A importância dos treinamentos nas organizações

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Sonia Jordão

O tema deste artigo não é nenhum mistério, tampouco um novo achado. Contudo, as coisas que temos o hábito de considerar como simples ou lógicas são as que precisam ser lembradas. Sabemos que quando executamos qualquer tipo de atividade, seja ela simples ou complexa, temos que ser competentes. Para tanto, competências cognitivas (conhecimento), atitudinais (atitudes, valores criatividade, emoção, auto-estima e inter-relacionamento) e operacionais (experiências e produtividade) devem ser desenvolvidas e aperfeiçoadas. Está aí a importância da realização de treinamentos nas empresas.

As organizações, tendo conhecimento desse fator, precisam se preocupar em treinar seus profissionais, em todos os níveis. Durante o treinamento, é imprescindível desenvolver nos participantes conhecimentos explícito (conceitos, fatos e teorias apreendidos através de esquemas cognitivos) e tácito (construção pessoal, mediante experiências e interpretações). Esse é o grande desafio dos treinadores/facilitadores Para que esses conhecimentos sejam aprendidos e/ou desenvolvidos, alguns aspectos são fundamentais no treinamento:

  • Intercalar apresentação de temas e aplicação de técnicas.
  • Atentar para o fato de que diferentes ambientes e públicos têm necessidades específicas.
  • Interagir com os participantes. Não nada mais tedioso do que ficar horas e horas apenas ouvindo o outro falar.
  • Explicar aos participantes o contexto em que o tema a ser estudado está inserido.
  • Fazer uso de exemplos.
  • Usar o humor para tornar o aprendizado mais interessante. Mas, cuidado: piadas em excesso podem desprestigiar seu trabalho e prejudicar o treinamento.

Há muitos outros aspectos que podem ser incorporados ao treinamento para torná-lo eficaz, basta ter bom senso na escolha e não perder o foco nos objetivos a serem atingidos. Com relação aos objetivos do treinamento, eles são fundamentais: treinamentos são mais aceitos quando demonstram os resultados pretendidos e fazem com que todos se sintam envolvidos e responsáveis pelos resultados.

Mas, sabendo a organização da importância de proporcionar treinamentos para a equipe, quando realizá-los? A atitude de treinar colaboradores é sempre bem-vinda, porém é necessário que o intento seja constante. Caso contrário, tudo será em vão… Acredito que é preciso treinar sempre. Contudo, não podemos nos esquecer de que ao recomendarmos um treinamento, que não seja fundamental para a correta realização da atividade, ao colaborador, ele tem o direito de rejeitar a oferta de ajuda. Assim, é importantíssimo “vender” as vantagens do treinamento.

Para finalizar, de nada adianta o treinamento em si, é fundamental a continuidade dele na empresa. O bom treinamento é aquele que incentiva a organização das rotinas diárias, a solução de conflitos e o uso da informação para a tomada de decisões. As habilidades para a aplicação dos conhecimentos se desenvolvem com a prática, sendo assim estimule seus colaboradores a trabalhá-las.

Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora – www.soniajordao.com.brcontato@soniajordao.com.br

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Qualidade vida: vegetarianismo ou uma gastronomia saudável e saborosa

Desde o início do século 21, o número de pessoas adeptas ao vegetarianismo, regime alimentar que exclui da dieta todos os tipos de carne, está aumentando consideravelmente. Segundo estudos recentes, atualmente são mais de 500 milhões de vegetarianos espalhados pelo mundo. Só no Brasil, o movimento cresce 5% ao ano e hoje, segundo pesquisa publicada pelo Ibope, 9% dos brasileiros se dizem vegetarianos.

Essa grande repercussão da cultura vegetariana se deve, principalmente, a difusão de informações sobre o tema e, também, às campanhas que incentivam o consumo de produtos naturais e orgânicos, como, por exemplo, a “Segunda-Feira Sem Carne”, lançada pelo ex-Beatle Paul McCartney, na Grã-Bretanha. Para o analista de mídias sociais Danilo Correia, de 27 anos, o vegetarianismo pode ser tratado como um projeto de vida. “Desde a adolescência vivi experiências com o vegetarianismo. Esse sempre foi o meu projeto de vida, mas vivendo com a família, carnívoros ao extremo, ficava difícil resistir e até mesmo ter autonomia suficiente para dizer não. Assim, desde que passei a viver sozinho encarei o desafio, não porque amo os animais e nem por erguer a bandeira do vegetarianismo como um ideal humanitário, mas simplesmente como um desafio pessoal visando uma vida mais saudável”, explica.

Mesmo com a abertura de um grande mercado, potencializado pelo interesse do público consumidor, as principais cidades brasileiras ainda sofrem com o déficit de empreendimentos gastronômicos que ofereçam opções diferenciadas para os vegetarianos. “É pertinente que nas maiores cidades do país existam mais estabelecimentos voltados para esse público, mas em geral, a única coisa que realmente afeta o mercado vegetariano são as grandes redes. Mesmo assim, no caso dos restaurantes direcionados aos vegetarianos, o custo costuma ser bem mais elevado. Ser vegetariano tem seu preço e são poucos os estabelecimentos que se propõem a atender só este público, e menos ainda os que conferem um preço justo, mesmo tratando-se de um público diferenciado”, lamenta Danilo.

A chef Manu Buffara aposta em opções saudáveis, saborosas e que atendam o público vegetariano. Para ela, a gastronomia vegetariana exige cuidados especiais. “A cozinha vegetariana ainda é um grande desafio para a maioria dos profissionais, pois engloba diversos fatores, entre eles a técnica; a escolha correta dos produtos; a criatividade para criar algo inusitado e surpreendente; e a sensibilidade para entender toda a expectativa desse cliente tão especial”, explica Manu.

Mesmo com todas as peculiaridades e com a grande divulgação dos benefícios gerados pelo vegetarianismo, entre eles o combate à obesidade e diversas outras doenças, a profissional acredita que o Brasil não está preparado para atender a demanda do público vegetariano. “Os empresários brasileiros, envolvidos com o segmento da gastronomia, devem valorizar mais essa importante parcela do mercado consumidor. São pouquíssimos os restaurantes que trabalham com pratos vegetarianos no cardápio. Para piorar, muitos dos empreendimentos que trabalham com essa opção acabam oferecendo pratos comuns e sem atrativos, desmotivando os clientes. Faltam criatividade e carinho na hora de atender esse público”, comenta.

Além de trabalhar com preparos criativos e saborosos, entre eles o “ovo pochet”, o “consome de cogumelos” e a “pupunha e suas salsas”; Manu Buffara aposta em produtos orgânicos para conquistar os vegetarianos. Para a chef, adotando esse conceito ela consegue mostrar o papel da alimentação como forma de interação direta e harmoniosa do homem com a natureza. Conhecida no Estado do Paraná como uma das pioneiras e maiores incentivadoras da utilização de orgânicos nos restaurantes paranaenses, a profissional acredita que os produtos isentos de agrotóxicos irão revolucionar a gastronomia brasileira. “Os alimentos orgânicos promovem o redescobrimento de uma gastronomia muito mais prazerosa, possibilitando um contato direto com a natureza e a descoberta de novos sabores aliados ao conhecimento da sua origem”, completa.

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