The Toyota Way

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Jeffrey Liker visitará o Brasil em setembro, realizando palestras sobre o “Toyota Way” nos dias 13 e 14. Trata-se de uma excelente oportunidade para obter informação valiosa sobre a filosofia Toyota, diretamente da maior autoridade mundial sobre o assunto. Há mais de 25 anos dedicado a desvendar os segredos que asseguram o sucesso sustentável da Toyota, Liker é o único autor que contou com o apoio oficial da Toyota em suas publicações. Na série de livros que iniciou em 2003 sobre o “Toyota Way”, Liker expõe claramente os princípios, práticas e métodos que aquela empresa utiliza para desenvolver pessoas altamente competentes e colocá-las para atuar de forma extremamente eficaz nos processos organizacionais. Trata-se do “Modelo 4P” da Toyota (“Philosophy, People, Process, Problem Solving”) que se desdobra ao redor de 14 princípios de gestão. Longe de trazer apenas um enfoque teórico, Liker ilustra os princípios da filosofia Toyota de maneira prática, através de diversos casos reais. Desse modo, o participante do evento poderá constatar porque muitas empresas não conseguem obter o melhor do Sistema Toyota, ao atentarem apenas para as várias ferramentas Lean e não para os princípios e práticas menos evidentes, mas que fundamentam o sucesso das empresas que realmente compreendem e adotam o “Toyota Way”.

1˚ dia (13/09/11)
Exemplos Práticos de Aplicação do “Toyota Way”.
Neste primeiro dia, Jeffrey Liker abordará em detalhes os fundamentos do “Toyota Way”: Filosofia, Processos, Pessoas e Resolução de Problemas. Com ênfase em casos práticos, o palestrante transmitirá informação valiosa através de exemplos que vão além do material coberto em seus best-sellers “The Toyota Way”, “The Toyota Way Fieldbook” e em seu mais recente livro, “The Toyota Way to Continuous Improvement”. Como objetivo deste primeiro dia, os participantes deste workshop aprenderão:

• Exemplos de como trazer as ferramentas teóricas e a cultura do Lean para a aplicação real.

• Como a sua filosofia empresarial fornece a base para a excelência operacional, com exemplos reais de implementação.

• Os objetivos por trás dos princípios do processo Lean; e como transformá-los de ferramentas inertes em ativadores da melhoria contínua, incluindo histórias reais de sucesso.

• O valor do desenvolvimento de um conhecimento profundo em todos os níveis da organização para suportar a cultura da melhoria contínua, mostrando casos reias onde isso tem sido atingido.

• As técnicas, filosofia e exemplos práticos da resolução de problemas seguindo os ensinamentos deDeming, o PDCA – Plan-Do-Check-Act.

2˚ dia (14/09/11)
Alinhando Objetivos Estratégicos e Excelência Operacional através do Hoshin Kanri: The Toyota Way
Dr. Jeffrey Liker fornecerá uma rara visão do interior da Toyota e como eles conectam sua visão global de 10 anos com um plano de negócio de 5 anos para anualmente alinhar objetivos desde o presidente até cada trabalhador da organização. O Hoshin Kanri, também conhecido como policy deployment, é amplamente conhecido no Japão como parte do Total Quality Management e ajudou a transformar a qualidade da Toyota em 1960. Ele conecta objetivos estratégicos amplos do topo da organização a planos e objetivos operacionais até o nível individual. São definições de direção “de cima para baixo” e “de baixo para cima”, além de constantes checagens e ajustes seguindo os ensinamentos de Deming (Plan-Do-Check-Act). Como resultado, os participantes deste workshop terão um profundo entendimento de:

• Por que objetivos “de cima para baixo” através de programas como Management by Objectives (MBO) normalmente fracassam.

• A significante lacuna que existe entre os objetivos estabelecidos pelos superiores e a capacidade que é tipicamente desenvolvida para colocar estes objetivos em prática.

• A relação entre criar e vender objetivos estabelecidos de uma visão de longo e curto prazo.

• O papel do desenvolvimento de pessoas e cumprimento dos objetivos no nível do grupo operacional.

• A crucialidade do sistema de gerenciamento operacional diário para transformar objetivos teóricos em prática.

• Como construir cultura e capacidade sobre o longo prazo para conectar a visão estratégica, a excelência operacional e a gestão diária.

NBR ISO/IEC 20000-1: os requisitos do sistema de gerenciamento de serviços em Tecnologia da Informação

Aspectos Ambientais Regulamentados – As Novas Legislações e Tendências no Brasil – Presencial ou Ao Vivo pela Internet
Esse curso fornece uma visão geral de requisitos legais ligados ao meio ambiente, detalhando o Sistema Nacional de Normalização, Metrologia e Qualidade Industrial, legislação aplicada ao meio ambiente, o Sistema Nacional do Meio Ambiente – SISNAMA, competências, licenciamento ambiental e as principais leis ambientais. Clique para mais informações.

Programada para ser lançada em agosto de 2011, essa norma foi revisada e a ideia da norma é que o seu desenho, a transição de entrega e a melhoria para  cumprir as exigências do serviço e fornecer valor para o cliente é do prestador do serviço. Esta parte 1 exige uma abordagem integrada do processo quando o prestador de serviço, estabelece, implementa, opera, monitora, revisões, mantém e melhora um sistema de gerenciamento de serviços (SGS). A integração coordenada e a implementação de um SGS fornece um controle em curso e as oportunidades de melhoria contínua, uma maior eficácia e eficiência. A operação dos processos, conforme especificado neste parte 1 exige que as pessoas estejam bem organizadas e coordenadas. As ferramentas apropriadas pode ser usadas para permitir que os processos sejam eficazes e eficientes. Os prestadores de serviço mais eficazes consideram o impacto sobre o SGS através de todas as fases do ciclo de vida do serviço, através da estratégia de transição, projeto e operação, incluindo a melhoria contínua.

Assim,, é exigida a aplicação da metodologia conhecida como “Plan-Do-Check-Act” (PDCA) para todas as partes do SGS e os serviços. A metodologia PDCA pode ser descrita resumidamente da seguinte maneira.

Planejar: a criação, documentação e aprovação do SGS. O SGS inclui as políticas, objetivos, planos e processos para cumprir as exigências do serviço.

Fazer: aplicação e funcionamento do SGS para o desenho, transição, entrega e melhoria dos serviços.

Checar: monitorar, medir e analisar a SGS e os serviços contra as políticas, objetivos, planos e exigências de serviço e comunicação dos resultados.

Agir: tomar ações para melhorar continuamente o desempenho do SGS e os serviços.

Quando usado dentro de um SGS, são os seguintes os aspectos mais importantes de uma abordagem de processos integrados e metodologia do PDCA: entendimento e atendimento às exigências de serviço para atingir a satisfação do cliente; estabelecer a política e os objetivos para a gestão do serviço; a concepção e prestação de serviços com base no SGS de valor acrescentado para o cliente; monitorar, medir e analisar o desempenho do SGS e os serviços; melhorar continuamente a SGS e os serviços baseados em medições objetivas.

A Figura 1 ilustra como a metodologia PDCA pode ser aplicado para o SGS, incluindo o processos de gerenciamento de serviços, referidos nas cláusulas 5 a 9, e os serviços. Cada elemento da metodologia PDCA é uma parte vital de uma implementação bem sucedida de um SGS. O processo de melhoria usado nesta parte da NBR ISO/IEC 20000 é baseado na metodologia PDCA.

Figura 1 — Metodologia PDCA aplicado ao serviço de gestão

Assim, permite-se que um provedor de serviços para integrar os seus SGS com outros sistemas de gestão em organização do prestador de serviços. A adoção de uma abordagem de processos integrados e da metodologia PDCA permite que o prestador de serviço de alinhamento e integrar plenamente as normas de múltiplos sistemas de gestão. Por exemplo, um SGS pode ser integrado com um sistema de gestão da qualidade baseado na NBR ISO 9001 ou informações do sistema de gestão de segurança baseada na NBR ISO/IEC 27001.

A norma é intencionalmente independente da orientação específica. O prestador de serviços pode utilizar uma combinação de orientação geralmente aceitas e sua própria experiência. Os usuários de uma norma são os responsáveis por sua correta aplicação. Uma norma não pretende incluir todos os requisitos legais e regulamentares necessárias e obrigações contratuais do provedor de serviço. A conformidade com essa norma por si só não confere imunidade em estatutários e requisitos regulamentares. Pode ser usada por: uma organização em busca de serviços de provedores de serviço, que necessitem da segurança de que os requisitos dos seus serviços serão cumpridos; uma organização que requer uma abordagem consistente por todos os provedores de serviços, incluindo aqueles em uma cadeia de fornecimento; um provedor de serviço que deseja demonstrar sua capacidade de projetar, fazer a transição, entregar e melhorar os serviços que cumprem os requisitos do serviço; um provedor de serviço para monitorar, mensurar e analisar criticamente seus processos de gerenciamento de serviços e serviços; um provedor de serviço para melhorar o desenho, transição e entrega de serviços através da implementação e operação eficaz de um SGS; um avaliador ou auditor como critério de uma auditoria de conformidade do SGS de um provedor de serviço com os requisitos nesta parte da NBR ISO/IEC 20000.

A Figura 2 ilustra o SGS, incluindo os processos de gerenciamento. Os processos de gerenciamento de serviço e os relacionamentos entre os processos podem ser implementados de formas diferentes por diferentes provedores de serviço. A natureza do relacionamento entre o provedor de serviço e o cliente influenciará como os processos de gerenciamento de serviço são implementados.

Figura 2 — Sistema de gestão de serviços

Todos os requisitos nesta parte 1 da ABNT NBR ISO/IEC 20000 são genéricos e se pretende que sejam aplicáveis a todos os provedores de serviços, independentemente do seu tipo, porte e da natureza dos serviços entregues. A exclusão de qualquer requisito nas Seções 4 a 9 não é aceitável quando o provedor de serviço afirma estar em conformidade com esta Norma, independentemente da natureza da organização do provedor de serviço.

A conformidade com os requisitos da Seção 4 pode somente ser demonstrada por um provedor de serviço através de evidências de cumprimento de todos os seus requisitos. O prestador de serviços não pode contar com evidências de controle gerencial de processos operados por outras partes para os requisitos da Seção 4. A conformidade com os requisitos nas Seção 5 a 9 pode ser demonstrada pelo prestador de serviços apresentando evidência de cumprimento com todos os requisitos. Alternativamente, o provedor de serviço pode mostrar evidência de cumprimento com a maioria dos requisitos ele mesmo, e evidência de controle gerencial dos processos, ou parte dos processos, operados por outras partes que o provedor de serviço não opera diretamente.

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Empresa individual de responsabilidade limitada

Planilha gratuita ISO 26000
Planilha para avaliar a Maturidade da Gestão da Responsabilidade Social e Sustentabilidade das organizações
Esta planilha inédita (é a 1ª do mundo baseada na nova ISO 26000 para avaliar a Maturidade da RS) é mais uma contribuição do QSP para incentivar as organizações a adotarem as novas diretrizes internacionais ISO 26000 sobre Responsabilidade Social e Sustentabilidade.
Para obtê-la, basta se cadastrar no LinkedIn e se inscrever (gratuitamente) no nosso Grupo [Sucesso Sustentado] Qualidade, Gestão de Riscos e Responsabilidade Social.
A inscrição no grupo pode ser feita por aqui (na sequência, será enviado pelo sistema do LinkedIn um e-mail de confirmação da inscrição, com o link para baixar a planilha ISO 26000).

A NBR ISO 26000 fornece orientações para todos os tipos de organizações, independentemente do porte ou localização, sobre os conceitos, os termos e as definições referentes à responsabilidade social; o histórico, tendências e características da responsabilidade social; princípios e práticas relativas à responsabilidade social; os temas centrais e as questões referentes à responsabilidade social; integração, implementação e promoção de comportamento socialmente responsável em toda a organização e por meio de suas políticas e práticas dentro de sua esfera de influência; identificação e engajamento de partes interessadas; e comunicação de compromissos, desempenho e outras informações referentes à responsabilidade social.

Rafael Villac Vicente de Carvalho e Fernando Cavallaro Cruz

Foi sancionado pelo governo o Projeto de Lei nº 4605/2009 que cria a empresa individual de responsabilidade limitada. O objetivo da nova legislação é criar uma empresa na qual uma única pessoa possa deter a totalidade do capital social, mantendo, contudo, sua responsabilidade limitada ao valor do capital social. A justificativa apresentada para a aprovação é a de que a responsabilidade ilimitada do empresário dificulta o desempenho eficiente da atividade econômica.

Além da segregação do patrimônio da empresa individual de responsabilidade limitada do patrimônio pessoal do empresário, esse novo tipo societário acaba com a necessidade da busca de sócios pelos empresários para a mera constituição de sociedade limitada, tipo societário que, até então, era normalmente utilizado para que houvesse responsabilidade limitada. Já existia forma societária semelhante à empresa individual de responsabilidade limitada, que é o empresário individual, mas na qual a lei não permite a segregação do patrimônio do empresário individual de seu patrimônio pessoal, o que, por si só, já é um desincentivo ao seu uso.

Nessa modalidade não há a distinção entre patrimônio pessoal e empresarial. Ambos se confundem, respondendo em conjunto pelas obrigações contraídas no exercício empresarial, seja ou não no interesse pessoal do empresário individual. Com a nova lei, essa confusão patrimonial deixará de existir, visto que um dos pilares da nova legislação é justamente a divisão entre patrimônio pessoal e empresarial. Dessa forma, a nova legislação acaba com a obrigatoriedade da pluralidade de sócios para que haja a responsabilidade limitada ao valor das quotas sociais, como acontece atualmente nas sociedades limitadas.

A nova legislação acaba com a figura do “laranja”, ou seja, aquela pessoa que tem participação ínfima no capital social, simplesmente para cumprimento das exigências legais necessárias à limitação da responsabilidade dos sócios à sua participação societária. No entanto, cumpre observar que a empresa individual de responsabilidade limitada também estará sujeita à desconsideração da personalidade jurídica, para que possa vir o patrimônio do empresário a ser atingido nas hipóteses que a lei permite. Vale dizer que o instituto da personalidade jurídica vem sendo muitas vezes usado de forma arbitrária, expondo o patrimônio pessoal dos empresários de forma intempestiva e inadequada, já no ambiente legislativo atual, o que levou, inclusive, à criação do Projeto de Lei nº 3401/2008, que visa estabelecer critérios mais objetivos para sua aplicação.

Existem certos requisitos para constituição da empresa individual de responsabilidade limitada.

O empresário que esteja disposto a constituí-la deverá incluir a expressão EIRELI após a firma ou a denominação social da empresa. Além disso, a empresa deverá contar com um capital social igual ou superior ao valor de cem salários mínimos vigentes ao tempo de sua constituição. Por fim, o empresário poderá participar de apenas uma empresa individual de responsabilidade limitada.

Pairam dúvidas quanto aos fundamentos que levaram o legislador a incluir tais restrições na nova legislação. A limitação do capital social a valor igual ou superior a cem salários mínimos se fundamentaria pelo fato de que uma empresa com capital inferior encontraria dificuldades em tomar crédito no mercado. Contudo, se o interesse do legislador é diminuir a informalidade que hoje toma conta de diversos setores da economia, seria mais eficiente que o governo criasse mecanismos que tornassem possível à empresa individual de responsabilidade limitada ter acesso a crédito, mesmo em um cenário no qual o seu capital social pudesse ser inferior a cem salários mínimos.

Da mesma forma, a limitação à participação do empresário a apenas uma empresa individual de responsabilidade limitada poderia ser mais bem explorada, já que, não raro, empresários possuem mais de um negócio. Da forma como a nova legislação foi aprovada, tais empresários estão fadados a constituir apenas uma empresa individual de responsabilidade limitada, deixando seus demais negócios no mesmo nível de informalidade em que se encontram atualmente.

Além disso a possibilidade da criação de mais de uma empresa individual de responsabilidade limitada por empresário provavelmente eliminaria a necessidade de constituição de sociedades limitadas, caso o empresário queira segregar, com relação a todas as suas atividades comerciais, o seu patrimônio pessoal do patrimônio afeto aos seus negócios.

Apesar das questões pontuais que ainda geram dúvidas com relação à nova legislação, o novo modelo é oportuno e poderá ter muitos adeptos, com destaque, principalmente, àqueles empresários que atuam de forma informal e sem a proteção conferida pela separação patrimonial e àqueles empresários que participam de sociedades limitadas pela mera obrigação legal da pluralidade de sócios para que haja segregação patrimonial.

Rafael Villac Vicente de Carvalho e Fernando Cavallaro Cruz são membros da área societária do Peixoto e Cury Advogados.

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspx

NBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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Glossário Técnico Gratuito

Disponível em três línguas, a ferramenta permite procurar termos técnicos traduzidos do português para o inglês e para o espanhol. Acesse no link

http://www.target.com.br/portal_new/ProdutosSolucoes/GlossarioTecnico.aspx?ingles=1&indice=A