade, meio ambiente, metrologia e normalização

A comunicação com os seus clientes ficou mais fácil, rápida e eficaz. O qualidadeonline’s Blog e o site www.banasqualidade.com.br estão com uma ferramenta prática e inteligente para o gerenciamento de campanhas de e-mail, em que o cliente pode facilmente criar peças de e-mail, controlar sua entrega e mensurar os resultados. Serão campanhas customizadas e coordenadas pela Redação, com o objetivo de gerar mais resultados.

Além de permitir o aumento das vendas e o fortalecimento da marca de seu negócio, o EMAIL-QUALIDADE facilita e fortalece o relacionamento com seus clientes. Agora você pode se comunicar com seus clientes de qualquer lugar, a qualquer hora, com muita rapidez, segurança e praticidade.

Depois que o cliente autoriza o envio o sistema inicia um disparo dos e-mails que em pouco tempo estarão na caixa postal dos destinatários. O cliente irá acompanhar os resultados ao receber um relatório, podendo saber quantas pessoas receberam o e-mail, quantas abriram, quantas clicaram num determinado link, quantas visitaram o site, etc. A personalização dos e-mails permite que cada cliente receba uma mensagem customizada, fazendo com que se sinta valorizado, reconhecido como único e tratado de forma especial.

Se o cliente quiser, pode separar a base de disparo dos e-mails de acordo com características especiais ou preferências. No EMAIL-QUALIDADE, pode ser criada uma campanha para cada nicho de mercado que se deseja atingir, destacando diferentes benefícios para cada um dos segmentos. O tratamento é personalizado para cada cliente e há uma preocupação em deixar os clientes atualizados quanto às novidades do mercado. Isso contribui para a conversão dos clientes potenciais em ativos e para a garantia de sua satisfação e retenção.

A data, o horário, o material a ser disparado, etc. deverão ser desenvolvidos de comum acordo, sempre sob a coordenação da Redação.

Base de dados: 250.000 e-mails válidos.

Média dos e-mails visualizados: entre 50 a 65%.

Cliques (média): entre 7,5 a 12,8%.

Preços:

Um disparo para toda a base de dados: R$ 2.200,00.

Mais duas divulgações nos sites www.qualidadeonline.wordpress.com e www.banasqualidade.com.br

Entre em contato:

Hayrton Prado

(11) 5188-1514/9105-5304

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O fantasma do desemprego ainda assusta os trabalhadores brasileiros

NBR ISO 26000

Publicada em 01 de novembro de 2010 a norma sobre as diretrizes sobre responsabilidade social, a NBR ISO 26000 foi baseada na ISO 26000. Esta norma fornece orientações para todos os tipos de organizações, independentemente do porte ou localização, sobre conceitos, termos e definições referentes à responsabilidade social; o histórico, tendências e características da responsabilidade social; princípios e práticas relativas à responsabilidade social; os temas centrais e as questões referentes à responsabilidade social; integração, implementação e promoção de comportamento socialmente responsável em toda a organização e por meio de suas políticas e práticas dentro de sua esfera de influência; identificação e engajamento de partes interessadas; e comunicação de compromissos, desempenho e outras informações referentes à responsabilidade social. Clique para mais informações.

 

O desemprego não é um problema só no Brasil; pois ocorre na Europa e em toda parte do mundo. Essa realidade faz parte da preocupação dos trabalhadores, dos sindicatos, das autoridades e dos estudiosos de problemas sociais, a despeito de não se possuir dados precisos sobre o desemprego. Enquanto alguns institutos falam em taxa de 12%, outros afirmam que a o índice chega a 18% na região metropolitana de São Paulo. A verdade é que, hoje, em qualquer família há alguém desempregado. Ele causa vários problemas: para o desempregado, para a família e para o Estado. Para o cidadão desempregado e sua família, o desemprego provoca insegurança, a indignidade, aquela sensação de inutilidade para o mundo social.

A tecnologia traz problemas e é uma das principais causas do desemprego mundial. Uma máquina substitui o trabalho de dez, 20, 40 ou mais pessoas. Soma-se a isso a redução da jornada de trabalho para oito horas e a semana de cinco dias, além da informatização, as novas tecnologias, o que gerou um problema de desemprego estrutural.

Como exemplo, pode-se citar os bancos, em que foram diminuídos em menos a metade os postos de trabalho. Tudo é informatizado, as pessoas não precisam do caixa humano, elas vão direto ao caixa eletrônico. Esses funcionários perdem o emprego e não têm outra oportunidade, porque todos os ramos de atividade estão se modernizando, não só os bancos, mas as indústrias estão sendo robotizadas. Estão desaparecendo muitas profissões e atividades profissionais, porque têm o robô fazendo o trabalho de muitas pessoas. Isso realmente gera desemprego e tanto o governo quanto a sociedade têm que contribuir para encontrar uma solução.

Talvez a solução momentânea seja a requalificação profissional. Os profissionais que perdem seus postos de trabalho devem passar por treinamentos e reciclagens. Só assim poderão encontrar outra atividade e assumir uma nova vaga no concorrido mercado de trabalho moderno. O desempregado não pode ficar esperando nova oportunidade para ocupar a mesma vaga que ocupava antes da demissão, mesmo porque aquela vaga, ou melhor, aquela função pode deixar de existir. Aquele que deseja voltar ao mercado de trabalho deve se reciclar, buscando uma colocação em outra área ou ramo de atividade; para isso, ele deve estar preparado.

A especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora, Sonia Jordão (contato@soniajordao.com.br), explica o que fazer quando se fica desempregado? “A primeira providência é assimilar a idéia de que está sem emprego, e é bom fazer isso rapidamente. Procure listar todos os seus compromissos financeiros. É importante saber o que tem a pagar. Estude sua situação financeira para saber como cumprir com os compromissos assumidos. Planeje o que vai fazer para se colocar novamente no mercado. Liste todas as pessoas que pode te ajudar a encontrar uma nova colocação no mercado. Busque se estruturar emocionalmente para ficar um tempo em casa, se preciso for. Tenha consciência que ficar em casa sem fazer nada pode abaixar sua auto-estima e aumentar suas preocupações. Então, é preciso encontrar alguma atividade para o período sem emprego, mesmo que seja fazer um trabalho voluntário”, diz ela.

Jordão dá algumas dicas:

  • Não se deixe abater pelo fato de estar desempregado. As empresas não querem saber que você precisa delas, mas sim o que você pode fazer por elas.
  • Geralmente as organizações que só admitem pessoas que precisam de trabalho, não pagam o que profissional vale. Empresas, que valorizam seus colaboradores, que querem aqueles profissionais que podem ajudá-las a crescer, pessoas competentes, são as que pagam melhor no mercado de trabalho. Portanto, o fato de alguém precisar trabalhar não é o motivo para uma empresa contratar alguém. Esse é um motivo importante para o profissional desempregado e não para a empresa.
  • Jack Welch, ex CEO da GE e considerado o maior executivo do século passado, disse que 10 % dos profissionais nas organizações estão prontos para serem mandados embora. Então, se você foi dispensado porque a empresa precisava diminuir o número de colaboradores, em algum momento de crise, provavelmente, fazia parte dos 10%. As estrelas, aquelas que ajudam a empresa a ir para frente, mesmo em momentos de crise, geralmente não são demitidas. Analise suas atitudes antes de ser demitido. Aprenda com seus erros.
  • Empresas precisam dar lucro e, portanto não podem ficar olhando o que você fez no passado, precisam ver quais são seus resultados no momento.
  • Monte uma estratégia para passar pelo processo de seleção. O que mais tira pessoas de vagas, em que, com certeza, poderiam ter sucesso, não é o conhecimento, mas sim o lado psicológico. Evite ser um derrotado. Mostre que você aprendeu e cresceu profissionalmente com seus erros. Seja um otimista e não um pessimista. Mostre o que pode fazer de bom pela empresa.
  • Converse com ex-colegas e ex-chefes para descobrir onde errou. Dizem que “pau que nasce torto morre torto”. Já que você não é pau, mude, mas para melhor.
  • Coloque o seu subconsciente para trabalhar a seu favor. Imagine como deve ser seu emprego ideal. Acredite que você merece! Só não peça pensando somente em você, porque negócios bons para um lado só, acabam.
  • Não fique lamentando o que já passou, senão não vai enxergar as novas oportunidades que aparecerão.
  • Peça ajuda. Procure as pessoas que você acha que podem te ajudar e ofereça trabalho. Mas tome cuidado, porque ninguém irá te indicar se não confiar em você. Portanto, seja confiável. 

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Educação no Brasil: um dos entraves para aumentar a qualificação de sua mão de obra

LIVROS SOBRE EDUCAÇÃO ESTRATÉGICA E CORPORATIVA NAS ORGAIZAÇÕES

Conheça os principais conceitos e premissas da educação corporativa, o que é capital intelectual, organização de aprendizagem e a visão das lideranças na Era do Conhecimento. Clique para mais informações.

Um relatório da United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (Unesco) identificou os seguintes desafios educacionais para o país construir suas estratégias para alcançar seu objetivo de desenvolvimento: distância observada entre os preceitos e as metas definidos na legislação educacional nacional e nos compromissos internacionais e a realidade nacional mostrada pelos indicadores educacionais; a participação limitada da sociedade civil em defesa do direito à educação; desigualdades nas condições de acesso à educação e nos resultados educacionais das crianças, jovens e adultos brasileiros, penalizando especialmente alguns estratos étnico-raciais, a população mais pobre e do campo e os jovens e adultos que não concluíram a educação compulsória na idade adequada; e a insuficiência na qualidade educacional, incluindo gestão dos sistemas e das escolas, currículos e propostas pedagógicas, valorização, formação e condições de trabalho dos profissionais da educação.

A educação, tendo como uma de suas formas de atuação mais importantes para a escolarização, é um fator capaz de desenvolver nos indivíduos suas potencialidades ao permitir o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho, como previsto na Constituição de 1988. Quando disseminada de forma universal e com boa qualidade, é um dos mais importantes mecanismos para a promoção de oportunidades entre membros de um país. É também um fator fundamental para o progresso de uma coletividade e fator preponderante no desenvolvimento econômico e social.

É ainda mais importante em situações de alta desigualdade, quando ganham maior relevo as responsabilidades do poder público. No Brasil, assim como nos países mais desenvolvidos, a educação é parte integrante das políticas sociais e parte do núcleo do sistema de promoção social por sua capacidade de ampliar as oportunidades e resultados para os indivíduos e famílias, além de ser elemento estratégico para o desenvolvimento econômico. Por isso, absorve grande quantidade de recursos públicos.

Mais recentemente, ocorreram no país alguns avanços importantes na ampliação do acesso a todos os níveis e modalidades educacionais, chegando à universalização do acesso ao ensino fundamental. A baixa escolaridade média da população e a desigualdade reinante ainda são, no entanto, graves problemas, o que mantém na pauta das discussões políticas e econômicas a necessidade de universalização da educação básica e de melhoria da qualidade da educação, bem como a eliminação do analfabetismo, com inevitáveis impactos de longo prazo para a área.

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelou que os dados e informações apresentados sobre o acúmulo de escolarização mostraram uma ampliação do número médio de anos de estudo da população de 15 anos ou mais. Persistem, no entanto, os fortes diferenciais regionais, que também são expressivos quando se observa esse indicador levando em consideração os quesitos renda, localização e raça/cor. O hiato educacional mostrou-se muito elevado, o que, em grande medida, expõe as dificuldades dos alunos para concluir, no período adequado, seu período de estudo, o que remete aos problemas da repetência e evasão escolar.

No que diz respeito ao analfabetismo, mostrou-se que ele é bem mais acentuado na população negra, nas regiões menos desenvolvidas e as nas zonas rurais. Está fortemente concentrado na população de baixa renda e o percentual e a quantidade de analfabetos se ampliou conforme aumenta a faixa etária da população. Além disso, constatou-se que a taxa de analfabetismo dentro de uma mesma geração é pouco sensível a mudanças com o passar dos anos. A queda do analfabetismo está ocorrendo pela escolarização da população mais nova e pela própria dinâmica populacional.

A taxa de escolarização bruta teve incremento para a faixas etária de zero a 17 anos. Já nas faixas etárias de 18 a 24 anos e de 25 a 29 anos, começaram a ocorrer decréscimos a partir de 2007. As taxas de frequência líquida, no entanto, foram crescentes em todos os níveis de ensino. A análise na perspectiva dos níveis de ensino mostrou que, na educação infantil, a equidade permanece um alvo ainda distante quando se trata do direito das crianças pequenas à educação. No ensino fundamental, o maior desafio é a melhoria da qualidade do ensino, que vale para os demais níveis e modalidades da educação básica. Além disso, salientou-se que o outro grande desafio é a regularização do fluxo escolar, ou seja, é preciso atingir a universalização na conclusão do ensino fundamental e não apenas no seu acesso.

Os dados mostraram que o país ainda não universalizou o ensino médio. Além disso, a capacidade instalada atual para oferta de ensino médio pode ser insuficiente para incorporar, imediatamente, o contingente de jovens de 15 e 17 anos que deveriam freqüentar esse nível de ensino, se houver a correção de fluxo do ensino fundamental. É necessário que haja, portanto, melhorias e expansão de capacidade física instalada para garantir acesso e permanência. Na educação superior, os desafios são ainda maiores, principalmente devido à baixa frequência e às disparidades e desigualdades existentes.

Os desafios para as políticas de alfabetização são o de repensar os atuais programas de alfabetização de adultos para torná-los mais efetivos e, em seguida, realizar a ampliação de sua cobertura. Outro desafio é acelerar o acúmulo de escolarização da população, o que implica ampliação do acesso e da permanência da população nas escolas em todos os níveis e modalidades. Na educação infantil e no ensino médio, os dados mostraram que o país está longe da universalização. Por último, um dos maiores desafios é a melhoria da qualidade do ensino para todos os níveis e modalidades da educação brasileira, prestando atenção redobrada às novas necessidades de conhecimentos e habilidades requeridas no atual processo de desenvolvimento econômico e social.

Enfim, o que se percebe são as grandes transformações do mercado de trabalho que estão associadas e/ou determinam mudanças no perfil da mão de obra, o que, consequentemente, interfere na educação e na formação profissional e suas relações com o desenvolvimento do país. A educação profissional deve possibilitar que uma pessoa empregada consiga manter-se no trabalho e caso desempregada tenha condições de pleitear um novo emprego. A qualificação profissional aumenta as chances do trabalhador, pois o torna mais competente e amplia as oportunidades de geração de renda. Contudo, sem qualidade na sua educação em todos os níveis o país  poderá ficar de fora do processo de desenvolvimento econômico e social mundial, pois nesses casos é imprescindível que haja mão de obra qualificada. Com a revolução técnica e científica não há desenvolvimento sem que uma ampla e eficiente rede de educação seja formada. E esse não é o caso do Brasil.

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