O que fazer com o excesso de interrupções

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tempo3Alípio Silva Pereira

A solução clássica ao problema da interrupção é o bloqueio, geralmente através de uma secretária competente e enérgica. Essa solução, porém, está ficando difícil de implantar, seja porque as empresas adotam uma política de porta aberta e livre acesso, seja porque adotam sistemas de “pools” de secretárias, exceto para seus executivos mais graduados. Nessas condições, torna-se difícil organizar o acesso ao local de trabalho de modo a diminuir as interrupções.

Diante disso, as alternativas que restam a quem não tem secretária nem pode fechar a porta são as seguintes, que tratam tanto de evitar interrupções como de diminuir seus danos, quando elas ocorrem. Para evitar interrupções, comunique cortesmente aos seus colegas e subordinados que você prefere trabalhar sem interrupções em determinados períodos e peça-lhes que, na medida do possível, respeitem sua privacidade. É preferível que o período seja fixo, todos os dias, durante o seu “horário nobre” (o período em que você é mais produtivo) — digamos das 8:30 às 11:30 h. Coloque-se à disposição deles em outros horários claramente anunciados. Ainda para evitar interrupções, fuja para a biblioteca ou sala de reuniões, caso existam e estejam disponíveis, a fim de trabalhar com sossego. Ou trabalhe em casa, se sua empresa o permitir e sua casa for mais tranqüila do que seu ambiente de trabalho.

E como lidar com as interrupções? Quando, a despeito de suas providências, você for interrompido durante seu horário de privacidade, ou mesmo em outra ocasião em que prefira não sê-lo, diga com franqueza a quem o interrompeu que você está fazendo algo importante e/ou urgente e que passará pela sala dele assim que terminar. Se não for nada importante, ele lhe dirá de pronto. Se for importante, você manterá maior controle sobre o momento de encerrar a conversa estando na sala da outra pessoa do que estando ela em sua sala.

Para o excesso de telefonemas, a solução clássica é o bloqueio, através de uma secretária competente. Caso você não tenha uma secretária própria, fica mais difícil, mas alguma filtragem de seus telefonemas pelo PABX pode ser viável. Se não for, e você tiver que atender seus telefonemas considere a possibilidade de instalar uma secretária eletrônica no seu telefone, caso isso não seja proibido pela empresa. Além disso, há várias medidas que podem ser adotadas para diminuir o problema, tanto em termos de diminuir o número de telefonemas como em termos de diminuir seus danos.

Procure limitar o número de telefonemas, usando ao máximo outras alternativas, como correio eletrônico (caso exista esse sistema em sua empresa). Ao telefone, uma conversa puxa a outra e, quando menos se percebe, se foram 15 minutos. Procure controlar a duração dos telefonemas, interrompendo os mais longos, se for preciso. Alegue que tem outro telefonema para atender, que seu chefe acaba de chamá-lo, ou, em última instância, desligue abruptamente, dando a impressão de que a linha caiu (a culpa vai cair na companhia telefônica, desde que você não faça isso mais de uma vez com a mesma pessoa…).

Quando você receber um telefonema que preferiria não ter atendido, diga que está extremamente ocupado e que chamará de volta assim que se desocupar. Quando você chama, você tem maior controle sobre a duração do telefonema. Se você recebe um telefonema sobre um assunto que poderia ser resolvido por um subordinado, diga que ligará de volta, e mande seu subordinado ligar em seu nome. A outra pessoa receberá o recado de que deve tratar desse assunto com o subordinado, principalmente se for bem atendida. Em situações extremas, em que não puder fugir de um telefonema longo e desinteressante, procure fazer mais alguma coisa ao mesmo tempo: ler uma revista, assinar papéis, atualizar sua agenda, cortar ou lixar as unhas, etc. Assim o tempo que você gastaria para fazer essas coisas compensa um pouco o tempo perdido com o telefonema desgastante.

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A pornografia é uma preocupação dos pais com seus filhos na internet

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A ESET anunciou que 86,2% dos usuários consideram importante educar os menores de idade sobre as ameaças encontradas na internet. Ainda, de acordo com a pesquisa realizada pela empresa, sete de cada dez pais acreditam que a conscientização sobre o problema de segurança na internet com as crianças tem que começar quando as mesmas têm entre cinco e 12 anos de idade. “Com equipamentos cada vez mais modernos e uma linguagem que avança rapidamente, os pais atualmente sofrem a pressão de ter uma dupla tarefa, isto é, primeiro precisam se educar para depois educarem seus filhos. Ao se aproximar dos filhos para acompanhá-los na navegação na web, o fundamental que se deve levar em consideração é definir claramente as considerações para o uso correto da internet e servir como bom exemplo”, afirma Sebastián Bortnik, Coordenador de Awareness & Research da ESET América Latina.

Consultados sobre quais medidas tomam para ter certeza que seus filhos usam a internet de forma segura, o filtro de conteúdo se revelou como a principal estratégia, com 24,3% das respostas. Com uma mínima diferença, o segundo lugar correspondeu a implementação de software de controle dos pais (23,7%), seguido pelo controle de horário (22,4%). Ainda, de acordo com o estudo, ao definir as ameaças mais preocupantes, os usuários identificaram a pornografia em primeiro lugar (89,5%), com destaque para a pedofilia (86,8%) e o grooming (persuasão de um adulto com uma criança, com a finalidade de obter uma ligação emocional e gerar um ambiente de confiança para que o menor de idade mantenha relações sexuais com essa pessoa) com 75,7%.

“Dos resultados das pesquisas foi constatado que a principal preocupação dos pais atualmente é sobre o conteúdo aos quais as crianças têm acesso na internet. Para proteger os menores de idade da exposição aos materiais inapropriados, é fundamental utilizar as ferramentas de controle dos pais incluídos, tanto nos navegadores web como nas soluções de antivírus”, afirma Raphael Labaca Castro, especialista em Awareness & Research da ESET América Latina. “Além disso, é importante considerar os riscos causados pelo uso das redes sociais, como o cyberbullying e o grooming. Por isso é fundamental a prevenção e o diálogo aberto com os menores de idade”.

As principais ameaças da internet para as crianças são:

· Cyberbullying: conduta hostil que pode ser praticada com os menores de idade. A vítima desse tipo de assédio é submetida a ameaças e humilhações na web com a intenção de atormentar a pessoa e levá-la a depressão. Estas práticas podem ser realizadas por meio da internet, assim como também pelos celulares e videogames. O cyberbullying nem sempre são realizados pelos adultos, mas também são frequentes entre os adolescentes;

· Grooming: Trata-se de uma persuasão de um adulto com uma criança, com o objetivo de obter uma relação emocional para criar um ambiente de confiança para o menor de idade mantenha relações sexuais com essa pessoa. Muitas vezes os adultos fingem ser menores da mesma idade e tentam manter uma relação para, logo em seguida, realizar os encontros pessoalmente;

· Sexting: Provem da junção formada entre Sex e Texting. Inicialmente, e como indica seu nome, trata-se do envio de mensagens com conteúdos eróticos. Posteriormente, devido ao avanço tecnológico, esta modalidade evoluiu até a troca de imagens e vídeos, convertendo-se em uma prática habitual entre adolescentes e crianças;

· Roubo de informação: Todos os dados que trafegam pela web, sem as medidas de precaução necessárias, correm o risco de serem interceptadas por uma terceira pessoa. Da mesma forma, existem também ataques com essa finalidade. A informação procurada, normalmente é para os dados pessoais. Um passo em falso diante desse tipo de situação pode expor o menor de idade na perda das economias da família ou no roubo de informações importantes;

· Malware: Malicious software ou software malicioso é a aplicação com o objetivo de danificar o equipamento ou roubar informações pessoais ou o dinheiro do usuário;

· Spam: Lixo eletrônico ou mensagens recebidas na caixa de entrada que não foram solicitadas pelo usuário;

· Scam: Truques ou fraudes por meio da internet.

Para ler os conselhos de como conversar com as crianças sobre uma navegação segura na internet, basta acessar um Guia de Segurança em Proteção Infantil em www.afamiliasegura.com.br

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspxNBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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Princípio da boa-fé como espinha dorsal da conduta de fornecedores e consumidores

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Eduardo de Oliveira Gouvêa, advogado sócio do C. Martins & Advogados Associados

A função de controle da boa-fé é limitativa: ela estabelece que o credor, no exercício do seu direito não pode exceder os limites impostos pela citada cláusula, sob pena de proceder antijuridicamente. Essa ideia do abuso de direito desdobrou-se, doutrinariamente, em duas concepções: A primeira, subjetiva, define que só há abuso de direito quando a pessoa age com a intenção de prejudicar outrem. A segunda, objetiva, estabelece que para que o ato seja abusivo basta que ele tenha o propósito de realizar objetivos diversos daqueles para os quais o direito subjetivo em questão foi preordenado, contrariando o fim do instituto, seu espírito ou finalidade. Quatro são as modalidades principais que assume o abuso de direito dentro de uma perspectiva objetivista da boa-fé: as situações de venire contra factum proprium, supressio, surrectio, tu quoque.

A teoria dos atos próprios, ou a proibição de venire contra factum proprium protege a parte contra aquela que pretensa exercer um status jurídico em contradição com o comportamento assumido anteriormente. Depois de criar uma certa expectativa, em razão de conduta seguramente indicativa de determinado comportamento futuro, há quebra dos princípios de lealdade e de confiança se vier a ser praticado ato contrario ao previsto, com surpresa e prejuízo à contraparte. O credor que concordou, durante a execução do contrato de prestações periódicas, com o pagamento em tempo e lugar diverso do convencionado, não pode surpreender o devedor com a exigência literal do contrato. Para o reconhecimento da proibição é preciso que haja univocidade de comportamento do credor e real consciência do devedor quanto à conduta esperada.

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Nesse prisma: “A teoria dos atos próprios parte do princípio de que, se uma das partes agiu de determinada forma durante qualquer das fazes do contrato, não é admissível que em momento posterior aja em total contradição com a sua própria conduta anterior. Sob o aspecto negativo, trata-se de proibir atitudes contraditórias da parte integrante de determinada relação jurídica. Sob o aspecto positivo, trata-se de exigência de atuação com coerência, uma vertente do imperativo de observar a palavra dada, contida na cláusula geral da boa-fé (Régis Fichtner Pereira, ob. Cit. Pág. 84).” Na supressio, um direito não exercido durante um determinado lapso de tempo não poderá mais sê-lo, por contrariar a boa-fé. O contrato de prestação duradoura, que tenha passado sem cumprimento durante longo tempo, por falta de iniciativa do credor, não pode ser exigido, se o devedor teve motivo para pensar extinta a obrigação e programou sua vida nessa perspectiva. Enquanto a prescrição encobre a pretensão pela só fluência do tempo, a mesma, para ser reconhecida, a demonstração de que o comportamento da parte era inadmissível segundo o princípio da boa-fé. A surrectio consiste no nascimento de um direito, conseqüente à prática continuada de certos atos. A duradoura distribuição de lucros de sociedade comercial em desacordo com os estatutos pode geral o direito de recebê-los do mesmo modo para o futuro.

Por fim, aquele que descumpriu norma legal ou contratual , atingindo com isso determinada posição jurídica, não pode exigir do outro o cumprimento do preceito que ele próprio já descumprira (“tu quoque”). O condômino que viola a regra do condomínio e deposita móveis em área comum, ou a destina para uso próprio, não pode exigir do outro comportamento obediente ao preceito. Quem já está em mora, ao tempo em que sobrevêm circunstancias modificadoras da base do negócio, não pode pretender a revisão ou a resolução judicial.

De tudo aquilo que foi abordado no ensaio ao apresentado, não se pode perder de mira que a boa-fé objetiva, como pilar das relações jurídicas entronizadas pelo Código Civil de 2002, esta por vincular em seu liame obrigacional a ambas as partes que participam de forma sinalagmatica dos contratos de mutuo feneraticio isso para focar de forma específica as relações jurídicas que são travadas entre instituições financeiras em geral e seus clientes. O que se assevera de forma clara e indelével é que a boa-fé objetiva e suas nuances é perfeitamente afeiçoada a relação jurídica contratual celebrada dentro do contexto da atuação dos bancos, como agentes financeiros que são, e pelas empresas que nele vão buscar o incremento pecuniário indispensável para perfectibilização de suas atividades principais e institucionais com a obtenção do necessário capital de giro.

Nesse diapasão, a boa-fé objetiva vincula as partes limitando-as na dinâmica das tratativas negociais, que passam a ser regidas pela boa-fé tanto dos bancos como de seus clientes, bem assim de fornecedores e seus consumidores. Assim, tem-se que a boa-fé objetiva é uma via de mão e contramão que deve reger a postura de todos os contratantes quaisquer que seja a postura que venham a assumir na realidade jurídica contratual que especificamente sejam integrantes.

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O MASP é um caminho ordenado, composto de passos e subpassos pré-definidos para a escolha de um problema, análise de suas causas, determinação e planejamento de um conjunto de ações que consistem uma solução, verificação do resultado da solução e realimentação do processo para a melhoria do aprendizado e da própria forma de aplicação em ciclos posteriores. O MASP prescreve como um problema deve ser resolvido e não como ele é resolvido, contrapondo dois modos de tomada de decisão que Bazerman (2004) denomina de “modelo prescritivo” e “modelo descritivo”.

Acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/