Trabalhar para o governo até o dia 30 de maio: ninguém merece

Gerencie com qualidade as normas técnicas em sua empresa
O sistema Target GEDWeb garante que sua organização tenha a segurança necessária para o desenvolvimento de projetos, produtos e serviços com base nas normas técnicas em vigor garantindo excelência em auditorias do Sistema Gestão e sendo reconhecido por diversos órgãos como a fonte mais confiável de atualização para documentos de origem externa do Brasil. Para se realizar um bom controle da documentação em uma empresa, deve-se estabelecer um padrão e verificar seu cumprimento, para a boa gestão da informação. Esses padrões garantem que os documentos sejam analisados, emitidos, alterados, aprovados ou re(a)provados sob condições controladas, de forma a evitar o uso de documentos obsoletos ou não válidos. Clique para mais informações.

O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) revelou que, disfarçada em meio aos preços de serviços, alimentos, bebidas, imóveis, veículos, enfim, de quase tudo que é consumido, vive uma ameaça mais feroz que o leão do IR (Imposto de Renda). A maioria dos brasileiros sequer se dá conta, mas a carga tributária embutida nos produtos pode ser quase três vezes maior do que aquela paga nos impostos sobre salários, patrimônios e demais rendimentos. Segundo estudo feito pelo instituto, esse ano foi preciso o brasileiro trabalhar exatos 4 meses e 29 dias para quitar seus débitos com os governos federal, estadual e municipal.

Antes, no período colonial, pagava-se um tributo para Portugal. E ele incidia sobre tudo o que fosse produzido e correspondia a 20% da produção. Essa taxa era denominada o quinto e recaía principalmente sobre a produção de ouro. Era tão odiado que foi apelidado de “o quinto dos infernos”. Portugal quis, em determinado momento, cobrar os quintos atrasados de uma única vez – no episódio conhecido como a derrama. Isso revoltou a população gerando a inconfidência mineira.

E hoje? De acordo com o IBPT, a carga tributária brasileira deverá chegar ao final deste ano em 38% do PIB, praticamente 2/5 da produção. Calcula-se que a capacidade tributária é de 24% do Produto Interno Bruto. Hoje, a carga tributária é o dobro daquela época da inconfidência mineira.

Ninguém discute o pagamento de impostos, pois o Estado tem o papel de gerador de qualidade social, em melhorar a vida dos cidadãos. Mas a inconsciência do povo em ser o maior contribuinte é uma verdade, pois ele acha que não paga impostos. Humilha-se nas filas dos hospitais, previdência social etc., porque não sabe que é ele que financia todo este processo. Para se ter uma idéia, tendo como base o ICMS em São Paulo, para efeito de vendas, uma pesquisa efetuada pelo IBPT mostra a realidade sobre o percentual de impostos que se paga:

Régua 45,85%

Cerveja 56,00%

Cachaça 83,07%

Refrigerante em lata 47,00%

TV 29 polegadas 38,00%

DVD 38,00%

Açúcar 40,50%

Sal 29,58%

Óleo 37,18%

Café 36,52%

Creme dental 42,00%

Cigarro 81,68%

Caderno escolar 36,19%

Carne bovina 18,67%

Carne de frango 18,00%

Sabão em pó 42,27%

Amaciante 43,16%

Achocolatado 37,84%

Margarina 500g 37,18%

É pouco, é muito, pode-se perguntar? A única verdade: são tantos os impostos pagos pelo cidadão que ele não percebe o quanto precisa trabalhar para sustentar uma empresa denominada governo. E o poder público não oferece nada em troca. O contribuinte paga: para ter uma assistência médica pública, mas, precisa pagar planos de saúde particulares; para que os filhos tenham estudo em escolas públicas, mas, precisa colocá-los em escolas particulares, pois falta qualidade na educação pública; para ter uma aposentadoria digna e descobre que não pode contar ela para se sustentar; para ter segurança, mas há necessidade de instalar alarmes e contratar guardas particulares; para ter transporte público, mas necessita pagar táxis ou usar seu carro com despesas astronômicas; para ter boas estradas, sem buracos e em perfeitas condições de tráfego, mas precisa pagar pedágios para se ter segurança nas estradas; para ser bem atendido nas repartições públicas, mas o que observa é o descaso dos funcionários públicos com os seus direitos. E por aí vai.

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Aumenta o número de jovens e menores envolvidos em crimes na internet

Tornou-se comum no escritório CRB Advocacia Criminal os pedidos de pais de jovens e menores de idade que, assustados com a situação repentina e criminal em que os filhos envolvem-se por conta de atitudes incorretas na internet, necessitam buscar apoio jurídico. “São queixas sérias que deixam marcas severas na vida do jovem e falta informação, tanto aos menores de idade, quanto aos pais que precisam monitorar e orientá-los porque muitas vezes podem ser co-responsáveis e responderem também legalmente pelas atitudes dos filhos”, explica Carla Rahal Benedetti*, professora e especialista em Direito Criminal, mestre e doutoranda pela PUC-SP, membro da Sociedade da Informação e da Comissão de Crimes de Alta Tecnologia da OAB-SP e sócia titular do CRB Advocacia Criminal.

Nos últimos três anos, a advogada constatou no seu escritório um crescimento de 70% no atendimento a jovens que cometem crimes pela web. Segundo ela, esse fenômeno contribui para alterar o perfil de reclamações pelo uso incorreto da internet. O último levantamento feito pelo Ministério Público Federal (MPF) aponta dados ainda mais alarmantes: em São Paulo o número de procedimentos abertos para investigar crimes pela rede mundial explodiu 318% entre 2007 e 2008, de acordo com o Grupo de Combate aos Crimes Cibernéticos – braço do MPF que rastreia denúncias sobre pedofilia, intolerância racial, pornografia infantil etc.

A adolescência é uma fase da descoberta do sexo e, a internet, também se torna um canal desse relacionamento entre crianças e jovens. Mas, para a Justiça mundial, menor de idade exposto na internet é considerado crime de pedofilia. Entre os casos, Carla Rahal Benedetti exemplifica dois que se arrastam na Justiça. Uma adolescente paulista, ao ter acesso as imagens da colega nua, inicialmente trocadas no bate-papo com outro menor, fez um blog que se espalhou rapidamente pela web.

“Em casos de adolescentes, os crimes são chamados de atos infracionais e estão sujeitos também a medida sócio educativa perante o Conselho Tutelar. São ações de competência da Justiça, da Infância e da Juventude. Na esfera civil, os pais também podem responder pelo dano causado pelo filho se ele for menor de 18 anos”, esclarece a advogada.

“No caso da postagem de fotos da moça despida, temos configurado crimes contra a honra, além da prática, ainda que em tese, do crime de pedofilia previsto no art. 241-A e 241 –D da Lei 8.069/1990, sem mencionar o fato da indenização civil cabível em desfavor dos pais desta adolescente”, acrescenta.

De acordo com a advogada, há casos que poderão haver, em caráter excepcional, a imposição de uma pena de internação em estabelecimento educacional que constitui na privação da liberdade, na prestação de serviços a comunidade, na obrigação de reparação do dano, entre outras penalidades, sem falar na pena de multa. “Percebemos que a falta de informação quanto às possíveis penalidades a esses jovens não é um problema de classe social. Falta informação aos jovens e aos pais de todas as classes sociais”, constata.

Outro caso que chama a atenção é o do garoto de 14 anos que envolveu os pais em uma investigação internacional de pedofilia, cujo processo já dura cinco anos. “Foi um processo complicado em que o adolescente baixou uma foto de uma criança do programa Kazaa, que compartilha a imagem com os outros usuários, e a olhou por curiosidade. Entretanto, tratava-se de uma imagem chocante de pedofilia. Por conta da linha telefônica e do IP do computador, a mãe passou a ser investigada pelo FBI e pela Polícia Federal brasileira, sofreram busca e apreensão na residência pela Polícia Federal. Foi muito duro socialmente e juridicamente para toda a família. E o menor, na ocasião, bem como sua mãe ainda estão respondendo pelos fatos em Inquérito Policial Federal, há desgaste de imagem, sem mencionar o fato de ter que se submeter durante um bom tempo a uma investigação por vezes dolorida”, explica a advogada.

Discussões impressas gravadas via MSN, programa instantâneo de conversas, também são agressões que comprovam bullyng, por exemplo. Em escolas elegantes de São Paulo acontecem muitos problemas que vão parar na delegacia entre jovens que trocam agressões pelo programa de conversa do celular BlackBerry. Outro caso envolve uma criança de dois anos de idade. Diante da foto da menor de idade no Facebook, programa de relacionamento social, o pai criticava a mãe e expunha a criança publicamente quanto ao que ocorria na disputa judicial de guarda e nas visitas da menor. Essa série de agressões só agravou o processo.

Cartilha para a internet

Membro da Comissão de Crimes de Alta Tecnologia da OAB-SP, Carla Rahal Benedetti foi a redatora responsável pelas questões criminais da cartilha da OAB-SP lançada em parceria com a Universidade Mackenzie. Intitulada Recomendações e Boas Práticas para o Uso Seguro da Internet para Toda a Família, o material faz parte de um projeto de conscientização para levar a informação à população quanto ao uso seguro dos meios eletrônicos. “O cyberespaço ainda é uma novidade que não tem leis específicas e um campo fértil para a ocorrência de crimes contra a honra, calúnia, injúria, fraudes financeiras, cyberbullying (humilhação de pessoas por meio de postagens na internet), roubo de senhas, difamação, e o crime mais preocupante, a pedofilia. A cartilha é um ação muito positiva da OAB-SP, já que as questões da web são condutas que se perpetuam no tempo. As questões da web são condutas que se perpetuam no tempo. Basta uma pessoa imprimir ou salvar em qualquer dispositivo digital a ‘imagem’ criminosa que se fará perpétua a sua divulgação, ainda que seja extraída definitivamente da internet pelos meios tecnológicos cabíveis”, finaliza a advogada.

O download pode ser realizado no link:

http://www.oabsp.org.br/comissoes2010/crimes-alta-tecnologia/cartilhas/cartilha_internet.pdf/download

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