A competitividade empresarial no contexto brasileiro

Sistema Target GEDWeb Construção
O setor de construção vai precisar vencer mais alguns desafios nos próximos anos: o número de acidentes do trabalho e a construção de empreendimentos em áreas contaminadas. No caso dos acidentes, a evolução tecnológica tem sido de grande importância para a melhoria das condições de trabalho no setor da construção civil, principalmente no que se refere à qualidade dos materiais e à melhoria do processo de produção, incidindo diretamente na produtividade. Já no segundo caso, deve ser feita uma análise de risco dos passivos ambientais, o que pode ser algo custoso mas de extrema importância. O estudo deve ser feito baseado nos riscos sobre o uso pretendido do imóvel. Cada análise é única, o que significa que o laudo realizado para um edifício comercial não poderá ser utilizado para outro residencial, mesmo que compartilhem terrenos vizinhos. Clique para mais informações.

competiçãoA competitividade tem sido uma das grandes questões empresariais brasileiras na atualidade. As transformações econômicas ocasionadas pela abertura de mercado e estabilidade monetária fizeram com que as estratégias empresariais se voltassem cada vez mais para a longevidade das empresas. A proteção de mercado e os ganhos financeiros em períodos de alta inflação contribuíram para que as estratégias focadas no negócio fossem tratadas em segundo plano por muitas indústrias brasileiras até o início da década de 90.

Na verdade, a competição existe onde há disputa por algo que dois ou mais competidores desejam. Assim, são vários os tipos de competições que se sucedem no cotidiano. A competição econômica existe em um ambiente que se denomina sistema concorrencial, no qual duas ou mais organizações disputam mais pela sobrevivência no mercado que pela própria busca do maior lucro possível. O sistema capitalista não está imune às alterações de sua estrutura e do comportamento de seus agentes econômicos, que se transformam para criar ou desenvolver novas formas ou configurações a fim de possibilitar a reprodução do capital.

Um exemplo disso é a globalização, uma dessas configurações do sistema, trazendo novos papéis e funções para os agentes econômicos de forma que eles encontrem condições de reproduzir o capital e sobreviver no sistema capitalista. A competitividade não pode ser vista como uma característica intrínseca da empresa, pois advém de fatores internos e externos, que podem ser controlados ou não por ela. Por definição, a competitividade é intrínseca à concorrência, pois onde há concorrência há competição e, portanto, competitividade, mas a própria competitividade transcende às características peculiares de cada empresa.

O resultado da concorrência não depende só da organização, mas de vários fatores que a cercam. Cada fator tem a sua importância e peso dentro de um ambiente de competição, e, em alguns mercados, um fator pode ser mais representativo que outro, formando-se no contexto da interação dos fatores sistêmicos, estruturais e internos da empresa. Segundo o professor Antonio Inácio Andrioli, um dos aspectos mais marcantes do atual contexto social é a exacerbada competição que aparece impregnada nas relações humanas. Embora essa tenha sido uma característica também de outros tempos, podemos notar que a sua presença é tão forte em muitos espaços da nossa vida como nos parece ser a intenção de desenvolvê-la na consciência das pessoas.

“A competitividade ou livre concorrência é um dos princípios da economia liberal e teve como principais defensores Adam Smith e David Ricardo. Segundo Smith, procurando apenas um ganho pessoal, a pessoa trabalha, coincidentemente, para elevar ao máximo possível a renda anual da sociedade. Por uma mão invisível a pessoa estaria sendo misteriosamente levada a executar um objetivo que jamais fez parte das suas intenções. E, buscando apenas seu interesse exclusivo, a pessoa muitas vezes trabalharia de modo bem mais eficaz pelo interesse da sociedade do que se tivesse de fato esta intenção. Podemos notar que a idéia básica da livre concorrência é a fé depositada na ideia de que as pessoas, uma vez competindo entre si, automaticamente estariam contribuindo para o progresso geral da sociedade”, explica.

Cabe perguntar por que as pessoas aceitam desafios competitivos se neles já está inerente sua lógica excludente? Andrioli exemplifica: se numa corrida onde há dez atletas competindo e já está dado como certo que apenas um sairá vencedor, por que os dez continuam correndo? A razão é que cada um dos dez atletas imagina ser, individualmente, o vencedor. Mas, e o que acontecerá com os demais, que são a maioria? Isso parece que não importa, já que não teriam sido “capazes” para vencer. “É evidente que essa lógica competitiva, que divide o mundo em vencedores e perdedores (onde a minoria vence e o restante perde), cria situações de angústia e revolta nos excluídos. A violência que aumenta assustadoramente na sociedade e passa a atingir fortemente as escolas, deve ter relação com o sentimento de exclusão que atinge a maioria das pessoas do planeta. Como encontrar alternativas de solução para isso? Entendemos que o primeiro passo é perceber como a competição está presente em nosso cotidiano, para conseguirmos refletir sua problemática. Num segundo momento, é necessário nos contrapormos à ela, construindo um novo jeito de viver e de se relacionar com os outros”, acrescenta o professor.

Luiz Carlos Pereira de Souza, professor doutor e pró-reitor acadêmico e docente da UniÍtalo acredita que há uma verdadeira guerra – silenciosa, mas, contundente – vem acontecendo no mundo dos negócios. Independentemente do segmento de mercado e do tamanho da empresa, todos estão envolvidos na acirrada luta pela sobrevivência que vem se desenrolando num cenário internacional altamente competitivo. “No mundo globalizado as empresas devem comprovar suas expertises perante o seu segmento de mercado. Os administradores deverão estar cientes de que as competências serão avaliadas ou mensuradas, também e principalmente, pelo seu efetivo compromisso socioambiental da organização, contextualizado por um clima de incerteza”.

Souza acha que essas empresas descobrem, com maior ou menor custo, que vale mais empregar energia na busca de novas parcerias do que entrar numa guerra predatória em relação aos seus concorrentes. Compreendem assim, que podem superar suas metas ou ampliar seu share de mercado sem a necessidade de se envolver ou provocar um embate destrutivo com seus concorrentes. “A fórmula S = R – E (Satisfação é igual Resultado menos Expectativa) está em alta e permeia continentes sem fronteiras, do ponto de vista econômico. Quanto maior a expectativa que criamos perante nossos observadores (outros profissionais, empresas, a sociedade, etc.) ou perante aqueles que nos são mais íntimos (pais, filhos, cônjuge, amigos, etc.) maior terá de ser o resultado apresentado em nossos “quefazeres” profissionais ou nas consecuções pessoais para superação de expectativas”, complementa.

Para ele, é preocupante paradoxo esse da expectativa! Pois é, quanto mais certinho for um cidadão, quanto mais competente apresentar-se um profissional, maior será a expectativa criada sobre seus observadores e, portanto, maior deverá ser o resultado apresentado por eles para garantirem – na estruturação da fórmula S= R – E – uma “Satisfação” acima do índice “zero”. “É comum os dirigentes das organizações ou gestores de negócios buscarem, diante de necessidades profissionais ou pessoais, colaboradores que estão sobrecarregados de afazeres em detrimento daqueles que apresentam menor grau de ocupação ou têm expressão taciturna. Motivo simples e matemático para afirmarmos quanto mais você faz, mais capacidade você adquire para fazer mais. Justificando, hipoteticamente: O empreendedor profissional tem que ser multiespecialista. Deve atuar com competência em mais de uma atividade empresarial. Atualmente, temos de colocar um pé em uma canoa e o outro, apesar dos riscos, em uma outra canoa, mesmo diante das turbulentas águas do mercado profissional. É comum, para esse tipo de empreendedor, a prestação de serviços em duas ou mais organizações ou o vínculo CLT numa empresa simultâneo à gestão de seu próprio negócio. Quanto mais você assumir, com competência, atribuições ou trabalhos, mais capacidade você terá para se incumbir de um maior número de outras atividades e, certamente, superará expectativas e garantirá assim, os resultados positivos em decorrência da fórmula S = R – E”.

Souza assegura que discutir a superação de expectativas e responsabilização num espaço contemporâneo em que o homem, sim o homem que cria, monitora e afirma ter controle sobre o aparato tecnológico, comemora 40 anos de seus primeiros passos na lua, agora com viagens virtuais, e proclama planejamento de chegar a Marte em 2030. “Esse mesmo homem, empreendedor, pesquisador, calculista, emocional, gregário, impõe-se disciplina espartana para garantir o crescimento das organizações, mesmo diante dos gargalos modernos ou restrições do tipo “meio ambiente” – “uso e costumes” – “crenças” – “desnutrição” – “multiplicação de vírus e bactérias nocivas” – “instabilidade econômica” – entre outros. A fórmula S = R – E é uma mera ferramenta diante de um deslumbrante e, ao mesmo tempo, assustador aparato tecnológico, que é impiedoso ao exigir criatividade, imediatismo e permanente aperfeiçoamento. Os personagens dessa guerra silenciosa, pessoas jurídicas e físicas, sabem que o mundo dos negócios não admite vacilação ou titubeios, sendo imperativo a comprovação, em tempo real, da chamada superioridade competitiva”, conclui.

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a

Anúncios

A credibilidade dos sistemas de gestão da qualidade

claudemir2

Claudemir Y. Oribe

A primeira certificação ISO 9001 no Brasil ocorreu em 1989 e foi concedida à Siemens, o que quer dizer que a certificação de sistemas de gestão da qualidade completou 22 anos no Brasil. Em 1990, estávamos vivendo os primeiros passos do amadurecimento da democracia. Era o início da era Collor e o confisco dos depósitos bancários das empresas e pessoas. Economicamente, o país vinha da década de 80, aquela que viria posteriormente a ser chamada da década perdida. Após o milagre econômico, um surto de desenvolvimento que foi bruscamente interrompido pela crise do petróleo em 1973, o país estava buscando os primeiros passos para sua soberania e lentamente se preparando a transição política. Os investimentos no entanto arrefeceram e o país caiu numa profunda crise política e econômica. Na década de 80 não havia dinheiro nem credibilidade institucional para a captação. A alta inflação desviava os preciosos recursos para o mercado financeiro, deixando o parque industrial obsoleto e ocioso. Um triste quadro num cenário global emergente.

A década de 90 foi bem diferente. Havia um grande otimismo no mercado devido às esperanças no novo governo. A globalização dava seus primeiros passos e o país se preparava para recuperar o tempo perdido. Os países desenvolvidos, preocupados com a expansão da oferta de produtos industrializados pelas nações em desenvolvimento, já começavam a se mobilizar para viabilizar a aplicação de barreiras não tarifárias para conter o avanço de produtos de má qualidade. Era o momento perfeito para a criação de uma norma internacional de sistemas da qualidade.

Contate o Claudemir para um treinamento ou uma palestra em sua empresa sobre o MASP, faça contato com ele: (31) 3391-7646 – 8748-1686 ou pelo e-mail: claudemir@qualypro.com.br

http://www.qualypro.com.br/novosite/default.asp

Antes de nos ater ao futuro da gestão da qualidade, vamos entender sua base e origem. Se analisarmos a norma ISO 9001 frente às teorias da administração, podemos facilmente concluir que ela traz conceitos e métodos definidos predominantemente na Teoria Neoclássica e Estruturalista da Administração. Temas como autoridade e responsabilidade, a divisão do trabalho, formalização, a separação do planejamento da execução, o estabelecimento de metas e controle, a ênfase nos objetivos e resultados, eficiência e eficácia, moldam as organizações dentro de uma perspectiva mecanicista.

Autores como Fayol, Emerson, Gulick, Urwick e Weber (o pai da burocracia) teceram grande desses conceitos que hoje vemos na norma ISO 9001, desde sua primeira versão há mais de 20 anos. Não é por acaso que a formalização foi tão presente nos primórdios dos sistemas de gestão da qualidade, pois essa é uma das características mais marcantes da perspectiva das organizações vistas como sistemas racionais.

No entanto, alguns problemas advindos dessa concepção estruturada foram identificados desde a sua criação, apesar de não terem sido fortes o bastante para neutralizar sua adoção universal. A tendência de rigidez e inflexibilidade, o conflito entre a operação e a gerência, a redução da cooperação interdepartamental, a tendência à especialização com perda da visão sistêmica, o abandono dos fatores comportamentais e a priorização da conformidade frente ao resultado são apenas algumas das disfunções que vieram de carona nos úteis conceitos dos sistemas administrativos racionais. É importante frisar, portanto, que a ISO 9001 ainda é predominantemente neoclássica e estruturalista, apesar dos esforços de redução da formalização. É uma fundamentação bastante comum e eficaz, mas não necessariamente moderna, pois remonta 70 anos de desenvolvimento da ciência aplicada da administração.

Evidentemente, para prever o futuro, temos que compreender o que está acontecendo no presente. Para Chiavenato (2004) há um princípio evolucionário de que cada época desenvolve uma forma organizacional apropriada às suas características e exigências. Estamos assistindo ao crescimento vertiginoso das organizações, a globalização da economia e a internacionalização dos negócios, redução do ciclo de vida dos produtos, descentralização aguda, ampliação do conjunto dos stakeholders, a redução do papel do estado no contexto da sociedade, o aumento da concorrência que, entre outros aspectos, impoem profundas alterações nos negócios e mesmo na vida das pessoas.

Além disso, segundo o autor acima, a era pós industrial, para o qual nossa sociedade caminha, é caracterizada pela imprevisibilidade, descontinuidade e instabilidade. Isso nos dá uma idéia do que enfrentamos e do que poderemos vir a enfrentar no futuro. Alguns insights sobre o futuro dos sistemas de gestão da qualidade. Se a tese de que os sistemas seguem de fato as características dos momentos organo-contextuais, alguns indícios poderão indicar o futuro dos sistemas de gestão:

 Aumento do relacionamento com o ambiente externo: a quantidade de variáveis e partes interessadas não para de crescer. O impacto de produtos e processos tem sido questionado ultimamente de forma crescente, podendo até inviabilizar investimentos se não houver um relacionamento harmônico entre clientes, governo, sociedade e gerações futuras. As organizações, invariavelmente, terão que ampliar seus canais de comunicação, reforçando as atividades de pesquisa e levantamento de informações que a levem à desenvolver produtos, serviços e processos amplamente aceitáveis.

 Organização de rotinas ou estruturação de agentes de coordenação: a convivência de diversos sistemas de gestão tradicionais, como financeira, tecnologia e recursos humanos aos sistemas de gestão emergentes como o da qualidade, meio ambiente e saúde e segurança, aumenta significativamente a complexidade administrativa; os esforços para transformar o trabalhador num profissional multidisciplinar não serão suficientes para promover a integração de vários sistemas de gestão.

 Redefinição do papel da gerência: nesse ponto, a ISO 9001 ainda não é forte o suficiente para promover a colaboração tática e delegar o monitoramento dos processos e produtos aos gerentes. Apesar de não ser a intenção da norma, ela parece omitir a função gerencial ao saltar da responsabilidade da direção às funções de realização do produto; com muita frequência os gerentes são omissos na implementação, manutenção e no desenvolvimento dos sistemas de gestão.

 Sofisticação das metodologias de trabalho: se as organizações desejam obter/atender resultados com seus sistemas de gestão elas terão que sofisticar mais a adoção de ferramentas e métodos de gestão. Os sistemas construídos para simplesmente atender a norma não terão fôlego para a obtenção de melhorias contínuas, como requer o ambiente competitivo e a própria norma. Instrumentos adicionais, como MASP, análise e tratamento de riscos, gestão de competências, métodos de avaliação de treinamento, desdobramento estratégico e muitos outros, devem ser consideradas para complementar o esqueleto formado pela estrutura da ISO 9001.

 Adoção de mecanismos de reorganização estrutural e funcional: o conceito de gestão por processos, da forma como sendo empregado, não está agregando valor às organizações; um mecanismo de ajuste estrutural e funcional, para fazer frente à dinâmica competitiva, cairia como uma luva nos anos seguintes; mais papéis em detrimento às descrição de cargos, mais competência em detrimento às qualificações; no campo estrutural, mais processos chave em detrimento à departamentos.

 Redescoberta da ação preventiva: para melhorar seu desempenho organizacional por meio de sistemas de gestão, os profissionais terão que avaliar melhor a forma com que vem implementando as normas auditáveis. Com a tendência crescente da aplicação de instrumentos de gestão de risco, as organizações têm que implementar a ação preventiva não como o último requisito da norma, mas como uma consequência do planejamento dos processos e da realização do produto, dentro portanto do capítulo 7.1 ou, no máximo, como saída do processo de projeto e desenvolvimento (elemento 7.3).

 Foco no resultado e menos no certificado: os problemas com auditorias ainda são uma pedra no sapato para os sistemas de gestão. Auditores mal preparados e mal pagos compõem boa parte das equipes de auditores, não apenas no Brasil, mas no mundo todo (ver Revista ISO Management Systems, vol. 4, no 3, ed. Maio/junho 2004, p. 15-17). A prática da autodeclaração de conformidade já é recorrente nos países desenvolvidos. A publicação da ISO/IEC 17050 legitima essa possibilidade. Da forma que ainda são feitas algumas das auditorias de certificação, acredito que esquemas de certificação com auditores voluntários podem ser mais eficazes, e mais baratos, do que com auditores remunerados.

 Revisão dos processos de avaliação: não imagino daqui a 10 anos, no ano de 2020, um auditor de dirigindo à uma organização para verificar a conformidade de uma organização baseado nos mesmos procedimentos, métodos e técnicas utilizados hoje. As dúvidas conceituais se agravaram muito com a publicação da ISO 9001:2000 e o desgaste das relações auditor-auditado e a incerteza do resultado continuam sendo uma constante durante as auditorias. A análise crítica pela direção, por sua vez, ganhou mais forma e conteúdo, mas o comprometimento continua sendo a queixa número 1 dos representantes da direção. Se os processos de avaliação não acontecerem à contento, a ligação necessária para fechar o ciclo de melhoria ficará bastante restrita, comprometendo um dos alicerces da ação gerencial.

 E, finalmente, um tema preocupante, que é o resgate da credibilidde da certificação: Sinceramente, eu duvido que uma organização possa “comprar” um certificado ISO 9001. Mas, em alguns casos, o valor desse documento parece não corresponder à expectativa da principal parte interessada, que é o cliente. Além do mais, práticas copiadas à torto e à direito servem como método de gestão para a gerência como uma roupa emprestada de uma pessoa bem diferente: veste, mas incomoda ao ponto de querermos nos livrar dela. Quando uma empresa passa folgadamente em auditorias, porém não consegue satisfazer seu cliente, então ele, o sistema de gestão, se torna um fardo internamente e uma inutilidade para o mercado que, passa a questionar o valor da certificação, minando sua credibilidade. Essa talvez seja uma ameaça que, se não discutida e aprimorada, tem potencial para exterminar a certificação de sistemas de gestão como prática organizacional. E pressões para isso não faltam no ambiente interno.

Enfim, parece que o mundo hoje não é tão previsível como o de nossos pais. Há alguns anos atrás, o futuro era, na melhor das hipóteses, uma projeção cuidadosa do passado. A distribuição da responsabilidade social, o multilateralismo nas relações internacionais e a migração de investimentos em direção à Ásia contribuem para o estado de incerteza atual. Assim, o futuro não pode ser projetado, pois novas forças estão em ação no macro e mesmo no micro ambiente. Porém, os pontos fracos do modelo racional e mecanicista serão as sementes para o crescimento dos futuros sistemas organizacionais.

Ao contrário da inspiração mecânica newtoniana, hoje os modelos organizacionais são inspirados na física subatômica e química (Princípio da Incerteza de Heisenberg, Teoria da Relatividade de Einstein, Teoria do Caos de Lorentz). A desafio atual é transformar conceitos de uma natureza desconhecida em aprendizado e metodologias reprodutíveis no ambiente administrativo.

Infelizmente, esse ambiente não caminha para uma situação previsível e confortável. Mas, se forem absorvidas as novas tendências administrativas, teremos um novo ciclo de desenvolvimento e o interesse pela gestão da qualidade será renovado. Além do mais, as organizações precisam fugir da tendência ao isomorfismo organizacional, desenvolvendo maneiras próprias de gerenciar seus produtos, processos, pessoas e seu negócio e principalmente, ter muito cuidado com soluções que deram certo em outros contextos.

Analisando os elementos acima e a ISO 9001:2008, vemos que ainda falta muito para a norma consiga passar conceitos administrativos às organizações. Já que os mecanismos de certificação não são suficientes para isso, resta à própria organização analisar seu sistema de gestão da qualidade frente aos princípios e modelos básicos da administração. Sem isso, as organizações correrão o risco de perder a noção de utilidade de um sistema de gestão da qualidade e sua credibilidade estará seriamente comprometida. Se isso vier a acontecer, será o fim do mecanismo de certificação de sistemas de gestão.

Bibliografia

1. MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1996.

2. SCOTT, W. Richard. Organizations –Rational, Natural and Open Systems. New Jersey: Prentice Hall, 1998.

3. LIEUTENANT – Gal. H. Lal. Re-engineering the ISO 9001:2000 certification process. Revista ISO Management Systems, Geneva, vol. 4, no 3, ed. maio-junho 2004, p. 15 17.

4. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração:uma visão abrangente da moderna administração das organizações, São Paulo: Elsevier, 2003.

Claudemir Y. Oribe é mestre em administração de empresas PUC Minas/Fundação Dom Cabral e sócio consultor da Qualypro – claudemir@qualypro.com.br

capa_oceano

Livro: Aprendendo qualidade de uma forma sistêmica

Autor: Prof. Oceano Zacharias

A palavra qualidade gera muito confusão devido ao seu subjetivismo e ao uso genérico em que ela é empregada para significar coisas distintas. Para muitos, está associada a atributos intrínsecos de um bem, como desempenho e durabilidade. Nessa perspectiva, um produto mais durável teria mais qualidade que um produto ou serviço equivalente, mas com uma vida útil menor. Para outros, qualidade está associada à satisfação dos clientes quanto à adequação ao uso. Ou seja, a qualidade é o grau com que o produto ou serviço atende satisfatoriamente às necessidades do consumidor, durante o seu uso.

O livro procura mostrar que ter uma visão sistêmica da qualidade implica em procurar conhecer, tão detalhadamente quando possível, a influência das variáveis que afetam significativamente os resultados dos sistemas de gestão a curto e a longo prazo. Hoje, sabe-se que 80% dos resultados podem ser creditados a 10% das variáveis, sendo esse fato um alerta para se aplicar a atenção, primariamente, nas variáveis mais importantes para compreender todo o sistema e controlá-lo num primeiro momento. Aperfeiçoar o controle exige aprofundamento posterior no conhecimento das muitas variáveis restantes que, entretanto, só afetam pequena parte dos resultados. Nisso, porém, poderá estar a vantagem competitiva em relação ao concorrente. Para comprar, clique no link http://www.lojaquality.com.br/livros/aprendendo-qualidade-de-uma-forma-sist-mica-1.html

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspxNBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a

Glossário Técnico Gratuito

Disponível em três línguas, a ferramenta permite procurar termos técnicos traduzidos do português para o inglês e para o espanhol. Acesse no link

http://www.target.com.br/portal_new/ProdutosSolucoes/GlossarioTecnico.aspx

ingles=1&indice=A

Como ter uma agenda (semanal e diária)

NBR ISO/IEC 17025: Os requisitos para a competência de laboratórios de ensaio e calibração
Um laboratório, seja de que categoria for, necessita ter um programa de gestão para garantir ser tecnicamente competente e capaz de gerar resultados tecnicamente válidos. Quando a gestão é baseada na norma ISO 9001 e obtém a certificação pode não estar apto para demonstrar sua competência técnica ou que é capaz de produzir resultados de ensaios e/ou calibrações com a devida qualidade técnica. Clique para mais informações.

Alípio Silva Pereira

Uma vez que você tenha clareza sobre essas questões, não é difícil priorizar suas atividades com vistas ao seu agendamento. Ao planejar sua agenda, procure pensar nela em termos de pelo menos uma semana, composta de blocos de horários diários. Use um formulário de Agenda Semanal que mostra toda uma semana. Procure descobrir seu “horário nobre”: aquele em que você funciona melhor, está mais bem disposto, mais alerta, aquele, enfim, em que você é mais produtivo. Digamos que seja o período entre 8:30 e 11:30 da manhã. Tente bloquear esse tempo em sua agenda semanal para trabalhar sem interrupções nas atividades mais importantes para você (nos 20% que lhe trarão 80% dos retornos).

Bloqueie em sua agenda semanal os horários de reuniões e compromissos rotineiros, procurando transferir para outro horário aqueles que regularmente vêm acontecendo dentro de seu horário nobre. Use algumas das sugestões que serão dadas a seguir para conseguir blocos de três horas sem interrupções. Feche a porta de sua sala, diga à sua secretária que não pode atender ninguém (exceto seu chefe, sua mulher, etc.), ponha na porta uma nota dizendo que não pode ser perturbado, fuja para a biblioteca ou outro lugar sossegado (caso haja). Não atenda telefonemas (exceto, novamente, de seu chefe, sua mulher, etc.), autorizando sua secretária a dizer que você não está, ou está ocupadíssimo, ou então instalando uma secretária eletrônica com uma mensagem cortês. Se não conseguir transferir as reuniões e os compromissos marcados para seu horário nobre, investigue a possibilidade de mandar alguém em seu lugar ou de simplesmente não comparecer. E assim por diante.

Cursos de Outubro/2011 ainda com vagas:

>>20/10/2011 – GERENCIAMENTO DE FÁBRICA

>> 24/10/2011 – CAPACITAÇÃO DE RDs (REPRESENTANTE DA DIREÇÃO) PARA NBR ISO 9001:2008

>> 24/10/2011 – TRATAMENTO DE OCORRÊNCIAS PARA SGQ ISO 9001

>> 27/10/2011 – AVALIAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES

>> 28/10/2011 – INTERPRETAÇÃO DA NORMA ABNT NBR ISO 9001:2008

>> 31/10/2011 – PLANEJAMENTO & CONTROLE DE ESTOQUE

>> 31/10/2011 – AUDITOR INTERNO DA QUALIDADE ISO 9001:2008 – CONF. NBR ISO 19011:2002

www.LojaQuality.Com.Br

(11) 5083.0001

Sua agenda semanal deve lhe permitir que planeje sua semana em grandes blocos de horário. Isso feito comece a elaborar sua agenda diária, com base em sua Lista de Lembretes e usando a estrutura fornecida por sua Agenda Semanal. Agende em primeiro lugar aquelas tarefas importantes e que envolvem um pequeno dispêndio de tempo. Faça todas elas e você já sentirá um pouco da satisfação que a realização do que é importante traz. Quanto às tarefas importantes e que envolvem bastante tempo, procure quebrá-las em subtarefas e agende-as em blocos de uma ou duas horas, dentro de seu horário nobre. A divisão em subtarefas dará uma perspectiva melhor do tempo que for necessário para a tarefa inteira e a realização de algumas subtarefas dará o incentivo para enfrentar as outras.

Reserve um bloco de meia ou uma hora, fora de seu horário nobre, para lidar com a rotina: correspondência, telefonemas, recados, etc. Procure fazer isso no final dos períodos da manhã e da tarde, quando você está mais cansado e sua produtividade para tratar de coisas mais importantes não é tanta. Procure não se ocupar dessas coisas de rotina fora dos horários reservados para isso. Se você precisa sair de seu local de trabalho para fazer uma visita ou alguma outra tarefa, reúna todas as coisas que você tem que fazer fora do local de trabalho e procure realizá-las enquanto você estiver fora. Organize seu trajeto de modo a permitir a realização do maior número de tarefas em uma só saída.

Seja realista, e agende seu dia com uma certa folga. Seja flexível, e não considere sua agenda como imutável. Ao final de cada dia, examine o dia seguinte, e faça os ajustes necessários. Não se esqueça de fazer isso no domingo, porque os compromissos de segunda-feira de manhã, muitas vezes vistos apenas na sexta-feira anterior, são frequentemente esquecidos.

Alípio Silva Pereira é consultor organizacional da Leme Consultoria e Crescer Group – apereira@crescergroup.comqualipio@gmail.com

A fábula do país do álcool e da gasolina

Célio Pezza

Era uma vez um país que disse ter conquistado a independência energética com o uso do álcool feito a partir da cana de açúcar. Seu presidente falou ao mundo todo sobre a sua conquista e foi muito aplaudido por todos. Na época, este país lendário começou a exportar álcool até para outros países mais desenvolvidos. Alguns anos se passaram e este mesmo país assombrou novamente o mundo quando anunciou que tinha tanto petróleo que seria um dos maiores produtores do mundo e seu futuro como exportador estava garantido.
A cada discurso de seu presidente, os aplausos eram tantos que confundiram a capacidade de pensar de seu povo. O tempo foi passando e o mundo colocou algumas barreiras para evitar que o grande produtor invadisse seu mercado. Ao mesmo tempo adotaram uma política de comprar as usinas do lendário país, para serem os donos do negócio. Em 2011, o fabuloso país grande produtor de combustíveis, apesar dos alardes publicitários e dos discursos inflamados de seus governantes, começou a importar álcool e gasolina.
Primeiro começou com o álcool, e já importou mais de 400 milhões de litros e deve trazer de fora neste ano um recorde de 1,5 bilhão de litros, segundo o presidente de sua maior empresa do setor, chamada Petrobrás Biocombustíveis. Como o álcool do exterior é inferior, um órgão chamado ANP (Agência Nacional do Petróleo) mudou a especificação do álcool, aumentando de 0,4% para 1,0% a quantidade da água, para permitir a importação. Ao mesmo tempo, este país exporta o álcool de boa qualidade a um preço mais baixo, para honrar contratos firmados.
Como o álcool começou a ser matéria rara, foi mudada a quantidade de álcool adicionada na gasolina, de 25% para 20%, o que fez com que a grande empresa produtora de gasolina deste país precisasse importar gasolina, para não faltar no mercado interno. Da mesma forma, ela exporta gasolina mais barata e compra mais cara, por força de contratos.
A fábula conta ainda que grandes empresas estrangeiras, como a BP (British Petroleum), compraram no último ano, várias grandes usinas produtoras de álcool neste país imaginário, como a Companhia Nacional de Álcool e Açúcar, e já são donas de 25% do setor. A verdade é que hoje, este país exótico exporta o álcool e a gasolina a preços baixos, importa a preços altos um produto inferior, e seu povo paga por estes produtos um dos mais altos preços do mundo. Infelizmente esta fábula é real e o país onde estas coisas irreais acontecem chama-se Brasil.

Célio Pezza é escritor e autor de diversos livros: As Sete Portas, Ariane, A Palavra Perdida – ww.celiopezza.com

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a

O verão está chegando: cuidado com o sol!

image[1]

O MASP é um caminho ordenado, composto de passos e subpassos pré-definidos para a escolha de um problema, análise de suas causas, determinação e planejamento de um conjunto de ações que consistem uma solução, verificação do resultado da solução e realimentação do processo para a melhoria do aprendizado e da própria forma de aplicação em ciclos posteriores. O MASP prescreve como um problema deve ser resolvido e não como ele é resolvido, contrapondo dois modos de tomada de decisão que Bazerman (2004) denomina de modelo prescritivo e modelo descritivo.

Acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/

O verão está chegando e todos precisam saber que a luz do sol promove a síntese da vitamina D, necessária para fortalecer os ossos e evitar o raquitismo. Há também evidência de uma ligação entre exposição solar, produção aumentada de hormônios e melhora da disposição e do humor. Isto parece ter um papel importante na manutenção da saúde mental e dos ritmos circadianos. A privação prolongada de luz do sol, tal como ocorre em países do extremo norte durante o inverno, pode levar a distúrbios de ordem afetiva sazonal, caracterizado pela conhecida depressão nos invernos. Contudo, segundo médica Marcela Benez, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, professora d Pós-graduação no Hospital Universitário Pedro Ernesto-UERJ e dermatologista do Serviço de Dermatologia e Sifilografia do HUPE/UERJ, se ele  é fundamental para todos os seres vivos, pois é fonte de calor e luz, sem a qual seria impossível a origem e manutenção da vida, a exposição ao sol traz danos à pele causando desde queimaduras, fotoenvelhecimento, agravamento de algumas doenças dermatológicas e até cânceres de pele.

“A radiação solar é composta pelos raios UVA, UVB e UVC. As proporções desses raios, que incidem sobre a terra, são modificadas pela atmosfera ao longo do dia. A luz solar que alcança terra tem uma concentração de UVA maior que UVB. Já o UVC é absorvido pela camada de ozônio. A incidência dos raios UVB é maior ao meio dia, quando o sol está a pino, enquanto os raios UVA possuem a mesma incidência durante todo o dia. Assim, a fotoproteção é um hábito que deve ser adquirido desde criança porque é a exposição acumulada durante toda a vida que irá levar ao câncer de pele e ao envelhecimente precoce na idade adulta. A fotoproteção deve ser diária e consiste no uso de filtro solar e acessórios que bloqueiam o sol como roupas adequadas, blusa de manga comprida, calça, chapéu, boné, sombrinha e barracas grossas. A exposição solar deve ser evitada entre 10 e 16 horas quando é maior a concentração de UVB. Portanto, para aqueles que gostam de praia e piscina, o ideal é freqüentar durante o período de 7 às 10 horas ou depois das 17 horas. Ao sair na rua procurar a sombra. Usar filtro solares com FPS maior que 30 e com proteção também contra os raios UVA todos os dias, inclusive nos dias nublados e, não apenas quando for à praia ou piscina. Usar uma quantidade generosa antes de sair de casa e se possível reaplicá-lo a cada 2 horas e após mergulhar. As crianças também devem se proteger ao se expor ao sol. Evite exposição prolongada e repetida ao sol porque as queimaduras solares acumuladas durante a vida predispõem ao câncer de pele. Pessoas de pele muito claras e ruivas, raramente se bronzeiam, portanto, devem ter um cuidado maior e devem evitar exposição prolongada ao sol”, explica ela.

Acrescenta que o uso apenas de filtro solares não é satisfatório. “Usar filtro solar não significa estar imune ao sol porque a maioria das pessoas não usa corretamente o filtro solar e a maioria dos filtros protegem apenas contra os raios UVB. O filtro solar deve ser usado em quantidade generosa, teoricamente 2mg/cm² de pele e reaplicados a cada 2 horas e ao mergulhar. Os filtros resistentes a água também devem ser reaplicados. Lembrar de aplicar os filtros por toda a superfície corporal que vai ser exposta ao sol (orelhas, braços, colo dorso do pé, lábios e na cabeça no caso das pessoas calvas). Espalhar o filtro solar de maneira uniforme e abundante. Economia é sinônimo de proteção inadequada. Alguns estudos têm mostrado que a população aplica menos da metade da concentração exigida e, portanto, recebe um nível muito menor de proteção do que a indicada pelo FPS. O FPS significa Fator de Proteção Solar e representa o tempo que pele consegue suportar sem formar eritema ao ser exposta ao sol. O FPS mede apenas a proteção contra UVB, responsável pela queimadura solar, mas não medem a proteção contra UVA. A proteção contra os raios UVA é medida pelo PPD (proteção contra a pigmentação tardia). Os filtros que possuem proteção contra os raios UVA apresentam no rótulo essa observação. Como já dito anteriormente, a fotoproteção não deve ser feita apenas com filtro, deve-se usar também roupas e acessórios adequados que bloqueiam o sol. Surfistas devem utilizar roupas de lycra escura para surfar e filtros solares físicos para a face (são mais aderentes). A fotoproteção tem que ser diária, inclusive em dias nublados. Existem tentativas de uso de betacaroteno oral para proteção solar, mas a fotoproteção por este método ainda não é totalmente eficiente e comprovada”.

E quais são os problemas mais comuns na pele decorrente da exposição excessiva ao sol nos últimos tempos? A médica responde que a exposição prolongada ao sol primeiramente pode causar queimaduras e posteriormente o seu acúmulo durante a vida leva ao envelhecimento precoce, lesões pré-cancerosas e câncer de pele. Algumas doenças dermatológicas também são agravadas e desencadeadas pelo sol. A pele foto envelhecida e mais amarelada, ressecada, apresenta rugas, manchas brancas e escuras. O câncer da pele é o mais comum de todos os cânceres, sendo o melanoma o mais letal. É importante que se faça o auto-exame à procura de sinais e pintas que estejam mudando de cor e aumentando de tamanho. Lembrar de examinar as costas na frente do espelho. Caso isso esteja acontecendo é importante procurar o dermatologista para o tratamento adequado.

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a