Um panorama da internet no Brasil

Segundo o Ibope, das 61,2 milhões de pessoas com acesso em casa ou no local de trabalho à internet, 46,3 milhões foram usuários ativos em setembro, o que representou um crescimento de 2% em relação ao mês de agosto e de 14% sobre os 40,6 milhões de setembro de 2010. O total de brasileiros com acesso em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) atingiu 77,8 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2011.

Tempo de uso por pessoa, número de usuários ativos e número de pessoas com acesso – trabalho e domicílios, Brasil – agosto e setembro de 2011

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Com esse resultado, o Brasil superou pela primeira vez a Alemanha em número de usuários ativos em casa ou no trabalho, cerca de um ano após ter ultrapassado em definitivo a França e o Reino Unido. Entre os países acompanhados com a mesma metodologia, o Brasil registrou nos últimos meses o maior crescimento percentual do número de usuários.

Evolução do número de usuários ativos, em milhares – Brasil e 9 países – trabalho e domicílios – janeiro de 2011 e setembro de 2011

Evolução do número de usuários ativos, em milhões – Brasil, Alemanha, França e Reino Unido – trabalho e domicílios – setembro de 2009 a setembro de 2011

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O maior crescimento do número de usuários ativos no Brasil vem ocorrendo em residências. Entre setembro de 2009 e setembro de 2011, a variação foi de 37%, ao passar de 27,7 milhões para 37,9 milhões.

Evolução do número de usuários ativos, em milhares – Brasil – trabalho e domicílios – setembro de 2009, setembro de 2010 e setembro de 2011

O número de brasileiros que moram em domicílios em que há a presença de computador com internet chegou a 58 milhões, ou 10 milhões a mais que em 2010. Com dados baseados no terceiro trimestre, esse é o maior crescimento anual nos últimos dez anos.

Evolução do número de pessoas com acesso e de usuários ativos, em milhões – Brasil – domicílios – setembro de 2000 a setembro de 2011

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A expansão da internet residencial é ainda maior entre quem usa conexões com capacidade superior a 512 Kb, conforme a metodologia de aferição de velocidade aplicada pela Nielsen Online nos países em que é feita a pesquisa . Em setembro de 2 010, 61% dos 31,8 milhões de usuários ativos em residências usavam conexões com velocidade superior a 512 Kb. Em setembro de 2011, usuários nessa faixa de velocidade passaram a representar 77,8%. Os usuários de 2 Mb a 8 Mb passaram de 12,1% para 21,3%.

Evolução do número de usuários ativos, segundo a velocidade da conexão – Brasil – domicílios – setembro de 2010 e setembro de 2011

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O que fazer quanto ao excesso de reuniões?

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tempo2Alípio Silva Pereira

Há problemas distintos relativos às reuniões de que você participa e às que você organiza. Falarei primeiro, sobre as reuniões de que você participa, sem ser por elas responsável, e, depois, discutirei as reuniões que você é responsável por organizar. Antes de prosseguir, porém, é preciso ressaltar que alguns autores encaram reuniões de uma forma muito mais positiva. Este é o caso, por exemplo, de George David Kieffer, em seu livro The Strategy of Meetings. Arriscaria a dizer que parte da razão pelas quais as reuniões são vistas com bons olhos por Kieffer é que ele define como reunião qualquer ajuntamento de duas ou mais pessoas que seja orientado para negócios ou profissão. Assim sendo, se o presidente da empresa chama à sua sala o seu assistente, temos uma reunião. Se você vai até a mesa de sua secretária para discutir uma questão com ela, temos outra. E assim por diante. Neste texto estou considerando como reuniões apenas aquelas especialmente convocadas como tais, que possuem um coordenador, vários participantes, etc. e não todo e qualquer contato profissional ou de negócios.

Por outro lado, é oportuno ressaltar que Kieffer não nega que grande parte das reuniões é improdutiva. O que ele sugere é que cada um deve saber usar reuniões em proveito próprio, para levar adiante a sua “agenda pessoal” e promover os seus objetivos (que podem não coincidir com os da reunião). Dessa forma, mesmo uma reunião desastrosa, do ponto de vista global, pode vir a ser excelente, do seu ponto de vista pessoal, se, por exemplo, foi convocada por um seu concorrente a uma promoção interessante. Neste caso, sua agenda pessoal é contribuir (hábil e discretamente) para que a reunião não seja bem sucedida (tomando cuidado para que você não pareça estar boicotando a reunião ou o colega). O fracasso desse tipo de reunião é o seu sucesso pessoal.

Embora respeitando algumas das colocações de Kieffer, neste texto estou considerando reuniões apenas do ponto de vista dos objetivos declarados para os quais foram convocadas (supondo que esses objetivos tenham sido explicitados, coisa que freqüentemente não acontece). Embora reuniões possam, em muitos casos, tornar-se excelentes palcos em que você pode promover seus objetivos pessoais, não me parece que isso seja sempre o caso, ou que apenas esse fato possa justificá-las. É incrível o número de reuniões de que participamos sem que delas retiremos qualquer proveito.

  • Às vezes somos convocados para uma reunião (frequentemente de rotina) porque a pessoa que exercia nossa função anteriormente se interessava pelo assunto (em nível pessoal e não institucional) e era chamada a participar. Ela saiu, e continuamos a participar, sem saber direito o porquê.
  • Outras vezes fomos nós que mudamos de função e, no entanto, continuamos a participar de reuniões que se relacionam com nossa função anterior, meramente por hábito ou rotina.
  • Às vezes participamos de reuniões simplesmente porque achamos que é preciso estar informado sobre o que se passa na empresa.

Se você se enquadra em algum desses casos, pode ter certeza de que está usando mal o seu tempo. Há várias maneiras de saber o que se passa em reuniões sem delas participar (pedindo para receber as atas ou minutas, por exemplo: em cinco minutos você lê o que ficou duas horas sendo discutido). Além disso, não é preciso ressaltar que poucas coisas são realmente decididas em reuniões. Estas são frequentemente usadas (na melhor das hipóteses) para explorar ou testar ideias e para “brainstorming”, ou (na pior das hipóteses) para ratificar decisões já tomadas e dar uma sensação aos participantes da reunião de que eles estiveram envolvidos no processo decisório.

Reduza o mais possível o número de reuniões de que você participa e só participe daquelas que realmente forem importantes. Se não for possível eliminar sua participação em uma reunião que você considera irrelevante, considere mandar algum subordinado em seu lugar, chegar atrasado e sair mais cedo, pedir para só ser chamado se for discutido algum assunto que exija a sua presença, e, eventualmente, faltar. A melhor alternativa, porém, é procurar convencer a pessoa que convoca a reunião de que sua presença é desnecessária – para a reunião e para você.

No caso de uma reunião que você considera irrelevante, mas à qual é obrigado a comparecer, leve alguma coisa para fazer durante a reunião. Um relatório ou uma revista para folhear, papéis para assinar, etc. Seu cérebro consegue processar muito mais informação do que aquela que é veiculada em uma reunião típica. Se você não consegue evitar a participação em uma reunião irrelevante, participe dela “em piloto automático”, usando parte de sua atenção para fazer outras coisas.

No caso de reuniões convocadas por você, só convoque aquelas que forem estritamente necessárias. Examine a possibilidade de substituir a reunião por consultas telefônicas, teleconferência ou correio eletrônico. Se for realmente preciso realizar a reunião, tome os seguintes passos:

  • Antes da reunião, com antecedência mínima de 72 horas, prepare e distribua uma convocação que explicite claramente o(s) objetivo(s) da reunião, que aponte os resultados que você espera alcançar, que contenha o nome e telefone de todos os participantes e uma breve indicação do que cada um deles deve trazer à reunião, que informe o horário de início e de término da reunião, o local exato em que ela se realizar (com instruções, caso necessário), e o número de seu telefone para confirmação e contato. É muito importante que a convocação esclareça a natureza da reunião: se é exploratória, se é para transmitir ou colher informações, se é deliberativa ou decisória, se é para referendar decisões já tomadas, etc. Escolha para participar apenas aquelas pessoas cuja presença é indispensável à sua condução.
  • No início da reunião, distribua uma pequena pauta com a ordem em que os assuntos serão discutidos (os mais importantes primeiro) e os blocos de tempo a serem dedicados a cada um deles. Os assuntos devem todos estar vinculados ao objetivo declarado na convocação. Especifique, oralmente ou por escrito, as regras do jogo (por exemplo: intervenções de não mais de três minutos, mais de uma intervenção da mesma pessoa sobre o mesmo assunto só com a concordância dos demais, processo para apresentação e votação de moções, se for o caso, etc.).
  • Durante a reunião, exerça sua coordenação com mão firme, fazendo uso, se necessário, de humor e/ou delicadeza para desarmar os participantes mais recalcitrantes. Mantenha o foco da discussão nos assuntos da pauta e nos objetivos da reunião, observe a alocação de tempo para cada assunto, e termine a reunião no horário previsto, mesmo que nem todos os itens tenham sido discutidos. Se você colocou os assuntos mais importantes primeiro, eles terão sido discutidos. Inclua os assuntos que não forem discutidos na pauta de uma outra reunião ou consulte os participantes por telefone sobre eles.
  • Após a reunião, distribua uma ata sucinta que inclua a data, local e nome dos participantes, e uma indicação dos resultados da reunião (por exemplo, as decisões tomadas, caso a reunião tenha sido decisória), junto com o nome da pessoa responsável pelo seu acompanhamento ou pela sua implementação. Nada de transcrever o teor das discussões realizadas ou o processo seguido para a tomada de decisão (exceto quando absolutamente essencial em casos controversos ou delicados), muito menos o que cada um disse durante a reunião.

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13º salário para poupar ou pagar dívidas?

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O MASP é um caminho ordenado, composto de passos e subpassos pré-definidos para a escolha de um problema, análise de suas causas, determinação e planejamento de um conjunto de ações que consistem uma solução, verificação do resultado da solução e realimentação do processo para a melhoria do aprendizado e da própria forma de aplicação em ciclos posteriores. O MASP prescreve como um problema deve ser resolvido e não como ele é resolvido, contrapondo dois modos de tomada de decisão que Bazerman (2004) denomina de “modelo prescritivo” e “modelo descritivo”.

Acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/

Reinaldo Domingos

Nos meses de novembro e dezembro, os trabalhadores com carteira assinada receberão um ganho extra: o 13º salário. E como tudo que é extra, deve ser tratado com muita atenção. Até porque, é bom lembrar, junto com o “13º” vêm despesas extras de fim de ano – como festas de Natal e Ano Novo, férias escolares e familiares, matrícula da escola – e as de início do ano seguinte – IPVA, IPTU, material escolar. Enfim, uma avalanche de compromissos que muitas vezes não colocamos em nossos orçamentos. Reservar para essas finalidades é um bom uso do 13º, embora o ideal é que ele chegasse como um bônus para realização de satisfações pessoais, como um presente. No entanto, desde 1962, quando foi criado esse benefício extra, muita gente o utiliza para cobrir o desequilíbrio nas contas, gerado pela falta de educação financeira. E deve-se entender por educação financeira algo que vai além de uma planilha de controle do orçamento. Tem a ver com a consciência do padrão de vida que o orçamento possibilita e tem a ver com planejamento da realização de sonhos, mesmo que isso envolva financiamentos, mas desde que não façam você esperar ansiosamente pelo 13º salário para quitar dívidas ou amenizá-las.

Há quem recorra aos bancos que oferecem antecipação desse recurso como uma forma de empréstimo. Quando se chega a esse ponto é porque o uso do dinheiro fugiu do controle. E muita gente só percebe isso, depois que já gastou. Para ter o dinheiro como um aliado, os gastos precisam ser planejados. Só sabe quanto pode gastar, sem ficar no vermelho, quem sabe exatamente quanto entra e quanto sai do bolso mensalmente. E, com base nisso, define quanto e com o que pode gastar. Mesmo quando é necessário entrar em um financiamento para a realização de determinados sonhos que não são acessíveis de outra forma, é importante avaliar se as parcelas, de fato, caberão no orçamento, levando em conta todas as outras despesas e demais sonhos de curto, médio e longo prazos. Milhões de brasileiros já não estão conseguindo pagar suas contas em dia, o que chamamos de inadimplência e que é consequência do endividamento não consciente, ou seja, gastar acima da capacidade de pagamento. Se você está nessa situação ou quer ajudar alguém que passa por isso, que tal aproveitar a chegada do 13º como oportunidade para reorganizar as finanças e assumir de vez o controle de sua vida financeira? Tenho algumas orientações que podem ajudar a usar o dinheiro de forma consciente:

  1. 13º salário é um benefício importante. Como o dinheiro não aceita desaforo, faça deste benefício o início de sua autonomia e sustentabilidade financeira. Isso preservará suas saúdes físicas, mental e espiritual.
  2. O dinheiro do 13º salário também tem que ser utilizado para desejos e sonhos como uma viagem ou despesas extras de final e início do ano.
  3. Caso esteja em uma situação confortável, estável financeiramente, o melhor mesmo é investir o dinheiro nas opções mais adequadas para o prazo que se deseja realizar os sonhos.
  4. Se não possuir uma reserva, crie imediatamente para os gastos de fim e início de ano, pois, a falta de planejamento para estes são grandes causadores de dívidas.
  5. Se está no vermelho, não utilize o dinheiro do 13º salário para pagamento de dívidas. Isso mesmo. Dinheiro extra tem que ser usado para a realização de sonhos extras e não para compromissos assumidos no passado.
  6. Mesmo que sua situação seja confortável, evite utilizar este dinheiro para empréstimos para parentes e amigos em dificuldades. Caso, seja solicitado ajudo esta pessoa a ajustar suas finanças ao seu real padrão de vida por meio da educação financeira.
  7. O endividamento é um problema que tem de ser resolvido com o próprio salário. Para isso recomendo redução nos gastos. É muito provável que o padrão de vida não esteja sendo respeitado. Pagar dívida com o 13º salário é combater o efeito do problema financeiro. Com essa atitude, só estará mascarando o real e verdadeiro problema – a ausência de educação financeira em toda família.
  8. Para sair do endividamento e assumir o controle de suas finanças definitivamente, o melhor a fazer é reunir a família e conversar. Juntos, façam um diagnóstico da situação financeira. Anotem, por 30 dias, todos os gastos, por tipo: padaria, posto de gasolina, supermercado, escola, luz, água e tudo mais. Juntos, descobrirão para onde vai cada centavo. Com esse retrato do orçamento poderão identificar onde é possível cortar excessos de despesas.
  9. Com os familiares reunidos, conversem sobre sonhos e desejos, mesmo que a situação seja de endividamento. Conversem sobre o que querem realizar nos próximos anos e definam três sonhos prioritários que tenham diferentes prazos para serem realizados – curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo (acima de dez anos).
  10. Para os sonhos não virarem pesadelo, é preciso saber quanto custa cada um deles e calcular o valor que deve ser guardado por mês para realizá-los no tempo desejado. Nessa conversa, jovens e crianças devem ser envolvidos. Esse será um fator de motivação para ajustar e conduzir o orçamento familiar. É muito importante que todos estejam unidos nesse compromisso.

Reinaldo Domingos é educador e terapeuta financeiro, presidente do Instituto DSOP de Educação Financeira, autor dos livros Ter Dinheiro não tem Segredo, Livre-se das Dívidas, Terapia Financeira, da primeira Coleção Didática de Educação Financeira no Ensino Básico, e das séries infantis O Menino e o Dinheiro e O Menino do Dinheiro, todos pela Editora DSOP.

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