O diferencial está no design

Eduardo Przybylski, designer de informação da dBrain – eduardo@dbrain.com.br

Em datas especiais é comum vermos centenas de produtos em embalagens extremamente elaboradas e bem feitas. Tudo para valorizar o produto, aumentando seu valor agregado e possibilitando um destaque maior no ponto de venda. Logicamente, aumentando cada vez mais a percepção do consumidor.

Com o crescimento econômico do país, é possível observar um aumento significativo das empresas que investem mais nesse setor. Segundo a Associação Brasileira de Embalagens, o setor cresceu 10% em 2010. Isso é uma clara demonstração de que as empresas descobriram que para ganhar o consumidor, não adianta somente um produto de qualidade, mas também é necessário investir em boas embalagens.

Sabemos que a maior parte da decisão de compra acontece no ponto de venda. E essa é a hora mais importante em todo o processo. Por isso, é necessário avaliar alguns aspectos sobre a embalagem dos seus produtos:

• A marca – Deve estar sempre em destaque, identificando qual é o produto e a quem pertence. Dessa forma, o consumidor assimila todas as informações contidas na embalagem com a marca do produto.

• Avalie formatos – Eles podem ser decisivos para a decisão da compra. Embalagens bem pensadas, possibilitam melhor acondicionamento em armários e também tem fácil manuseio;

• Cores – Elas devem estar dentro do conceito do produto. Higiene e limpeza devem sempre buscar tons claros, sóbrios que remetam a sua função. Alimentos devem despertar a fome utilizando combinação de cores quentes.

• Materiais – Embalagens recicláveis e que agridam menos o meio ambiente tendem a levar vantagem. Como o apelo ecológico ganha força a cada dia, é importante desenvolver também produtos dentro desta nova tendência.

No mundo atual, de alta competitividade entre as empresas, qualquer fator que determine um diferencial deve ser avaliado com muita atenção. Fabricar um produto e fazer com que ele chegue à mesa do consumidor é um processo dominado pelas empresas.

Portanto o diferencial está na “cara” que seu produto tem e como ele se apresenta para seus clientes. O design é uma peça fundamental dentro da estratégia de venda e que precisa sempre ser levada em consideração, pois é ele que tem a capacidade de fazer com que um produto bem feito se mostre de forma correta para o mercado.

As marcas mais valiosas do mundo

Depois de quatro anos como a marca mais valiosa do mundo, o Google foi desbancado pela Apple, de acordo com a sexta edição do ranking BrandZ das 100 Marcas Mais Valiosas do Mundo, divulgado hoje pela Millward Brown, empresa especializada em pesquisas de comunicação, propaganda, mídia e brand equity. O ranking identifica o valor financeiro das 100 marcas mais valiosas do mundo. É a única avaliação que leva em consideração a opinião dos consumidores com relação às marcas e demonstra seus resultados associados ao valor financeiro. Em um ano, o valor das cem marcas subiu 17%, chegando a US$ 2,4 trilhões.
No topo do ranking, a Apple está avaliada em US$ 153,285 bilhões, representando um crescimento de 84% na cifra registrada no ano anterior.
Em relação a 2006, a marca acumula uma valorização de 859%. Já o Google passou a valer US$ 111,498 bilhões, 2% menos que no ano passado.
“No ano passado, a economia mundial passava da recuperação para o crescimento real e, por isso, o valor combinado de todas as marcas no ranking Top 100 subiu 64% desde 2006, quando o índice começou a ser feito”, diz David Roth, da Millward Brown. “Marcas fortes, embora não imune às vicissitudes do mercado, estão mais protegidas e são mais resistentes”.
Das 100 marcas, 19 são de companhias de mercados emergentes, contra apenas duas em 2006. O destaque para o Brasil é a entrada de mais uma empresa brasileira no ranking, o Itaú, na 90ª posição, valendo US$ 9,600 bilhões ou 29% mais do que anteriormente. A Petrobras ainda é a marca brasileira mais bem colocada, em 61º lugar (US$ 13,421 bilhões), com uma valorização de 39%. O Bradesco ocupa a 98ª posição (US$ 8,600 bilhões), valorizando-se 15%.
“O crescente número de marcas brasileiras no ranking global mostra o poder da economia local. Além disso, temos que destacar a preocupação dos executivos brasileiros com gerenciamento de marcas. Cada vez mais, fica claro que esta é uma competência importante para gerar valor a longo prazo e as empresas têm colocado o branding na pauta do dia”, diz Valkiria Garré, diretora executiva da Millward Brown Brasil.
A executiva também ressalta a força de outras marcas brasileiras além de Petrobras, Bradesco e Itaú, bem posicionadas embora não tenham figurado entre as 100 mais valiosas. “Além de Petrobrás, Itaú e Bradesco que figuram dentre as 100 maiores, há outras marcas brasileiras de forte destaque dentro das suas categorias. Dentre as 10 marcas de cerveja mais valiosas do mundo temos Skoll e Brahma, com acentuado crescimento de valor no último ano. Já a Natura figura entre as dez marcas de produtos para cuidado pessoal mais valiosas do mundo”.
Outros destaques da pesquisa:

  • Poder de consumo dos BRICs: Uma em cada cinco marcas são dos BRICs. Este ano, 19 marcas são representantes de mercados emergentes, ante dois em 2006 e 13 em 2010. A crescente presença das marcas de BRICs neste ranking global destaca o maior poder de compra desses países. Embora muitas dessas marcas sejam mais conhecidas em seus países de origem, agora, com a internacionalização, passaram a valer mais, como é o caso da Petrobras (61ª no ranking, com um valor de marca de US$ 13,4 bilhões) e ICICI Bank da Índia (posição 53, com valor de US$ 14,9 bilhões). Apesar desses su cessos, os consumidores nas regiões dos BRICs continuam a privilegiar as marcas ocidentais. Louis Vuitton, por exemplo (para quem o Brasil é seu segundo maior mercado), se beneficiou bastante com a euforia nestes países. O crescimento de 23% em valor de marca, avaliada em US$ de 24,3 bilhões, ajudou-a a atingir a 26ª colocação, três posições acima da que ocupava em 2010.
  • Marcas fortes continuam no topo, apesar da era da tecnologia: Coca-Cola (6ª), GE (10ª), IBM (3ª) e McDonald’s (4ª), destacam-se no estudo como marcas que sobrevivem por mais de 50 anos.
  • Tecnologia continua em alta: As marcas de tecnologia dominam o topo do ranking. Na terceira colocação, com valor de US$ 100,9 bilhões, a IBM completa o pódium ao lado das já citadas Apple e Google. O Facebook faz sua estréia no ranking este ano, na 35ª posição, como a marca que mais se valorizou entre todas da lista, ao registrar um aumento de 246% (US$ 19,1 bilhões). A varejista online Amazon se valorizou 37% (US$ 37,6 bilhões), ultrapassando o Walmart.
  • Marca de carro mais valiosa: A Toyota retoma posição como a marca de carros mais valiosa, o que demonstra, novamente, o poder de marcas consagradas para se recuperar mais rapidamente da crise financeira. Avaliada pelos consumidores como “grande valor”, a Toyota subiu 11% e chegou a US$ 24,1 bilhões.

As marcas mais valiosas de 2011

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