Aumenta o poder de compra do brasileiro em tecnologia

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De acordo com a 13ª edição da Pesquisa Brecha Digital, realizada pela Marco Consultora — empresa especializada em desenvolvimento e implementação de serviços de marketing sob medida para mercados altamente competitivos –, o poder de compra dos brasileiros em relação a All in One PCs, notebooks e netbooks teve sensível melhora nos últimos oito meses. Hoje, por exemplo, são necessários 1,5 salário médio para comprar um notebook no Brasil. Na edição anterior da pesquisa (agosto de 2010), esse índice era de 1,8.

A pesquisa foi realizada nos cinco principais países da América Latina: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México. O estudo revelou que o Brasil possui o segundo melhor salário médio, de $969, ficando atrás apenas do Chile, que possui salário médio de $995. A Colômbia e a Argentina possuem salários médios bem inferiores, $557 e $ 558, respectivamente. O México possui salário médio de $ 627.

O Chile, mais uma vez, aparece como o pioneiro no melhor acesso à tecnologia, sendo o país em que se necessitam menos salários médios para adquirir os produtos avaliados. Tal fato se deve não só ao alto salário médio, conforme explica Henrique de Campos Junior, consultor sênior da Marco Consultora: “O Chile possui localização geográfica privilegiada, por estar próximo aos fabricantes do Pacífico, além de possuir acordo de importação com países fabricantes e estrutura tributária vantajosa.”
A Argentina classificou-se como o país com o pior acesso à tecnologia, já que possui o segundo menor salário médio e sua moeda, o peso, sofre depreciação contínua em relação ao dólar.

Preços mais altos
Com relação aos preços dos produtos, também calculados em dólar, os praticados no Brasil são os mais altos da América Latina. Um notebook aqui, por exemplo, tem preço médio de $1.434. Já na Colômbia, o mesmo notebook custa $931. Um All In One PC sai por $1.110 no Brasil, e no México, por $808. Unanimidade em todos os países, o produto mais caro é o notebook. Confira a lista de salários médios e preços dos produtos:

“Apesar dos maiores preços, atualmente já é vantajoso comprar eletrônicos no Brasil. Isso porque a diferença de valor entre comprar no exterior e comprar aqui, é muito pequena se levarmos em conta a taxa de importação a ser paga, o manual do produto, que não será em português, e a assistência técnica, válida somente no país da compra”, comenta Campos. Hoje, no Brasil, para adquirir um All In One PC, é necessário desembolsar 1,15 salário médio, 1,48 salário médio para um notebook, 0,73 salário médio para um netbook e 1,10 salário médio para um tablet. Confira índices dos demais países:

Comparada à última edição da pesquisa (agosto/2010), esta edição demonstrou impressionante aumento do salário médio em todos os países ao longo dos últimos 8 meses, subindo de $809 para $969 no Brasil, o equivalente a R$1.557- o maior salário médio dos brasileiros já considerado nas edições desta pesquisa; de $451 para $558 na Argentina; de $745 para $995 no Chile; de $303 para $557 na Colômbia e de $561 para $627 no México.

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Será que funciona?

Invenção impede a propagação de incêndios, através de controle remoto

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Segundo o inventor Odolfo Nogueira da Silva Quando quando se fala em incêndios em edifícios, trata-se de um acidente coletivo, pois eles colocam toda a população do prédio e à sua volta em risco. Quando estes tipos de acidentes ocorrem, as pessoas envolvidas não podem fazer nada, somente os técnicos e bombeiros, que colocam suas próprias vidas em risco para tentar apagar o fogo ou salvar a vida desses envolvidos.

O projeto desenvolvido pelo inventor, denominado “Quadro de comando Remoto”, tem como objetivo modernizar, facilitar e impedir a propagação de incêndios, diminuindo o risco de bombeiros, seguranças e técnicos que tentam apagá-lo. Trata-se de uma caixa metálica, que através de controle remoto ou telefone à distância, acionam o quadro de comando e quando a pressão do balão de ar cair, o pressostato entrará em ação, fechando seu contato NA/NF.

Esta invenção é muito eficaz no combate à incêndio de edifício predial, residencial, comercial, shoppings, aeroportos, estádios, plataformas petrolíferas, hospital, estádios, entre outros. “O quadro de comando remoto pode salvar vidas de pessoas com deficiência física, idosos, mulheres gestantes, entre outros; além de preservar o patrimônio e bens materiais, evitando a propagação de grandes incêndios”, afirma Silva.

Por isso, Odolfo está em busca de parceiros para o desenvolvimento de modelos. Com patente requerida em todo o território brasileiro, o inventor busca negociá-la ou obter parceria entre empresas na área de segurança e combate a incêndios, para criar modelos, realizar testes e industrializá-la. Empresários interessados em investir no produto devem entrar em contato com a Associação Nacional dos Inventores pelo telefone (11) 3873-3211.

Os deficientes físicos na sociedade brasileira

Segundo os advogados Paulo Sérgio João e Ricardo Rodrigo Taza, da Paulo Sérgio João Advogados- http://www.psjadvogados.com.br, o preenchimento de cotas de trabalhadores deficientes sempre ocupou a preocupação das empresas a partir da edição da lei 8213/91, em seu art. 93, porque o mercado de trabalho não tem respondido satisfatoriamente para atendimento da imposição legal. A lei encontra limites óbvios do ponto de vista prático:falta de clareza quanto ao critério de proporção e de cargos mantidos na empresa; falta de adaptação dos locais de trabalho; falta de capacitação profissional de deficientes; falta de deficientes em número que atenda a demanda de cotas a preencher.

“Vários são os esforços constatados no processo de seleção: promoção da acessibilidade; privilégio de deficientes para preenchimento de vagas, com campanhas institucionais para inclusão de deficientes, para dizer apenas alguns movimentos de empresas. Todavia, a lei é aplicada sem observar suas dificuldades de aplicação prática e, não raro, empresas são penalizadas com autos de infração lançados pelo Ministério do Trabalho porque não estaria atendendo ao regime de cotas. O Tribunal Regional do Trabalho, em 9 de maio passado, publicou acórdão (Proc. 01615200708102001) em que confirma sentença de primeira instância contra a anulação de auto de infração que aplicou multa por descumprimento da lei de cotas. O fundamento do acórdão trazido pela notícia é que se trata de obrigação social e não exclusiva do Estado e que a obrigação não se resume em contratar, mas também em aplicação de meios da iniciativa privada na preparação técnica dos deficientes e reabilitados, com o fito de alcançar cumprimento do comando constitucional”, afirmam eles.

Contudo, segundo os advogados, há decisões em sentido contrário (proc. 02206.2007.023.02.00-1), anulando autos de infração com fundamentos relevantes, como por exemplo, de que “há hoje demanda excessiva por contratação de pessoas portadoras de deficiências, e que as entidades que preparam ou habilitam estas pessoas já não conseguem atender aos pedidos das empresas”.

Portanto, a sociedade ainda fica no impasse que nem a lei nem as decisões dos Tribunais resolvem. As empresas, no entanto, devem manter, durante o processo de seleção da ocupação de vagas, a priorização de pessoas deficientes, realização de campanhas, contatos com entidades capacitadoras de deficientes, demonstrando, deste modo, o gesto no atendimento de sua obrigação. Não estará livre, apesar disto, de ser autuada, mas terá argumentos e provas de que cumpre sua obrigação social.

Além disso, veja o que aconteceu com a deputada cadeirante Mara Gabrilli, que ficou mais de uma hora presa em um avião no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), até conseguir desembarcar, é apenas mais um exemplo de que as pessoas com deficiência não têm o seu direito respeitado no país. Gabrilli se recusou a ser carregada e teve de esperar, já que o elevador para passageiros em cadeira de rodas não estava disponível no local. Para o presidente da Target Engenharia e Consultoria, Mauricio Ferraz de Paiva, todas as pessoas, entre as quais se incluem as que possuem algum tipo de deficiência, têm direito ao acesso à educação, à saúde, ao lazer e ao trabalho. Isso contribui para a inserção social, desenvolvimento de uma vida saudável e de uma sociedade inclusiva. As pessoas com deficiência física para exercerem esses direitos e fortalecerem sua participação como cidadãos, há necessidade de se atingir alguns objetivos, como o direito a acessibilidade em edificações de uso público. Assim, a conquista por espaços livres de barreiras arquitetônicas implica a possibilidade e a condição de alcance para que portadores de deficiência utilizem com segurança e autonomia as edificações, mobiliários, os equipamentos urbanos, os transportes e meios de comunicação.

Em resumo, todos os espaços, edificações, mobiliário e equipamentos urbanos que vierem a ser projetados, construídos, montados ou implantados, bem como as reformas e ampliações de edificações e equipamentos urbanos, devem atender ao disposto nesta norma para serem considerados acessíveis. Edificações e equipamentos urbanos que venham a ser reformados devem ser tornados acessíveis. Em reformas parciais, a parte reformada deve ser tornada acessível.

O presidente explica que, no caso da deputada, existe uma norma, a NBR 14273 – Acessibilidade a Pessoa Portadora de Deficiência no Transporte Aéreo Comercial que estabelece os padrões e os critérios que visam propiciar às pessoas portadoras de deficiência condições adequadas e seguras de acessibilidade autônoma ao espaço aeroportuário e às aeronaves das empresas de transporte aéreo público regular, regional e suplementar. “Também está especificado que a empresa aérea responsável pelo transporte deve prover recursos materiais e pessoal treinado para permitir o despacho, embarque e/ou desembarque da pessoa portadora de deficiência e respectiva bagagem. Quando o terminal dispuser de passarela telescópica, deverão existir cadeiras de rodas e pessoal treinado disponíveis para o transporte, sem demora no embarque/ desembarque, de pessoas portadoras de deficiência motora que não se utilizarem de sua própria cadeira, entre a empresa aérea e a porta da aeronave. Nos casos em que a passarela telescópica não atender a inclinação máxima de 12,5%, as empresas transportadoras devem prestar a assistência que se fizer necessária. Quando o embarque/desembarque não se der por meio de passarela telescópica, deve ser efetuado por sistema eletromecânico de elevação que permita que a pessoa portadora de deficiência possa ser transportada de/até a porta da aeronave, de modo confortável, seguro e sem demora”, explica ele.

No caso de aeronaves com mais de 100 assentos, devem dispor de no mínimo uma cadeira de rodas de bordo, dobrável, com dimensões compatíveis (quando armada) com os vãos livres do interior das aeronaves, em especial corredores e lavatórios. Já as com menos de 100 assentos, recomenda-se que também disponham de cadeira de rodas de bordo, desde que haja espaço disponível para acomodá- la desarmada. “O passageiro portador de deficiência deve ser conduzido até o assento que lhe é destinado utilizando, caso necessário, a cadeira de rodas de bordo. Neste caso, a transferência de/para o assento destinado deve ser efetuada por tripulante de cabina treinado. Para a locomoção entre o assento e o lavatório, o passageiro que o necessite, deve solicitar o auxílio do tripulante de cabina para utilizar a cadeira de bordo. O passageiro que utilize cadeira de rodas deve ser acomodado em assento disposto ao lado dos corredores, cujos braços sejam removíveis ou escamoteáveis. Recomenda-se que os assentos para esse fim sejam localizados na dianteira e traseira da aeronave, o mais próximo possível das saídas.”, conclui.

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspx

NBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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