A geologia em áreas contaminadas

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A QualyPro é uma empresa de prestação de serviços presente no mercado para oferecer serviços de treinamento, consultoria, auditoria e desenvolvimento de produtos para empresas que desejam aprimorar sua qualidade, produtividade e, consequentemente sua competitividade. A QualyPro atua em todos os ramos de atividade e em empresas de qualquer porte, encontrando soluções adequadas para cada realidade, da mais simples à mais complexa. Por isso, oferecemos opções variadas de técnicas e metodologias voltadas ao aprimoramento da qualidade e também à melhoria dos aspectos intrínsecos à gestão da qualidade, como ferramentas informáticas, recursos técnicos, procedimentos e pessoas. Como prestadores de serviços, sabemos que cada empresa e cada problema é singular. Para isso, propomos soluções sob medida, onde cada treinamento ou consultoria seja adaptado, ou mesmo remodelado, para ser a solução que faltava. Clique para mais informações.

contaminadaCom os problemas no Shopping Center Norte (SP), nunca se falou tanto de áreas contaminadas, que pode ser definida como uma área, local ou terreno onde há comprovadamente poluição ou contaminação causada pela introdução de quaisquer substâncias ou resíduos que nela tenham sido depositados, acumulados, armazenados, enterrados ou infiltrados de forma planejada, acidental ou até mesmo natural. Nessa área, os poluentes ou contaminantes podem concentrar-se em subsuperfície nos diferentes compartimentos do ambiente, como por exemplo no solo, nos sedimentos, nas rochas, nos materiais utilizados para aterrar os terrenos, nas águas subterrâneas ou, de uma forma geral, nas zonas não saturada e saturada, além de poderem concentrar-se nas paredes, nos pisos e nas estruturas de construções. Mas, o pior é que em São Paulo são consideradas áreas críticas: os aterros industriais Mantovani e Cetrin; o bairro de Jurubatuba, na cidade de São Paulo; o bairro de Vila Carioca, na cidade de São Paulo, no Ipiranga; o Condomínio Residencial Barão de Mauá, em Mauá (SP); o Jardim das Oliveiras, em São Bernardo do Campo; o Shopping Center Norte; as Mansões de Santo Antônio (Concima), em Campinas (SP); as Indústrias Reunidas Matarazzo, em São Caetano do Sul (SP); o Conjunto Cohab-Vila Nova Cachoeirinha, em São Paulo; e o Conjunto Cohab, em Heliópolis, em São Paulo.

De maneira geral, as formações geológicas, onde está localizado o resíduo ou o contaminante, atua, sobremaneira, na aplicabilidade e na eficiência dos métodos geofísicos que se baseiam na condutividade ou resistividade elétrica. Por exemplo, devido à alta condutividade elétrica apresentada pelas argilas, o contraste entre o valor da condutividade natural do meio (background) e a condutividade dos contaminantes inorgânicos pode ser pequeno, podendo mascarar a detecção da contaminação. Em contrapartida, com a presença de compostos orgânicos, os contrastes de condutividade poderão ser salientados.

Além disso, a presença de argila atenua a propagação dos campos e ondas eletromagnéticas, reduzindo a profundidade de investigação dos métodos eletromagnéticos indutivos (EM) e do georradar. No caso de rochas arenosas, quanto maior é a resistividade desse tipo de material, maior será a profundidade de penetração dos campos e ondas eletromagnéticas no terreno. Assim, nesse tipo de ambiente, os métodos eletromagnéticos indutivos e o georradar detectarão de forma marcante os contrastes nas propriedades físicas provocadas pelos contaminantes inorgânicos ou metálicos. Como método alternativo, também poderá ser utilizado o método de eletrorresistividade, lembrando-se que, quanto maior a resistividade do meio geológico, maior será a dificuldade de propagação das correntes elétricas.

Enquanto os sedimentos superficiais não consolidados, representados pelas areias, cascalhos, seixos, e os materiais intemperizados, frequentemente, apresentam maior resistividade e menor teor de argila em relação aos materiais mais compactados, o que favorece a aplicação dos métodos de eletrorresistividade, eletromagnético indutivo e o georradar na investigação de contaminantes de alta condutividade, a contaminação orgânica e inorgânica presente em meios fraturados é de difícil identificação por métodos geofísicos de superfície. Nestes casos, os métodos geofísicos têm se mostrado eficientes na detecção das fraturas como caminhos preferenciais para os contaminantes. Para a investigação da contaminação em si, os melhores resultados têm sido determinados por perfilagens eletromagnéticas e de resistividade, pois essas técnicas possibilitam a detecção de forma direta do contaminante localizado nas fraturas.

Em áreas cársticas, existe grande variação das propriedades físicas do meio, o que dificulta a detecção da contaminação. Nesses locais, a aplicação dos métodos geofísicos deverá ser utilizada para caracterizar o meio geológico no qual os contaminantes possam se propagar. Dentre os métodos abordados, o georradar é aquele que tem se mostrado mais eficiente para a detecção de cavidades, decorrente da alta definição e continuidade das seções obtidas. Segundo a pesquisadora do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Giulliana Mondelli, a investigação geoambiental é um estudo de caráter multidisciplinar que realiza o diagnóstico de uma área, contaminada ou não, determinando suas condições de uso e ocupação, e oferecendo subsídios principalmente para projetos de remediação.

“Durante uma investigação geoambiental, além do conhecimento dos parâmetros geotécnicos, também é necessário obter conhecimento sobre as condições hidrogeológicas, condições atmosféricas e as influências do meio biótico, incluindo as características físico-químicas dos poluentes”, explica ela. “A integração de diferentes técnicas de investigação tem sido uma proposta interessante para a realização de caracterização geotécnica e da construção do modelo de variabilidade espacial de contaminantes nos últimos anos. Técnicas in situ, diretas e indiretas, superficiais e invasivas, permitem obter as condições naturais dos solos a serem avaliados, enquanto os ensaios laboratoriais, por meio de amostragens de solo, resíduos, água e gases, fornecem tais parâmetros, obtidos em condições controladas, para representar as condições reais da área investigada”.

A técnica diz ainda que a conclusão de um trabalho de investigação geoambiental ocorre quando é delimitada uma pluma (ou plumas) de contaminação que ocorre na área e como ela poderá evoluir ao longo do tempo e no meio natural. “Em função da complexidade e do grande número de variáveis que este tipo de estudo envolve, tais como condições geotécnicas heterogêneas, climáticas, tipo de disposição e de resíduos que geram a contaminação, interação solo e contaminantes, existem poucas publicações nacionais e internacionais sobre o assunto. Muitas vezes, a contaminação pode ser gerada por fontes específicas e conhecidas de contaminação – como o vazamento de tanques de combustível (hidrocarbonetos) e solventes clorados. Em outras, é causada pela disposição inadequada de diferentes tipos de resíduos, em grandes áreas, com aspectos geológicos heterogêneos, o que torna o problema ainda mais complexo, dificultando assim a obtenção do modelo conceitual”, acrescenta.

Para ela, a modelagem matemática e o monitoramento detalhado direto e in situ são comumente utilizados para a determinação da pluma de contaminação e para explicar o fenômeno de transporte dos poluentes através do solo, o que só pode ser feito com precisão quando são obtidos parâmetros em campo e/ou laboratório para as condições locais e, em certos casos, após muito tempo de investigação e pesquisa na área, para avaliação do comportamento da pluma em função do tempo. É importante dizer a pluma de contaminação é um termo utilizado para descrever como os contaminantes ocorrem no meio físico natural. Uma pluma de contaminação é formada quando os contaminantes ou poluentes alcançam o subsolo e se espalham através das zonas não saturadas e saturadas, através das diferentes camadas de solo. Há diferentes tipos de plumas, cuja formação depende dos diferentes tipos de contaminantes e poluentes (mais pesados que a água ou não), das condições topográficas locais, da existência ou não de corpos d’água superficiais, da profundidade do lençol freático, do tipo de solo (mais argiloso ou menos arenoso), e da profundidade do embasamento rochoso. “O Brasil ainda não possui um banco de dados com valores típicos de parâmetros de transporte de poluentes para os solos que ocorrem em seu território, o que constitui um grande desafio devido à sua grande área territorial; além disso, o país também carece de instituições de pesquisa que possam desenvolver estudos aos grandes projetos aqui executados. Por isso, os consultores e os próprios órgãos ambientais adotam valores da literatura internacional para esses parâmetros, sem recorrer a laboratórios capacitados por impossibilidade de atendimento à demanda do mercado”, finaliza.

Cursos de Outubro/2011 ainda com vagas:

>> 27/10/2011 – AVALIAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES

>> 28/10/2011 – INTERPRETAÇÃO DA NORMA ABNT NBR ISO 9001:2008

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Ganhe tempo com um sistema de arquivos de acordo com a lista mestra

NBR 18801: Os requisitos para um sistema de gestão da segurança e saúde no trabalho
A partir de 1 de dezembro de 2011, as empresas que possuem um programa de saúde e segurança no trabalho baseado na OHSAS 18001 podem migrar para a norma NBR 18801, que fornece às organizações os elementos de um Sistema de Gestão em Saúde e Segurança no Trabalho (SST) eficaz que possa ser integrado com outros requisitos de gestão e auxiliar as organizações a alcançar objetivos de SST e econômicos. Esta norma não se destina a ser usada para criar barreiras ou entraves comerciais nem para ampliar ou alterar as obrigações legais de uma organização. Essa norma especifica requisitos para um sistema de Gestão de SST; a fim de permitir a uma organização desenvolver e executar uma política e os objetivos que levam em conta os requisitos legais e informação sobre os riscos de SST. Pretende-se que esta norma seja aplicável a todos os tipos e dimensões de organizações e que considere as diversas circunstâncias geográficas, culturais e sociais. Clique para mais informações.

Alguns outros papéis, que são importantes para seus projetos, devem ser arquivados em pastas dedicadas a cada um dos itens constantes de sua lista mestra, que deverão ser mantidas tão à mão quanto possível. Quando você receber ou ler alguma coisa que é relevante a esses projetos, arquive imediatamente na pasta correspondente: não deixe sobre a mesa. Quando você se lembrar de algo relativo a esses projetos, faça uma anotação e a arquive na pasta correspondente.

Falemos, em primeiro lugar, sobre a correspondência recebida. Todos os dias, ao examinar sua correspondência no horário especialmente dedicado a isso, compenetre-se do princípio de que cada item deverá ter um destino, nada devendo, em princípio, ser colocado em cima da mesa para decisão posterior. Se o item não lhe interessa, jogue-o fora ou mande-o para alguém a quem realmente seja de interesse, com clara indicação de que a pessoa pode jogar o material fora se não o desejar (caso contrário ela poderá devolvê-lo).

Se o item se refere a alguma coisa que deve ser providenciada por um subordinado, remeta-o a ele e faça uma nota para follow up, caso necessário. Se o item se refere a um dos projetos de sua Lista Mestre, e não exige ação imediata, arquive-o na pasta correspondente. Se o item se refere a um projeto já concluído, arquive-o na pasta respectiva, que deve estar, se possível, num arquivo morto, fora de sua sala. Se o item exige uma resposta fácil e curta, elabore-a e despache-a imediatamente.

Em última instância, caso não consiga realmente tomar uma decisão a respeito do item de correspondência, coloque-o na pasta de correspondência do dia seguinte. Mas cuidado: nunca deixe um item na pasta de correspondência por mais de três dias. O ideal é limpá-la diariamente.

Quanto à correspondência expedida, seja sucinto na correspondência interna, usando tanto quanto possível cartas padrão, reservando cartas mais bem elaboradas (o que não quer dizer longas) para destinatários e assuntos que assim o exigirem. Mesmo no caso de uma correspondência externa, se ela se destina apenas a pedir informações sobre um produto, pode ter certeza de que a carta deve ser  atendida, mesmo que seja padrão e não atinja os melhores níveis de qualidade gramatical e estilística.

Procure arquivar toda a correspondência expedida em duas cópias: uma ordenada sequencialmente pela data da correspondência e outra na pasta do projeto a que se refere ou em alguma outra pasta. Dependendo de sua situação de trabalho, você pode optar por abrir pastas para seus superiores, para cada um de seus funcionários, para cada um dos principais departamentos da empresa, etc., para ali guardar a segunda cópia da correspondência interna relativa a eles expedida por você.

Quanto aos relatórios, é incrível o número gerados interna ou externamente que aparecem em uma companhia de porte médio para cima. A maior parte deles não merece ser lido. Infelizmente, para que saibamos se o relatório merece ou não ser lido geralmente temos que lê-lo, ou pelo menos folheá-lo. Poupe tempo lendo o índice, ou lendo a introdução e conclusão. Se não encontrar material de interesse, economize o tempo que seria dedicado a uma leitura detida.

Uma solução saudável para o problema é o chamado Sumário Executivo, que muitas empresas exigem seja juntado aos relatórios, que nada mais é do que um resumo objetivo, de no máximo duas páginas, do conteúdo do relatório. Lendo o sumário, já temos uma ideia razoavelmente clara se devemos ou não investir mais tempo na leitura. Quando você concluir que determinados relatórios que lhe são enviados de rotina não lhe interessam, peça para ser tirado da lista de pessoas a quem o relatório é enviado. Isso poupa tempo e espaço em sua estante ou em seu cesto de lixo e ajuda a outra pessoa a economizar recursos.

Dependendo da sua área de atuação você poderá ter uma quantidade razoável de leituras técnicas (e, talvez, até não técnicas) a fazer. Se você tem uma especialização técnica (digamos que seja engenheiro ou analista de sistemas), mas está atuando em digamos, marketing ou vendas, você poder  ter uma quantidade ainda maior de leituras, pois provavelmente desejará se manter mais ou menos atualizado quanto aos principais desenvolvimentos em sua área de origem e na área em que está atuando. Não é difícil encontrar pessoas que se sentem obrigadas a ler mais de dez revistas técnicas ou profissionais por mês.

Nessa área é preciso tomar uma série de decisões por vezes muito difíceis. Em primeiro lugar, é preciso limitar a quantidade de jornais, revistas e periódicos que você lê. Limite-se às revistas técnicas e profissionais mais importantes e essenciais à sua tarefa. Elimine, tanto quanto possível àquelas leituras que muita gente faz apenas para verificar se há ali alguma coisa interessante. A menos que seu serviço dependa de informações que se alteram dia a dia, um jornal é perfeitamente dispensável (exceto por curiosidade). Se a notícia é de importância, ela permanecerá em noticiário por mais de um dia e atrairá sua atenção. Se sua companhia é relativamente grande, considere a possibilidade de atribuir a algum funcionário que possa chegar mais cedo a tarefa de folhear os jornais, mandar recortar e xerocopiar as notícias que podem ser de interesse para a companhia, para serem distribuídas às pessoas que você achar que precisam lê-las.

Em segundo lugar, é preciso conter um pouco a curiosidade. O ser humano é naturalmente curioso. Muitas pessoas, ao ler uma revista, frequentemente tentam fazê-lo de capa a capa, lendo índices, editoriais, colunas assinadas, artigos de fundo, seções especializadas, resenhas – muitos lendo até mesmo os anúncios (que podem ser úteis caso seu trabalho envolva decisões acerca de compras significativas). Alegam, para justificar seu comportamento, que é preciso se manter bem informado.

Mas essa leitura de capa a capa é perda de tempo. A alegação de que é necessário manter-se bem informado precisa ser analisada com cuidado. É verdade que qualquer profissional hoje precisa estar bem informado. Mas há uma diferença entre estar bem informado e acumular dados acerca de fatos frequentemente triviais e sem importância. Estar bem informado é ter conhecimento das informações necessárias para o bom desempenho de suas funções. E mais do que isso: é saber onde encontrar as informações desejadas, caso você não as tenha à mão. O restante frequentemente pode ser dispensado. O problema é mais qualitativo do que quantitativo.

Em terceiro lugar, procure não dedicar um momento exclusivo em sua agenda ao exame de revistas técnicas. Essa é uma atividade que você pode realizar facilmente em situações não agendadas. Folheie suas revistas, por exemplo, enquanto estiver falando ao telefone ou quando no banheiro, ou então carregue-as consigo para folheá-las enquanto espera ser atendido em escritórios ou consultórios, ou enquanto aguarda em filas. Ou folheie-as enquanto viaja (caso não dirija você mesmo).

Em quarto lugar, encontre ou invente um sistema de assinalar os artigos que são de interesse para uma leitura cuidadosa mais tarde. Algumas pessoas marcam as páginas com clips, dobrando-as, ou inserindo um pedaço de papel. Outros arrancam os artigos ou os xerocopiam, para arquivá-los em pastas de leituras ou dedicadas a vários assuntos de interesse. Qualquer que seja o método certifique-se de que você será capaz de localizar o artigo mais tarde, quando for lê-lo. Poucas coisas são tão exasperantes e produzem tanta perda de tempo como tentar lembrar, e procurar encontrar, onde lemos determinada coisa de que agora temos necessidade. Se você é daqueles que não têm coragem de arrancar as páginas dos artigos de suas revistas e não têm possibilidade de xerocopiar tudo que é de interesse, anote em um caderninho o assunto do artigo e a fonte, para referência posterior.

Em quinto lugar, é preciso ler os artigos de importância. Para tanto, o melhor momento é quando você está trabalhando em um projeto para o qual as informações contidas nos artigos são importantes. É nesse momento que eles provavelmente serão lidos com atenção e cuidado: quando você realmente precisa deles. Certifique-se, portanto, de que o sistema de arquivo que você montou permite localizar com rapidez e eficiência todos os artigos sobre determinado assunto que você marcou como interessantes, quando você tiver necessidade deles.

Alípio Silva Pereira é consultor organizacional da Leme Consultoria e Crescer Group – apereira@crescergroup.comqualipio@gmail.com

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspxNBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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