A profissionalização das redes sociais ainda é bastante utópica

NBR IEC 60079-20-1: Atmosferas explosivas
Esta parte da ABNT NBR IEC 60079 fornece orientações sobre a classificação de gases e vapores, descreve um método de ensaio destinado à medição dos máximos interstícios experimentais seguros (maximum experimental safe gaps – MESG) para misturas de gases ou vapores com o ar sob condições normais de temperatura e pressão, de forma a permitir a seleção de um grupo de equipamento apropriado. O método do ensaio não leva em consideração os possíveis efeitos de obstáculos nos interstícios seguros. Essa norma descreve também um método de ensaio para a utilização na determinação da temperatura de autoignição de um gás ou vapor quimicamente puro no ar, na pressão atmosférica. Clique para mais informações.

social_netCom o marketing generalizado de que as empresas precisam usar de qualquer forma as redes sociais, criou -se uma lógica perversa do ciclo vicioso da falta de recursos humanos capacitados que forneçam um gerenciamento adequado para isso e, por consequência não permite o acesso aos recursos financeiros que, por final, levam à insuficiência de resultados, o que é bem conhecido pelo mercado. Ou, muitas vezes, são contratas pessoas sem o mínimo preparo para gerenciar a comunicação interna e externa da empresa.

Quer dizer, ainda é um sonho fazer uso profissional das redes sociais. O que mais se encontra nos mundos virtuais são seres humanos desesperados por contato, não profissional, e somente humano. Se você montar uma rede de 2.000 amigos no facebook, 1.000 seguidores no twitter, 1.500 pessoas de contato no linkedin, calcule quantos negócios poderão ser feitos? Acredito que muitos poucos. O que sua empresa não pode esquecer é que as estratégias de marketing por meio das redes sociais para alcançar novos clientes e fornecedores ou mesmo fidelizar os antigos poderá ainda permitir que os empreendedores consigam descobrir o que o seu público-alvo deseja e também o que os consumidores pensam sobre os serviços e produtos oferecidos. Mas construir um verdadeiro relacionamento on-line não é uma atividade simples. Para atingir o sucesso é preciso entender que redes como facebook, twitter, orkut, youtube e myspace são plataformas novas de negócio e merecem a devida atenção e cuidado.

Alguns especialistas recomendam:

– Os clientes devem conhecer o novo canal de comunicação – O primeiro passo para que clientes e fornecedores interajam com a página da empresa nas redes sociais é fazer uma publicidade em mídias tradicionais ou por meio do boca a boca, para que o público-alvo do negócio conheça os novos canais de comunicação da marca. Oferecer múltiplas plataformas de interação permite ao usuário escolher aquela em que se sente mais confortável para se comunicar com o negócio. Isso aumenta a probabilidade de ele se conectar com frequência à página da marca.

– Envolva o seu público na rede – As páginas empresariais nas redes sociais devem servir para criar um diálogo entre o negócio e o seu público-alvo. Isso permite uma interação e aproximação entre as partes. Para que esse envolvimento seja bem-sucedido, é interessante descobrir o perfil dessa comunidade na rede e como os seus membros querem se comunicar.

– Realize promoções – Redes sociais são importantes ferramentas para fortalecer as ações de marketing do negócio. Realizar promoções exclusivas nesse canal permite aos seguidores da marca conhecer os produtos e descontos oferecidos pela empresa. Ao utilizar esse veículo como estratégia promocional, a empresa também estará economizando o montante que gastaria com anúncios tradicionais.

– Tenha uma rotina nas atualizações – As plataformas de comunicação social devem fidelizar os seus seguidores. Para isso, é importante que as empresas possuam uma rotina de horários para a atualização dos posts. Manter os fãs e seguidores do negócio cientes do que está sendo lançado no mercado é fundamental para que eles estejam em contato permanente com a sua marca.

Se a sua empresa disparar um e-mail marketing para 160.000 e-mails ou enviar a mesma proposta pelo correio para 10.000 pessoas, seus resultados, por incrível que possa parecer, serão melhores ainda do que nas redes sociais. A média no primeiro caso chega a 0,8% a 1,0% de cliques em seu link e uma média de 15 a 30% de hits ou pageviiews. Quanto ao correio, seus negócios poderão ser feitos com uma média de 0,5 a 0,8% dos que receberem a sua mensagem.

No linkedin seus contatos querem mais saber sobre o que você está fazendo, sobre as oportunidades que você poderá gerar para eles do que comprar seus serviços ou mesmo sobre o que você está oferecendo. No facebook, as pessoas querem ainda se divertir, falar de deuses e otimismos, mas a maioria parece não estar ali na busca de negócios. O twitter parece ser exceção à regra. Os seguidores parecem querer saber um pouco de conteúdo, querem um pouco mais de informação. Mesmo assim não creio que gere em cada 100 mensagens profissionais algum resultado concreto. Pode até gerar cliques no link, em uma média de 0,5 a 1,0%, mas não creio que haja concretização de parcerias. Os twitteiros de maior sucesso são os de fofoca, artistas, etc. O universo humano das banalidades e dos disparates.

Quanto aos blogs, também ficam na média. Para cada 1.000 acessos diários, a média de cliques é de 0,7 a 10,0 %, e os resultados, de acordo com alguns clientes pesquisados, não são tão ruins. Enfim, as redes sociais ainda são muitos incipientes em termos de resultados de negócios. A conclusão é triste, porém verdadeira. Ficar fora a empresa não pode, mas não deve esperar grandes resultados, criar grandes expectativas, fazer grandes investimentos, pois o retorno financeiro ainda é pequeno. Há que se medir quanto se está investindo para comparar os resultados obtidos.

A Orbium divulgou uma pesquisa “CRM e Redes Sociais”, realizada com 156 companhias no país com o objetivo de identificar seus anseios e metas em relação à gestão da marca/produtos nas mídias sociais. O levantamento foi conduzido entre os dias 5 e 19 de agosto por meio da internet e do telefone – utilizando o software que leva o nome da empresa, o Orbium – e abordou organizações de diversos segmentos, com representantes dos setores de serviços, financeiro, tecnologia, comunicação, varejo, benefícios, transportes, automotivo, seguros, imóveis, utilidades, indústria, call center e telecom. Quanto aos cargos dos respondentes, 65% são presidentes e diretores ou gestores de atendimento e marketing. Os outros 35% são gerentes de vendas, operações ou tecnologia e analistas em geral. Trata-se de uma versão preliminar do estudo.

Do total de empresas consultadas pela Orbium, 70,4%disseram que pretendem investir em ações nas redes sociais imediatamente, enquanto 22,5% têm intenção de apostar nesse nicho, mas não a curto prazo. A minoria, representada por 7,1% dos entrevistados, garante que não tem interesse em investir nessas mídias. Quando questionadas se já realizaram monitoramento de suas marcas nas redes sociais, 57,1% responderam que sim, de forma manual e 22,9% já o fizeram de forma automatizada. Nesse contexto, 52,1% das organizações entrevistadas consideram muito importante o monitoramento de sua imagem na internet, 43,7% classificam como importante e apenas 4,2% acreditam que esse trabalho seja irrelevante.

Além disso, 47,9% das empresas pesquisadas disseram que realizam ou já realizaram campanhas nas redes sociais e 42,3% afirmaram que nunca fizeram, mas possuem interesse. Somente 9,8% das companhias consultadas responderam que não promoveram ações nas redes sociais e que iniciativas dessa natureza não constam de seus planos. Sobre a possibilidade das redes sociais gerarem insights para as empresas, 53,5% das entrevistadas acreditam que elas podem sim contribuir com o negócio. A Orbium também perguntou como as empresas percebem a interação de redes sociais com o CRM. Os dados mostram que 48,6% das organizações consultadas acreditam ser muito importante integrar o conteúdo das mídias sociais com o CRM. Outros 48,6% disseram que consideram importante, mas não a prioridade para seu negócio. Apenas 2,8% afirmaram ser irrelevante essa interação.

A pesquisa também questionou as empresas sobre os benefícios do investimento em redes sociais. A pergunta oferecia a possibilidade de marcar mais de uma alternativa. Os resultados apontam que 73,2% das companhias entrevistadas acreditam ser possível detectar e resolver problemas de consumidores por meio dessas ferramentas. Já 71,8% das organizações consultadas afirmaram que as mídias sociais possibilitam analisar de que forma a marca é percebida. Outro objetivo, assinalado por 54,9% das companhias pesquisadas, é a de utilizar essas mídias para acompanhar ações da concorrência. Além disso, 52,1% dos respondentes disseram ser possível analisar a repercussão das publicações de imprensa sobre a empresa e 46,5% afirmaram que as redes sociais também permitem reconhecer promotores e detratores da marca.

CLIQUE NOS GRÁFICOS PARA UMA MELHOR VISUALIZAÇÃO

Por meio do levantamento, a Orbium ainda procurou identificar possíveis obstáculos para que as companhias apostem em monitoramento nas redes sociais. A questão permitia ao entrevistado assinalar mais de uma alternativa. A amostra aponta que 45,1% das organizações pesquisadas consideram a falta de um processo automatizado como empecilho. Já 32,4% das empresas alegaram falta de verba para investir nessa área. Os resultados também indicam que 21,1% dos respondentes acreditam que haja falta de mão de obra especializada para exercer a função e 15,5% consideram que ainda há falta de conhecimento sobre o assunto. Curiosamente, 33,8% das empresas entrevistadas afirmaram que não enxergam nenhum obstáculo para que invistam nas mídias sociais. “O fato de os entrevistados terem sido, na grande maioria dos casos, os presidentes e diretores das empresas pode explicar esse dado, já que profissionais destes cargos possuem a visão total do negócio e talvez por isso não enxerguem obstáculos. Quando a abordagem é com a equipe operacional, que tem visão parcial do negócio, é notável a preocupação com os obstáculos e com disponibilidade para investimento” diz Clarice Kobayashi, vice-presidente de marketing e estratégia.

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