Norma BS 8901: a sustentabilidade de um evento

ABNT IEC/PAS 62545: Informação ambiental para equipamentos eletroeletrônicos

Esta Especificação PAS fornece um guia dos atributos ambientais genéricos a serem considerados por comitês de produtos durante a preparação de uma estrutura de declaração adequada a uma categoria de produto de interesse e para a divulgação confiável, pertinente e harmonizada relacionada à informação ambiental de produto para aqueles que dela necessitam ou a solicitam. Como resultado, os requisitos genéricos a serem seguidos pelos fornecedores iniciais (upstream suppliers) para entregar a informação necessária para os produtores finais (downstream producers) são também especificados. Clique para mais informações.

eventsDesenvolvida em 2009 pelo BSI, a norma BS 8901 – Specification for a sustainability management system for events é uma norma britânica que foi feita especialmente para a empresas promotoras de eventos com a finalidade de auxiliá-las a operar de modo mais sustentável. A norma define os requisitos de um sistema de gestão de eventos sustentáveis para garantir uma abordagem duradoura e balanceada à atividade econômica, responsabilidade ambiental e progresso social relacionado a eventos. Na verdade, o clima do planeta está mudando com consequências potenciais significativas para os governos, indústrias e a população em geral. As empresas promotoras de eventos não são uma exceção. Qualquer pessoa ou empresa envolvida na organização e no gerenciamento de eventos deve acompanhar esta tendência, as implicações em seus negócios e implementar estratégias que permitam que seus negócios respondam de modo sustentável.

Ela requer que as organizações identifiquem e compreendam os efeitos que suas atividades tem no meio ambiente, na sociedade e na economia, tanto dentro da organização como na economia em geral; e coloquem em prática medidas para minimizar os efeitos negativos. A BS 8901 compartilha vários dos princípios comuns de normas de outros sistemas de gestão como ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001 ou NBR 18801, incluindo a abordagem PDCA. Os principais requisitos da BS 8901 incluem: uma Política de Sustentabilidade; a identificação e avaliação de problemas; a identificação e o engajamento dos acionistas; objetivos, metas e planos; atuação contra os princípios do desenvolvimento de sustentabilidade; controles operacionais; competência e treinamento; gestão da cadeia de suprimentos; comunicação; monitoramento e medição; ação corretiva e preventiva; auditoria de Sistemas de Gestão; e a análise da gestão.

É importante que todos os aspectos de um evento sejam sustentáveis. Os organizadores precisam considerar os impactos sociais, econômicos e ambientais ao organizar seus eventos. Cada escolha, desde o local e a organização de viagens até os kits dados aos participantes devem ser projetados para ser o mais responsável ecologicamente possível. A BS 8901 é, portanto, relevante para: os organizadores de eventos ou indivíduos envolvidos na coordenação geral de um evento; locais de eventos, incluindo hotéis, centros de convenção e instalações esportivas; fornecedores e empresários das principais atividades relativas à promoção de eventos; a conselhos e associações que promovam eventos.

Dessa forma, implementar a a BS 8901 para ajudar a aprimorar a sustentabilidade de eventos proporcionará uma direção clara compreendia por todas as partes relevantes através do desenvolvimento e compartilhamento de uma Política de Sustentabilidade; a confiança de que nenhuma questão tenha sido negligenciada através de um trabalho sistemático de identificação e avaliação de problemas. Igualmente, poderá gerar um menor número de queixas por meio de uma maior colaboração com os principais acionistas o que significa que as questões principais são identificadas e levadas em consideração e a redução do risco de danos a reputação através de uma melhor gestão de fornecedores.

A norma pode também reduzir os custos operacionais, custos de gestão de resíduos e emissão de carbono, além de melhorar a eficiência dos recursos de toda a cadeia de suprimentos através de maior envolvimento com os fornecedores, além de possibilitar uma melhoria da eficiência de processos através do mapeamento dos mesmos, uma maior eficiência e produtividade através da disseminação das melhores práticas para todos os colaboradores e uma melhor tomada de decisão sobre investimentos baseadas em informações sólidas. Permite uma melhor capacidade de identificar, corrigir e antecipar tendências, baixo custo de contratação e treinamento através de menor turnover como resultado do aumento da moral quando a equipe reconhece que está trabalhando para uma organização que leva as responsabilidades a sério. Por fim, pode aumentar a satisfação do cliente, demonstrando um número maior de negócios similares e custos menores de venda e marketing associados à busca de novos clientes.

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o Brasil sediará a sexta reunião do ISO/PC 250 – Gestão Sustentável de Eventos, que acontece entre os dias 7 e 10 de novembro, em São Paulo. Este será o ultimo encontro antes da publicação da norma ISO 20121 – Event sustainability management systems – Requeriments with guidance for use, que tem como objetivo especificar requisitos para planejar e implementar um sistema de gestão sustentável voltado para qualquer tipo de evento, atendendo todos os estágios de organização como seleção da sede, procedimentos operacionais, transportes e comunicação, entre outros. A elaboração da norma internacional envolve cerca de 30 especialistas das indústrias de eventos de diversos países com a liderança formada entre Brasil (ABNT) e Reino Unido (BSI). A ISO 20121 tem como base a norma inglesa BS 8901, que foi amplamente utilizada em eventos internacionais como o COP15 e na organização dos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Para comprar a norma, acesse o link http://shop.bsigroup.com/en/ProductDetail/?pid=000000000030196056

Contents of BS 8901:

– Introduction

– Scope

– Terms and definitions

– Requirements for a sustainability management system for events

– Guidance for use of this specification

– Principles to be applied to supply chain management

– Bibliography

– Road map for implementation of BS 8901

– Sample principles

– Outline structure for a sustainable development maturity matrix – Guidelines for continual improvement

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A qualidade das estradas brasileiras e os acidentes de trânsito

O MASP EM SUA EMPRESA

Contate o guru do MASP Claudemir Oribe para um treinamento ou uma palestra em sua empresa, faça contato com ele: (31) 3391-7646 – 8748-1686 ou pelo e-mail: claudemir@qualypro.com.br

http://www.qualypro.com.br/novosite/default.asp

O MASP é um caminho ordenado, composto de passos e sub-passos pré-definidos para a escolha de um problema, análise de suas causas, determinação e planejamento de um conjunto de ações que consistem uma solução, verificação do resultado da solução e realimentação do processo para a melhoria do aprendizado e da própria forma de aplicação em ciclos posteriores. O MASP prescreve como um problema deve ser resolvido e não como ele é resolvido, contrapondo dois modos de tomada de decisão que Bazerman (2004) denomina de “modelo prescritivo” e “modelo descritivo”.

Acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/

Segundo dados da mortalidade do Ministério da Saúde, da população do IBGE e da frota veicular do Denatran, o maior pico de mortes no trânsito foi em 2007, com 37.407 vítimas fatais, com uma taxa de 19,9 mortes/100 mil habitantes. No período de 2007 a 2008 houve um aumento de 66% no índice de mortes no trânsito do Brasil de pessoas da faixa etária de 40 a 59 anos. Com a vigência da Lei Seca em 2008, alguns estados apresentaram uma redução de até 30% no número de mortes – foi o caso do Rio de Janeiro. E quais são as causas de tantos acidentes no Brasil?

Conforme afirmam alguns especialistas, o erro humano, em todo o mundo, é responsável por mais de 90 % dos acidentes registrados. E as principais imprudências determinantes de acidentes fatais no Brasil (por ordem de incidência) são a velocidade excessiva; dirigir sob efeito de álcool; distância insuficiente em relação ao veiculo dianteiro; desrespeito à sinalização; e dirigir sob efeito de drogas. Mas, e a qualidade das estradas?

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) fez uma pesquisa (http://pesquisarodovias.cnt.org.br/Paginas/Inicio.aspx) e constatou que 12,6% da malha são consideradas ótimos; 30%, bons; 30,5%, regulares; 18,1%, ruins; e 8,8% estão em péssimas condições. Nesta edição do levantamento foram avaliados 92.747 km, o que representa 100% da malha federal pavimentada, as principais rodovias estaduais pavimentadas e as concessionadas. São 1.802 km a mais do que o analisado na pesquisa anterior.

O objetivo do estudo, realizado pela CNT e pelo Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest Senat), é avaliar as condições das rodovias brasileiras pavimentadas segundo aspectos perceptíveis aos usuários, identificando as condições das vias – em relação ao pavimento, à sinalização e à geometria da via – que afetam o conforto e a segurança. Para fazer a análise, 17 equipes da CNT percorreram o Brasil durante 39 dias, entre 27 de junho e 4 de agosto deste ano. Os resultados são apresentados por tipo de gestão (pública ou concedida), por tipo de rodovia (federais ou estaduais), por região e por unidade da Federação.

Como nos anos anteriores, a pesquisa da Confederação Nacional do Transporte aponta que o Sudeste do país é a região que apresenta as melhores condições de rodovias. Do total de 26.778 km avaliados, 24,6% são classificados como em ótimo estado; 30,7% como bom; 28,2%, regular; 13,2%, ruim e 3,3%, péssimo. Em seguida aparece a Região Sul, com 19,7% do total de 16.199 km analisados como em ótimo estado; 40,7% em bom estado; 26,3% classificados como regulares; 10,7% como ruins e 2,6% como péssimas.

O Nordeste, por sua vez, com 25.820 km estudados, possui 3,8% das estradas ótimas; 33%, boas; 32,8%, regulares; 17,7%, ruins e 12,7%, péssimas. Dos 14.151 km de rodovias avaliados no Centro-Oeste, 6,4% estão em ótimas condições; 22,7% em bom estado; 35%, regulares; 26,7%, ruins; e 9,1% em péssimo estado. O Norte, por sua vez, com 9.799 km analisados, conta com apenas 0,8% das estradas avaliadas como ótimas; 12,7% como boas; 31,4% como regulares; 31,8% como ruins e 23,2% como péssimas. Em relação à qualidade de pavimentação, os resultados da Pesquisa CNT de Rodovias 2011 mostram que 46,6% das estradas apresentam pavimento ótimo; 5,5%, pavimento bom; 33,9%, regular; 11,2%, ruim; e 2,8%, péssimo. Nesse quesito são observados itens como se o pavimento está perfeito, com buracos e se obriga redução da velocidade. De acordo com o estudo, o pavimento das rodovias, em geral, apresenta defeitos que acabam prejudicando a atividade de transporte de cargas e de passageiros no país.

Sobre os aspectos de sinalização, são conferidas as condições das faixas, visibilidade e legibilidade de placas. Da malha analisada, 16,6% tiveram sua sinalização classificada como de ótimo estado; 26,5% como bom; 28,7%, regular; 14,3%, ruim e 13,9%, péssimo. A variável geometria da via identifica as soluções de engenharia implantadas nas rodovias para atenuar o impacto das condições de topografia e relevo sobre o deslocamento de veículos, aumentando a segurança dos usuários. A geometria da via inclui itens como pista simples de mão dupla, faixa adicional de subida, pontes e viadutos, entre muitas outras variáveis. Da extensão pesquisada, 88,3% é de pista simples de mão dupla e 42,1% não possui acostamento.

O estudo da CNT identificou que 4,2% da extensão avaliada teve sua geometria classificada como ótima (3.895 km). Outros 19% foram classificados como bom; 27,3% como regular; 17,5%, ruim; e 32%, péssimo. Por isso, ainda de acordo com o documento, melhorias do tipo duplicação, implantação ou melhoria da faixa adicional de subida, e melhoria da sinalização e proteção das curvas e pontes precisam ser urgentemente empregadas. A pesquisa detalhou ainda as diferenças existentes entre as rodovias que são administradas pelo governo e as sob gestão das concessionárias. Das vias sob concessão (15.374 km), 48% foram classificadas como ótimas; 38,9% como boas; 12% como regulares; 1,1% como ruins e nenhuma foi avaliada como péssima. Já entre as rodovias sob gestão pública (77.373 km), apenas 5,6% foram avaliadas como ótimas; 28,2% como boas; 34,2% como regulares; 21,5% como ruins e 10,5% como péssimas.

Para se ter uma ideia, o prejuízo causado a transportadoras devido a falhas nas vias somaram R$ 14,1 bilhões, ou 0,4% do PIB. “No ano em que o governo federal fez mais investimentos, as condições de rodovias não melhoraram. E esse custo tem sido repassado para a população com acréscimos nos valores de produtos que nós todos consumimos e também no número de mortos, que não para de crescer no Brasil. Só em 2010 foram mais de oito mil nas nossas rodovias federais”, revelou o diretor-executivo da CNT, Bruno Batista. Ele ressaltou ainda que 60% da carga transportada no Brasil passa pelas rodovias. “Essa falta de infraestrutura adequada diminui a competitividade do país. O Brasil precisa manter uma tradição de investimento, que é o que o governo não tem conseguido fazer. Isso faz com que as melhores rodovias do Brasil, com menores índices de acidentes, sejam as concedidas”, reforçou.

O levantamento traz ainda um ranking de 109 ligações rodoviárias de todo o Brasil. As ligações são trechos regionais que interligam territórios de uma ou mais unidades da Federação. Essas extensões têm importância socioeconômica e volume significativo de veículos de cargas e/ou passageiros. A primeira colocada na lista é a São Paulo SP – Itaí SP – Espírito Santo do Turvo SP, composta pelas rodovias SP-255, SP-280/BR-374. Por sua vez, em último lugar (109ª posição), está a Belém PA – Guaraí TO, composta pelas rodovias BR-222, PA-150, PA-151, PA-252, PA-287, PA-447, PA-475, PA-483, TO-336.

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