Profissionais qualificados sem emprego no Brasil

Consultoria em normalização nacional e internacional
Por meio de pesquisas: realizadas por uma equipe de profissionais qualificados, diretamente junto aos principais organismos normativos do mundo, com rapidez e eficiência nos resultados, que o mercado exige. Também, é feito um gerenciamento com a informação sobre o status das normas de seu acervo, e sobre qualquer alteração, revisão ou publicação de novas normas de seu interesse por meio de emissão de relatórios. A partir daí, você decide se vai ou não atualizar suas normas. No caso da solicitação de uma tradução, é feita também a formatação de normas técnicas internacionais e estrangeiras, realizadas por especialistas de cada setor envolvido. Clique para mais informações.

Muitas vezes, um profissional não está no lugar certo e na hora certa ou é muito qualificado para a função. Se há esse dois pré-requisitos, a chance de a pessoa voltar para o mercado trabalho é igual a zero. Segundo o professor Marcos Morita ( professor@marcosmorita.com..br), especialista em estratégias empresariais, muito se tem apregoado sobre a situação positiva do mercado de trabalho, a redução dos empregos informais e o incremento no número de contratações – consequências do atual momento e expectativas otimistas sobre a economia brasileira. “Apesar das boas notícias, há ainda um contingente considerável de pessoas em busca de recolocação nos mais diversos níveis e com as mais variadas experiências e formações. Na verdade, existe um um grupo específico, formado por profissionais qualificados, os quais de alguma maneira foram afetados pela crise global, processos de fusões e aquisições, tempo de casa, altos salários, idade ou mesmo falta de perspectivas nas organizações. Graduados e algumas vezes pós-graduados, não raro fluentes em outro idioma, possuem em geral anos de janela em sua área de atuação. Supervisores, coordenadores, gerentes e diretores, os quais tais como recém divorciados, sentem-se perdidos e despreparados para lidarem com a situação inesperada, mal sabendo por onde começar. Indignação, revolta e sentimento de traição são comuns no período pós-demissão. Em seguida a solidão provocada pelo celular que não mais toca, pela caixa de email e agendas vazias. Apesar de incômodo e conturbado, é um período de transição que poderá servir como aprendizado. Basta estar aberto às mudanças”, explica.

Ele aconselha a todos a aproveitar que a memória ainda está fresca e refletir de maneira profunda sobre a carreira. “Comece pela última experiência relevante, voltando décadas, caso necessário. Empresas, cargos, realizações e eventuais fracassos deverão ser escritos e detalhados. O que você faria novamente com prazer e o que não gostaria de fazer. Quais suas principais competências, pontos fracos e pontos fortes. Cruze as informações e analise se o eventual desligamento não esteve vinculado a alguma lacuna entre a situação da empresa e seu momento de carreira. Talvez tenha sido melhor sair, antes que o cenário piorasse. Como resultado de suas reflexões decida qual caminho trilhar. Negócio próprio, consultoria ou uma nova recolocação. Caso sua escolha recaia sobre o último item, comece pela definição da área e segmento. Não obstante a tentação em experimentar e conhecer outros horizontes, os recrutadores costumam valorizar profissionais experientes e com conhecimento do mercado em que atuarão. Uma vez definido o escopo de sua busca, escolha algumas dezenas de empresas-alvo, avaliando a adequação do seu perfil à cultura da organização. Siga-a no Twitter, busque contatos internos que possam ajudá-lo, estude seus produtos e mercados”.

Morita acrescenta que o profissional deve pensar como de fosse um produto, elaborando o plano de divulgação. “Apesar das redes sociais e da web 2.0, o currículo é ainda a arma mais utilizada e poderosa. Construa-o com base em seu material desenvolvido na análise de carreira. Como regra geral faça-o sucinto, destacando suas principais competências e qualificações para a função. Vale salientar que em alguns processos, o recrutador não disporá mais do que poucos segundos para avaliar cada candidato. Com o currículo pronto, prepare sua carta de apresentação e lista de referências: chefes, pares e subordinados, escolhendo-os com critério e comunicando-os com antecedência. Esteja preparado para as entrevistas, treinando e afinando seu discurso. Evolução de carreira, empresas, cargos, principais realizações, motivos de saída do último emprego, pontos fortes, pontos fracos e contribuições para a nova função, são questões clássicas que você terá que responder. Seja natural e direto, respondendo as perguntas sem se esquivar. Espelho, gravadores e filmadoras podem ser boas opções. Afiado, é hora de ir ao mercado. Em épocas de procura virtual, é certo que passará muito tempo em frente à tela de seu computador. Empresas, headhunters e agências de empregos têm utilizado a web para divulgarem oportunidades e encontrarem candidatos. Outro componente importantíssimo se refere ao networking, ou seja, seu círculo de colegas, amigos e parentes que poderão auxiliá-lo. Convide-os para um almoço, café ou happy hour, colocando-se à disposição de maneira elegante e discreta, através de um discurso rápido e objetivo, mencionando seu momento atual e objetivo profissional. Despenda o restante do tempo reforçando os laços em comum”.

Seus conselhos: seja disciplinado, separando um cômodo da casa como seu escritório. Tenha uma rotina, estabelecendo horários para início e término de seu expediente. Compartilhe suas atividades com os membros da residência, criando algumas regras para facilitar a convivência no dia a dia. Não raro, executivos assumem a gerência da casa, delegando funções e cobrando resultados. Briga e confusão na certa. Monitore sua produtividade, estabelecendo objetivos mensuráveis, tais como: contatos ou ligações diárias, almoços e cafés semanais, cadastros e preenchimento de vagas, entrevistas realizadas e follow-ups. Uma boa sugestão é montar um funil de oportunidades.

“Depois de tanto trabalho, aproveite e reserve alguns momentos da semana para pequenos prazeres, impensáveis na jornada de 40 horas semanais. Levar e buscar os filhos na escola, assistir a apresentação de natação ou judô, tirar uma sesta após o almoço, caminhar no parque, ir ao cinema, visitar museus, assistir a Sessão da Tarde. Resgate o velho hobby ou realize aquele curso tão sonhado. Colocar a saúde em dia pode ser interessante. Exames clínicos, testes ergométricos, pequenas cirurgias. Afinal de contas você precisará de muito ânimo e disposição na nova jornada que se iniciará em breve”, assegura.

Já para Robison Chan Tong, gerente do setor fiscal da Prolink Contábil, algumas pessoas optam por ser empreendedores, que têm geralmente, têm uma coisa em comum: são pessoas que em determinado momento da vida não se conformam com a situação em que vivem e, literalmente, arregaçam as mangas e iniciam um pequeno negócio. “No geral, esses empreendedores são completamente leigos no vasto mundo burocrático para abrir um negócio e, principalmente, desconhecem as mais rudimentares regras de tributação e cálculos de custos. Vale ressaltar que, estatisticamente no Brasil, uma micro ou pequena empresa, sem as devidas orientações e acompanhamentos por profissionais contábeis, falecem – isso mesmo, literalmente morrem – por volta de 2 anos e meio depois de terem sido abertas. Pois bem, a fim de auxiliar esse grupo que considero seleto e muito corajoso, aí vão algumas dicas simples para os primeiros passos da tão sonhada independência”, conta.

· Saber fazer. O empreendedor deve realmente saber o que está fazendo. Imagine um técnico contábil, como eu, se aventurando a abrir uma pizzaria se não tiver pleno conhecimento de como fazê-las;

· Planejamento. Deve-se sempre planejar o empreendimento, desde quanto vai investir de capital até a determinação do ponto comercial, disposição dos bens ativos, atendimento e, principalmente, simular o fluxo de caixa;

· Custo. Se não imagina quanto custará o desembolso na atividade, nem comece. Pesquise antes sobre tudo o que for possível, principalmente as matérias-primas e mercadorias a serem revendidas;

· Carga tributária. Esse item é o mais crítico. Hoje no Brasil, para os empreendedores, de acordo com o faturamento anual, pode-se ser enquadrado como Simples Nacional, que possui a tributação mais barata; Lucro Presumido, onde se a empresa tiver um lucro inferior a 8% não compensa; e o Lucro Real, que é para as empresas de grande fôlego e que possuem despesas elevadas;

· Estudo do mercado potencial. Pesquisar o mercado é coisa simples e de fundamental importância para o sucesso do negócio. Na internet podem-se efetuar verificações por segmentos e os sindicatos de classe também são bons auxílios;

· Consumidor e sua classe social. Atingir o consumidor é sempre o desafio, e por isso é preciso conhecer o público-alvo. Sabendo quem tem potencial para ser seu cliente, o empreendedor aumenta sua chance de vendas;

· Acompanhamento contábil. Um bom profissional contábil é essencial. O papel do contador está explícito no dinamismo da nossa legislação e sua correta aplicação aos fatos contábeis. Em época de SPED, o assessoramento é contínuo, sem contar que atualmente a orientação contábil para uma boa gestão está cada vez mais imprescindível.

“Finalmente, pergunte-se se realmente é isso que deseja fazer. Abrir um negócio pode ser o grande salto na sua vida, mas nunca para um precipício. Logo, reveja seu planejamento, pesquise bastante, converse com um conhecido que também partiu na mesma viagem: a experiência ainda é um grande exemplo para todos”.

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Empresas sustentáveis e a construção da sociedade frugal

Lançamento – LEX REGISTER 3.0
Novo Aplicativo para o Monitoramento da Legislação Ambiental e de SST

O serviço LEGIS QSP tem por objetivo auxiliar as organizações a identificar, acompanhar e atualizar, de forma personalizada, seus requisitos legais de Meio Ambiente e de Segurança e Saúde no Trabalho (SST).

Com 3 anos de existência e diversos clientes, o LEGIS QSP acaba de ganhar a versão 3.0 do aplicativo de Internet que o integra, chamado LEX REGISTER.

Saiba mais sobre o LEGIS QSP e o LEX REGISTER 3.0.

Backer Ribeiro

Como é difícil esclarecer o que é sustentabilidade e como as empresas podem se inserir nesse contexto. Todos os especialistas dizem ser esse um princípio em evolução, um conceito em construção. Mas é verdade também que o conceito de sustentabilidade foi cunhado por um processo histórico e evoluiu com o passar dos anos. Percebo que muitas empresas já descobriram ou definiram o conceito de sustentabilidade, criaram departamentos, desenvolveram projetos, incorporaram inovações tecnológicas, e muitas outras ações sustentáveis foram implantadas. Serão empresas realmente sustentáveis?

A preocupação com o futuro do planeta é recente. Cinco décadas marcam o surgimento dos primeiros debates acerca do por vir planetário. Um marco importante foi a publicação do livro Primavera Silenciosa, em 1962, da bióloga Rachel Carson. O texto denunciava a contaminação do meio ambiente por resíduos tóxicos de pesticidas químicos e os seus efeitos no solo, ar e nas águas superficiais e subterrâneas – resultado da forte atividade industrial da época.

No início dos anos 70, um grupo formado por cientistas, intelectuais e empresários, denominado Clube de Roma, discutiu a incompatibilidade entre o modelo de desenvolvimento vigente e o meio ambiente. Perceberam que, se o consumo dos recursos naturais continuasse a crescer naquela proporção o planeta não suportaria tal impacto. O relatório “Limites do Crescimento”, publicado em 1971, apontou que não poderíamos continuar com aquele modelo de crescimento econômico. Seria ruim para o curso natural do planeta e da vida humana. Este é o segundo item a ser incluído nas políticas de sustentabilidade empresarial. Que modelo de desenvolvimento as organizações devem perseguir e qual modelo de produção ou atuação poderá garantir a preservação do meio ambiente?

Em 1987, com a publicação do relatório “Nosso Futuro Comum”, pela Comissão de Meio Ambiente da ONU, conhecida também como a Comissão de Brundtland, se cunhou o conceito clássico de desenvolvimento sustentável, ou seja, que as necessidades do presente sejam atendidas sem comprometer a capacidade das futuras geraçõe. O relatório propôs uma nova ordem econômica mundial, com maior equilíbrio entre as questões econômicas, sociais e ambientais. Este é o conceito que vem norteando todas as estratégias empresariais e as políticas relacionadas ao desenvolvimento sustentável. A questão é: as empresas investem de forma equilibrada nas questões econômicas, sociais e ambientais, conforme o modelo de desenvolvimento proposto?

Realizada no Rio de Janeiro, em 1992, e conhecida como ECO-92, teve como objetivo principal conciliar o desenvolvimento socioeconômico com a conservação e proteção dos ecossistemas do planeta, e deu origem a vários documentos com o foco principal relacionado às mudanças climáticas e à biodiversidade. Um desses documentos foi a Agenda 21, que serve de base para que cada país, estado, município e/ou instituição elabore seu plano de preservação para o meio ambiente. Fica nítida aqui a preocupação com o controle da poluição ambiental e os impactos gerados pelas indústrias ao meio ambiente. Um terceiro item a ser inserido nas estratégias de sustentabilidade das organizações empresariais, um controle maior aos impactos que causam ao meio ambiente.

Passados dez anos, é realizado em Joanesburgo, em 2002, a Conferência Mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável, conhecida como Rio + 10. O evento reafirmou o desenvolvimento sustentável como o elemento central da agenda internacional e introduziu um novo item à ação mundial, o combate à pobreza. Colocava aqui um componente importante no debate sobre sustentabilidade, a distribuição de riqueza no mundo. Que planeta poderá ser sustentável se ainda existir pobreza e miséria? Que segurança nossos filhos terão se não houver um equilíbrio social entre a humanidade? Já é sabido que os reflexos da pobreza se mostram pelo viés da violência, um problema a ser resolvido. Uma questão: como estão atuando as organizações empresariais nas ações relacionadas ao combate à pobreza e para a melhoria da distribuição de renda? Afinal, falamos de sustentabilidade!

Recentemente li um artigo que me encheu de otimismo, contava os valores da frugalidade. Lembrei das brigas e da insistência do meu pai para eu não desperdiçar a comida no prato, porque havia gente passando fome, apagar a luz ao sair de um quarto, desligar a TV quando não estiver assistindo, para não desperdiçar água, aproveitar as roupas do meu irmão mais velho, conservar os livros escolares para usá-los no ano seguinte, e tantas outras recomendações que faziam parte do pacote de educação na época.

Sabemos hoje que somos estimulados a consumir o tempo todo. Será preciso rever nosso modo de vida, resgatar conceitos como: simplicidade, sobriedade, modéstia, austeridade. Temos que buscar estilos de vida mais inteligentes, baseados na frugalidade e na sustentabilidade. As empresas, entretanto, deveriam inovar nas suas práticas de produção e estímulo ao consumo, adotar políticas mais frugais em relação ao meio ambiente. Como diria Kofi Annan, ex-secretário da ONU, “sem o setor privado, o desenvolvimento sustentável continuará sendo apenas um sonho distante. Não estamos pedindo às empresas que façam algo diferente de seus próprios negócios; estamos pedindo para fazerem seus negócios de maneira diferente”. Que venha a mudança.

Backer Ribeiro é relações públicas e doutorando em Ciências da Comunicação pela ECA/USP. Professor da Faculdade de Comunicação e Marketing da FAAP/SP e professor conferencista da ECA/USP. É diretor da Communità – backer@communita.com.br

Iluminação é critério essencial para a certificação Leed

Ronald Leptich

Não é de hoje que o mundo está atento às questões da sustentabilidade. Há mais de 30 anos, quando foi instituída a certificação do Green Building Council Brasil (que em tradução livre para o português quer dizer Prédios Verdes) para as construções que têm como foco a preservação da natureza, este assunto ganhou mais atenção. A concepção desta ideia tem como objetivo fazer com que as edificações agridam o mínimo possível o meio ambiente, sendo essa característica atestada pelo selo Leadership in Energy and Environmental Design (Leed).

Os edifícios devem aplicar medidas para aumentar a eficiência no uso de recursos naturais, promovendo mais benefícios socioambientais. Esta certificação leva em conta cinco critérios: desenvolvimento local sustentável, uso racional da água, eficiência energética, seleção de materiais e qualidade ambiental interna. Dentre todas estas questões, podemos afirmar que a iluminação está presente em mais da metade delas. Por isso, apresento algumas dicas sobre como as tecnologias para geração de luz fazem a diferença para um projeto que deseja conseguir a certificação criada para as edificações verdes.

Hoje, já estão disponíveis no mercado brasileiro lâmpadas capazes de economizar uma grande quantidade de energia em comparação às tecnologias anteriores. Quando aplicamos estes produtos em grandes sistemas, somos capazes de gerar uma redução energética que, com certeza, impacta positivamente na saúde da empresa, para além das questões financeiras. Para se ter uma ideia, a troca de uma lâmpada modelo T8 por uma T5 (com diâmetro menor) pode gerar uma redução no consumo de até 30%. Quando pensamos em sistemas que utilizam mais de 200 lâmpadas de uma vez, por exemplo, podemos enxergar a significativa diminuição dos impactos.

Desde o início, a constituição de um projeto deve ser pensada com base na utilização de materiais de qualidade e que tenham foco em sustentabilidade. Produtos que não são certificados por órgãos regulamentadores comprometidos podem, além de oferecer um risco ao sistema elétrico do prédio, consumir mais energia do que o descrito na embalagem. Vale lembrar que esta escolha se aplica, no campo da iluminação, não apenas para as lâmpadas, mas também para os reatores e fontes, itens decisivos para a eficiência dos sistemas de iluminação.

Para proporcionar conforto visual nas dependências do prédio, é essencial que as lâmpadas estejam instaladas corretamente e que a quantidade de luz emitida seja agradável para as pessoas e suas atividades, laborais ou não. Nesse quesito, alguns critérios devem ser levados em conta, como a instalação das lâmpadas em lugares corretos a fim de que não “briguem” com a iluminação natural e a priorização por sistemas de iluminação dimerizáveis, que permitem usar de forma racional a iluminação e, consequentemente, geram um menor gasto energético.

Antes de construir, é importante ter em mente que um profissional especializado em arquitetura e luminotécnica pode sempre dar as melhores orientações sobre cada ponto do projeto, de forma específica. Assim, eles podem dizer onde e como cada produto deve ser instalado nos edifícios. Porém, depois de pequenas orientações, já podemos perceber o quanto a luz influencia diretamente nos critérios para uma construção ser classificada com o selo do Green Bruilding Council Brasil.

Ronald Leptich é gerente de Produto da Osram. É formado em Engenharia Elétrica e possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspx

NBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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Glossário Técnico Gratuito

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