Não mude as pessoas para ter a sua equipe ideal

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Normalmente, os seres humanos possuem quatro estilos em sua forma de atuar:

Os analíticos:

  • Definem objetivos
  • Coletam dados e fatos
  • Analisam as informações disponíveis
  • Têm clareza no entendimento dos fatos
  • Fazem análise financeira das ações
  • Fazem considerações técnicas acuradas
  • Fazem análise de risco e impacto futuro das decisões

Os controladores:

  • Dividem um problema em pequenas partes para ter uma visão mais clara do problema ou projeto
  • Ordenam as ações para atingir os objetivos propostos
  • Fazem analise de risco para avaliar as conseqüências da abordagem adotada
  • Administram o plano
  • Implementam o plano
  • Acompanham os resultados

Os experimentais:

  • Assumem riscos
  • Buscam incansavelmente novas oportunidades
  • Têm visão de longo-prazo
  • Usam a intuição
  • Trabalham com correlações
  • Sintetizam os problemas e projetos

Os relacionais:

  • Observam o ambiente de forma intuitiva
  • Constroem cenários
  • Comunicam eficazmente os planos
  • Conseguem apoio, aderência e entusiasmo da equipe
  • Trabalham as questões humanas
  • Têm foco na satisfação dos clientes

Dessa forma, uma equipe de alto desempenho deve combinar eficazmente os quatro estilos de pensamento e comportamento. Importante dizer que não existe o melhor estilo, todos são importantes e combinados potencializam a equipe. Somente o líder e os membros da equipe devem sabem gerenciar conflitos que, inevitavelmente, surgem com pessoas de estilos diferentes. Mas é justamente dessa diversidade que se formam equipes de sucessos.

Para Eduardo Ferraz, consultor em gestão de pessoas e especialista em treinamentos, a maioria dos gestores sonha em ter, em suas empresas, a equipe ideal, e, muitas vezes, acha que a solução está fora da empresa. “A questão é que, na prática, além de trabalhoso, trocar a equipe custa muito tempo e dinheiro. O que muitos não sabem é que há sim uma alternativa para se montar esse time sonhado: aprimorar aquilo que você já tem. Invista mais tempo para conhecer a personalidade de seus colaboradores. Todo mundo sem exceção deixa um rastro durante a vida e este histórico indica tendências futuras. Tudo o que uma pessoa conseguiu até agora e tudo o que espera conseguir é muito influenciado por sua personalidade. Não seria exagero afirmar que é o patrimônio mais importante de uma pessoa. Portanto, é dramaticamente importante conhecer a personalidade de seus funcionários”, sugere ele.

Ferraz acha que não se deve forçar a natureza das pessoas. “Apesar de a personalidade adquirir alguma maleabilidade com o passar dos anos, a estrutura (a base) continua sendo a mesma durante toda a vida, pois lagartixa não vira jacaré. Não é bom negócio cobrar e insistir em coisas improváveis. Por exemplo: se uma pessoa é tímida, não lute contra isso, apenas administre. Provavelmente a praia dela não é lidar com o público. O contrário também é verdadeiro: se você tem um super extrovertido, colocá-lo para trabalhar fechado num escritório será uma tortura. Pense em mudá-los de função ou de ambiente”.

 Algumas dicas do especialista:

Identifique os pontos fortes. A inteligência e a eficiência de uma pessoa dependem de seu sucesso em tirar proveito de suas conexões mentais mais fortes. Ter um funcionário muito exigente, teimoso, perfeccionista, mandão, falante, desconfiado ou qualquer comportamento que, socialmente é visto como inadequado, pode se tornar um ponto forte, se utilizado em tarefas que demandem estes comportamentos. O sucesso está em descobrir e aprimorar os pontos fortes de seus colaboradores.

Posicione as pessoas onde elas rendem mais. A genética e o ambiente geram um indivíduo talentoso à sua maneira, pela capacidade de reagir ao mundo de um jeito único. Procure posicionar as pessoas onde elas possam usar seus talentos na maior parte de seu tempo. O perfeccionista gosta de organizar, o extrovertido de se relacionar, o dominante de comandar, o impaciente de acelerar.

Faça prática deliberada. Prática deliberada é aquilo que fazemos especificamente para melhorar aquilo que já temos de bom. Significa desenvolver com técnicas, estudo e repetição nossos talentos. Um grande talento sem o esforço do treinamento e da repetição não gera resultados. Muita prática deliberada significará melhor desempenho. ‘Toneladas’ de prática deliberada resultará na excelência.

Defina metas. Se você seguir as sugestões anteriores, terá autoridade para cobrar metas mais agressivas. Explique os motivos e estipule metas de aumento de faturamento, aumento de margem e diminuição de custos.

Cobre resultados. Parece óbvio, mas muitas empresas estipulam metas gerais e não cobram metas individuais. Sempre que possível cobre metas individualmente. A maioria das pessoas consegue um desempenho 20 a 30% superior quando as metas são quantitativas, e medidas e avaliadas mensalmente.

Institua a meritocracia. Premie, reconheça e promova os melhores, independentemente do tempo de casa que possuam. Isso dará um “choque de gestão” e motivará os mais talentosos e determinados.

Dê o exemplo. As pessoas só acreditam em um programa de melhoria se quem o propõe o segue rigorosamente e sem complacência. O exemplo vem de cima.

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Qualidade da iluminação em ambientes de trabalho

A Documentação de um Sistema de Gestão da Qualidade

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As dúvidas são muitas quando se quer implementar um sistema de gestão da qualidade e uma das principais relaciona-se à documentação, afinal os documentos do sistema podem ser encarados como um alicerce do processo como um todo. Clique para mais informações.

Uma luz adequada no ambiente de trabalho pode diminuir os acidentes ocorridos devido a fadiga visual. Dessa forma, criar um ambiente agradável no trabalho significa dar ao ser humano uma melhor qualidade de vida, exercendo uma influência psicológica positiva na realização da tarefa, sendo importante o estudo correto sobre o uso da luz nos ambientes de trabalho, já que o planejamento lumínico pode causar queda na produtividade e na qualidade da produção.

A iluminação industrial é definida a partir de critérios de qualidade e de quantidade de luz a ser fornecida. Em termos gerais, a função dos compartimentos da unidade fabril determina a iluminação exigida, como aparece explicitado em normas técnicas. Diante de tarefas que demandam elevada acuidade visual, o fornecimento de altos níveis de densidade de fluxo luminoso se torna necessário, ficando a liberdade de criação do quadro visual mais restrita. Neste caso, a qualidade do projeto que segue critérios como distribuição de luminâncias, existência de contrastes de brilho e cor, formação de sombras e ausência de ofuscamento, é definida objetivamente – ainda que dentro dos limites de mensuração impostos por sua própria essência, a partir de recomendações de bases científicas, de modo a contribuir para o aumento da produtividade.

Nos ambientes de uma unidade industrial, onde a acuidade visual requerida é pequena ou moderada, o que normalmente ocorre nas áreas de apoio à fábrica, a sensibilidade do projetista e sua concepção de projeto pessoal definem um quadro visual rico de sensações sensoriais, cujo tratamento em termos de qualidade obtida é subjetivo, e as variáveis que a definem são tratadas mais livremente. Uma boa iluminação não significa níveis excessivos de aclaramento,  embora a legislação somente especifique os níveis mínimos, mas sim de uma distribuição uniforme, evitando-se que a parte mais iluminada supere por um valor maior que quatro vezes o local mais obscuro, para que não ocorram ofuscamento e fadiga visual, geralmente ocasionada pela adaptação constante, da retina as variações de  aclaramento e penumbra.

O ofuscamento é uma sensação desagradável que pode ocasionar cefaleia, cansaço visual e astenopia, sendo causando por luz excessiva, superfícies polidas e refletoras, acarretando mau estar e desconforto no ambiente de trabalho, devendo portanto ser evitado. Sempre que possível, a iluminação natural deve ser utilizado só ou em conjunto com a artificial, resultando em economia de energia. Entretanto, a incidência de luz solar deve ser indireta, isto é, não deve penetrar diretamente no “campo de trabalho”, o que poderia ocasionar outros inconvenientes, tais como a adição do calor, aumentando-se o desconforto térmico. A reflexão de objetos metálicos são causas de ofuscamento, sendo necessário estudos preliminares para o posicionamento de claraboia, áreas de ventilação, lanternim, janelas e telhas translúcidas, visando melhorar o aclaramento. Porém, as aberturas poderão ser colocadas o mais alto que o pé direito permitir, mantendo-se entradas de ar na parte inferior do galpão onde não haja incidência de carga solar.

O projeto de iluminação além do dimensionamento correto do sistema  de proteção do circuito,  deve também levar em consideração o tipo de atividade desenvolvida no ambiente a ser iluminado para que se tenha no campo de trabalho os níveis de iluminância exigidos pela Norma, utilizando o fator de depreciação em função dos processos industriais desenvolvidos no local, como por exemplo, materiais particulados em suspensão, fumaças, névoa, etc., os quais acarretam queda no rendimento do sistema de iluminação, em virtude da sujidade depositada nas calhas, lâmpadas, refletores, etc. Um dos fatores determinantes para seleção do tipo de lâmpada adequada, é a altura do pé direito, porém é fundamental a observância do tipo de atividade desenvolvida no local, buscando-se atender as necessidades no aspecto fisiológico e funcional. O uso de lâmpadas fluorescentes deve se limitar a altura de 4,5 m, e deverão ser montadas no mínimo duas por luminárias, utilizando-se reatores duplos com alto fator de potência, evitando-se o efeito estroboscópio, que consiste em visualizar parados os objetos que estejam em movimento rotativo ou alternativo cuja frequência coincida com as pulsações da rede elétrica, podendo este fenômeno causar acidentes graves. O projeto deve visar e atender a maioria das atividades exercidas, porém nos casos especiais utilizar iluminação suplementar diretamente no ponto de operação do equipamento, atendendo os casos específicos.

 Lâmpadas  Características  Emprego
 Incandescente Baixo rendimento luminoso, pequena vida útil, existe em diversas potência, baixo custo de aquisição e instalação. Locais onde os níveis de iluminância é inferior a 200 lux, e o número é inferior 2000 horas anuais.
 Fluorescente Elevada eficiência luminosa, vida útil prolongada, custo inicial maior que a da lâmpada incandescente, emite luz próxima do branco, baixa iluminância, por isso oferece pouca possibilidade de ofuscamento, apresenta o inconveniente do efeito estroboscópio  Iluminação interna, comercial ou industrial, onde se deseja auto rendimento ou longa vida, indicada para locais de pouca altura onde seja necessária grande iluminância.
 Vapor de Mercúrio Bom rendimento luminoso e boa duração, apresenta luz monocromática de tom amarelado Normalmente não é usada em iluminação de interiores, usada em pátios, depósitos e fundições

Ronald Leptich, gerente de produto da Osram, acha que iluminação é um fator que tem cada vez mais destaque nos projetos de uma planta industrial. “Além do caráter simplesmente decorativo, há aspectos importantes atrelados às escolhas de arquitetos e projetistas quando se fala neste assunto. Entre eles, os mais importantes são a economia de energia, diminuição de custos com manutenção, conforto e segurança dos trabalhadores. Nesse sentido, para que uma empresa alcance o sucesso, que inclui o lucro, é importante que todas as partes do processo produtivo tenham sua performance maximizada, inclusive o sistema de iluminação”.

Ele explica que, depois de pensar na iluminação em uma perspectiva geral, é hora de avaliar cada área da indústria separadamente. Recepção, hall, área de circulação, área produtiva, salas de reuniões, diretoria, estacionamento, enfim, tudo deve ser muito bem detalhado. “Para melhor compreensão de como a luz influencia em diversos fatores na indústria, indico abaixo os pontos mais relevantes para projetos dessa natureza. Quando o assunto é produtividade, devemos lembrar que o local de trabalho deve ter a quantidade certa de luz para que as funções desempenhadas pelos colaboradores gerem o melhor resultado possível. Esse ponto está diretamente ligado ao bem-estar dos funcionários e, principalmente, à saúde e segurança. Isso porque a falta de luz pode gerar não só problemas de visão, mas, também, levar a erros e acidentes. Itens como ofuscamento e contraste devem ser bem trabalhados. No primeiro caso, por exemplo, há a geração de cansaço visual que possibilita maiores chances de erro e acidentes. Por sua vez, a falta de contraste entre aquilo que é manuseado e o ambiente pode fazer com que a percepção visual de objetos e instrumentos seja prejudicada.

Ele acredita que, para que o negócio se torne economicamente viável, deve-se unir lâmpadas e produtos com alta eficiência energética e boa durabilidade. Geralmente, as indústrias têm o pé-direito elevado, o que dificulta procedimentos de substituição das lâmpadas. Hoje, já existem no mercado algumas alternativas em termos de fluorescentes que duram até 90.000 horas quando aliadas aos reatores adequados.

Para melhor aproveitamento de tecnologias como essa, é altamente recomendado que se use luminárias que permitam que a luz incida na maior quantidade de superfícies possível, desde o teto até as paredes. “Luminárias de funcionamento independente em vigas, arandelas ou sancas são alternativas que tornam o ambiente mais aconchegante e colaboram com a sensação de amplidão. A vida útil das lâmpadas utilizadas é um item que merece muita atenção. Como já disse anteriormente, muitas áreas de uma indústria possuem difícil acesso e necessitam de lâmpadas duráveis o suficiente para evitar a constante troca, que resultará na redução de custos com manutenção. Já que o uso de energia em indústrias é constante, as lâmpadas devem ser economizadoras, sendo o ideal é optar por fluorescentes ou a tecnologia dos leds”.

Leptich aconselha que o sol é uma ótima fonte de luz, mas que deixa de ser aproveitado em muitos casos. É fundamental que durante a idealização de um projeto luminotécnico se harmonize o ambiente, equilibrando a quantidade dos tipos de luz, natural e artificial. Isso é possível quando se usa recursos como claraboias e janelas amplas. Permitir que ocorra incidência de luz natural no ambiente não gera apenas economia, mas também bem-estar e outras vantagens.

Os seres humanos possuem o seu próprio ritmo, estabelecido de acordo com o relógio biológico de cada indivíduo, que gerencia os períodos de descanso em um ciclo de 24 horas. Nesse sentido, a alternância entre os períodos de luz e escuridão possui um papel importante em nosso comportamento, físico e psicológico. É por isso que vale a pena lembrar que a luz possui outras funções além da criação de estímulos visuais. Mais saúde e bem-estar, motivação e qualidade do sono, além da estabilidade do ritmo biológico são apenas alguns atributos que você pode agregar ao ambiente industrial em um projeto bem planejado. A cada dia que passa é fundamental que qualquer tipo de negócio caminhe para a sustentabilidade. Práticas que antes eram tidas como de vanguarda, como incentivar a reciclagem ou a diminuição de consumo de itens descartáveis, hoje são essenciais para quem quer ter credibilidade e boa aceitação no mercado. Sendo assim, a iluminação deve ser vista com atenção especial, já que é um dos fatores analisados para que uma obra seja considerada  amiga do meio ambiente. Atualmente é possível ter uma indústria inteiramente iluminada com produtos inteligentes, que gerem ótimos resultados e pouca agressão a natureza. Um ótimo exemplo disso são os próprios diodos emissores de luz”, finaliza.

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