Os comportamento e as aspirações da classe D

A QuorumBrasil conversou com 400 pessoas da Classe D, moradoras na cidade de São Paulo, com renda familiar entre R$1.100 e R$1.600 para identificar seu comportamento e aspirações. Confira os resultados:

:: Para onde vai sua renda familiar?

:: Onde você pretende ampliar seus gastos?

:: Você consegue guardar um pouco no final do mês?

:: Sua vida melhorou nos últimos 3 anos?

A saúde financeira dos funcionários influencia na sua produtividade

Economize com o sistema Target para o gerenciamento de documentos via internet

O sistema Target GEDWeb garante que sua organização tenha a segurança necessária para o desenvolvimento de projetos, produtos e serviços com base nas normas técnicas em vigor garantindo excelência em auditorias do Sistema Gestão e sendo reconhecido por diversos órgãos como a fonte mais confiável de atualização para documentos de origem externa do Brasil. Para se realizar um bom controle da documentação em uma empresa, deve-se estabelecer um padrão e verificar seu cumprimento, para a boa gestão da informação. Esses padrões garantem que os documentos sejam analisados, emitidos, alterados, aprovados ou re(a)provados sob condições controladas, de forma a evitar o uso de documentos obsoletos ou não válidos. Clique para mais informações.

As falhas no desempenho de funcionários acontecem em qualquer empresa, porém algumas são mais graves que outras. Isso porque umas são fáceis de serem detectadas e corrigidas, mas outras afetam a saúde do funcionário e a sua produtividade. Não é um trabalho fácil quando se detecta, por exemplo, funcionários que utilizam drogas e álcool. São pessoas na maioria das vezes com um potencial para o trabalho muito grande, porém mesmo assim, o vício influi no seu cotidiano. Importante notar que um dos aspectos cruciais da vida moderna tem sido deixado de lado sistematicamente quando falamos em benefícios aos trabalhadores: a saúde financeira. E, o que é pior, em muitos casos as empresas estimulam comportamentos que prejudicam a saúde financeira do trabalhador, como é em grande parte o caso dos créditos consignados. Sabe-se que problemas financeiros causam estresse emocional, e esse estresse acaba tendo importantes reflexos na produtividade dos trabalhadores.

O Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV) desenvolveu, na sua própria sede, um estudo que buscou identificar os problemas de produtividade no trabalho relacionados com o estresse financeiro. Inicialmente, foi aplicado um questionário aos funcionários a fim de identificar o nível de estresse financeiro de cada um. Com poucas perguntas, claras e bem objetivas, conseguiu-se o intento, separando os diferentes grupos pelo seu nível de estresse. É interessante notar que a análise das respostas dos questionários indicou que 10,1% dos funcionários da FGV têm altíssimo grau de estresse financeiro e que quase a metade (42,4%) possui um grau alto ou altíssimo. Esse resultado mostra que a administração das finanças pessoais é, no mínimo, complicada para boa parte da amostra.

Segundo Álvaro Modernell, especialista em educação financeira, palestrante, autor de vários livros, projetos, cartilhas e artigos sobre educação financeira, além de sócio fundador da Mais Ativos Educação Financeira (www.edufinanceira.com.br), muito tem se falado em educação financeira. Na mídia, nas empresas, nas escolas. O assunto inseriu-se no cotidiano das pessoas de maneira definitiva. Basta acompanhar os noticiários, folhear boas revistas e jornais e lá está ela, a educação financeira colocada sob diferentes enfoques.

“Mas nem todos têm a clareza do real significado de educação financeira. Até mesmo as formas com que certas empresas, jornalistas e profissionais abordam o assunto contribuem para aumentar a confusão. Há quem pense que está relacionada a aprender a investir em ações, ou estudar o mercado financeiro, ou a economizar e deixar de gastar com supérfluos ou simplesmente fazer controle rigoroso das finanças para manter-se afastado de dívidas. Um pouco disso até faz sentido, mas não é essa a essência. Há quem confunda até com o ensino de matemática financeira. Aí a distância é enorme. Educação financeira é mais ampla do que tudo isso junto. E mais simples. Mas, se não for apresentada de maneira simples o bastante para sensibilizar e orientar, inclusive donas de casa e aposentados distantes do mercado financeiro, crianças e adolescentes, gente de todas as classes sociais e de diferentes níveis econômicos e culturais, então não estará sendo efetiva o suficiente. A educação (até a financeira) deve ser inclusiva”, assegura.

O especialista acha que os princípios da educação financeira visam ajudar as pessoas a adquirir bons hábitos financeiros para que possam conquistar melhores condições de vida, sejam elas de famílias de baixa renda ou das classes mais privilegiadas. O foco não deve ser na busca de conhecimentos nem na perseguição das riquezas, mas na melhoria de atitudes e posturas que ajudem a fazer o dinheiro render mais, para que proporcione às pessoas mais tranquilidade, mais segurança, mais conforto e mais prazer. “Atitudes simples como pesquisar preços, pedir descontos, comparar produtos e serviços, pagar à vista, controlar as despesas, evitar desperdícios e dívidas, conhecer os direitos do consumidor, pensar no futuro, manter reservas financeiras para emergências ou oportunidades, fazer investimentos compatíveis com os sonhos, preservar bens e buscar a valorização do patrimônio, evitar compras por impulso, antecipar-se às armadilhas do comércio, resistir às tentações do crédito fácil, exigir nota fiscal, informar-se sobre condições contratuais, sobre prestadores de serviços, guardar termos de garantia, ser previdente, são atitudes simples que, quando adotadas por rotina, podem resultar em economias e ganhos financeiros relevantes. Atitudes como essas são reflexos da verdadeira educação financeira”.

Ele cita diz ainda que podem ser citados como bons exemplos o hábito de manter orçamento pessoal e doméstico, tendo como mínimo o controle sobre receitas e despesas, o de conferir extratos e demonstrativos bancários e de cartões de crédito, de fazer listas de compras, a leitura prévia de contratos, a valorização da ética nas questões financeiras, a diversificação dos investimentos, a busca pelas boas informações e a prática de falar sobre questões financeiras em família. “Por tudo isso, educação financeira deve ser vista como um conjunto de hábitos financeiros saudáveis que contribuam para melhorar a situação, o proveito e as perspectivas financeiras das pessoas. O consumo consciente e responsável ajuda a proporcionar prazeres no presente e a viabilizar a segurança financeira para o futuro. Saber dosar adequadamente o quanto deve ser gasto no consumo diário e o quanto deve ser poupado e investido em previdência, proporcionando equilíbrio a essas duas necessidades, é uma das maiores provas de educação financeira que uma pessoa pode dar a si mesma”, finaliza.

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MASP: como usar o Diagrama de Árvore (final)

claudemir_baixa2Claudemir Y. Oribe

Suponhamos um problema típico que utilizasse as seguintes ferramentas  no quadro abaixo:

Ferramenta Finalidade
Brainstorming Levantar possíveis causas
Diagrama de causa-e-efeito Organizar as possíveis causas
Lista de verificação Coleta de dados das possíveis causas-raiz
Estratificação Agrupamento de dados de origem comum
Gráfico de Pareto Visualização por ordem de importância
5W2H Planejamento das ações

O brainstorming, criado pelo americano Osborn é uma unanimidade, portanto, insubstituível. Também a lista de verificação é imprescindível para a coleta de dados, mas ela pode não ter utilidade para situações de baixíssima freqüência, comum em processos de qualidade muito elevada. No entanto, com todo o respeito à seus criadores, o Diagrama de Causa-e-Efeito, Gráfico de Pareto e 5W2H podem ser substituídos pelo Diagrama de Árvore. Isso é justificável se consideramos que: a) o Diagrama de Árvore também organiza a relação de causa-e-efeito entre os fenômenos; b) o Diagrama de Árvore não visualiza tão claramente as prioridades como o Gráfico de Pareto, mas em compensação, ele visualiza com muito mais clareza a propagação do problema a partir de cada ocorrência das diferentes causas, até o efeito que se deseja eliminar; c) o planejamento não é tão detalhado como o 5W2H, mas será que precisamos sempre de sete itens para planejar uma tarefa? d) a estratificação já é naturalmente feita quando se prepara um Diagrama de Árvore, portanto, está implícita. Assim, para o problema dado, é como se estivéssemos substituindo quatro ferramentas por apenas uma. O mesmo problema seria resolvido utilizando as ferramentas abaixo:

Ferramenta Finalidade
Brainstorming Levantar possíveis causas
Diagrama de Árvore Organizar as possíveis causas, agrupamento de
dados de origem comum, visualização por ordem de importância e
planejamento das ações.
Lista de verificação Coleta de dados das possíveis causas-raiz

O prometido aumento de produtividade viria do trabalho poupado para a preparação das ferramentas que não foram utilizadas, além da melhoria no próprio processo de identificação da causa raiz, fundamental para qualquer método de solução de problemas. Acredito que a utilização do Diagrama de Árvore nos formulários de ação corretiva e preventiva seria mais útil do que o Diagrama de Causa e Efeito. Esse campeão na preferência dos usuários tem uma eficácia na identificação da causa raiz bastante questionável. Isso se dá por quê o Diagrama de Causa e Efeito não desdobra as causas secundárias e não permite identificar a seqüência de acontecimentos que antecedem a ocorrência do problema. O resultado disso é que o usuário tende a escolher a causa raiz, nomeando, e não descobrindo a causa. Quanto à priorização e ao planejamento da ação, indicações de dados de freqüência e uma tabela mais simples que o 5W2H podem ser montados adequadamente para cumprir sua função, ficando o Diagrama da forma apresentada na figura abaixo.

Imagine então que você estivesse sendo pressionado por mais resultados em seu trabalho. Que os clientes estivessem querendo cada vez mais resultados e que os recursos para isso fossem cada vez menores. Imagine que o seu tempo para responder a cada uma dessas pressões estivesse encolhendo, tornando inviável o uso de um conjunto completo de ferramentas de solução de problemas. Imagine também que, para otimizar ao máximo seu tempo, você decidisse escolher apenas uma única ferramenta. Qual delas você escolheria? Eu escolheria o Diagrama de Árvore. E não seria o único. Se você observar atentamente o mapeamento de desdobramento de metas do Balanced Scorecard, método de sucesso proposto pelos Professores Kaplan e Norton de Harvard, chegará à conclusão que se trata de uma variante de um Diagrama de Árvore. Assim, também na gestão estratégica esta útil ferramenta vem dando sua valiosa contribuição.

Claudemir Y. Oribe é mestre em administração de empresas PUC Minas/Fundação Dom Cabral e sócio consultor da Qualypro – claudemir@qualypro.com.br

Quer contatar o Claudemir para um treinamento ou uma palestra em sua empresa sobre o MASP, faça contato com ele: (31) 3391-7646 – 8748-1686 ou pelo e-mail: claudemir@qualypro.com.br

http://www.qualypro.com.br/novosite/default.asp

Ou acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspx

NBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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Glossário Técnico Gratuito

Disponível em três línguas, a ferramenta permite procurar termos técnicos traduzidos do português para o inglês e para o espanhol. Acesse no link

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ingles=1&indice=A

Prevenir incêndios nas empresas é tão importante como saber controlá-los

Prevenir incêndios é tão importante quanto saber apagá-los ou mesmo saber como agir corretamente no momento em que eles ocorrem. O início de incêndio e outros sinistros de menor vulto podem deixar de se transformar em tragédia se forem evitados e controlados com segurança e tranquilidade por pessoas devidamente treinadas. Na maioria das vezes, o pânico dos que tentam se salvar faz mais vítimas que o próprio acidente.

No Brasil, ocorrem anualmente cerca de 60.000 incêndios, incluindo os em indústrias, no comércio, em automóveis, em florestas, nas casas, nos edifícios e os principais transtornos são as perdas de vidas ou os ferimentos nas pessoas que trabalham no local, além das perdas na edificação e nos seus equipamentos. As causas de um incêndio são as mais diversas: descargas elétricas, atmosféricas, sobrecarga nas instalações elétricas dos edifícios, falhas humanas (por descuido, desconhecimento ou irresponsabilidade), etc. Os cuidados básicos para evitar e combater um incêndio podem salvar vidas e bens patrimoniais. Segundo o Corpo de Bombeiros, o mais correto inclusive é que todos os trabalhadores ou usuá ;rios da edificação coloquem em prática as normas estabelecidas sobre os cuidados preventivos e o comportamento diante do incidente, promovendo exercícios, através da simulação de incêndios. Esse tipo de prática contribui suficientemente para a prevenção e a segurança de todos.

Mas, para efetuar essa operação é necessário um fator indispensável, a existência – em perfeito estado de uso e conservação – de equipamentos destinados a combater incêndios. A prudência também é outro fator primordial no combate aos incêndios. Todos sabem que qualquer instalação predial deve funcionar conforme as condições de segurança estabelecidas por lei, que vão desde a ob rigatoriedade de extintores de incêndios, hidrantes, mangueiras, registros, chuveiros automáticos ou sprinklers e escadas com corrimão.

Entre esses equipamentos, o mais utilizado no combate a incêndios é o extintor, que deve ser submetido a manutenção pelo menos uma vez por ano, por pessoas credenciadas e especializadas no assunto. É importante também, além de adquirir e conservar os equipamentos de segurança, saber manuseá-los e ensinar a todos os trabalhadores como acionar o alarme, funcionar o extintor ou abandonar o recinto, quando necessário, sem provocar tumultos.

A relação das pessoas com dificuldade de locomoção, permanente ou temporária, d eve ser atualizada constantemente e os procedimentos necessários para a retirada dessas pessoas em situações de emergência devem ser previamente definidos. A equipe de emergência deve garantir a saída dos ocupantes do prédio de acordo com um plano de abandono da edificação, não se esquecendo de verificar a existência de retardatários em sanitários, salas e corredores. Um sistema de alto-falantes pode ajudar a orientar a saída de pessoas; sendo que o locutor deve receber treinamento e precisa se empenhar para impedir o pânico. A relação e a localização dos membros da equipe de emergência devem ser conhecidas por todos os funcionários ou usuários.

Ao perceber um princípio de incêndio, a pessoa deve acionar imediatamente o alarme e agir de acordo com o plano de evacuação. Logo a seguir, chame o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193. A uma ordem da brigada de incêndio, encaminhe-se sem correria, para a saída indicada e desça (não suba) pela escada de segurança. Nunca use os elevadores. Se tiver que atravessar uma região em chamas, procure envolver o corpo com algum tecido molhado não sintético. Isso dará proteção ao seu corpo e evitará que se desidrate. Proteja os olhos e a respiração, são as partes mais sensíveis, que a fumaça provocada pelo fogo pode atingir primeiro. Use máscara de proteção ou, no mínimo, uma toalha molhada no rosto.

Mauricio
MAURICIO FERRAZ DE PAIVA

Para prevenir melhor esse problema, de acordo com o presidente da Target. Mauricio Ferraz de Paiva, as empresas precisam conhecer a norma NBR 14276 que estabelece os requisitos mínimos para a composição, formação, implantação e reciclagem de brigadas de incêndio, preparando-as para atuar na prevenção e no combate ao princípio de incêndio, abandono de área e primeiros socorros, visando, em caso de sinistro, proteger a vida e o patrimônio, reduzir as consequências sociais do sinistro e os danos ao meio ambiente. “Esse padrão é aplicável para toda e qualquer planta e surgiu da necessidade de se padronizar a atividade da brigada de incêndio, desde a sua denominação até a especificação de sua área de atuação. A metodologia utilizada para o dimensionamento da brigada de incêndio e sua distribuição dentro de uma planta foi concebida para que ela atuasse na prevenção e no combate aos princípios de incêndio, bem como no abandono de área e na aplicação dos primeiros socorros. Isso colabora de forma determinante para que a brigada de incêndio possua um papel estratégico no plano de emergência de cada planta, independentemente da ocupação, do risco, da complexidade e do número de pessoas envolvidas”, explica.
Também, é importante ressaltar que essa norma foi elaborada utilizando-se as melhores práticas adotadas no mercado brasileiro, bem como a aplicação dos con ceitos de gestão e da melhoria contínua. Assim, o responsável pela brigada de incêndio da planta deve planejar e implantar a brigada de incêndio, bem como monitorar e analisar criticamente o seu funcionamento, de forma a atender aos objetivos dessa norma.
O planejamento para composição, formação, implantação e reciclagem da brigada de incêndio necessita estabelecer os parâmetros mínimos de recursos humanos, materiais e administrativos necessários para a composição, formação, implantação e reciclagem da brigada de incêndio de cada pavimento, compartimento ou setor, devendo levar em conta a população fixa, o grau de risco e os grupos/divisões de ocupação da planta. Já os critérios básicos para seleçã o de candidatos a brigadista deve atender ao maior número desses critérios: permanecer na edificação durante seu turno de trabalho; possuir boa condição física e boa saúde; possuir bom conhecimento das instalações; ter mais de 18 anos; e ser alfabetizado.
E quais as atribuições da brigada de incêndio? Mauricio responde que elas devem possuir ações de prevenção, como conhecer o plano de emergência contra incêndio da planta; avaliar os riscos existentes; inspecionar os equipamentos de combate a incêndio, primeiros socorros e outros existentes na edificação; inspecionar as rotas de fuga; elaborar relatório das irregularidades encontradas; encaminhar o relatório aos setores competentes; orientar a população fixa e flutuante; e participar dos exercícios simulados. Igualmente, necessitam ter ações de emergência, como aplicar os procedimentos básicos estabelecidos no plano de emergência contra incêndio da planta até o esgotamento dos recursos destinados aos brigadistas. Em caso de abandono, adotar os seguintes procedimentos: acatar as orientações dos brigadistas; manter a calma; caminhar em ordem, sem atropelos; permanecer em silêncio; pessoas em pânico: se não puder acalmá-las, deve-se evitá-las e, se possível, avisar um brigadista; nunca voltar para apanhar objetos; ao sair de um lugar, fechar as portas e janelas sem trancá-las; não se afastar dos outros e não parar nos andares; levar consigo os visitantes que estiverem em seu local de trabalho; ao sentir cheiro de gás, não acender ou apagar luzes; deixar a rua e as entradas livres para a ação dos bombeiros e do pessoal de socorro médico; e encaminhar-se ao ponto de encontro e aguardar novas instruções.
A norma ainda esclarece no seu Anexo A (normativo) a composição da brigada de incêndio por pavimento ou compartimento; no Anexo B (normativo) o currículo mínimo do curso de formação de brigada de incêndio; no Anexo C (normativo) as cargas de incêndio específicas por ocupação; no Anexo D (informativo) o método para levantamento da carga de incêndio específica; e no Anexo E (informativo) o resumo das etapas para a implantação da brigada de incêndio.

Mais informações sobre a norma, clique no link:

NBR14276 – BRIGADA DE INCÊNDIO – REQUISITOS

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MASP: como usar o Diagrama de Árvore (1)

claudemir_baixa2Claudemir Y. Oribe

Tenho ministrado ultimamente muitos cursos sobre métodos de solução de problemas. Principalmente as grandes corporações parecem ter percebido a importância de dotar seus empregados de instrumentos que os ajudem a resolver os problemas nos processos, produtos e rotinas do trabalho. E não é coincidência. As diversas citações sobre melhoria contínua nas normas da qualidade devem intensificar ainda mais os esforços nesse sentido. A dificuldade nos processos de análise e solução de problemas continua a desafiar gestores e empregados das empresas. A cada treinamento pergunto aos participantes quanto dos problemas eles acreditam ser repetitivos. As respostas são bastante altas e o consenso fica acima de 95%. De fato, parece que estamos convivendo com os mesmos problemas todos os dias, pois quando um problema novo aparece, torna-se rapidamente uma curiosidade que mobiliza mais energia no seu relato boca-a-boca do que na solução propriamente dita.

Quanto às rotinas para a solução de problemas, a Metodologia de Análise e Solução de Problemas (MASP) continua sendo o mais popular. Muitas organizações, como algumas unidades da Companhia Vale do Rio Doce, preferem denominar esses processos de Tratamento de Anomalias, outras organizações preferem Análise e Solução de Problemas ou simplesmente PDCA. É também comum a utilização do 8D ou 8 Disciplinas, método mais direcionado à de ação corretiva do que para problemas de grande complexidade. A Vallourec & Mannesmann Tubes do Brasil está implementando esforços para a aplicação de um procedimento de Análise de Falhas em todo seu ambiente organizacional. A Fiat-GM Powertrain, fabricante de motores e fruto da união das duas gigantes da indústria automobilística, começa a adotar nas unidades de Betim e São José dos Campos o Seven Diamonds, processo de análise e solução de problemas que organiza a prioridade e a profundidade do tratamento de reclamações de clientes.

Quanto às ferramentas da qualidade, seu uso não vem mudando significativamente, sendo as mais populares o Brainstorming para a geração de idéias, o Diagrama de Causa e Efeito para a compreensão das possíveis causas, a Lista de Verificação para o levantamento de dados, a Estratificação para a divisão de diferentes origens de problemas, o Gráfico de Pareto para a visualização e cálculo do efeito de diferentes fenômenos, o Gráfico de Tendência para visualizar a evolução de uma variável no tempo e, finalmente o 5W2H para organizar o planejamento de atividades, prazos e responsabilidades. Para os casos mais complexos e com uma massa significativa de dados, temos o CEP-Controle Estatístico de Processos para o controle da variação, o Histograma para análises estatísticas e o Diagrama de Dispersão/Correlação para confirmar a relação entre duas variáveis. Esse conjunto de ferramentas tem uma grande representatividade das técnicas de solução de problemas aplicadas em empresas brasileiras.

O fato do uso desses tipos de ferramentas não ter mudado nos últimos anos não deixa de surpreender um pouco. Passamos nos últimos 10 ou 12 anos por transformações que modificaram completamente o ambiente de trabalho. Exigências de manutenção ou mesmo de aumento da rentabilidade sobre os investimentos forçaram para baixo o denominador da equação. Entre outros efeitos, nota-se que existem menos pessoas para fazer até mesmo mais tarefas. Assim, as pessoas têm que, necessariamente, produzir mais!

Neste cenário de tarefas “ensanduichadas” há uma ferramenta que acredito que seria mais adequada aos tempos modernos, e que poderia reduzir o tempo na análise e solução de problemas. Trata-se do Diagrama de Árvore. O Diagrama de Árvore é uma forma de identificar as causas de um problema (Cause and Effect Tree Diagram). Serve também para o desdobramento em tarefas e ações de um objetivo a ser atingido (Function Tree Diagram) ou para o desdobramento de desejos, transformando-os em especificações (Quality Tree Diagram) exatamente como feito no QFD – Quality Function Deployment.

No processo de análise e solução de problemas, o Diagrama de Árvore é construído colocando o problema num quadro. Na seqüência o usuário deve se perguntar porquê o problema acontece. As respostas são colocadas também em quadros, porém num nível secundário. Como cada causa secundária é na verdade efeito de outras causas, o questionamento do porquê elas ocorrem identificaria essas outras causas. Após sucessivos porquês o problema e suas causas estarão completamente mapeados, como demonstra o exemplo da figura abaixo.

O Diagrama de Árvore é classificado no Japão como uma das sete ferramentas gerenciais para o controle da qualidade. Apesar desse caráter aparentemente elevado, o Diagrama de Árvore é uma ferramenta simples, fácil de ser utilizado e apresenta vantagens em relação à algumas das demais juntas. Explico o porquê. Um processo de análise e solução de problemas passaria por algumas etapas tais como as mostradas a seguir: Identificação, Observação, Análise, Plano de ação, Ação, Verificação, Padronização e Conclusão. As ferramentas de solução de problemas são utilizadas e distribuídas conforme necessário, entre essas etapas. Ao final do problema teríamos a utilização de diversas delas, até a conclusão do processo de solução. Já que estamos falando do aumento de produtividade, o Diagrama de Árvore poderia substituir várias das ferramentas, evidentemente em contextos definidos, mas que representam a grande maioria dos problemas que ocorrem nos ambientes industriais e administrativos do país.

Claudemir Y. Oribe é mestre em administração de empresas PUC Minas/Fundação Dom Cabral e sócio consultor da Qualypro – claudemir@qualypro.com.br

Quer contatar o Claudemir para um treinamento ou uma palestra em sua empresa sobre o MASP, faça contato com ele: (31) 3391-7646 – 8748-1686 ou pelo e-mail: claudemir@qualypro.com.br

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Curso: Curto circuitos e seletividade em instalações elétricas industriais
Os sistemas elétricos industriais começaram a ficar cada vez maiores e, consequentemente, mais complexos. Desta forma, todos problemas relacionados a eles, em meados da década de 50, eram resolvidos à mão ou com o uso de um analisador de redes. Esse instrumento era um dispositivo para fazer analogias elétricas, representando o circuito elétrico porém em uma escala bastante reduzida. Uma opção para a investigação de circuitos elétricos seria através de métodos matriciais que, embora existissem, eram inviáveis em virtude da falta de recursos computacionais realmente eficientes. Isso restringiu as investigações de circuitos a pequenos sistemas de equações, envolvendo somente matrizes muito pequenas. Clique para mais informações.

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O 13º salário é um embuste?

NBR 15965: Um sistema de classificação da informação da construção

Sob o título geral “Sistema de Classificação da Informação da Construção’ tem a previsão de conter as seguintes partes:

Parte 1: Terminologia e estrutura;

Parte 2: Características dos objetos da construção;

Parte 3: Processos da construção;

Parte 4: Recursos da construção;

Parte 5: Resultados da construção;

Parte 6: Unidades da construção;

Parte 7: Informação da construção.

Mais informações, clique no link: http://www.target.com.br/portal_new///Home.aspx?pp=27&c=2310

Ontem eu estava almoçando e encontrei com um amigo meu que é matemático. Conversa vai, conversa vem, ele afirmou: você sabia que o 13º salário é uma mentira. Ele não existe, conforme a matemática. Fiquei assustado. E ele continuou: na maioria dos países, os salários são semanais. Somente no Brasil e em alguns outros países, adotou-se o salário mensal. Então, por que o 13º salário não existe? A matemática é simples:

Suponhamos que um trabalhador ganhe R$ 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de R$ 8.400,00 por um ano de 12 meses. R$ 700,00 X 12 = R$ 8.400,00. Em dezembro, a empresa paga o 13º salário: R$ 8.400,00 + 13º salário (700,00)= R$ 9.100,00.

Agora, vamos fazer um cálculo aritmético. Se o trabalhador recebe R$ 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana R$ 175,00. O ano tem 52 semanas (confira no calendário). Se multiplicarmos R$ 175,00 (salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será R$ 9.100,00. Esse resultado é o mesmo valor do salário anual mais o 13º salário.

Então, onde ele está o erro? A resposta é que o trabalhador é roubado com o salário mensal, pois há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o patrão paga quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas. Portanto, não existe esse salário extra. É por isso que os deputados têm o 14º salário.

Fiquei pensando e pode ser que o meu amigo tenha razão. A matemática não mente.

Crenças populares prejudicam detecção precoce e tratamento do câncer

O Instituto do Câncer de SP está alertando sobre os mitos que dificultam o controle e diagnóstico da doença. Na luta contra o câncer, a velocidade da descoberta do problema e seu acompanhamento são fatores fundamentais na busca pela cura, pelo aumento da sobrevida e pela melhora na qualidade de vida do paciente. No entanto, crenças populares sem respaldo científico podem prejudicar a detecção precoce e o tratamento da doença. “Com o maior acesso à internet pela população, o que poderia ser um facilitador da busca por informações pertinentes, nota-se, também, a propagação de diversos mitos e inverdades sobre o câncer”, afirma o oncologista e diretor geral do Icesp, Paulo Hoff. “É preciso estar atento para seguir orientações de médicos ou instituições confiáveis”, observa.

Mitos

– Uso de desodorantes pode causar câncer de mama.

– Somente quem tem histórico familiar está sujeito a desenvolver a doença.

– Ingestão de leite prejudica o tratamento do câncer.

– O consumo de adoçantes provoca o surgimento da doença.

– Falta de higiene nas regiões íntimas não está relacionado ao câncer.

– Câncer é uma doença contagiosa.

– Pessoas negras não têm câncer de pele.

– Segurar a urina dá câncer de bexiga.

– Prática de relações sexuais sem preservativos não aumenta risco de desenvolvimento da doença.

– Implantes de silicone podem provocar câncer de mama.

– Alimentos preparados no micro-ondas podem provocar câncer.

– Um câncer pode ser causado por uma pancada.

– Todo nódulo ou tumor se transformará em câncer.

Verdades

– Falta de vitamina D pode aumentar os riscos de desenvolvimento de câncer de mama.

– HPV está relacionado ao desenvolvimento de tumores no ânus, e nos órgãos da região da cabeça e do pescoço.

– Consumo de álcool e tabaco elevam as chances de desenvolvimento da doença.

– Ter filhos mais tarde (após os 30 anos) aumenta os riscos de desenvolvimento de câncer de mama.

– Quanto maior a idade, maiores as chances de desenvolvimento de um câncer. Mas isto não significa que jovens não estejam sujeitos à doença.

– Homens também podem ter câncer de mama.

– Câncer tem cura. Quanto mais cedo for diagnosticado, maiores são as chances de curá-lo.

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A Abordagem Experimental na ação preventiva e outras aplicações

Quer contatar o Claudemir para um treinamento ou uma palestra em sua empresa sobre o MASP, faça contato: (31) 3391-7646 – 8748-1686 ou pelo e-mail: claudemir@qualypro.com.br

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claudemir_baixa2

Claudemir Y. Oribe

Devido ao seu caráter investigativo, a abordagem experimental pode ser utilizada para verificar uma hipótese de um problema potencial. Uma vez que a conjectura é uma probabilidade, então ela pode ser testada para problemas que ainda não aconteceram. Isso eleva seu potencial de uso, estendendo sua aplicabilidade aos problemas de concepção. Para o uso preventivo, um plano de ação usando, por exemplo, o 5W2H, deve ser acrescentado objetivando planejar, cuidadosamente, as ações necessárias para mitigar as causas que poderiam vir a provocar o problema no futuro.

Também em situações onde exista baixo nível de tecnologia, a abordagem experimental pode auxiliar na busca e localização de alternativas mais acessíveis ou adequadas aos recursos existentes. Como todo método, o MASP Experimental possui suas próprias limitações. A eventual impossibilidade de realização de experimentos é a restrição mais evidente à aplicação do método. As situações, em que isso pode ocorrer, são:

  • processos muito instáveis: os resultados podem não ser conclusivos;
  • processos sem redundância: impossibilidade de recuperação do processo em caso de problema;
  • custos elevados: o experimento demanda uma quantidade elevada de recursos;
  • elevado potencial de ocorrência de consequências indesejáveis: os benefícios não justificam as perdas causadas pelo experimento;
  • problema de natureza social: experimentos envolvendo pessoas precisam ser realizados somente à luz de preceitos éticos;

É recomendável que os experimentos sejam realizados um por vez pois, de outra forma, não seria possível relacionar um eventual efeito positivo à uma das conjecturas testadas. Além disso, a realização de qualquer experimento requer cuidados para evitar consequências indesejáveis, e até desastrosas, às pessoas, produtos, clientes, imagem, custos, etc. Um experimento pode ser feito apenas de forma deliberada, planejada e consciente dos eventuais riscos envolvidos.

É importante ficar claro que esta abordagem não substitui o método analítico, baseado na tentativa de identificação das causas e explicação a priori dos os mecanismos que levam um problema a ocorrer. A análise experimental é uma abordagem alternativa ou prévia aos métodos analíticos e seu mérito reside no fato de ser mais rápido e mais fácil de aplicar. A figura abaixo demonstra como os métodos podem conviver juntos num processo de solução de problemas.

Diagrama esquemático de aplicação alternativa do MASP e MASP Experimental

Desde que selecionados os problemas certos, com conjecturas intuídas cuidadosamente, completadas e testadas de forma progressiva e amadurecida, e com as ferramentas bem selecionadas, a abordagem experimental tem potencial para resolver e evitar uma quantidade assustadoramente grande de problemas organizacionais de processos, produtos e serviços. Enfim, o ambiente organizacional tem se alterado profundamente nos últimos anos. A dinâmica da competição e do avanço tecnológico adentrou a organização, impactando estratégias, estruturas, processos, pessoas, funções e responsabilidades. Os problemas, por sua vez, se multiplicam no ambiente interno, causando consequências e impactos negativos nos resultados e na satisfação dos clientes, podendo comprometer o desenvolvimento do negócio.

As organizações precisam, então, de métodos e processos para resolver problemas no menor tempo e custo possível. Uma abordagem estruturada baseada em experimentos pode fornecer uma alternativa mais consistente e com vantagens para métodos não estruturados e semiestruturados, como o intuitivo e o 8D da Ford, e mais rápida do que métodos analíticos mais complexos, como o MASP, o Seis Sigmas, o Shainin, dentre outros. A abordagem, como exemplificado numa adaptação denominada MASP experimental, posiciona a explicação do mecanismo, que provoca o problema, para o final da análise e insere o experimento como procedimento obrigatório, substituindo subjetividade por objetividade, intuição por observação. Uma nova ferramenta, denominada Plano de Experimentos, possibilita a identificação de causas, formulação de conjecturas verossímeis, planejamento de experimentos, priorização e coleta de resultados confirmatórios ou contraditórios.

Foram identificados e caracterizados quatro níveis de profundidade de análise das conjecturas em direção à causa raiz, segundo o grau de conhecimento no processo analisado, possibilitando à organização, determinar a profundidade da análise e a equipe mais adequada para cada nível. Tais características possibilitam ao método uma aplicabilidade e simplicidade superior ao MASP tradicional e à vários outros métodos estruturados e semiestruturados, pois pode tratar de problemas de causas especiais, ou esporádicos, e de problemas potencias para posterior ação preventiva. Trata-se de uma versatilidade incomum e que, devido a isso, se ajusta muito bem nos dias atuais, que se caracterizam pelas mudanças constantes, elevada dinâmica organizacional, competências e recursos escassos.

Este método tem potencial também de se ajustar ao perfil dos novos entrantes do mercado de trabalho pois, devido a uma série de fatores, tem se observado que a nova geração de trabalhadores é muito mais sensível aos estímulos sensoriais. Essa abordagem, bem como o método apresentado não tem por objetivo substituir os demais métodos, mas acrescentar como método prévio ou alternativo à abordagem analítica, fechando uma lacuna metodológica existente na prática da gestão da qualidade e enriquecendo o arsenal organizacional na busca incessante de sucesso e desempenho de processos, produtos, serviços, enfim, do negócio.

Claudemir Y. Oribe é mestre em administração de empresas PUC Minas/Fundação Dom Cabral e sócio consultor da Qualypro – claudemir@qualypro.com.br

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Mobilidade urbana

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As empresas vivem atualmente em um mundo globalizado e para concorrer nesse viveiro de inovações tecnológicas precisam estar atentas. Os empresários brasileiros dos setores Eletroeletrônico, Construção Civil, Transportes, Máquinas, Petroquímica, Saúde e Vestuário vão necessitar investir em normas técnicas brasileiras e internacionais. Atualmente, as normas, além dos produtos em si, abrangem um universo bem maior de temas. Esses temas, chamados de teóricos, tratam de questões relativas a terminologias, glossários de termos técnicos, símbolos, regulamentos de segurança, entre outros. Clique para mais informações.

mobilidade urbanaViver nas grandes cidades brasileiras é ter uma relação de amor e ódio com os automóveis. Amar quando se está dentro do carro, com chuva ou frio lá fora e você consegue desenvolver a velocidade permitida pela via. Odiar quando se está dentro de um congestionamento de mais de 10 quilômetros e não tem jeito de sair por caminhos alternativos. Essa é a realidade. Não há transporte coletivo que preste e as pessoas sofrem dentro do carro ou esperando um ônibus que, quando chega e para, dá para seguir viagem bem espremido. Os trens, tanto o metrô como os subúrbios, são em número muito pequeno para atender a demanda. Na verdade, em relação aos transportes públicos, só tem papo de político que piora quando mais perto as eleições estão.

Contudo, o grande dilema de tudo isso está relacionado com o meio ambiente, já que o uso dos automóveis aumenta a poluição nas grandes cidades. Conforme estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), O crescimento contínuo da frota de veículos automotores no Brasil traz impactos relevantes no ambiente urbano e, em última análise, na produtividade e qualidade de vida dos cidadãos. O efeito mais visível e imediato é o aumento dos congestionamentos no trânsito e o decorrente aumento do tempo de deslocamento casa/trabalho/escola. Outro resultado é a elevação da poluição veicular, especialmente nos grandes centros urbanos.

Vaga de consultor júnior na JP Verithas

  • Formação  universitária em administração ou técnica;
  • Desejável  experiência em implementação das normas de gestão NBR ISO
    9001:2008, NBR ISO 14001:2004, OHSAS18001:2009 entre outras;
  • Espírito  de liderança para condução de projetos de gestão junto a
    clientes;
  • Boa  postura, apresentação pessoal e comunicação com clareza nos
    resultados obtidos em seus trabalhos;
  • Desenvoltura  para tratamento com público e ministração de cursos.

Para melhor desenvolvimento dos projetos, o candidato deve ter:

  • Habilitação  válida para condução de veículos (CNH);
  • Pós  graduação e cursos de especialização nas áreas de gestão
    estratégica empresarial;
  • Disponibilidades  para viagens em âmbito nacional;
  • Fluência  na comunicação verbal e escrita;
  • Residente  na grande São Paulo

Os interessados devem enviar Curriculum Vitae (CV) com dados pessoais completos e foto (desejável) para rh@jpverithas.com.br colocando no assunto: “CV para vaga 0102/11” até  o dia 02 de outubro de 2011.

A poluição gerada pelo deslocamento de bens e pessoas em um ambiente urbano refere-se, principalmente, à emissão, pelos veículos automotores, de substancias poluentes no ar (poluição atmosférica); ao excesso de ruídos produzidos por esses veículos; e à intrusão visual provocada pelo excesso de veículos nas ruas. A intensidade dos ruídos e dos poluentes atmosféricos provoca danos sérios à saúde humana. No caso da poluição visual, os impactos geralmente estão associados à degradação e desvalorização do ambiente, com reflexos na economia local. Especificamente sobre a poluição atmosférica, objeto deste trabalho, apesar de o ar limpo ser considerado um requisito básico da saúde e do bem-estar humano, a sua contaminação vem sendo uma ameaça à saúde humana em todo planeta, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Segundo o estudo, nos últimos 15 anos, o sistema de mobilidade urbana no Brasil se caracterizou pelo crescimento do transporte individual motorizado e consequente redução do uso do transporte coletivo, o que, do ponto de vista da eficiência energética e ambiental, é uma tendência bastante preocupante. Enquanto a frota de automóveis cresceu 7% ao ano e a de motocicletas, 15%, o transporte público perdeu, em geral, cerca de 30% da sua demanda no período. O aumento do transporte individual coincide com a expansão da capacidade instalada da indústria automobilística, fruto de uma política industrial que se pautou principalmente pela atração de novas plantas automotivas para o país. Para dar vazão a essa produção crescente, houve oferta abundante de crédito para aquisição de veículos e uma política tributária que reduziu impostos de veículos populares, com no máximo 1000cc. Por outro lado, o aumento de renda da população, desde 2003, ampliou a base de consumidores dos veículos particulares.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas metade dos domicílios brasileiros possuem carro ou motocicleta. Isso indica que ainda há espaço para o crescimento da taxa de motorização no Brasil, principalmente nos estados mais pobres onde a posse de veículos particulares é baixa. Há diferenças enormes nas taxas de motorização entre o Brasil e os países desenvolvidos. Em geral, nesses países existem cerca de 70 carros para cada 100 habitantes, enquanto no Brasil observa-se uma taxa de 15 veículos para cada 100 habitantes. Mesmo em países como Argentina, México e Coréia do Sul a taxa é maior (22, 28 e 36 veículos por 100 habitantes, respectivamente). Se já há grandes gargalos de mobilidade nos principais centros urbanos do país, a tendência é piorar com o avanço da motorização na sociedade brasileira.

O Ipea aponta alguns cenários para tentar melhorar toda essa problemática. No primeiro, as políticas públicas permanecem contraditórias e com efeitos contrários. Esse seria o cenário menos responsável e que teria como consequências o aumento da poluição atmosférica em grande medida, bem como piora nos indicadores de saúde pública e qualidade de vida urbana. Outro cenário é a conscientização da sociedade em relação à interação entre políticas públicas de diferentes ordens que impactam vários aspectos simultâneos nas questões da mobilidade urbana, da poluição urbana e de saúde pública, cujas recomendações podem ser resumidas da seguinte forma: o transporte coletivo urbano deve ser prioridade nos vários níveis de políticas públicas, de forma concomitante à restrição crescente à circulação de veículos automotores individuais e à ênfase em soluções urbanas que favoreçam a redução da necessidade de transporte motorizado e a prioridade do transporte não motorizado.

Assim, existem dois grandes caminhos de soluções: o aumento da eficiência do sistema de transportes como um todo e o aumento da eficiência individual de cada veículo. Mesmo assim, cabe notar que ambas as opções não são excludentes e podem ser trilhadas paralelamente, ampliando o efeito na queda de emissões. Por outro lado, esta divisão, sistema de transportes x veículos individuais, traz à tona a questão das externalidades envolvidas na escolha individual. A opção pelo uso do transporte coletivo mais eficiente só se viabiliza se os custos sociais gerados pela decisão individual de usar um automóvel são internalizados.

Nesse ponto, vale à pena destacar que as políticas restritivas podem se concentrar majoritariamente nas condições de uso dos veículos privados, não na sua aquisição pela população, preservando assim um importante segmento econômico que é a indústria automotora. Na Europa e no Japão, por exemplo, a taxa de motorização da população é alta, mas o uso dos veículos individuais é relativamente baixo. As pessoas têm automóveis, mas utilizam, no dia a dia, o transporte público ou transporte não motorizado. Os automóveis atendem viagens eventuais e familiares, o que constitui um padrão de uso mais sustentável do que o americano, por exemplo, em que o automóvel assume papel predominante na matriz modal dos deslocamentos.

Para alcançar esse padrão deve haver fortes investimentos na melhoria do transporte público, aliados a políticas de internalização dos custos sociais gerados pelo transporte motorizado individual. Com isso, o transporte público se tornaria bastante atrativo, principalmente para o segmento da sociedade que hoje se recusa a substituir suas viagens individuais por outro modo mais sustentável. Dessa forma, o aumento da eficiência do sistema de transportes deverá passar por uma mudança da matriz modal, dando mais ênfase ao transporte coletivo e ao transporte de alta capacidade (no caso das metrópoles), assim como ao transporte não motorizado (algo que seria possível a partir da reorganização espacial das atividades na cidade). Essa mudança modal implica a diminuição das emissões por viagem e tempo médio de cada viagem. Colocado como um problema urbano, este caminho deveria ser trilhado como solução para o agravamento dos congestionamentos, presentes em muitas das grandes cidades brasileiras.

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O MASP Experimental

NBR 10719: Como apresentar um relatório técnico e científico
A NBR 10719, editada em 2011, especifica os princípios gerais para a elaboração e a apresentação de relatório técnico e/ou científico. Conquanto não sejam objeto dessa norma, outros tipos de relatórios (administrativos, de atividades, entre outros), é opcional sua aplicação, quando oportuna. Nesse caso, os documentos devem sujeitar-se, tanto quanto possível, ao disposto nessa norma. Clique para mais informações.

claudemir_baixa2

Claudemir Y. Oribe

Inserindo a rotina de Análise Experimental e simplificando algumas etapas do MASP tradicional, temos um método bastante simples e que pode resolver problemas de média, e até elevada complexidade, de maneira bastante satisfatória. (veja figura baixo)

Diagrama do MASP Experimental

A segunda etapa – Análise – é a etapa chave de todo o processo e sua cientificidade reside no fato de que, o observador se rende ao resultado do experimento, mesmo eventualmente não podendo explicá-lo totalmente. Se implementado dessa forma, este método de apenas seis etapas, que podemos denominar de MASP Experimental, possui uma aplicação preliminar ou alternativa aos métodos analíticos e mais estruturados, como é o caso do MASP tradicional, 8 Disciplinas e Seis Sigmas e, devido a isso, é mais adequado ao contexto organizacional atual, caracterizado pela dinâmica turbulenta, perfil dos novos entrantes no ambiente de trabalho e elevadas expectativas gerenciais de resultados em curto prazo.

O Quadro abaixo possibilita uma análise comparativa entre as duas abordagens de Análise, sintetizando os argumentos já apresentados. Nela pode ser observada uma das principais diferenças entre as abordagens, que é a possibilidade de aplicação da abordagem experimental para problemas de causas especiais, também conhecidos por intermitentes. Assim, um experimento pode ser montado para simular causas não presentes, podendo fazer com que um problema misterioso apareça, desde que haja, evidentemente, condições para a experimentação.

Abordagem

Aspecto

Analítico

Experimental

Finalidade

Resolver problemas de alta
complexidade

Resolver problemas de média complexidade

Aplicação

Problemas de causas
comuns

Problemas potenciais ou reais, de causas
comuns ou especiais

Estruturação do método

Alta

Mediana

Tempo
para aplicação

Alto

Médio

Foco

Procura explicar o
porquê

Encontrar uma
solução

Origem
da análise

Causas hipotéticas

Conjectura
plausível

Papel do
experimento

Secundário

Essencial

Comprovação das causas

Medições no
processo

Resultados do
experimento

Ferramenta chave

Brainstorming e 5
porquês

Plano de
Experimentos

Momento
em que a explicação ocorre

A priori

A posteriori

Poder
explicativo

Alto

Baixo ou médio

Custo de
aplicação

Normalmente
desconsiderado

Há custos para realização dos
experimentos

Competência chave

Análise

Síntese

Abrangência da solução encontrada

Tende a ser mais
ampla

Tende a ficar mais restrita ao processo
analisado

Analogia entre a análise do MASP tradicional e MASP experimental

Claudemir Y. Oribe é mestre em administração de empresas PUC Minas/Fundação Dom Cabral e sócio consultor da Qualypro – claudemir@qualypro.com.br

Quer contatar o Claudemir para um treinamento ou uma palestra em sua empresa sobre o MASP, faça contato com ele: (31) 3391-7646 – 8748-1686 ou pelo e-mail: claudemir@qualypro.com.br

http://www.qualypro.com.br/novosite/default.asp

Ou acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/

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Berços infantis precisarão de certificação obrigatória

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bercoEm dezembro de 2007, o Inmetro realizou um teste em berços infantis e, de acordo com os resultados encontrados, concluiu que a tendência das marcas de berços infantis comercializados no mercado nacional é de não conformidade à norma técnica do produto, pois nenhuma das 11 marcas analisadas atenderam aos requisitos mínimos de segurança. Antigamente, os berços eram feitos à mão, mas hoje passaram a ser produzidos em larga escala. Com isso, a qualidade dos berços passou a ser questionada e a pergunta que restou foi: eles são, de fato, seguros?

A Portaria 269 de 21 de junho de 2011 do Inmetro tornou a avaliação da conformidade obrigatória para berços infantis, o que significa que a fabricação dos berços deve obedecer rigorosamente o regulamento do Inmetro e nenhum berço poderá ser comercializado no país sem que estejam conforme as normas pela ABNT. Os fabricantes e importadores do produto terão prazo de 18 meses para se adequar. Terminado esse prazo, terão mais 6 meses para a venda dos produtos em estoque. O comércio terá, então, mais um ano para vender berços sem a certificação. Na prática, somados os prazos, a regulamentação passa a valer integralmente em meados de 2014, quando os organismos fiscalizadores irão verificar isso no no comércio. Os fabricantes, importadores e comerciantes que não cumprirem os prazos poderão ser autuados e ter os produtos apreendidos.

Segundo a portaria, o Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC) torna obrigatória a certificação compulsória para berços infantis, a qual deverá ser realizada por Organismo de Certificação de Produto (OCP), acreditado pelo Inmetro, consoante o estabelecido nos requisitos ora aprovados. Esses requisitos aplicar-se-ão a berços infantis para uso doméstico, para estabelecimentos comerciais e/ou para prestadoras de serviços que simulem o ambiente doméstico. Os berços que poderão ser convertidos em outros itens, como, por exemplo, em unidades para troca, minicamas, cercados e cômodas deverão, quando na posição de berço, atender aos requisitos ora aprovados. Os berços de balanço ou de movimento pendular serão, oportunamente, tratados em portaria complementar.

Os requisitos de segurança e métodos de ensaio que compõem o Programa de Avaliação da Conformidade para Berços Infantis estão baseados na NBR 15860, partes 1 e 2, publicada em 2010, que se assemelha, no rigor e na quantidade de ensaios, às normas europeia e americana. A parte 1 especifica os requisitos de segurança de berços infantis para uso domestico com um comprimento interno superior a 900 mm, porém não superior a 1.400 rnm. Os requisitos aplicam-se a um berço que é totalmente montado e pronto para uso, sendo conveniente que os berços que possam ser convertidos em outros itens, por exemplo, rninicamas, cômodas, cercados, quando convertidos, atendam à norma brasileira relevante para esse item. Essa norma não se aplica a berços portáteis com alças para o qual existem normas específicas e não se aplica a berços utilizados para fins hospitalares. Já a parte 2 especifica os métodos de ensaio para avaliação da segurança de berços e berços dobráveis infantis para uso doméstico. Esses ensaios deverão avaliar não apenas a resistência da base, das laterais e dos elementos de fixação, mas testar, igualmente, o mecanismo de travamento e a resistência às mordidas, dentre outros ensaios. O maior rigor nas normas se pautou no número de acidentes, alguns fatais, registrados sobretudo nos Estados Unidos. A Consumer Product Safety Commission contou, desde novembro de 2007, mais de 3500 acidentes envolvendo crianças em berços, 153 deles resultando em morte. No Brasil, não há registros de relatos de acidentes catalogados, mas que devem ter acontecido e não relatados.

Dessa forma, os fabricantes (nacionais e importadores) terão prazo de 18 meses para se adequarem às novas regras. A partir desse período, o prazo é de seis meses para a comercialização de produtos fabricados sem a certificação e que restaram em estoque, somando, assim, 24 meses. Para o comércio, o prazo é de 36 meses após a publicação da portaria definitiva para comercializar produtos sem a certificação. Fabricantes, importadores e comerciantes que apresentarem produtos não conformes estarão sujeitos às penalidades previstas na lei.

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