No Brasil apenas 24% das mulheres têm cargos de destaque

Sérgio Nardi

Qual o sonho de qualquer pessoa, independentemente do sexo? Ser bonito, inteligente e competente, o trinômio perfeito para uma vida ideal e uma carreira brilhante. Mas, nem sempre, o estereótipo do perfeito legitima o imaginável. No disputado mercado de trabalho, a balança pende desigual e apesar dos predicados ideais, a mulher continua a levar desvantagem, quando o assunto é a carreira corporativa. Seus vencimentos chegam a ser 25% menores que os dos homens em cargos similares. Segundo estudo realizado pela Grant Thornton International Business Report, as mulheres em 2007 ocupavam 42% dos cargos de liderança nas organizações, ou seja, o 2° lugar no ranking global; entretanto em 2011, o estudo mostra o Brasil em 21° lugar, com apenas 24% das mulheres em cargos de destaque.

Falta inteligência, competência e beleza a mulher de hoje? Não, talvez até sobre qualidades para essas profissionais, mas o preconceito, a falta de incentivo governamental e as responsabilidades naturais do sexo feminino vêm cada vez mais interferindo na carreira das mulheres. O último paradigma acaba de ser quebrado e o predicado que supostamente beneficiaria as mulheres na hora de arrumar emprego ou promoção, acaba de ser implodido pela pesquisa de Ze’ev Shtudiner e Bradley Rufle apresentada na conferência anual da Royal Economic Society em Londres, em 19 de maio deste ano. Os pesquisadores através do envio de mais de cinco mil currículos chegaram ao resultado, de que as mulheres bonitas sofrem preconceito e tem a sua chance de contratação reduzida em até 30%. A justificativa dos pesquisadores é polêmica. A maior parte das pessoas responsáveis pelo RH nas empresas são mulheres e o veto às candidatas bonitas se daria por conta da inveja feminina.

Inveja feminina, ranço machista, o que mais pode atrapalhar a mulher na vida corporativa? A responsabilidade natural da mulher pela família tem sido outro obstáculo no crescimento feminino dentro das organizações, ou seja, a falta de preparo das empresas, em lidar com o período da maternidade, abre caminho para soluções práticas para lidar com o conflito, isso significa dizer, que as empresas evitam a contratação de mulheres, que se mostrem predispostas a uma gravidez. A solução para esse impasse está longe, ainda mais hoje, em um cenário super competitivo, onde a redução de custos e a maximização dos lucros, a qualquer custo, são as palavras de ordem no mercado.

Subsídios e redução de impostos para as empresas com trabalhadoras em período gestacional seria uma forma de ajustar essa interferência, mas como qualquer ação, que dependa do governo, as esperanças são as mais remotas possíveis para uma solução. Em meio ao turbilhão de desigualdade, um número traz um alento às mulheres e a sua infinita capacidade de adaptação. As brasileiras, segundo estudo recente, divulgado pelo Sebrae e realizado pela Global Entreprenurship Monitor (GEM) em 2010, mostra que 49,3% dos empreendedores nacionais são do sexo feminino, apesar da ligeira queda em relação ao mesmo estudo de 2009, onde contava com 50,7% do total, o Brasil já é o segundo país, no mundo, onde as mulheres mais empreendem, perdendo apenas para Gana.

O dado em si é animador, mas reflete uma escolha natural das mulheres ou uma opção compulsória, a todos os problemas enfrentados no mercado de trabalho? Dificuldades, obstáculos, preconceitos cercam a carreira e a vida das mulheres, mas uma coisa é certa, a renúncia e a submissão fazem parte de um passado distante. A nova mulher corrobora a citação de Léon Tolstoi: “A mulher é uma substância tal, que, por mais que a estudes, sempre encontrarás nela alguma coisa totalmente nova”. Alguém se arrisca a ser mulher?

Sérgio Nardi é palestrante, escritor, especialista em gestão empresarial e autor dos livros “Atendimento de Sucesso”, “A Nova Era do Consumo de Baixa Renda”, “Marketing para o Varejo de Baixa Renda” entre outros. www.sergionardi.com.br

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Gestão destrutiva: a palavra de ordem é pressão

NBR ISO 13485: os requisitos regulamentares para os produtos para a saúde
Essa norma segue o formato da NBR ISO 9001 para a conveniência dos usuários da comunidade de produtos para saúde, não inclui requisitos específicos de outros sistemas de gestão, tais como aqueles particulares de gestão ambiental, saúde ocupacional, segurança ou gestão financeira. Entretanto, possibilita a uma organização o alinhamento ou a integração de seu sistema de gestão da qualidade com outros requisitos de sistemas de gestão relacionados. É possível a uma organização adaptar seus sistemas de gestão existentes para estabelecer um sistema de gestão da qualidade que cumpra com os requisitos dessa norma. Clique para mais informações.

imagesCAVKY6MSExistem casos extremos mostrando que o excesso de pressão cria um ambiente perigoso dentro das empresas. É denominada gestão destrutiva, em que a palavra de ordem é pressão. E isso é muito comum no dia a dia das empresas, afinal, todas trabalham para bater metas, alcançar objetivos, ultrapassar e superar os concorrentes. Será que existe um limite para a que a pressão traga os resultados esperados se tornando positiva?

Sem dúvida, há funcionários que respondem melhor a esse sistema, no entanto quando a pressão ultrapassa os limites ameaça a integridade das pessoas, acarretando estresse e problemas de saúde. Algumas pessoas passam pelo mesmo processo de pressão e adversidade no ambiente de trabalho, mas não entram no estado de desgaste físico e psíquico, suportando a pressão mantendo-se equilibradas, isto é, sem quebras emocionais. Essas pessoas são chamadas de resilientes, pois possuem atitudes diferenciadas em relação às adversidades no trabalho.

A palavra resiliência vem do latim resilio, que significa voltar ao normal, e o termo começou a ser utilizado pela física em estudos sobre a elasticidade dos materiais. O profissional resiliente não se deixa envolver por sentimentos de medo e de tristeza, sentimentos estes que paralisam a pessoa, impossibilitando capacidade de agir. Ele verifica os vários caminhos para solucionar o problema, utilizando a sua flexibilidade e criatividade para sair do momento adverso. Este profissional é capaz de ser muito organizado e dinamizador de acções objectivas e estruturadas, respeitando uma linha de coerência e de conduta, mesmo no meio hostil e sendo alvo de assédio moral.

Dessa forma, esse profissional resiliente está centrado em objetivos bem delineados fazendo o que tiver que ser feito para minimizar ou até mesmo sair da adversidade. Os trabalhadores resilientes costumam ser muito criativos, inteligentes e com capacidades para motivar e atrair pessoas. Geralmente são pessoas vencedoras. Eles devem ser valorizados, pois são na maioria das vezes lideres naturais e com fortes capacidades de perseverança e liderança.

Para Priscila Mendes, consultora da Leme Consultoria (www.lemeconsultoria.com.br), quem já não se deparou com a pressão do ambiente corporativo? “Prazos, metas, concorrência, redução de custos e aumento de produtividade são apenas alguns dos motivos que levam as empresas a caminharem em ritmo acelerado. Assim, tem se tornado cada vez mais comum à busca por profissionais que saibam lidar com a pressão organizacional. Mas como os colaboradores têm respondido a essa pluralidade corporativa?”

Ele responde dizendo que as empresas têm optado por profissionais que se mostram produtivos, ou seja, capazes de gerenciar e executar uma gama de informações, tomando as ações necessárias em tempo real, contudo, sem comprometer a qualidade de entrega, além é claro, com equilíbrio emocional. Logo, estamos falando de profissionais que saibam lidar com a pressão organizacional. “Em uma equipe, reunimos pessoas com divergências de culturas, ideias e pontos de vista. Isso é saudável, porém é importante lembrar que cada uma poderá apresentar uma reação distinta ao estímulo da pressão e o líder terá um papel importante na busca por um ambiente ponderado, afinal as pessoas não devem fracassar diante da pressão, nem só apresentar resultados diante dela. Companhias têm refletido sobre essa questão e buscado mudanças visando à qualidade de vida dos colaboradores. O investimento também é aplicado no desenvolvimento da liderança visando desenvolver, motivar e reter seus colaboradores, além de praticar técnicas que diminuam o estresse no ambiente de trabalho”.

Acrescenta que algumas ações podem ajudar a aliviar a pressão do cotidiano, como a organização do espaço e das atividades de trabalho e a administração do tempo, fatores fundamentais para um rendimento superior e equilíbrio. “Além disso, relacionar as atividades prioritárias e secundárias, definir o tempo que destinará para a realização de cada uma delas, evitar ser interrompido, concentrar-se na tarefa a ser executada e aprender a dizer “não”, caso isso seja necessário, são algumas dicas que podem ajudar a conviver bem com a perseguição de metas e objetivos e a manter-se focado e preciso nos resultados, evitando cobranças e maior sensação de pressão”.

A NBR ISO 9001 trata desse assunto a partir do item 6.2 Recursos humanos:

6.2.1 Generalidades

As pessoas que executam atividades que afetam a conformidade com os requisitos do produto devem ser competentes, com base em educação, treinamento, habilidade e experiência apropriados.

NOTA A conformidade com os requisitos do produto pode ser afetada direta ou indiretamente pelas pessoas que desempenham qualquer tarefa dentro do sistema de gestão da qualidade.

6.2.2 Competência, treinamento e conscientização

A organização deve

a) determinar a competência necessária para as pessoas que executam trabalhos que afetam a conformidade com os requisitos do produto,

b) onde aplicável, prover treinamento ou tomar outras ações para atingir a competência necessária,

c) avaliar a eficácia das ações executadas,

d) assegurar que o seu pessoal esta consciente quanto a pertinência e importância de suas atividades e de como elas contribuem para atingir os objetivos da qualidade, e

e) manter registros apropriados de educação, treinamento, habilidade e experiência (ver 4.2.4).

6.3 Infraestrutura

A organização deve determinar, prover e manter a infraestrutura necessaria para alcançar a conformidade com os requisitos do produto. A infraestrutura inclui, quando aplicável,

a) edifícios, espaço de trabalho e instalações associadas,

b) equipamentos de processo (tanto materiais e equipamentos quanto programas de computador), e

c) serviços de apoio (como sistemas de transporte, comunicação ou informação).

6.4 Ambiente de trabalho

A organização deve determinar e gerenciar o ambiente de trabalho necessário para alcançar a conformidade com os requisitos do produto.

NOTA O termo “ambiente de trabalho” se refere aquelas condições sob as quais o trabalho e executado, incluindo fatores físicos, ambientais e outros (tais como ruído, temperatura, umidade, iluminação e condições meteorológicas).

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Construção civil: as horas gastas em um trajeto por um funcionário

IMPLEMENTAÇÃO DAS NOVAS DIRETRIZES

ISO 31000
ISO 26000

Saiba como o QSP poderá auxiliar sua organização:

Ricardo Almeida

Em um momento crucial de crescimento da construção civil que se estende desde os arredores da capital, até locais de maior dificuldade de acesso pelo transporte público no interior, uma questão de sensível importância financeira deve passar a ser objeto de maior atenção por parte dos empregadores, empregados e sindicatos de classe. É o chamado pagamento das horas in itinere, ou seja, as horas gastas em um trajeto por um funcionário até a obra trabalhada por condução fornecida pela empregadora.

Em um primeiro momento, para aqueles que desconhecem os detalhes da lei trabalhista pode parecer estranho. Afinal de contas, o empregador que concede um benefício ao empregado com o fornecimento de condução (perua, ônibus..), deixa de descontar o percentual permitido por lei caso fosse pago vale transporte e, acaba sendo “penalizado” com o pagamento de uma hora extra não efetivamente trabalhada.

É a aplicação rigorosa do art. 58, parágrafo 2º da CLT que ressalva a título de horas extras aquelas despendidas pelo empregado na locomoção de sua residência ao local de trabalho por meio de transporte fornecido pelo empregador, até o local da efetiva prestação de serviços, desde que se trate de local de difícil acesso ou não servido de transporte público.

Em verdade, a locomoção fornecida pela empresa pode ser “parcial”, não tendo como ponto de partida a residência do empregado para a caracterização da chamada hora in itinere, podendo ser considerado a tal título, inclusive, a condução fornecida em empresa de grande porte para deslocamento interno do funcionário na análise caso a caso.

E são dois os maiores problema na aplicabilidade do dispositivo em questão.

Em primeiro lugar existe certo caráter subjetivo em relação à caracterização de “local de difícil acesso” ou “não servido por transporte público” disposto em lei, não havendo dúvidas quanto à possibilidade de existência de transporte público à proximidade de determinadas localidades que não tiram a condição de “local de difícil acesso”, de forma que o fornecimento de transporte pelo empregador caracterizaria o direito da chamada hora in itinere por parte do empregado.

De outro lado, não há (e nem poderia) haver uma descrição específica quanto a uma distância mínima ou máxima entre a condução pública e o local da prestação de serviços para se caracterizar o malfadado “local de difícil acesso”.

Da mesma forma, um transporte público existente apenas em horário completamente incompatível com o horário de trabalho não deveria deixar de se caracterizar a hora in itinere por parte do empregado passível de respectivo pagamento, caso o empregador forneça a condução para o local de trabalho. As soluções no caso concreto seriam, em princípio, o fornecimento de condução a partir de um ponto único de encontro com o pagamento das horas despendidas no deslocamento deste ponto, até o local da prestação de serviços. Ou a realização de acordo em Convenção Coletiva da categoria tratando da supressão de eventuais horas in itinere, o que sempre demanda longa negociação e aplicabilidade estritamente ao período de validade da Convenção Coletiva em questão.

Ressaltando o fato de que as horas in itinere devem ser pagas como extraordinárias caso representem o trabalho superior à 44ª hora semanal, ou seja, devem ser remuneradas com adicional de 50% sobre o valor da hora normal trabalhada.

Num cenário com grande porcentagem de contratação por grandes consórcios, entes públicos ou de economia mista há uma sugestão baseada no seguinte cálculo: uma obra com 100 empregados com salário médio de R$ 1.000,00 que demore duas horas em deslocamento de ida e volta até o local da prestação de serviços, gera um custo médio mensal de aproximadamente 34 mil reais ou ainda 410 mil reais anuais. Sem adentrarmos na precariedade do transporte público em geral, seria o caso de apurar se o gasto supra mencionado é muito inferior a um investimento, ou uma criação de uma linha de transporte ainda que intermunicipal que beneficiasse não só os trabalhadores de uma determinada obra, mas sim beneficiasse a toda uma região em uma reunião de interesses dos empregados, empregadores, entes públicos e ainda moradores de toda uma região.

Ricardo Almeida é advogado especializado em Direito do Trabalho e Civil e gerente da área trabalhista do Valentim Advogados.

Placas cimentícias: um novo jeito de construir

Thaís Helena Martinetti

As placas cimentícias, chapas lisas fabricadas em fibrocimento, surgiram no mercado nacional na década de 70. Sua comercialização se intensificou após a década de 90, com o desenvolvimento do mercado de construção seca e industrializada. Apesar de o brasileiro ainda não estar acostumado a esse tipo de construção, essa, sem dúvida, é uma forte tendência para o futuro.

O uso dessas placas está associado ao sistema steel framing, que é uma estrutura composta por perfis formados a frio de aço galvanizado, que constituem painéis estruturais – verdadeiros esqueletos para edificação. Tendo essa moldagem, as placas cimentícias são utilizadas como fechamento dessas estruturas, formando as paredes da edificação.

Elas são constituídas da mistura de cimento Portland, agregados naturais, com reforço de fibras sintéticas. Essa combinação de ingredientes a faz ser adequada tanto para áreas secas quanto molhadas. O produto é bastante utilizado para revestimentos externos, como fachadas, e também em áreas internas, como cozinhas e banheiros.

Sua fixação à estrutura se dá por meio de parafusos. Para melhorar o isolamento térmico e acústico das paredes, sugere-se fazer um isolamento com material adequado, como por exemplo, lã de vidro, EPS, lã de rocha, etc. Nestes casos é necessário formar uma espécie de sanduíche, colocando placa cimentícia + isolamento + placa cimentícia.

As vantagens da utilização das placas é que elas são resistentes a impactos, à umidade, são incombustíveis (não pegam fogo) e de alta durabilidade. Elas também são compatíveis com diversos acabamentos ou revestimentos, como pintura acrílica, texturas, cerâmicas ou pastilhas, garantindo rapidez na execução e adequação a qualquer tipo de projeto. Atualmente, as placas cimentícias são comercializadas em diferentes tamanhos. A largura é fixa (1,20m) e o comprimento pode variar de 2,00 a 3,00 metros. A espessuras usuais são de 4,0 a 6,0mm para forros, 8,0mm para paredes internas e de 10,0 a 12,0mm para paredes externas ou fachadas.

Podem-se utilizar placas cimentícias em qualquer tipo de construção, seja em residências, fachadas de edifícios, proteção de heliportos, edificações hospitalares, fechamentos de galpões industriais, paredes de escolas, mezaninos, platibandas, entre outras.

Atenta a essa demanda, a Infibra, empresa que atua há 40 anos no segmento de fibrocimento e polietileno, lançou recentemente uma linha de placas cimentícias. O produto, que está disponível em espessuras de 6, 8 e 10 mm, é resistente a fogo, impactos e até cupins. É importante ressaltar que as placas devem atender aos requisitos da NBR 15575-4, que regulamenta edifícios habitacionais de até cinco pavimentos. Esta norma estabelece os parâmetros mínimos de desempenho das paredes externas e internas de edificações.

Apesar da aplicação recente dessa tecnologia, a expectativa é um aumento rápido desse tipo de construção em virtude da demanda habitacional do país e da velocidade de construção que esse produto confere. É um sistema limpo, uma vez que reduz os desperdícios de materiais e otimiza o uso a mão de obra. Esses atributos podem tornar a obra até 40% mais barata. É uma opção para construir com qualidade, baixa geração de entulho e principalmente, com preocupação ambiental.

Thaís Helena Martinetti é mestre e engenheira civil formada pela Universidade Federal de São Carlos. Atualmente é engenheira de desenvolvimento de produtos da Infibra.

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspx

NBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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Glossário Técnico Gratuito

Disponível em três línguas, a ferramenta permite procurar termos técnicos traduzidos do português para o inglês e para o espanhol. Acesse no link

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Educação financeira e as greves

Mauro Calil

Imagine a seguinte situação orçamentária: receita familiar total líquida de R$ 5.000,00; despesas com parcelas de tudo que é pago via financiamento de R$ 1.750,00 (35%); demais despesas da família de R$ 3.000,00. Nesta situação, a família teria como superávit mensal R$ 250,00. Digamos ainda que todos os financiamentos feitos por tal família tenham sido contraídos com parcelas fixas, ou seja, não importa o que aconteça, as parcelas caberão no bolso até que terminem. Esta é, obviamente, uma ótima medida para se precaver de reajustes fora do controle orçamentário doméstico.

No entanto, as demais despesas da família, como transporte, médico, cabeleireiro, escola, alimentação etc. e mesmo os preços regulados pelo governo, como as contas de água, luz, telefone, sofrerão a ação da inflação, algo que já está acontecendo. No momento em que a inflação alcançar 10%, o impacto na parcela do orçamento familiar que não está fixado em parcelas elevará os gastos de R$ 3.000,00 para R$ 3.300,00. Neste cenário, todos os meses, faltarão R$ 50,00 no orçamento desta família.

Com o passar do tempo, as regalias conseguidas com o aumento da renda deixarão de existir. Passando mais um período, o essencial estará sob risco, pois a inflação deixou tudo mais caro e a simples conta de luz, que não é mais algo preocupante, passará a se tornar mais um motivo de aflição ao chegar pela caixa do correio. Este é o principal motivo pelo qual muitos trabalhadores estão de braços cruzados forçando negociações salariais. De metalúrgicos a bombeiros. Quando ouço que um soldado do corpo de bombeiros fluminense ganha R$ 950,00, fica claro que as premissas mudaram.

As prioridades do trabalhador de alimentar a família e dar estudo aos filhos são as mesmas de sempre e assim continuarão. Nada mais legítimo, justo e perfeito. No entanto, as premissas se adéquam ao tempo. Um bombeiro fluminense, que tem preparo físico, intelectual e psicológico para salvar vidas, passa a ter menos condições de servir aos filhos e volta a enfrentar as agruras orçamentárias que a inflação fez chegar a seu lar. O resultado disto é a paralisação.

Tudo poderia ter sido evitado com a inserção da educação financeira como prioridade. As empresas treinam, motivam, pagam os colaboradores, mas não os preparam para lidar com o dinheiro que recebem. Isto resulta na satisfação momentânea do funcionário por ter galgado um novo patamar de consumo, mas que não se sustenta, pois muito rapidamente culminará em nova insatisfação a ser resolvida com mais dinheiro, para que o ciclo vicioso se renove.

Aprender o que fazer com o dinheiro é tão importante quanto ganhar dinheiro. Nada é mais motivador, tranquilizador e pacificador que ter a certeza do enriquecimento e da formação de patrimônio com aquilo que se tem. A certeza que nada faltará ao trabalhador e a sua família pela renda de seu trabalho se dá pelas premissas da boa educação financeira, sendo esta uma prioridade em nossa sociedade. Por enquanto, continuamos com o consumo exacerbado, inflação e greves.

Mauro Calil é palestrante, educador financeiro e autor do livro “A Receita do Bolo” – www.calilecalil.com.br

Manufatura reversa e uma metodologia para mensurar a redução de emissões por desmatamento

Conheça a melhor solução para a sua empresa gerenciar as normas técnicas
Controlar e manter o acervo de Normas Técnicas atualizadas e disponíveis para compartilhamento entre todos os departamentos e colaboradores, é hoje um grande desafio em diversas empresas por envolver a dedicação e o esforço de vários profissionais. Atualmente, inúmeras empresas utilizam planilhas de controle, sistemas internos e sites de fontes não confiáveis para realizarem a busca de informações sobre a vigência das normas técnicas. Clique para mais informações.

imagesCAKH1OFGA manufatura reversa pode ser definida como a a ação de decomposição dos equipamentos mecânicos, eletroeletrônicos, etc. que foram manufaturados ou montados com vários materiais para a conclusão de um aparelho para uso nas diversas atividades do cotidiano, nas várias formas de aplicação à sua finalidade. A ação inversa da linha de montagem, a desmontagem possibilita que cada tipo de componente ou material utilizado anteriormente quando da inoperância ou obsolência do aparelho não seja descartado no lixo e possa ser encaminhado para reciclagem.

Ela está inserida na logística reversa, que é o caminho inverso dos aparelhos e equipamentos que por força da nova Política Nacional de Resíduos Sólidos determina que todo o produto fabricado e vendido pelas indústrias e o comércio é de responsabilidade do fabricante até sua destinação final. Em linguagem comum isso quer dizer do nascimento ao cemitário. Deverão retornar ao fabricante ou ter tratamento adequado para reaproveitamento/reciclagem depois que o consumidor não mais usar o aparelho devendo receber tratamento adequado ambientalmente correto no todo ou na maioria de suas partes possíveis de reciclagem.

Assim, ela tem o sentido contrário da fabricação, portanto cada parte de um aparelho é separada e identificada sendo colocada em um recipiente conforme seu tipo. O resultado é que a acumulação de determinado material deixa de ser uma peça qualquer e se transforma em uma matéria prima, ou que contenha conteúdo valorizável por algum processo, passando a ser uma commoditie com preço de mercado regulado inclusive em bolsas de valor. Pode ser um plástico em suas variadas composições, componentes metálicos, como parafusos, molas, contatos, além de celulose, emborrachados, vidros, madeiras, placas eletrônicas, peças e componentes reaproveitáveis.

Portanto basicamente, ela é o desmontar e separar as partes que compõem quaisquer aparelhos e sua seleção por tipo, de forma ordenada e técnica para que sejam reciclados. Assim economizamos matéria prima primária retirada da natureza. E uma vez processada a matéria prima sua reciclagem tem menor custo, possibilitando um novo ciclo economicamente viável e adequado a preservação ambiental. Deve operar como adequação ambiental, recuperação de valor e prestação de serviços diferenciados. A aplicação da atividade engloba novas formas de serem realizados, alcançando finalmente uma consciência mais clara do que é consumo responsável, destinação ambientalmente correta, pesquisa e educação.

Uma nova metodologia para quantificar a redução de emissões de projetos que reduzem o desmatamento não planejado pode ajudar a abrir o mercado de carbono para países e comunidades pobres na África, Ásia e América Latina, impulsionando a conservação das florestas e criando novos meios de subsistência. O desmatamento e a degradação florestal correspondem a aproximadamente 20% da emissão global de gases do efeito estufa – mais do que o setor de transporte do mundo inteiro, atrás apenas do setor de energia. Isto se deve principalmente pela expansão da agricultura, transformação de florestas em campos de pastagem, o desenvolvimento de obras de infraestrutura, e os efeitos destrutivos da exploração madeireira e incêndios florestais. Por isso é crucial focar em ações para a prevenção do desmatamento.

Esta nova metodologia – aprovada pelo Verified Carbon Standard (VCS) – permite aos projetos calcularem emissões evitadas por desmatamento tanto na borda (“de fronteira”) de grandes áreas, como por exemplo, em áreas agrícolas, quanto de maneira desigual (“mosaico”) dentro da floresta.

Um aspecto importante para finalizar a metodologia de “Desmatamento Não Planejado” foi a decisão de unir as duas metodologias que estavam sendo desenvolvidas separadamente pelo Banco Mundial e pela FAS, em conjunto com a Carbon Decisions International (CDI) e o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesam), com apoio financeiro da Marriott International. A fim de abordar uma série de cenários de desmatamento não planejado em países em desenvolvimento, esta nova metodologia preenche um nicho importante em comparação às demais metodologias de REDD.

“Unir a ‘metodologia de fronteira’ da FAS com a ‘metodologia de mosaico’ do Banco Mundial foi crucial para permitir o desenvolvimento de projetos de REDD tanto na Amazônia brasileira, como na África e na Indonésia”, comentou Virgílio Viana, superintendente-geral da FAS. “Esta metodologia quebrou o ‘paradigma norte-sul’, colocando o ‘sul’ como líder nas discussões de alto nível”.

“Esta metodologia irá finalmente gerar um arranjo para recompensar atividades inovadoras que reduzem o desmatamento pelo mundo enquanto promove a conservação de hábitats naturais, criando empregos sustentáveis e contribuindo para o bem-estar de comunidades locais”, disse Ellysar Baroudy, Fundo Biocarbon do Banco Mundial. “Um exemplo do impacto que esta metodologia terá em comunidades locais é o inovador mecanismo financeiro estabelecido no projeto Ankeniheny-Zahamena em Madagascar, para financiar a proteção de 370 mil hectares de reservas naturais através da venda de créditos de carbono pelo o Fundo BioCarbon do Banco Mundial”.

De acordo com Lucio Pedroni, da CDI, esta metodologia é um importante avanço para todo mundo que trabalha para reduzir o desmatamento em áreas tropicais por meio de sua abordagem robusta e amplamente aplicável. “Muitos desenvolvedores de projetos estavam esperando a aprovação desta metodologia, e finalmente eles poderão finalizar sua documentação e registrar seus projetos no VCS”, diz.

O secretário executivo do IDESAM, Mariano Cenamo, disse que a colaboração trouxe importantes benefícios para o diálogo sobre REDD. “A aprovação desta metodologia mostra que há um alto nível de conhecimento científico e técnico apoiando os projetos de REDD no mercado de carbono voluntário”, diz. Jeff Hayward, diretor do Rainforest Alliance, que junto com o Bureau Veritas Certification, foi responsável pelo processo de dupla validação da metodologia, disse: “Esta é uma metodologia inovadora de alta qualidade que permitirá a projetos de REDD estabelecerem linha de base crível e monitorarem as reduções de emissão”.

Victor Salviati da FAS destacou a importância dessa metodologia para o Brasil por tudo que as áreas tropicais, em particular, sofrem devido ao desmatamento não planejado. Para Gabriel Ribenboim, também da FAS, a metodologia representa um importante marco em um longo processo que começou como o projeto de REDD no Juma em 2008, e servirá como exemplo para projetos similares na Amazônia.

Enquanto os VCS atualmente têm nove metodologias no escopo de Agricultura, Floresta e Uso do Solo (AFOLU, em Inglês) – incluindo 3 metodologias relacionadas a projetos de REDD – esta metodologia é mais amplamente aplicável, abrindo a porta para um crescente número de projetos de REDD como por exemplo da África, a qual oportunamente será considerada nas discussões de REDD+ nas negociações da Convenção-Quadro das Nações Unidas para Mudança do Clima na próxima Conferência das Partes a ser realizada em Durban, na África do Sul, em Dezembro de 2011.

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Qualidade de vida: menos sal na alimentação humana

Planilhas gratuitas

Estimativas demonstram que a população brasileira consome cerca de 12 gramas de sal por dia, mais do que o dobro recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de até 5 gramas diárias. Para diminuir esse número e, consequentemente, os casos de doenças relacionadas à alta ingestão de sódio, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde (MS) lançam na próxima semana a Campanha de Redução do Consumo de Sal. O projeto piloto da campanha, resultado do trabalho conjunto entre a Anvisa, o Ministério da Saúde e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), será realizado nos supermercados do Distrito Federal (DF). O lançamento será na próxima terça-feira (26), na solenidade de abertura da Expo Ecos 2011, um encontro que reúne supermercados das regiões Centro-Oeste e Norte, em Brasília (DF). No evento, promovido pela Associação de Supermercados de Brasília (Asbra), a Anvisa terá um stand para orientar a população e os comerciantes sobre a campanha.

O objetivo é conscientizar os consumidores em relação à redução do uso do sal e orientá-los a fazer escolhas mais saudáveis ao adquirir alimentos. Fólderes, banners e cartazes irão alertar os clientes dos supermercados sobre os perigos do consumo excessivo de sal. “Além de incentivar o consumo de alimentos naturais, a campanha pretende criar nas pessoas o hábito de ler a rotulagem nutricional dos alimentos industrializados e escolher aqueles com menor teor de sódio”, explica a diretora da Anvisa, Maria Cecília Brito.

Também serão disponibilizados aos supermercados spots para serem veiculados nas rádios internas dos estabelecimentos. Os supermercados que aderirem à campanha serão identificados com o slogan: “Esta empresa apóia a campanha de redução de consumo de sal”. A campanha reforça as estratégias para a redução do consumo de sódio pela população brasileira e se alia ao compromisso assinado entre o Ministério da Saúde e as indústrias de alimentação para a redução gradual da quantidade de sódio nos alimentos processados.

O consumo excessivo de sal contribui para o aumento do risco de desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), tais como: hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e doenças renais. Segundo a OMS, em 2001, essas enfermidades foram responsáveis por 60% do total das 56,5 milhões de mortes notificadas no mundo. Quase metade de todas essas mortes é atribuída às doenças cardiovasculares. No Brasil, em 2007 as DCNT responderam por 72% do total das mortes por causa conhecida. Entre as décadas de 30 e de 90, a proporção de mortes por DCNT aumentou em mais de três vezes. Em termos de custos ao Sistema Único de Saúde, no período de 2001 a 2010 houve aumento de 63% dos gastos em internações associadas à hipertensão (desconsiderando o ônus com perda da qualidade de vida, não mensuráveis). Internações por acidentes vasculares cerebrais, infarto do miocárdio e outras doenças isquêmicas oneraram em 2010 quase U$20 milhões de dólares o sistema de saúde brasileiro.

Em 2010, a Anvisa desenvolveu uma pesquisa sobre o perfil nutricional dos alimentos processados. Análises laboratoriais das quantidades de sódio, açúcares, gorduras saturadas, gorduras trans e ferro avaliaram a composição nutricional de alguns alimentos prontos para consumo. Os alimentos industrializados selecionados foram aqueles usualmente consumidos pela população brasileira, principalmente as crianças e caracterizados por apresentarem alta densidade energética e baixo conteúdo de fibra, características que aumentam o risco de obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.

Os resultados encontrados demonstraram que existe uma grande variabilidade nos teores desses nutrientes, principalmente do sódio, dentro da mesma categoria o que significa que há possibilidades de redução sem que isso represente impacto na tecnologia de produção. Dentre todas as categorias analisadas a que apresentou maior quantidade do nutriente sódio foi a do macarrão instantâneo e temperos para macarrão.

O pesadelo do bruxismo afeta de crianças a idosos

O hábito de ranger os dentes – durante o sono ou mesmo de dia – pode desgastá-los e amolecê-los progressivamente, e está associado a outro tipo de desgaste: o emocional. Isso vale também para crianças. Acordar com os músculos da mandíbula doloridos ou com dor de cabeça pode ser sinal de bruxismo – o hábito de ranger ou apertar forte os dentes. O problema pode trazer como consequência desgaste e até amolecimento dos dentes, pode acometer pessoas de todas as idades – inclusive crianças – e as causas estão relacionadas à tensão emocional e ao fechamento inadequado da boca. A Associação Brasileira de Odontologia (ABO) orienta para que o paciente identifique os primeiros sintomas e procure um cirurgião-dentista para ajudar no tratamento o mais cedo possível.

O bruxismo, para muitas pessoas, é um hábito inconsciente, mais comum durante o sono. Apertar os dentes leva a um problema progressivo, e muitas vezes o paciente só percebe que o tem se alguém ouvir o seu ranger. De acordo com o cirurgião-dentista Rodrigo Bueno, consultor da ABO, o bruxismo é associado ao estresse em 100% dos casos. “Todos os pacientes com sintomas de bruxismo têm aumento, direto ou indireto, da tensão emocional. Um alinhamento incorreto dos dentes e o fechamento inadequado da boca estão presentes na maior parte dos casos, e podem ser responsáveis por cooperar com o aumento do estresse cotidiano do portador do transtorno, ao mesmo tempo em que colabora para intensificá-lo”, explica.

O hábito indesejado pode atingir qualquer pessoa, em qualquer idade, embora seja mais frequente entre os 15 e 40 anos e, durante a infância, na fase das trocas dentárias. Nas crianças, em geral, é possível existir desde a conclusão da oclusão infantil (dentes de leite) e pode ganhar destaque nas fases de trocas dentárias devido aos desequilíbrios mastigatórios comuns ao período. A causa, assim como nos adultos, está relacionada ao estresse, mas, de acordo com Rodrigo Bueno, “a avaliação sobre causas associadas deve ser feita caso a caso pelo profissional competente. Só ele poderá orientar esse tratamento”. No inverno, por conta do frio, em algumas pessoas o bruxismo tende a se agravar. “Qualquer situação estressante pode piorar o sintoma. Se o frio funcionar como agente estressante para uma determinada pessoa que range os dentes, é possível que o aumente a tensão”, alerta Rodrigo Bueno.

O diagnóstico geralmente é feito depois que surgem algumas complicações. Em um exame rotineiro feito pelo cirurgião-dentista é possível descobrir os dentes desgastados ou o esmalte do dente rachado. Outros potenciais sinais incluem dor na face – que piora bastante pela manhã –, na cabeça ou no pescoço. O cirurgião-dentista deve fazer um check up da boca e eliminar com aparelhos e desgastes seletivos dos dentes os pontos que impedem uma mordida perfeita. “Mas isso não é tudo. Pessoas com bruxismo têm termômetro psicológico na boca. O melhor é perceber que o problema não vem do nada e tentar achar suas causas no dia a dia”, orienta Bueno.

No caso das crianças, na fase de trocas dentárias, não há como propor placas de mordida. Assim o tratamento se enquadra dentro do período pelo qual passa a criança e sua maturidade para compreender os procedimentos propostos. Em geral, atitudes mais invasivas, como placas e correções cirúrgicas, são evitadas. Um passo importante para tentar curar – ou pelo menos diminuir – o bruxismo é cortar a tensão psicológica. Isso pode ser feito através da prática de esportes, ioga e exercícios de relaxamento. Já distúrbios psiquiátricos, como depressão e ansiedade, devem ser aliviados e medicados por um profissional competente. A psicoterapia identifica e trata as dificuldades emocionais associadas ao bruxismo. Outro método usado é o encaixe de placas de acrílico na arcada dental, especialmente durante a noite. Estas placas ajudam a distribuir a força muscular em todos os dentes e não apenas em um ou dois mal posicionados. Por último, o dentista deve fazer um ajuste fino do fechamento da boca através de seus instrumentos odontológicos de corte. Este procedimento é seguro e indolor ao paciente e rapidamente leva a um alívio do sintoma.

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Central de reciclagem

A Made in Forest disponibilizou uma área destinada à reciclagem que abriga o maior número de organizações, pois podem ser encontradas informações de educação ambiental e pontos de descarte em todo o Brasil de quase 40 tipos de resíduos. Para ter acesso aos pontos, o cidadão ou a empresa seleciona o material desejado para reciclagem, acessa www.centraldareciclagem.com.br, clica no material que deseja descartar e digita sua cidade para conhecer os pontos de descarte do material. “O serviço é de utilidade pública, organizado e divulgado pela rede www.madeinforest.com, porém esta iniciativa precisa contar também com o apoio das empresas e dos Prefeitos para informar e educar a população sobre o correto descarte dos materiais”, afirma o sócio fundador da rede, Fabio Biolcati.

Neste espaço de reciclagem a empresa patrocinadora tem além da área de publicidade e serviço de informação à população uma área inédita de conteúdo em forma de artigos e vídeos que podem ser institucionais, produtos ou de eco educação sobre a reciclagem do material especifico, o banco de dados disponibiliza quase 40 tipos diferentes de materiais recicláveis. O objetivo da Made in Forest é integrar os organismos envolvidos com o meio ambiente em contato com a população, seu público consumidor e entre si, para que juntos possam buscar negócios, consumo sustentável e ajudar a identificar e fortalecer a economia verde do planeta, gerando assim empregos verdes, renda à população e municípios.