Os fatores de riscos na Tecnologia da Informação (TI)

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Uma estratégia corporativa e integrada de gestão de riscos permitirá às empresas fazer julgamentos mais precisos e tomar decisões com mais informação, assim como processar, mais facilmente, os requisitos e as regulamentações internacionais, otimizar os custos, incrementar a eficácia e a eficiência das operações, a transparência e a divulgação de informações para o mercado, bem como melhorar as atividades de suporte e potencializar os negócios, aumentando o valor para os clientes e para os acionistas. Dessa forma, uma estratégia corporativa e integrada de gestão de riscos permitirá às empresas fazer julgamentos mais precisos e tomar decisões com mais informação, assim como processar, mais facilmente, os requisitos e as regulamentações internacionais, otimizar os custos, incrementar a eficácia e a eficiência das operações, a transparência e a divulgação de informações para o mercado, bem como melhorar as atividades de suporte e potencializar os negócios, aumentando o valor para os clientes e para os acionistas.

George Matias, diretor da M2 Solution, diz que a evolução da TI fez com que quase todas as empresas passassem a ter algum suporte para a área – seja interno ou terceirizado – para não paralisar os processos empresariais por conta de problemas nas máquinas ou nos sistemas de gestão. “Os gestores que investem no setor acreditam que, com o suporte, estão se livrando de uma dor de cabeça, porém, há uma tendência preocupante, em que os profissionais de TI costumam centralizar todos os processos tecnológicos, fazendo com que as empresas, sem perceberem, acabem virando refém desses profissionais. Hoje, 70% dos gestores que nos procuram alegam ter problemas de transição no departamento de TI, que, de acordo com eles, além de não apresentar um resultado satisfatório, cria um ecossistema em que os processos tecnológicos da empresa dependem das pessoas que trabalham na área. Os sistemas ERPs, os de mensageria e os de colaboração costumam ser os mais customizados – logo, são os mais centralizados”.

Ele diz ter observado com estudos de mercado que os gestores do negócio não têm uma visão amadurecida do que realmente é a tecnologia. Seus campos de visão focam apenas nas ferramentas que utilizam e seus benefícios, não conhecendo a infraestrutura que está por trás. Encontramos estes cenários principalmente em pequenas e médias empresas, já que as grandes corporações estão alertas para esse movimento. “A insegurança é geralmente a maior razão para esse comportamento centralizador dos profissionais de TI, que acreditam que os mercados de datacenter e de virtualização irão tomar seus empregos. Vale lembrar que bons profissionais sempre terão seu espaço no mercado que, como todos sabem, está carente de pessoas capacitadas. E há empresas dispostas a pagar bons salários para quem puder assumir a demanda. O fato é que, com tudo isso, os gestores se tornam reféns de uma área que não deveria gerar problemas. Como principais prejuízos eles admitem ter perda de tempo e produtividade, além da dificuldade em manter a fluidez do serviço em momentos de mudanças. Para que isso não aconteça, a TI deve ser encarada como um departamento estratégico – e todo departamento estratégico deve ser acompanhado de perto”.

Ele entende que os gestores não têm tempo para se ocuparem com assuntos da TI, e também não espero que compreendam infraestrutura ou sistemas. “Mas sempre recomendamos que eles participem da contratação desses serviços de forma mais ativa e incluam o departamento de TI nos processos de auditoria, cobrando as documentações e os procedimentos da área. Assim, caso ocorram discrepâncias, elas serão facilmente identificadas e rapidamente solucionadas”.

Seu conselho para as empresas que estão começando ou têm a oportunidade de reestruturar a área, é que optem por tecnologias que não dependem de infraestrutura física – um exemplo são os serviços em nuvem, que não exigem servidores internos e dispensam manutenção. “Além disso, devem produzir documentos com os processos de TI detalhados para que os mesmos sejam usados por qualquer profissional que venha a assumir a área em momentos de transição e update. Deve-se, também, definir o planejamento estratégico do departamento, que deve ser alinhado com o planejamento estratégico da empresa. Já para quem quer resolver este problema na empresa, seguem algumas dicas: deve-se analisar e diagnosticar se o departamento de TI é centralizado, seja ela por funcionário ou por uma terceirizada. Se a resposta for positiva, a recomendação é contratar uma consultoria especializada para auxiliar a empresa e o departamento de TI a estruturarem processos que não gerem dependência”, acrescenta.

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Aposentados brasileiros buscam maiores ganhos com a desaposentação

IMPLANTAÇÃO,
MELHORIA E EVOLUÇÃO DE
SISTEMAS DE GESTÃO
Abordagem do QSP rumo ao
Sucesso Sustentado das organizações

Qualquer que seja o Sistema de Gestão (ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001,
ISO 27001, etc.) de interesse da empresa, o QSP prepara, orienta e acompanha as pessoas da organização para construírem um Sistema de Gestão que seja perene e contribua de fato para o Sucesso Sustentado da empresa.
Saiba mais…

Segundo o advogado Guilherme de Carvalho, do escritório G Carvalho, a justiça vem se posicionando favorável a questão, pois o segurado do regime geral de previdência social que após se aposentar continua contribuindo pode pedir na Justiça uma nova aposentadoria que considere as últimas contribuições. Advogados contam que com o pedido de desaposentação, para os quais o Superior Tribunal de Justiça tem se manifestado favoravelmente, clientes têm aumentado em mais de 100% suas aposentadorias. Segundo o advogado Guilherme de Carvalho, sócio do escritório G Carvalho Sociedade de Advogados, só tem direito à desaposentação o aposentado que continua a contribuir para o INSS e o aumento não é feito pelo instituto. Tudo o que foi contribuído após a concessão da aposentadoria vai ser recalculado a partir das 80% maiores contribuições, e desprezadas as 20% menores. “Desde a fundação do INSS, esse é o melhor benefício que existe em favor do aposentado”, opina.

A reforma previdenciária é de caráter emergencial no Brasil, contudo, o fato é que a reforma nunca acontece e os aposentados continuam ano após ano “a ver navios”. “O sistema tributário e previdenciário no país é muito complexo e com isso, quem acaba prejudicado é o cidadão”, diz o advogado Guilherme de Carvalho, presidente do escritório G Carvalho Sociedade de Advogados.

Dados do IBGE mostram que dos 18,4 milhões de segurados, 5,3 milhões trabalham e cerca de 550 mil com carteira assinada. “Ao se aposentar, o beneficiário do INSS não ganha o suficiente para poder usufruir deste direito e, portanto, continua na ativa. No entanto, o seu seguro não é reajustado como deveria ser”.

Anos passam, e os aposentados continuam reclamando do valor que recebem mal dando para pagar os tributos. Mas, essa situação vem se revertendo e um grande número de pessoas está procurando o direito de se desaposentarem. “O beneficiário poderá renunciar a aposentadoria que ganha de valor menor em detrimento de outra, de maior valor, pois o mesmo continuou a contribuir com o INSS. Portanto, os valores devem ser revistos”, afirma Carvalho.

Alguns governistas discutiram sobre o projeto de lei que legitimava a desaposentação no Congresso Nacional, mas o tema foi vetado pelo Presidente Lula no ano passado. “A desaposentação é um tema ainda polêmico, sobretudo porque mexe com os cofres públicos. Acredito que até o próximo ano o governo terá que rever suas idéias, pois atualmente os aposentados vão atrás dos seus direitos. Os segurados querem renunciar a sua aposentadoria e ganhar aquilo que merecem”, comenta Carvalho, do G Carvalho Sociedade de Advogados.

Segundo o advogado previdenciário Guilherme de Carvalho, o escritório que tem atualmente 18 mil processos em andamento no Brasil já obteve 8 mil pareceres favoráveis. “Seria mais interessante para o próprio governo rever o tema, visto que deve-se ter no país em média 300 mil pessoas que têm o direito. Imagina se todos decidirem entrar com uma ação?”.

O advogado Guilherme de Carvalho, do escritório G Carvalho, explica que muitos casos de clientes que recorrem são porque o beneficiário se aposentou cedo, recebendo um pequeno valor devido ao fator previdenciário. “Por causa da baixa renda, o cidadão continua na ativa, podendo rever os valores na Justiça. O beneficiário que se aposentou e continuou a trabalhar e contribuir para o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) pode rever os valores na Justiça”, garante.

A Justiça brasileira vem contribuindo para a questão, concedendo pareceres favoráveis. “Para quem possui esse direito é necessário o cálculo para saber o quanto a mais passará a receber, mas, isso é um trabalho que será realizado pelo advogado responsável pelo processo. E também é importante reforçar que até que a nova aposentadoria saia, a pessoa beneficiária do INSS continua recebendo a antiga sem prejuízos”, explica.

Carvalho contou o caso de um cliente que recebia o valor de R$ 1.462,33 e entrou com uma ação em 2009. Em 2011 foi concedida a desaposentação e o valor aumentou para R$ 3.218,90. “A atualização foi dada em tutela antecipada, ou seja, o aposentado já começa a receber o novo benefício mesmo se o INSS apelar”, explica. Ele diz ter centenas de clientes com aumentos de mais de 100%. Segundo o advogado, o fator previdenciário é um aspecto importante no aumento, na medida em que quanto mais idoso o requerente, maior é o fator e seu impacto positivo no aumento do valor. Ele também chama atenção para que no momento da sentença seja observado o teto previdenciário na data da decisão, que é anualmente alterado, e não o da data do pedido ou da concessão da aposentadoria anterior. “A desaposentação também sofre impacto com o fato de atualmente a moeda nacional ser muito mais forte do que em décadas anteriores. Isso porque, além do recálculo, é feita a atualização monetária do beneficio”, diz.

Carvalho explica que o pedido não cabe se a pessoa sempre contribuiu com o mínimo, e que as pessoas que têm chance de maior aumento são aquelas que contribuem com o valor máximo possível, ou próximo dele. Seu escritório costuma recomendar a seus clientes que o aposentado esteja contribuindo há pelo menos um ou dois anos após ter se aposentado.

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspx

NBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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