Entendendo o comportamento humano, segundo Maslow

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maslowAbraham Harold Maslow nasceu no dia 1 de abril de 1908, no Brooklyn, NY. Foi o primeiro dos sete filhos de seus pais, que eram judeus com pouca educação, imigrantes da Rússia. Seus pais, querendo o melhor para seus filhos, foram extremamente exigentes com ele em relação ao sucesso acadêmico. Um dos trabalhos mais influentes de Maslow é o livro “Motivation and Personality”, publicado em 1954, no qual ele desenvolveu uma teoria base a respeito da motivação. Ele sustentava que cada pessoa tem um conjunto básico de necessidades que são, de fato, seus desejos e carências.

Organizou essas necessidades em cinco categorias, com cada nível se desenvolvendo a partir do nível anterior. Sua premissa era a de que conforme os níveis sucessivos de necessidades vão sendo satisfeitos, outras necessidades acabam por surgir. Colocou sua teoria em uso pela primeira vez ao incorporá-la ao treinamento de liderança da Força Aérea dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial. A teoria atraiu o interesse como sendo uma estrutura básica para o amplo entendimento da motivação humana.

Sua busca era querer saber o que constituía a saúde mental positiva. A psicologia humanista, corrente impulsionada por ele, deu origem a diversas diferentes formas de psicoterapia, todas guiadas pela idéia de que as pessoas possuem todos os recursos internos necessários ao crescimento e à cura e o objetivo da terapia é remover os obstáculos para que o indivíduo consiga isso.

Maslow descobriu quando pesquisava o comportamento de macacos, logo no início de sua carreira, é que algumas necessidades têm mais prioridade que outras. Por exemplo, se você sente fome e sede, a tendência é tentar resolver a sede primeiro. Afinal, você pode ficar sem comida por semanas, mas apenas sobreviverá por alguns dias se não beber água. Por isso, a sede é uma necessidade “mais forte” que a fome. Do mesmo modo, se você está com muita sede e alguém impede você de respirar, o que é mais importante? A necessidade de respirar, é claro. Por outro lado, o sexo é a necessidade mais fraca de todas essas. Afinal, você não vai morrer se ficar sem fazer sexo.

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Pirâmide de Necessidades de Maslow – em cinco níveis

Assim, o comportamento humano é explicado por Maslow através de cinco níveis de necessidades. Estas necessidades são dispostas em ordem hierárquica, desde as mais primárias e imaturas (tendo em vista o tipo de comportamento que estimulam) até as mais civilizadas e maduras. Na base da pirâmide, encontra-se o grupo de necessidades que Maslow considera ser o mais básico e reflexivo dos interesses fisiológicos e de sobrevivência. Este é o nível das necessidades fisiológicas, que estimulam comportamentos caracterizados pelo verbo ter.

O segundo nível da hierarquia é constituído por uma série de necessidades de segurança. Uma vez atendidas as necessidades fisiológicas, a tendência natural do ser humano será a de manter. Na sequência, quando a segurança é obtida, surgem as necessidades de pertencer a grupos, associar-se a outras pessoas, ou seja, de se igualar. Estas necessidades são chamadas de sociais ou de associação. O passo seguinte na escala de necessidades é o da estima ou de “status”. Neste ponto, as necessidades de destaque, proeminência, reconhecimento e admiração por parte do grupo são manifestadas por ações que buscam diferenciar.

Embora as necessidades de estima sejam difíceis de serem superadas, dada sua dependência à receptividade de terceiros, Maslow sugere que em alguns casos elas podem ser adequadamente satisfeitas, liberando assim os indivíduos para atingir o nível mais alto da hierarquia. Quando isto ocorre, as necessidades de maximizar as potencialidades e de testar a própria capacidade farão com que as ações do indivíduo sejam dirigidas em busca do vencer. Este é o nível das necessidades mais maduras e construtivas da hierarquia de Maslow, conhecidas como necessidades de auto-realização.

As necessidades fisiológicas são bem óbvias e geralmente, se referem a requisitos para a sobrevivência do indivíduo ou da sua espécie. Alguns exemplos:

  • Alimentação (água e comida)
  • Respiração
  • Reprodução
  • Descanso
  • Abrigo
  • Vestimenta
  • Homeostase

As necessidades de segurança referem-se à estabilidade ou manutenção do que se tem. Exemplos:

  • Segurança física pessoal
  • Segurança financeira
  • Saúde e bem-estar
  • Rede de proteção contra imprevistos

As necessidades de associação se referem às necessidades do indivíduo em termos sociais. Incluem aspectos que envolvem relacionamentos baseados na emoção, pois seres humanos precisam sentir-se aceitos e fazendo parte de algo. Alguns exemplos:

  • Amizade
  • Intimidade (amigos íntimos, mentores, confidentes)
  • Convivência social (círculos de convivência variados)
  • Família
  • Organizações (clubes, entidades de classe, torcidas, gangues)

A ausência destes elementos torna as pessoas suscetíveis à solidão, ansiedade e depressão. Muitas vezes a necessidade destes elementos pode, através da pressão dos pares, sobrepor às necessidades psicológicas e de segurança. Um exemplo disse seria alguém que se expõe de maneira perigosa financeiramente, buscando justamente a aprovação afetiva de seus pares.

As necessidades de estima ou de ser respeitado em busca de autoestima e autorrespeito. A estima é um desejo humano de ser aceito e valorizado por si e pelos outros. Note que neste caso não é apenas a busca de uma aceitação de um grupo e sim do reconhecimento pessoal e do grupo da sua contribuição e importância dentro dele. Quando não se consegue atingir esta necessidade, aparece a baixa estima e o complexo de inferioridade.

A necessidade de autorrealização é o último patamar da pirâmide de Maslow e as pessoas para terem esta motivação é necessário que as outras tenham sido satisfeitas. Esta necessidade se refere à motivação para realizar o potencial máximo do ser, ou seja, o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser, explorando suas possibilidades. Este pode ser considerado a motivação maior e a única verdadeiramente satisfatória para a natureza humana.

Ponto eletrônico nas empresas

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Ariela Ribera Duarte e Luiz Fernando Alouche

A Consolidação das Leis Trabalhistas. (CLT) prevê que todos os estabelecimentos que tiverem mais de 10 empregados devem obrigatoriamente proceder à anotação da hora de entrada e de saída de seus colaboradores. Estas anotações podem ser realizadas em registro manual, mecânico ou eletrônico. O procedimento de anotações e o modo de como estas devem ser feitas são determinados por Portarias expedidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Em 26 de agosto de 2009, o Ministério do Trabalho expediu uma instrução de procedimentos para o registro feito através de ponto eletrônico. Essa Portaria determinou que todos os registros feitos de forma eletrônica sejam realizados por instrumento específico chamado de Registrador Eletrônico de Ponto (REP). O REP deve ser utilizado exclusivamente para indicar o início e o término da jornada de trabalho de cada funcionário atuante em determinada empresa, emitindo comprovantes a cada registro.

As empresas devem atentar à indispensabilidade da implantação do REP, vez que outros meios de registro eletrônico estarão vedados pelo Ministério do Trabalho. Inicialmente, a Portaria passaria a viger em agosto de 2010. Entretanto, o Ministério do Trabalho e Emprego acabou por adiar o termo inicial de vigência da Portaria nº 1.510, tornando a utilização do REP obrigatória apenas a partir de 1º de setembro de 2011. Tal adiamento ocorreu em razão da dificuldade das empresas em implantarem o sistema. Isso porque, além dos gastos com a implantação e fiscalização do REP, há gastos com o treinamento dos funcionários acerca da correta utilização do aparelho, para que se evite perda de produtividade e gastos com manutenção do Registrador por danos causados pelo uso incorreto do aparelho. Ademais, há também os gastos com o papel para a impressão dos comprovantes, que deve ser especial, vez que deverá manter os dados nele impressos legíveis pelo prazo de 05 (cinco) anos.

É válido destacar que a utilização do REP será obrigatória apenas para aqueles que optarem por exercer o controle de jornada eletronicamente, sendo que as empresas ainda podem optar pelos controles tradicionais, como o método de marcação mecânica através do cartão de ponto. De todo modo, ainda restam inúmeras dúvidas acerca do novo procedimento, dada a quantidade de obrigações e prazos estipulados pela norma do Ministério do Trabalho, e posto que o custo de implantação desse sistema infelizmente não é baixo. Portanto, é necessário avaliar cuidadosamente todas as determinações constantes da Portaria do MTE, pois uma interpretação errada pode causar um enorme prejuízo à empresa, inclusive com a aplicação de multas pelos fiscais do trabalho ante a eventual má adequação da empresa ao controle eletrônico. Em razão disso, estão listadas a seguir as principais dúvidas que podem surgir sobre o tema abordado.

A regulamentação criou o SREP (Sistema de Registro Eletrônico de Ponto), que é um conjunto de equipamentos (hardwares) e programas informatizados (softwares) destinados à anotação, por meio eletrônico, da entrada e saída dos trabalhadores nas empresas. Esse sistema deve registrar fielmente as marcações diárias, não sendo permitido qualquer desvirtuamento, como restrições de horários à marcação do ponto; marcação automática do ponto ou mesmo a existência de qualquer dispositivo que permita a alteração dos dados registrados pelo empregado.

O Registro Eletrônico de Ponto não pode ser alterado manualmente. Em caso de sobre jornada, o sistema exige uma autorização prévia para esse tipo de marcação. Além disso, o sistema será usado exclusivamente para o registro de ponto, não podendo ter outras funções, tal como a de catraca eletrônica, por exemplo. A Portaria determina que o REP deve atender a determinadas características, quais sejam: (i) impressora com bobina de papel (o qual deve ter durabilidade mínima de 05 anos); e (ii) porta padrão USB externa, denominada Porta Fiscal, para pronta captura dos dados pelo auditor fiscal. Cada fabricante poderá desenvolver seu próprio equipamento, com o posterior registro no MTE. Esse registro somente ocorrerá com a publicação de Portaria no Diário Oficial da União e o imediato incremento na lista disponível no site do MTE. Somente após esses procedimentos é que o equipamento poderá ser comercializado. Aos fabricantes também incumbirá o dever de entregar ao empregador um Atestado Técnico e um Termo de Responsabilidade, que deverão permanecer arquivados à disposição da Inspeção do Trabalho.

A utilização será obrigatória para as empresas que optarem por exercer o controle de jornada pelo modo eletrônico, e caberá ao empregador usuário do REP fazer seu cadastramento no site do MTE. Ressalte-se que a responsabilidade de registrar o REP no MTE é do fabricante, pois este somente poderá comercializar o equipamento após a obtenção do registro. Já o empregador tem a responsabilidade de cadastrar o equipamento no MTE; cadastro esse que deve ser feito no Cadastro de Sistema de Registro Eletrônico de Ponto (CAREP), na página de internet do MTE. As empresas que utilizam o controle manual ou mesmo de forma mecânica não têm qualquer obrigação em seguir as normas da Portaria nº 1.510.

Como já mencionado, a utilização do REP deve ser exclusivamente para o fim de marcação de ponto. Portanto, quaisquer outras informações acerca da jornada de trabalho do empregado, tais como férias ou licenças, deverão estar disponíveis no Programa de Tratamento de Registro de Ponto, não sendo computadas no REP. Caso exista alteração do local da prestação do serviço, o REP poderá ser movimentado para utilização no novo endereço Para isso, essa informação deverá ser assinalada no equipamento.

A empresa que não se adequar às determinações previstas na referida Portaria não terá como comprovar a jornada de trabalho de seus empregados. Assim, a falta de apresentação de elementos comprobatórios da jornada de trabalho em eventual ação judicial, além de propiciar o pagamento de supostas horas extras alegadas pelo empregado, poderá levar também à aplicação de multas administrativas. Ademais, pode haver fiscalização com dupla visita do MTE, sendo que a primeira visita do Fiscal terá como escopo a verificação de irregularidades. No caso de existência dessas, a empresa será notificada, sendo-lhe dado um prazo de 30 a 90 dias, a critério do Auditor-Fiscal, para corrigir os problemas detectados. Se, após esse prazo, a situação não tiver sido regularizada, pode haver a aplicação de multa.

Além dos gastos com a implantação, fiscalização e manutenção do sistema,incluindo-se a troca dos aparelhos em virtude de depreciação, as empresas que optarem pela adoção do REP também devem se preocupar com o papel especial para a impressão, bem como com o treinamento e a gestão de suas equipes para o uso do novo procedimento, de forma a se evitar perda de produtividade dos trabalhadores. Para se evitar gastos adicionais e multas aplicadas pela fiscalização trabalhista, é extremamente importante uma análise cuidadosa das regras contidas na Portaria, para que haja o ajuste dos programas de computador que devem ser utilizados para a marcação do ponto – o que, reitera-se, deverá ser feito até 1º de setembro de 2011.

Ariela Ribera Duarte e Luiz Fernando Alouche são, respectivamente, advogada e sócio da área trabalhista do Almeida Advogados – www.almeidalaw.com.br

Vantagens e desvantagens

O novo controle de ponto, Registrador Eletrônico de Ponto (REP), em vigor a partir de hoje, dia 1 de setembro de 2011, tem como finalidade principal a de conferir maior confiabilidade à marcação de ponto, tendo em vista que não será possível alterar marcações pretéritas, bem como emitem comprovantes a cada marcação, identificando o empregado pelo número do PIS. “Assim, foram criados para levar segurança ao empregado e empregador”, a explicação é da advogada Elisa Augusta de Souza Tavares, coordenadora das áreas de Relações do Trabalho e Previdenciárias do escritório Sevilha, Andrade, Arruda Advogados.

A advogada elucida que a mesma portaria (Portaria 1.510), que disciplina o REP, estabelece vias alternativas de marcação de ponto, desde que convencionadas com a participação dos sindicatos, como o ponto manual ou mecânico. “Todavia, existem desvantagens para o empresariado, entre elas, os custos relacionados ao relógio de ponto e o tempo despendido para marcação, já que o empregado deverá digitar PIS e retirar comprovante, o que pode causar tumulto, delonga e até mesmo horas extras em razão do tempo despendido em filas, ademais da desvantagem de ausência de pré-assinalação de intervalo, que transferia ao empregado o ônus da prova quanto a sua não correspondência com a realidade”, comenta Elisa Tavares

Ela esclarece, ainda, que esse quesito sugere tratativas com o sindicato em busca de vias alternativas de controle e, caso seja optado o REP, que igualmente sejam adotadas cláusulas convencionais contemplando a marcação do intervalo de refeição com o ponto manual ou mecânico. “Isso também abrange os intervalos especiais de descanso contemplados para algumas categorias como, por exemplo, a dos digitadores,que precisam ter dez minutos de intervalo a cada noventa minutos trabalhados (art. 72 da CLT), pois o REP não permite a marcação desses intervalos”, complementa. “Caso a empresa opte pelo REP, o sindicato de classe tem a obrigação institucional (art. 616 e SS da CLT) de tentar negociar, sendo que um acordo coletivo, por exemplo, pode contemplar os empregados da empresa e a convenção, toda a categoria daquela localidade”.

NBR ISO 50001: a gestão da energia de forma sustentável

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A gestão das normas nacionais e internacionais via internet

Gestores, RDs, administradores, consultores, gerentes de qualidade,  supervisores, etc. têm dificuldades para gerenciar as normas  nacionais e internacionais. O sistema permite também que se inclua  todo o sistema de documentação, como os manuais de qualidade, procedimentos, instruções de trabalho, etc. Com a obediência às  normas e procedimentos, podem ser eliminadas as variações na  qualidade que possam ocorrer com a mudança de operadores nos turnos  de trabalho ou substituição de mão de obra. Também pode ser  incluído um sistema de comunicação interna e externa com os seus fornecedores e clientes.

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