Por que os colaboradores não se empenham em suas funções?

Coletânea Série Atmosferas Explosivas
Para que aconteça uma explosão com pós ou vapores, é necessário estarem presentes ao mesmo tempo uma fonte de ignição e uma atmosfera explosiva. Pode-se dizer, resumidamente, que uma atmosfera explosiva de pós ou vapores é formada a partir de uma determinada concentração de partículas em suspensão. Clique para mais informações.

Faltas sem aviso, as pessoas sem motivos justificados não aparecem no trabalho em equipe, fofoca, não há diálogo com o colega de trabalho, etc. Essas e muitas outras são atitudes de profissionais sem empenho, e que se revelam não ser a pessoa certa no lugar certo., Para isso, há muitas variáveis, e uma pode ser: gostar do que faz ou se treinar exaustivamente, experimentar, fazer diversos cursos para conquistar a qualificação necessária para fazer o trabalho de forma correta e com qualidade.

A pessoa para ser um profissional precisa cumprir com as necessidades e habilidades que a profissão exige. Ser profissional é cumprir com as responsabilidade e obrigações assumidas ao iniciar um trabalho. Alguns atributos do profissional: responsável, honesto, ético, respeitoso, habilidoso, competente, organizado, sensato, bem humorado, educado, criativo, disposto, justo, atualizado, eficiente, dinâmico, humilde, zeloso, etc.

Uma opinião bastante interessante é a de Cezar Tegon, presidente da Elancers e sócio diretor da Consultants Group by Tegon, que aponta um assunto em evidência que afeta significativamente a ambição de crescimento do país: a falta de mão de obra qualificada, o apagão profissional no mercado de trabalho. “Estamos vivendo uma fase que só esta começando. Por conta do foco para resolver um problema latente, as empresas estão esquecendo que um campo muito bem arado e pronto para a colheita é seu próprio campo. Poucas empresas sabem como blindar seus colaboradores em relação ao assédio de empresas concorrentes. Retenção de talentos é manter na empresa os melhores colaboradores que se tem. Existem várias ações que a empresa pode fazer para manter seus funcionários engajados, no entanto a empresa, para o funcionário, é na realidade o seu líder imediato, Podem existir políticas e benefícios atraentes, mas sem uma liderança presente e motivadora nada se sustenta por muito tempo. Para reter colaboradores é preciso que o líder seja realmente apaixonado por pessoas e saiba como trabalhar os talentos individuais de forma a dar “corpo” a uma força inovadora que impulsione a empresa no caminho do sucesso. Ser líder é saber ouvir, manter e desenvolver os talentos”.

Planilha ISO 26000
Planilha para avaliar a Maturidade da Gestão da Responsabilidade Social e Sustentabilidade das organizações
Esta planilha inédita (é a 1ª do mundo baseada na nova ISO 26000 para avaliar a Maturidade da RS) é mais uma contribuição do QSP para incentivar as organizações a adotarem as novas diretrizes internacionais ISO 26000 sobre Responsabilidade Social e Sustentabilidade.
Para obtê-la, basta se cadastrar no LinkedIn e se inscrever (gratuitamente) no nosso Grupo [Sucesso Sustentado] Qualidade, Gestão de Riscos e Responsabilidade Social.
A inscrição no grupo pode ser feita por aqui (na sequência, será enviado pelo sistema do LinkedIn um e-mail de confirmação da inscrição, com o link para baixar a planilha ISO 26000).

A NBR ISO 26000 fornece orientações para todos os tipos de organizações, independentemente do porte ou localização, sobre os conceitos, os termos e as definições referentes à responsabilidade social; o histórico, tendências e características da responsabilidade social; princípios e práticas relativas à responsabilidade social; os temas centrais e as questões referentes à responsabilidade social; integração, implementação e promoção de comportamento socialmente responsável em toda a organização e por meio de suas políticas e práticas dentro de sua esfera de influência; identificação e engajamento de partes interessadas; e comunicação de compromissos, desempenho e outras informações referentes à responsabilidade social.

Algumas empresas colocam a pessoa errada para responder por uma determinada função ou profissão. Por ser a pessoa errada, ela faz muita coisa errada e algumas vezes não faz nada e deixa o cliente esperando. Pode até ser um bom profissional, mas estando numa função errada, com certeza provocará transtornos aos clientes e à chefia. Exemplos de falta de profissionalismo: fazer o serviço de forma errada, atrasar a entrega de um serviço, não saber fazer o serviço, não terminar um serviço, etc.

Assim, a falta de profissionalismo pode ser em relação ao cliente e/ou em relação à chefia, à empresa com desrespeito, mal educado, mal humorado, grosseria, antipatia, desorganização, atrasos, etc. Algumas pessoas se esquecem de algo óbvio e que nem precisaria ser mencionado: no horário de trabalho deve-se trabalhar. Ao invés de resolver questões da empresa e cumprir com as suas funções, alguns usam boa parte das suas oito horas para lidar com assuntos particulares ou até para o entretenimento.

Tegon diz que há alguns anos as empresas se diferenciavam pelas condições econômicas, tecnológicas e estruturais. E hoje? “Atualmente, as empresas têm financiamentos mais acessíveis, os mesmos fornecedores de sistemas, máquinas e infra estrutura e trabalham praticamente com os mesmos processos, as best practices. O motivo pelo qual as atenções se voltam aos recursos humanos (pessoas), portanto, não é por gratidão ou por retribuição. O que faz com que o diferencial entre empresas sejam efetivamente reais são as pessoas que compõem a empresa. As pessoas são as únicas “coisas” capazes de dar novas ideias. E para o profissional, o que mudou? Estes ficam em uma empresa ou não muito mais devido a relação com ao ambiente de trabalho do que com os benefícios que a empresa oferece, ou seja, as chamadas “algemas de ouro”. Se a empresa tem todas as condições de desenvolver seus colaboradores, mas não o faz em razão daquele gestor “chato” está fadada ao fracasso em relação à retenção de pessoas”.

Muitas empresas falham na seleção de pessoal. Algumas empresas contratam de maneira atribulada, profissionais fora do perfil ou com perfil falso. As contratações por indicação também geram diversos tipos de problemas, pois a empresa ou contratante, com a intenção de satisfazer um cliente ou um bom profissional de dentro da empresa, acaba contratando um indicado, o qual não se enquadra no perfil necessário para o cargo disponível. Para vários cargos, o perfil exige profissional formado, mas a empresa, com a intenção de economizar, contrata pessoal sem a formação e algumas vezes sem experiência também. Assim o resultado será baixo nível profissional mesmo e o descontentamento dos clientes. Empresas com altas taxas de turnover não conseguem estruturar, treinar, harmonizar sua equipe devido às trocas de funcionários.

A questão dos estagiários ou temporários é uma outra dificuldades. É muito difícil conseguir que um estagiário ou temporário assumam as responsabilidades e comprometimentos necessários para execução de certas tarefas. Além de que, um estagiário está na sua empresa para aprender e com certeza terá muito que aprender. O empresário nunca deveria colocá-lo com um profissional, com as atribuições de atendimento total e direto de um cliente. O estagiário ou um funcionário temporário devem estar em posição de aprendizado, de auxiliar, de ajudante de um profissional qualificado.

Para o especialista, o líder de fato dispõe entre 60% e 70% de seu tempo cuidando das pessoas sob sua liderança. Seja para resolver questões simples, como abono de falta ou férias, até questões mais complexas de desentendimentos entre membros da equipe ou prazos de entregas de trabalhos. “Segundo a Fundação Peter Drucker, de cada três decisões sobre pessoas tomadas pelos líderes, duas são equivocadas. Se um gestor financeiro de cada três aplicações errar duas, será demitido rapidamente, mas quando o assunto são pessoas ainda se é muito tolerante. O desafio então é entender que a empresa não é apenas o que está escrito nos quadros de visão, missão e valores. Os principais executivos das organizações precisam saber que a liderança imediata, para seus liderados, é o retrato real da empresa. Não existe uma fórmula para se estabelecer quem pode ser líder. No entanto, para ser líder é preciso perguntar a sim mesmo: Gosto de gente? Estou pronto para explicar com clareza quantas vezes forem necessárias? Sei tratar as diferenças dentro de suas diferenças? Tratar as pessoas como únicas? Sou chefe – apenas mando ou crio motivação para a realização? Lembre-se que as pessoas escolhem trabalhar em empresas que identificam nelas seu principal bem. Não adianta discursos ou dizeres motivacionais nas paredes. É preciso que a liderança saiba que a responsabilidade de motivar e reter talentos esta em suas mãos”.

Outro problema está relacionado aos salários. Muitos profissionais dizem que fazem o que acham que devem fazer, de acordo com o salário que recebem. É um sinal de falta de profissionalismo, mas acontece com muita frequência. A pergunta que fica é: se o empregador pagar um salário justo, o trabalho será feito dentro da qualidade necessária e correta? Quem pode responder.

Por fim, um ponto que é cultura brasileira: a falta de disciplina, de não respeitar horários. Outra é o não cumprimento de metas. Alguns profissionais têm dificuldade em respeitar prazos e, ao serem cobrados, procuram dar o famoso jeitinho brasileiro.

Assim, muitos colaboradores precisam saber quais são as regras que regem o trabalho dentro da empresa para que sejam cumpridas. Se não há regras ou elas não são claras o suficiente, as pessoas agem à vontade e depois simplesmente dizem que não sabiam. Isso pode ser associado à falta de ética profissional. Enfim, ter funcionários dedicados é uma questão de desenvolver uma cultura interna voltada para isso. Em todos os departamentos e para todos.

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=100002095953440

Falando francamente sobre consumo e consumismo

LEAN SEIS SIGMA
FORMAÇÃO DE BLACK BELTS (AGORA EM 3 SEMANAS)
e FORMAÇÃO DE GREEN BELTS (EM 2 SEMANAS)

Os treinamentos Lean Seis Sigma do QSP são oferecidos, principalmente, na modalidade “in company” e para grupos de empresas em sistema de “consórcio”.
Na modalidade “curso aberto”, o próximo Curso de Formação e Certificação de Black Belts e de Green Belts terá início no dia 08 de agosto de 2011 (agora realizado em até 3 semanas). Clique para mais informações e para fazer a inscrição.

Vilmar Berna

Somos, por natureza, seres consumidores e estamos no topo da cadeia alimentar. Logo, consumir é nosso destino natural, o problema são os excessos. Excesso de gente, que já está demais e que continua se multiplicando globalmente, embora se reduza em diversos países e regiões. Cada boca que nasce demanda por mais recursos naturais, que não são infinitos. Mas existe um excesso ainda pior, o da desigualdade social, que permite que uns poucos possam se apropriar de mais recursos que a maioria, ou seja, não adiantará muito diminuir o excesso de gente sem também diminuir a ganância.

O mundo atual se construiu em torno da falsa idéia de que o mercado será capaz de suprir as necessidades humanas, a ponto de aceitarmos a organização da sociedade em classes sociais em função do poder de consumo. Quem pode consumir muito pertence às classes altas, os remediados, à classe media, e os pobres, às classes baixas. A reboque do conceito do poder aquisitivo surge quase que naturalmente a falsa noção de que os que tem muito são mais importantes e com mais direitos do que os que não tem, e isso é absolutamente falso, pois somos todos iguais em dignidade e direitos. O mercado só consegue ser solução para os que têm dinheiro. Para os demais, é preciso políticas públicas.

O problema não está só no colapso ambiental, mas no colapso ético e moral que nos põe em risco enquanto humanidade e civilização muito antes de desaparecermos enquanto espécie. Se as pessoas aceitarem a idéia de uma sociedade que valoriza o dinheiro acima dos valores humanos, acumular riquezas pode se tornar um fim em si mesmo em vez de meio de vida, aliás, a própria idéia de vida pode se empobrecer a ponto de se resumir a produzir numa ponta e consumir na outra. Bem longe da idéia de viver em abundância e plenamente. Em vez de nos tornarmos mais solidários e cultivarmos bons valores e a cidadania, acabaremos valorizando muito mais o individualismo, o materialismo, a competição desmedida, a insensibilidade com os menos favorecidos.

E tudo isso baseado numa mentira, a de que se todos alcançarem os mesmos padrões de consumo dos mais ricos, será possível haver recursos naturais para todos. Fazer com que todos acreditem nesta mentira é conveniente para os que dominam e controlam os recursos e as riquezas, pois em vez de pedir por mudanças, as pessoas irão querer que tudo continue como está na esperança de que um dia chegará a sua vez e que só não chegou ainda por que não foram capazes ou merecedores o suficiente. Não é de se admirar que seja tão difícil ser sustentável e compatibilizar progresso e meio ambiente.

Mas não é impossível. Não só outro mundo é possível como já vemos por todos os lados os sinais dessa mudança. Por mais que alguns gostem de se iludir com falsas promessas de consumo, elas percebem os sinais de esgotamento do Planeta. Um novo mundo já esta nascendo do velho mundo, e o que assistimos são as dores do parto. Precisamos é de coragem para persistir nos caminhos da mudança e valorizar escolhas diferentes das que trouxeram a humanidade à beira do colapso.

Não temos que comprar tudo o que vemos nas prateleiras. Não temos de acreditar em tudo o que se diz nas propagandas e devemos duvidar das informações tendenciosas, mentirosas e manipuladores. Não temos que seguir a moda e descartar um produto que ainda serve. Não precisamos de nenhum bem de consumo para amar e ser amados, ou para sermos felizes, ou para nos sentirmos importantes e reconhecidos socialmente.

Da mesma maneira que temos a liberdade de consumir o que nosso dinheiro ou crédito a perder de vista nos permite, também temos a liberdade de recusar o consumo desperdiçador de recursos. Podemos escolher consumir criteriosamente, apenas para atender a necessidades objetivas e realmente necessárias, preferir produtos socioambientalmente responsáveis, recicláveis, que fortaleçam as cadeias produtivas locais e a criatividade de nossos trabalhadores e artesãos. Podemos consumir de maneira planejada em vez de agir por impulso. Temos o poder de dizer sim e também de dizer não. Somos nós o poder do mercado.

Não foi o consumismo que nos fez assim. Ele apenas aproveitou a oportunidade por sermos assim e encheu as lojas e prateleiras e nossos sonhos e desejos de bugigangas e objetos que no final podem nem ser tão importantes para vivermos uma vida plena e feliz. Os inimigos não estão fora de nós. Para resolvermos a crise socioambiental em que nos metemos, teremos de ter a coragem de admitir que somos uma parte importante do problema – e também da solução.

Vilmar Sidnei Demamam Berna é escritor e jornalista, fundou a REBIA – Rede Brasileira de Informação Ambiental (www.rebia.org.br ) e edita deste janeiro de 1996 a Revista do Meio Ambiente (que substituiu o Jornal do Meio Ambiente) e o Portal do Meio Ambiente ( http://www.portaldomeioambiente.org.br )www.escritorvilmarberna.com.br

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspx

NBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=100002095953440

Glossário Técnico Gratuito

Disponível em três línguas, a ferramenta permite procurar termos técnicos traduzidos do português para o inglês e para o espanhol. Acesse no link

http://www.target.com.br/portal_new/ProdutosSolucoes/GlossarioTecnico.aspx?ingles=1&indice=A