Manufatura reversa e uma metodologia para mensurar a redução de emissões por desmatamento

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Controlar e manter o acervo de Normas Técnicas atualizadas e disponíveis para compartilhamento entre todos os departamentos e colaboradores, é hoje um grande desafio em diversas empresas por envolver a dedicação e o esforço de vários profissionais. Atualmente, inúmeras empresas utilizam planilhas de controle, sistemas internos e sites de fontes não confiáveis para realizarem a busca de informações sobre a vigência das normas técnicas. Clique para mais informações.

imagesCAKH1OFGA manufatura reversa pode ser definida como a a ação de decomposição dos equipamentos mecânicos, eletroeletrônicos, etc. que foram manufaturados ou montados com vários materiais para a conclusão de um aparelho para uso nas diversas atividades do cotidiano, nas várias formas de aplicação à sua finalidade. A ação inversa da linha de montagem, a desmontagem possibilita que cada tipo de componente ou material utilizado anteriormente quando da inoperância ou obsolência do aparelho não seja descartado no lixo e possa ser encaminhado para reciclagem.

Ela está inserida na logística reversa, que é o caminho inverso dos aparelhos e equipamentos que por força da nova Política Nacional de Resíduos Sólidos determina que todo o produto fabricado e vendido pelas indústrias e o comércio é de responsabilidade do fabricante até sua destinação final. Em linguagem comum isso quer dizer do nascimento ao cemitário. Deverão retornar ao fabricante ou ter tratamento adequado para reaproveitamento/reciclagem depois que o consumidor não mais usar o aparelho devendo receber tratamento adequado ambientalmente correto no todo ou na maioria de suas partes possíveis de reciclagem.

Assim, ela tem o sentido contrário da fabricação, portanto cada parte de um aparelho é separada e identificada sendo colocada em um recipiente conforme seu tipo. O resultado é que a acumulação de determinado material deixa de ser uma peça qualquer e se transforma em uma matéria prima, ou que contenha conteúdo valorizável por algum processo, passando a ser uma commoditie com preço de mercado regulado inclusive em bolsas de valor. Pode ser um plástico em suas variadas composições, componentes metálicos, como parafusos, molas, contatos, além de celulose, emborrachados, vidros, madeiras, placas eletrônicas, peças e componentes reaproveitáveis.

Portanto basicamente, ela é o desmontar e separar as partes que compõem quaisquer aparelhos e sua seleção por tipo, de forma ordenada e técnica para que sejam reciclados. Assim economizamos matéria prima primária retirada da natureza. E uma vez processada a matéria prima sua reciclagem tem menor custo, possibilitando um novo ciclo economicamente viável e adequado a preservação ambiental. Deve operar como adequação ambiental, recuperação de valor e prestação de serviços diferenciados. A aplicação da atividade engloba novas formas de serem realizados, alcançando finalmente uma consciência mais clara do que é consumo responsável, destinação ambientalmente correta, pesquisa e educação.

Uma nova metodologia para quantificar a redução de emissões de projetos que reduzem o desmatamento não planejado pode ajudar a abrir o mercado de carbono para países e comunidades pobres na África, Ásia e América Latina, impulsionando a conservação das florestas e criando novos meios de subsistência. O desmatamento e a degradação florestal correspondem a aproximadamente 20% da emissão global de gases do efeito estufa – mais do que o setor de transporte do mundo inteiro, atrás apenas do setor de energia. Isto se deve principalmente pela expansão da agricultura, transformação de florestas em campos de pastagem, o desenvolvimento de obras de infraestrutura, e os efeitos destrutivos da exploração madeireira e incêndios florestais. Por isso é crucial focar em ações para a prevenção do desmatamento.

Esta nova metodologia – aprovada pelo Verified Carbon Standard (VCS) – permite aos projetos calcularem emissões evitadas por desmatamento tanto na borda (“de fronteira”) de grandes áreas, como por exemplo, em áreas agrícolas, quanto de maneira desigual (“mosaico”) dentro da floresta.

Um aspecto importante para finalizar a metodologia de “Desmatamento Não Planejado” foi a decisão de unir as duas metodologias que estavam sendo desenvolvidas separadamente pelo Banco Mundial e pela FAS, em conjunto com a Carbon Decisions International (CDI) e o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesam), com apoio financeiro da Marriott International. A fim de abordar uma série de cenários de desmatamento não planejado em países em desenvolvimento, esta nova metodologia preenche um nicho importante em comparação às demais metodologias de REDD.

“Unir a ‘metodologia de fronteira’ da FAS com a ‘metodologia de mosaico’ do Banco Mundial foi crucial para permitir o desenvolvimento de projetos de REDD tanto na Amazônia brasileira, como na África e na Indonésia”, comentou Virgílio Viana, superintendente-geral da FAS. “Esta metodologia quebrou o ‘paradigma norte-sul’, colocando o ‘sul’ como líder nas discussões de alto nível”.

“Esta metodologia irá finalmente gerar um arranjo para recompensar atividades inovadoras que reduzem o desmatamento pelo mundo enquanto promove a conservação de hábitats naturais, criando empregos sustentáveis e contribuindo para o bem-estar de comunidades locais”, disse Ellysar Baroudy, Fundo Biocarbon do Banco Mundial. “Um exemplo do impacto que esta metodologia terá em comunidades locais é o inovador mecanismo financeiro estabelecido no projeto Ankeniheny-Zahamena em Madagascar, para financiar a proteção de 370 mil hectares de reservas naturais através da venda de créditos de carbono pelo o Fundo BioCarbon do Banco Mundial”.

De acordo com Lucio Pedroni, da CDI, esta metodologia é um importante avanço para todo mundo que trabalha para reduzir o desmatamento em áreas tropicais por meio de sua abordagem robusta e amplamente aplicável. “Muitos desenvolvedores de projetos estavam esperando a aprovação desta metodologia, e finalmente eles poderão finalizar sua documentação e registrar seus projetos no VCS”, diz.

O secretário executivo do IDESAM, Mariano Cenamo, disse que a colaboração trouxe importantes benefícios para o diálogo sobre REDD. “A aprovação desta metodologia mostra que há um alto nível de conhecimento científico e técnico apoiando os projetos de REDD no mercado de carbono voluntário”, diz. Jeff Hayward, diretor do Rainforest Alliance, que junto com o Bureau Veritas Certification, foi responsável pelo processo de dupla validação da metodologia, disse: “Esta é uma metodologia inovadora de alta qualidade que permitirá a projetos de REDD estabelecerem linha de base crível e monitorarem as reduções de emissão”.

Victor Salviati da FAS destacou a importância dessa metodologia para o Brasil por tudo que as áreas tropicais, em particular, sofrem devido ao desmatamento não planejado. Para Gabriel Ribenboim, também da FAS, a metodologia representa um importante marco em um longo processo que começou como o projeto de REDD no Juma em 2008, e servirá como exemplo para projetos similares na Amazônia.

Enquanto os VCS atualmente têm nove metodologias no escopo de Agricultura, Floresta e Uso do Solo (AFOLU, em Inglês) – incluindo 3 metodologias relacionadas a projetos de REDD – esta metodologia é mais amplamente aplicável, abrindo a porta para um crescente número de projetos de REDD como por exemplo da África, a qual oportunamente será considerada nas discussões de REDD+ nas negociações da Convenção-Quadro das Nações Unidas para Mudança do Clima na próxima Conferência das Partes a ser realizada em Durban, na África do Sul, em Dezembro de 2011.

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Qualidade de vida: menos sal na alimentação humana

Planilhas gratuitas

Estimativas demonstram que a população brasileira consome cerca de 12 gramas de sal por dia, mais do que o dobro recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de até 5 gramas diárias. Para diminuir esse número e, consequentemente, os casos de doenças relacionadas à alta ingestão de sódio, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde (MS) lançam na próxima semana a Campanha de Redução do Consumo de Sal. O projeto piloto da campanha, resultado do trabalho conjunto entre a Anvisa, o Ministério da Saúde e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), será realizado nos supermercados do Distrito Federal (DF). O lançamento será na próxima terça-feira (26), na solenidade de abertura da Expo Ecos 2011, um encontro que reúne supermercados das regiões Centro-Oeste e Norte, em Brasília (DF). No evento, promovido pela Associação de Supermercados de Brasília (Asbra), a Anvisa terá um stand para orientar a população e os comerciantes sobre a campanha.

O objetivo é conscientizar os consumidores em relação à redução do uso do sal e orientá-los a fazer escolhas mais saudáveis ao adquirir alimentos. Fólderes, banners e cartazes irão alertar os clientes dos supermercados sobre os perigos do consumo excessivo de sal. “Além de incentivar o consumo de alimentos naturais, a campanha pretende criar nas pessoas o hábito de ler a rotulagem nutricional dos alimentos industrializados e escolher aqueles com menor teor de sódio”, explica a diretora da Anvisa, Maria Cecília Brito.

Também serão disponibilizados aos supermercados spots para serem veiculados nas rádios internas dos estabelecimentos. Os supermercados que aderirem à campanha serão identificados com o slogan: “Esta empresa apóia a campanha de redução de consumo de sal”. A campanha reforça as estratégias para a redução do consumo de sódio pela população brasileira e se alia ao compromisso assinado entre o Ministério da Saúde e as indústrias de alimentação para a redução gradual da quantidade de sódio nos alimentos processados.

O consumo excessivo de sal contribui para o aumento do risco de desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), tais como: hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e doenças renais. Segundo a OMS, em 2001, essas enfermidades foram responsáveis por 60% do total das 56,5 milhões de mortes notificadas no mundo. Quase metade de todas essas mortes é atribuída às doenças cardiovasculares. No Brasil, em 2007 as DCNT responderam por 72% do total das mortes por causa conhecida. Entre as décadas de 30 e de 90, a proporção de mortes por DCNT aumentou em mais de três vezes. Em termos de custos ao Sistema Único de Saúde, no período de 2001 a 2010 houve aumento de 63% dos gastos em internações associadas à hipertensão (desconsiderando o ônus com perda da qualidade de vida, não mensuráveis). Internações por acidentes vasculares cerebrais, infarto do miocárdio e outras doenças isquêmicas oneraram em 2010 quase U$20 milhões de dólares o sistema de saúde brasileiro.

Em 2010, a Anvisa desenvolveu uma pesquisa sobre o perfil nutricional dos alimentos processados. Análises laboratoriais das quantidades de sódio, açúcares, gorduras saturadas, gorduras trans e ferro avaliaram a composição nutricional de alguns alimentos prontos para consumo. Os alimentos industrializados selecionados foram aqueles usualmente consumidos pela população brasileira, principalmente as crianças e caracterizados por apresentarem alta densidade energética e baixo conteúdo de fibra, características que aumentam o risco de obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.

Os resultados encontrados demonstraram que existe uma grande variabilidade nos teores desses nutrientes, principalmente do sódio, dentro da mesma categoria o que significa que há possibilidades de redução sem que isso represente impacto na tecnologia de produção. Dentre todas as categorias analisadas a que apresentou maior quantidade do nutriente sódio foi a do macarrão instantâneo e temperos para macarrão.

O pesadelo do bruxismo afeta de crianças a idosos

O hábito de ranger os dentes – durante o sono ou mesmo de dia – pode desgastá-los e amolecê-los progressivamente, e está associado a outro tipo de desgaste: o emocional. Isso vale também para crianças. Acordar com os músculos da mandíbula doloridos ou com dor de cabeça pode ser sinal de bruxismo – o hábito de ranger ou apertar forte os dentes. O problema pode trazer como consequência desgaste e até amolecimento dos dentes, pode acometer pessoas de todas as idades – inclusive crianças – e as causas estão relacionadas à tensão emocional e ao fechamento inadequado da boca. A Associação Brasileira de Odontologia (ABO) orienta para que o paciente identifique os primeiros sintomas e procure um cirurgião-dentista para ajudar no tratamento o mais cedo possível.

O bruxismo, para muitas pessoas, é um hábito inconsciente, mais comum durante o sono. Apertar os dentes leva a um problema progressivo, e muitas vezes o paciente só percebe que o tem se alguém ouvir o seu ranger. De acordo com o cirurgião-dentista Rodrigo Bueno, consultor da ABO, o bruxismo é associado ao estresse em 100% dos casos. “Todos os pacientes com sintomas de bruxismo têm aumento, direto ou indireto, da tensão emocional. Um alinhamento incorreto dos dentes e o fechamento inadequado da boca estão presentes na maior parte dos casos, e podem ser responsáveis por cooperar com o aumento do estresse cotidiano do portador do transtorno, ao mesmo tempo em que colabora para intensificá-lo”, explica.

O hábito indesejado pode atingir qualquer pessoa, em qualquer idade, embora seja mais frequente entre os 15 e 40 anos e, durante a infância, na fase das trocas dentárias. Nas crianças, em geral, é possível existir desde a conclusão da oclusão infantil (dentes de leite) e pode ganhar destaque nas fases de trocas dentárias devido aos desequilíbrios mastigatórios comuns ao período. A causa, assim como nos adultos, está relacionada ao estresse, mas, de acordo com Rodrigo Bueno, “a avaliação sobre causas associadas deve ser feita caso a caso pelo profissional competente. Só ele poderá orientar esse tratamento”. No inverno, por conta do frio, em algumas pessoas o bruxismo tende a se agravar. “Qualquer situação estressante pode piorar o sintoma. Se o frio funcionar como agente estressante para uma determinada pessoa que range os dentes, é possível que o aumente a tensão”, alerta Rodrigo Bueno.

O diagnóstico geralmente é feito depois que surgem algumas complicações. Em um exame rotineiro feito pelo cirurgião-dentista é possível descobrir os dentes desgastados ou o esmalte do dente rachado. Outros potenciais sinais incluem dor na face – que piora bastante pela manhã –, na cabeça ou no pescoço. O cirurgião-dentista deve fazer um check up da boca e eliminar com aparelhos e desgastes seletivos dos dentes os pontos que impedem uma mordida perfeita. “Mas isso não é tudo. Pessoas com bruxismo têm termômetro psicológico na boca. O melhor é perceber que o problema não vem do nada e tentar achar suas causas no dia a dia”, orienta Bueno.

No caso das crianças, na fase de trocas dentárias, não há como propor placas de mordida. Assim o tratamento se enquadra dentro do período pelo qual passa a criança e sua maturidade para compreender os procedimentos propostos. Em geral, atitudes mais invasivas, como placas e correções cirúrgicas, são evitadas. Um passo importante para tentar curar – ou pelo menos diminuir – o bruxismo é cortar a tensão psicológica. Isso pode ser feito através da prática de esportes, ioga e exercícios de relaxamento. Já distúrbios psiquiátricos, como depressão e ansiedade, devem ser aliviados e medicados por um profissional competente. A psicoterapia identifica e trata as dificuldades emocionais associadas ao bruxismo. Outro método usado é o encaixe de placas de acrílico na arcada dental, especialmente durante a noite. Estas placas ajudam a distribuir a força muscular em todos os dentes e não apenas em um ou dois mal posicionados. Por último, o dentista deve fazer um ajuste fino do fechamento da boca através de seus instrumentos odontológicos de corte. Este procedimento é seguro e indolor ao paciente e rapidamente leva a um alívio do sintoma.

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Central de reciclagem

A Made in Forest disponibilizou uma área destinada à reciclagem que abriga o maior número de organizações, pois podem ser encontradas informações de educação ambiental e pontos de descarte em todo o Brasil de quase 40 tipos de resíduos. Para ter acesso aos pontos, o cidadão ou a empresa seleciona o material desejado para reciclagem, acessa www.centraldareciclagem.com.br, clica no material que deseja descartar e digita sua cidade para conhecer os pontos de descarte do material. “O serviço é de utilidade pública, organizado e divulgado pela rede www.madeinforest.com, porém esta iniciativa precisa contar também com o apoio das empresas e dos Prefeitos para informar e educar a população sobre o correto descarte dos materiais”, afirma o sócio fundador da rede, Fabio Biolcati.

Neste espaço de reciclagem a empresa patrocinadora tem além da área de publicidade e serviço de informação à população uma área inédita de conteúdo em forma de artigos e vídeos que podem ser institucionais, produtos ou de eco educação sobre a reciclagem do material especifico, o banco de dados disponibiliza quase 40 tipos diferentes de materiais recicláveis. O objetivo da Made in Forest é integrar os organismos envolvidos com o meio ambiente em contato com a população, seu público consumidor e entre si, para que juntos possam buscar negócios, consumo sustentável e ajudar a identificar e fortalecer a economia verde do planeta, gerando assim empregos verdes, renda à população e municípios.