Cumprindo as normas técnicas e vencendo os perigos do gás de cozinha

O gás de cozinha ou gás liquefeito de petróleo (GLP) é um combustível formado pela mistura de dois gases extraídos do refino do petróleo: propano e butano. Tem a característica de ficar em estado líquido quando submetido a uma certa pressão, não é corrosivo nem poluente, também não é tóxico, mas se inalado em grande quantidade produz efeito anestésico. Contudo, se houver um grande vazamento em um ambiente não ventilado, se acumulará no ambiente e qualquer chama ou faísca provocará uma explosão e, possivelmente, um incêndio.

Mauricio Ferraz de Paiva

glpA explosão do restaurante Filé Carioca, no Rio de Janeiro, levantou um alerta para os riscos da armazenagem e manuseio do GLP em casas e estabelecimentos comerciais. Embora os casos de explosões sejam em pequeno número no país, o Corpo de Bombeiros atende, diariamente, muitas solicitações relativas a vazamentos de gás e a grande maioria é resolvida com orientações por telefone. Porém, a simples instalação de um botij&a tilde;o de gás em casa ou em outros locais necessita de cuidados, já que o descuido pode causar acidentes graves.

O GLP, em seu estado natural é inodoro, mas um cheiro característico é adicionado a ele para que um eventual vazamento possa ser identificado mais facilmente. Importante é saber que todo combustível é inflamável e, portanto, potencialmente perigoso. Assim como a gasolina, o álcool ou o querosene, o GLP também pega fogo com facilidade ao entrar em contato com chamas, brasas ou faíscas.

No Brasil, é fornecido pelas companhias em botijões e cilindros transportáveis ou estacionários. Para ser seguro, um botijão de gás pr ecisa ser fabricado de acordo com as normas técnicas, devendo .passar por controle de qualidade cada vez que voltar às bases de engarrafamento e ser manuseado corretamente. Os recipientes também deve ser fabricados com chapas de aço, conforme normas técnicas de segurança da ABNT sendo capazes de suportar altas pressões. pode vir acondicionado em diferentes tipos de recipientes padronizados e que variam conforme a utilização e as necessidades dos consumidores. O botijão de 13 Kg (P13) é o mais utilizado no país, principalmente em fogões residenciais para cozinhar alimentos. O cilindro de 45 Kg (P45) é usado em larga escala, em diferentes situações, tais como estabelecimentos comerciais, bares, restaurantes, lavanderias, indústrias, hospitais, escolas, etc.

Nas residências, os botijões P13 devem, se possível, ser colocados do lado de fora e os P45 devem ser colocados em abrigos, construídos em alvenaria, com cobertura de laje, fechado na frente por um portão com tela, com dois, quatro ou seis botijões. O abrigo deve estar localizado no exterior da edificação, em local ventilado, próximo de um acesso, preferencialmente onde não haja trânsito de alunos. O abrigo também não deve estar perto de locais onde existam fontes de calor. Os acessos ao abrigo devem estar sempre desimpedidos, com os equipamentos de proteção contra incêndio (hidrantes/extintores) em funcionamento e com facilidade de acesso e operação. Caso o estabelecimento não tenha rede de hidrantes, o abrigo deve possuir, em suas proximidades, dois extintores de pó químico de 4 kg cada um. Outra coisa é que os botijões e os dispositivos internos do abrigo não devem ficar em contato com a terra nem em locais onde haja acúmulo de água de qualquer origem. Junto do abrigo devem existir placas de sinalização com os dizeres: PERIGO, INFLAMÁVEL, PROIBIDO FUMAR. Em hipótese alguma pode haver dentro do abrigo materiais combustíveis. O espaço também não pode ser usado para guardar qualquer outro tipo de produto.

Já a rede interna do abrigo é o conjunto de tubos e válvulas de esfera que interligam os botijões dentro do abrigo. Normalmente, vai estar submetida a uma pressão muito alta, de 7 kg/cm², que é a mesma pressão interna dos botijões. Uma válvula de esfera deve ser colocada e a indicada é a específica para gás e serve para fechamento do fluxo entre o botijão e o restante da rede, sendo utilizada para substituição dos botijões ou para inversão do ramal de fornecimento. O regulador de pressão de primeiro estágio tem a função de reduzir a pressão dos botijões de 7 kg/cm² para a pressão de 150 kPa, que é a pressão de tráfego do GLP, em estado gasoso, na tubulação da rede primária.

O regulador deve ser confeccionado em a ço conforme a norma NBR 13932, junto dele deve estar acoplada a válvula de bloqueio automático por sobrepressão, que é um equipamento de segurança que interrompe o fluxo de gás sempre que a sua pressão exceda o valor da pressão da rede primária. Ele é o início da rede primária, onde a pressão é muito alta e incompatível com os aparelhos de queima. A rede primária (150 kPa – alta pressão) é o conjunto de tubos, conexões e equipamentos compreendidos entre o regulador de primeiro estágio (inclusive o regulador) e o regulador de segundo estágio (exclusive). A pressão existente nesta rede não é compatível com nenhum equipamento de consumo, portanto nada deve ser ligado diretamente a ela. A rede secundária de 2,8 kPa ou de baixa pressão é a rede compreendida entre o regulador de se gundo estágio (inclusive) e o ponto de consumo (fogão).

Toda tubulação da rede deve ser preferencialmente aparente para facilitar a detecção de vazamentos e da diminuir as chances do GLP se propagar no interior de uma estrutura (alvenaria, subsolo, dutos ou redes de águas pluviais). Toda a tubulação aparente deverá ser pintada de amarelo, conforme padrão 5Y8/12 do sistema Munsell, para identificar que o tubo conduz GLP.

Em locais onde possam ocorrer choques ou esforços mecânicos, as tubulações aparentes devem estar protegidas contra danos físicos para evitar que ocorram acidentes e, sempre que possível, devem estar localizadas fora do alcance das pessoas. As tubulações aparentes da rede devem ter: afastamento mínim o de 0,30 m de condutores de eletricidade se forem protegidos por conduíte e 0,50 m nos outros casos; afastamento mínimo de 2 m de para raios e seus respectivos pontos de aterramento. Não devem passar no interior de: dutos de lixo, ar condicionado e água pluviais; reservatórios de água; poços de elevadores; compartimentos de equipamentos elétricos; qualquer tipo de forro falso ou compartimento não ventilado, exceto quando da utilização de tubos luva; locais de captação de ar para sistemas de ventilação; todo e qualquer local que propicie o acúmulo de gás vazado; compartimentos destinados a dormitórios; poços de ventilação capazes de confinar gás; e qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria ou por estas e o solo, sem a devida ventilação.

O regulador de pressão de segundo estágio tem a função de reduzir a pressão da rede primária de 150 kPa para uma pressão compatível com a utilização do fogão, que é de 2,8 kPa. A válvula de bloqueio automático por sobrepressão acoplada ao regulador de segundo estágio tem a função de interromper o fluxo de gás caso haja uma falha, evitando assim que o fogão fique submetido a pressões elevadas. O regulador de segundo estágio deve estar próximo do ponto de consumo e ficar a uma altura mínima de 50 cm do piso acabado. Deve estar fixo para que não se movimente com facilidade e instalado em local que não tenha risco de impacto físico ou aquecimento. O tubo metálico flexível de interligação entre o regulador de segundo est& aacute;gio e o fogão deve atender à NBR 8613, ou seja, ter no máximo 80 cm e não ser submetido a temperaturas superiores a 50ºC (este tubo é fornecido em conjunto com o fogão industrial).

Mais informações sobre o GLP, clique nos links:

Normas Técnicas

Regulamentos Técnicos

Normas Regulamentadoras

Mauricio Ferraz de Paiva é engenheiro eletricista, especialista em desenvolvimento em sistemas, presidente do Instituto Tecnológico de Estudos para a Normalização e Avaliação de Conformidade (Itenac) e presidente da Target Engenharia e Consultoria – mauricio.paiva@target.com.br

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NBR15980 – Perfis laminados de aço para uso estrutural – Dimensões e tolerâncias

As dimensões nominais e a massa dos perfis prescritos nesta Norma estão indicadas nas Tabelas do Anexo A. As massas por unidade de comprimento foram calculadas considerando-se densidade de massa de 7,85 g/cm3 referente às dimensões nominais. No item 5.2 Comprimento determina-se que os comprimentos normais de fornecimento são de 6 000 mm e 12 000 mm. A tolerância de corte deve ser de 0 mm a + 100 mm. Comprimentos específicos devem ser objeto de acordo entre fabricante e comprador. Clique para mais informações.

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Quatro dicas para diminuir o estresse no trabalho

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O MASP é um caminho ordenado, composto de passos e subpassos pré-definidos para a escolha de um problema, análise de suas causas, determinação e planejamento de um conjunto de ações que consistem uma solução, verificação do resultado da solução e realimentação do processo para a melhoria do aprendizado e da própria forma de aplicação em ciclos posteriores. O MASP prescreve como um problema deve ser resolvido e não como ele é resolvido, contrapondo dois modos de tomada de decisão que Bazerman (2004) denomina de “modelo prescritivo” e “modelo descritivo”.

Acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/

Durante a consulta, Celina, que atua como gerente da área de TI de uma instituição financeira, não sabia dizer exatamente quando os sintomas começaram porque fora algo progressivo, há meses sofria constantemente de dores de cabeça, insônia, sensação de exaustão e problemas gastrointestinais. Aliado a isso, o estado emocional de Celina com relação ao trabalho também não era dos melhores, sentia-se irritada, pressionada pelo trabalho, tinha problemas com a chefia, trabalhava com prazos impossíveis de serem cumpridos, com uma equipe e um sistema falhos, o que a deixava com uma constante sensação de falta de eficácia e falta de esperança no trabalho, por mais que se empenhasse, tinha a sensação de que nunca iria alcançar as metas estipuladas a ela.

Com o tempo, foi adoecendo com mais facilidade, e as gripes, que antes eram facilmente controladas com analgésicos, agora a derrubavam na cama, e, nos últimos tempos, problemas cardíacos começaram a surgir obrigando-a a faltar no serviço e buscar ajuda médica. Mais tarde, conversando com seu médico, percebeu que seus problemas de saúde foram ocasionados pela exposição crônica a agentes estressores no trabalho, e foi assim que Celina conheceu a Síndrome de Burnout.

A Síndrome de Burnout é um estresse relacionado ao trabalho que resulta da luta prolongada do paciente contra agentes estressores no trabalho, e está sendo cada vez mais estudada por conta de sua correlação com o baixo rendimento e comprometimento com a empresa, absenteísmo (falta no trabalho), aumento de acidentes no trabalho, intenção de deixar o emprego e alta rotatividade. Os sintomas físicos do Burnout podem incluir dores de cabeça, transtornos gastrointestinais, tensão muscular, hipertensão, episódios de resfriado/gripe, distúrbios do sono, problemas cardíacos, dor lombar, ansiedade e depressão.

Na área de serviços, o Burnout é composto por três elementos principais:

• Exaustão emocional: caracterizada pela falta de energia e sensação de esgotamento dos recursos emocionais.

• Despersonalização: marcada pelo tratamento dos clientes como se fossem objetos e não pessoas.

• Realização profissional: caracterizada pela tendência de avaliar a si mesmo de forma negativa.

Pesquisas apontam que a questão emocional é de grande importância na vivência do estresse. A pesquisa de Sheena Johson e cols (2005) mostrou que algumas profissões como policiais, professores, enfermeiros e até mesmo Call Center, podem ser mais vulneráveis ao estresse por serem profissões que exigem: 1) interação direta ou por telefone com clientes; 2) as emoções mostradas nesses empregos têm por objetivo influenciar as atitudes e comportamentos de outras pessoas; e 3) a demonstração dessas emoções devem seguir regras. Em outras palavras, todos eles devem manter a calma, serem cordiais e mostrarem autocontrole. Outros estudos apontam para o fato de que essa dissonância emocional, que é sentir uma coisa e ter que demonstrar outra, pode resultar em sensações de hipocrisia, levando à baixa auto-estima e até mesmo à de pressão.

Entretanto, os estudos também apontam que a propensão ao estresse não é igual para todas as pessoas. Algumas serão mais e outras menos atingidas, e outras não sofrerão estresse. O que diferencia são os traços de personalidade e os recursos internos que as pessoas possuem para lidarem com as adversidades do trabalho, esses recursos serão mais eficientes quanto maior for o conhecimento de si mesmo.

Portanto, a boa notícia é que boa parte da solução também pode estar ao seu alcance, ou seja, você pode amenizar o impacto negativo dos problemas relacionados ao trabalho sobre sua qualidade de vida física e psíquica. É claro que não há fórmula certa contra o estresse, justamente por ser um conjunto de variáveis externas (relacionados ao ambiente) e internas (relacionado às questões psíquicas) que nos torna mais ou menos vulneráveis ao estresse. Mas é possível adotar algumas medidas que auxiliam na manutenção da saúde contra o estresse, seguem algumas dicas:

• Pratique exercícios: o estresse lesa menos pessoas fisicamente ativas. Procure fazer algo que sinta prazer: caminhadas leves, natação, ginástica localizada, ioga, etc.

• Tenha um hobby: caso o seu trabalho não lhe proporcione prazer, mas você se sente impossibilitado de sair imediatamente por questões financeiras, uma saída é desenvolver um hobby. É preciso encontrar prazer de alguma forma no trabalho, o hobby seria uma espécie de segundo trabalho, onde a pessoa pode focar a atenção sem tantas interrupções, em ambiente mais controlado e encontrar prazer no próprio processo do trabalho. Já vi vários casos em que o hobby se tornou profissão. Pense nisso!

• Procure pensar positivo: tenha consciência de que preocupação demais não solucionará o problema. Criatividade só vem quando a mente está tranqüila.

• Conheça a si mesmo: só assim você descobrirá as melhores formas de lidar com as adversidades da vida e superar os desafios de forma mais positiva e sadia. Lembre-se que todos nós temos problemas, o que diferencia é a forma de lidar com os eles.

Meiry Kamia é psicóloga, mestre em administração de empresas e diretora da Human Value Consultoria – www.meirykamia.com.br

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A delegação de tarefas e o follow up

Sistema Target GEDWeb

O sistema Target GEDWeb irá agregar inúmeros benefícios para a empresa, pois todos os colaboradores, departamentos e fábricas no Brasil e no mundo terão acesso on-line às Normas Técnicas em suas últimas edições, válidas em auditorias do sistema de Gestão da Qualidade, gerando economia e tranqüilidade no dia a dia na busca de informações técnicas.

Acesse o Link abaixo e confira os benefícios e as funcionalidades que o Target GEDWeb pode oferecer para a sua empresa.

http://www.target.com.br/portal/html/gedweb/Template_Boletim_GedWeb.htm

Alípio Silva Pereira

Delegar as tarefas é algo que toda pessoa em posição de direção, chefia, supervisão ou coordenação precisa aprender a fazer. Algumas pessoas têm grandes dificuldades em delegar tarefas, tentando concentrar em si mesmas todas elas (geralmente por achar que a responsabilidade é sua). Além disso, delegar exige um investimento inicial de tempo para explicar ao subordinado as tarefas que ele deve realizar, para deixar claras as expectativas em relação ao trabalho, para treiná-lo e dar-lhe suporte, se for o caso. Muitas vezes uma tarefa delegada não é executada a contento não por falha do subordinado, mas sim da pessoa que delegou, que não explicou exatamente o que deveria ser feito, de que maneira, em que prazos, etc.

Delegar é uma arte. Como já mencionado, não se deve delegar apenas tarefas desagradáveis, mas também tarefas estimulantes e que tragam satisfação. Seja qual for, porém, a natureza da tarefa delegada, tão difícil quanto delegar, ou talvez mais difícil ainda, é, tendo delegado, manter um esquema eficiente de acompanhamento ou follow up das tarefas delegadas. Sem um follow up efetivo torna-se muito difícil verificar se elas estão sendo executadas adequadamente.

A melhor sugestão que conheço para o problema é a seguinte. Numa gaveta de arquivo ao seu alcance, preferivelmente em sua própria mesa de trabalho, coloque 43 pastas. Como alternativa use duas pastas sanfona, uma de 31 e uma de 12 divisões. Identifique as pastas ou as divisões com os números 1 a 31 (para os dias do mês) e com os nomes dos doze meses. As pastas ou as divisões com os números dos dias serão usadas para follow-ups do mês em curso, as pastas ou divisões com os nomes dos meses para follow-ups dos meses subsequentes.

Isso feito, toda vez que você delegar uma tarefa a alguém, registre numa folha de memorando (você pode até fazer uma folha padrão e xerocopiar ou duplicar) a tarefa, a pessoa, e a data em que você quer fazer um acompanhamento ou para a qual você solicitou retorno. Arquive essa folha na pasta ou divisão do dia correspondente a essa data, se é no mês em curso, ou na pasta ou divisão do mês correspondente a essa data, se é em mês subsequente.

No final de cada dia você verifica a pasta do dia seguinte, e caso haja alguma ação a tomar (telefonema, reunião, etc.), agende-a para o dia seguinte. No último dia do mês, pegue a pasta do mês seguinte e separe o seu material, arquivando-o nas pastas dos dias do mês. Desta forma você pode  se manter sempre em dia sobre o andamento das tarefas que delegou.

Porém, por mais que você racionalize suas atividades e delegue tarefas, será sempre necessário reduzir o número de coisas que você faz, eliminando tarefas. Elimine, primeiro, aquelas que não são nem importantes nem urgentes; depois, na medida do possível, as que parecem urgentes, mas não são importantes. É incrível o número de coisas que fazemos simplesmente por hábito, sem jamais questioná-las.

Por exemplo, para o excesso de papéis, é que muitas pessoas têm um apego muito grande aos seus papéis. Colecionam todo e qualquer papel que lhe caia sobre a mesa. Pegam cópia de tudo (às vezes mais de uma cópia) e guardam tudo, com a ideia de que aquilo um dia poderá ser útil. Se você é assim, vai precisar se reeducar drasticamente.

Aqui vão três princípios que podem ajudá-lo. Não guarde cópia de nenhum papel que você possa localizar facilmente na biblioteca ou nos arquivos gerais da empresa. Se um dia você realmente precisar do papel, saberá onde encontrá-lo. Só guarde aquilo que não estará disponível facilmente em outro local e que você tenha certeza de que poderá precisar. Se tiver a menor dúvida quanto à utilidade, jogue fora. Examine, uma vez por mês, os papéis que você guardou fora de arquivo e jogue fora os que já caducaram ou aqueles que você entrementes concluiu que não vai usar.

Alípio Silva Pereira é consultor organizacional da Leme Consultoria e Crescer Group – apereira@crescergroup.comqualipio@gmail.com

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