A geologia em áreas contaminadas

image[1]

A QualyPro é uma empresa de prestação de serviços presente no mercado para oferecer serviços de treinamento, consultoria, auditoria e desenvolvimento de produtos para empresas que desejam aprimorar sua qualidade, produtividade e, consequentemente sua competitividade. A QualyPro atua em todos os ramos de atividade e em empresas de qualquer porte, encontrando soluções adequadas para cada realidade, da mais simples à mais complexa. Por isso, oferecemos opções variadas de técnicas e metodologias voltadas ao aprimoramento da qualidade e também à melhoria dos aspectos intrínsecos à gestão da qualidade, como ferramentas informáticas, recursos técnicos, procedimentos e pessoas. Como prestadores de serviços, sabemos que cada empresa e cada problema é singular. Para isso, propomos soluções sob medida, onde cada treinamento ou consultoria seja adaptado, ou mesmo remodelado, para ser a solução que faltava. Clique para mais informações.

contaminadaCom os problemas no Shopping Center Norte (SP), nunca se falou tanto de áreas contaminadas, que pode ser definida como uma área, local ou terreno onde há comprovadamente poluição ou contaminação causada pela introdução de quaisquer substâncias ou resíduos que nela tenham sido depositados, acumulados, armazenados, enterrados ou infiltrados de forma planejada, acidental ou até mesmo natural. Nessa área, os poluentes ou contaminantes podem concentrar-se em subsuperfície nos diferentes compartimentos do ambiente, como por exemplo no solo, nos sedimentos, nas rochas, nos materiais utilizados para aterrar os terrenos, nas águas subterrâneas ou, de uma forma geral, nas zonas não saturada e saturada, além de poderem concentrar-se nas paredes, nos pisos e nas estruturas de construções. Mas, o pior é que em São Paulo são consideradas áreas críticas: os aterros industriais Mantovani e Cetrin; o bairro de Jurubatuba, na cidade de São Paulo; o bairro de Vila Carioca, na cidade de São Paulo, no Ipiranga; o Condomínio Residencial Barão de Mauá, em Mauá (SP); o Jardim das Oliveiras, em São Bernardo do Campo; o Shopping Center Norte; as Mansões de Santo Antônio (Concima), em Campinas (SP); as Indústrias Reunidas Matarazzo, em São Caetano do Sul (SP); o Conjunto Cohab-Vila Nova Cachoeirinha, em São Paulo; e o Conjunto Cohab, em Heliópolis, em São Paulo.

De maneira geral, as formações geológicas, onde está localizado o resíduo ou o contaminante, atua, sobremaneira, na aplicabilidade e na eficiência dos métodos geofísicos que se baseiam na condutividade ou resistividade elétrica. Por exemplo, devido à alta condutividade elétrica apresentada pelas argilas, o contraste entre o valor da condutividade natural do meio (background) e a condutividade dos contaminantes inorgânicos pode ser pequeno, podendo mascarar a detecção da contaminação. Em contrapartida, com a presença de compostos orgânicos, os contrastes de condutividade poderão ser salientados.

Além disso, a presença de argila atenua a propagação dos campos e ondas eletromagnéticas, reduzindo a profundidade de investigação dos métodos eletromagnéticos indutivos (EM) e do georradar. No caso de rochas arenosas, quanto maior é a resistividade desse tipo de material, maior será a profundidade de penetração dos campos e ondas eletromagnéticas no terreno. Assim, nesse tipo de ambiente, os métodos eletromagnéticos indutivos e o georradar detectarão de forma marcante os contrastes nas propriedades físicas provocadas pelos contaminantes inorgânicos ou metálicos. Como método alternativo, também poderá ser utilizado o método de eletrorresistividade, lembrando-se que, quanto maior a resistividade do meio geológico, maior será a dificuldade de propagação das correntes elétricas.

Enquanto os sedimentos superficiais não consolidados, representados pelas areias, cascalhos, seixos, e os materiais intemperizados, frequentemente, apresentam maior resistividade e menor teor de argila em relação aos materiais mais compactados, o que favorece a aplicação dos métodos de eletrorresistividade, eletromagnético indutivo e o georradar na investigação de contaminantes de alta condutividade, a contaminação orgânica e inorgânica presente em meios fraturados é de difícil identificação por métodos geofísicos de superfície. Nestes casos, os métodos geofísicos têm se mostrado eficientes na detecção das fraturas como caminhos preferenciais para os contaminantes. Para a investigação da contaminação em si, os melhores resultados têm sido determinados por perfilagens eletromagnéticas e de resistividade, pois essas técnicas possibilitam a detecção de forma direta do contaminante localizado nas fraturas.

Em áreas cársticas, existe grande variação das propriedades físicas do meio, o que dificulta a detecção da contaminação. Nesses locais, a aplicação dos métodos geofísicos deverá ser utilizada para caracterizar o meio geológico no qual os contaminantes possam se propagar. Dentre os métodos abordados, o georradar é aquele que tem se mostrado mais eficiente para a detecção de cavidades, decorrente da alta definição e continuidade das seções obtidas. Segundo a pesquisadora do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Giulliana Mondelli, a investigação geoambiental é um estudo de caráter multidisciplinar que realiza o diagnóstico de uma área, contaminada ou não, determinando suas condições de uso e ocupação, e oferecendo subsídios principalmente para projetos de remediação.

“Durante uma investigação geoambiental, além do conhecimento dos parâmetros geotécnicos, também é necessário obter conhecimento sobre as condições hidrogeológicas, condições atmosféricas e as influências do meio biótico, incluindo as características físico-químicas dos poluentes”, explica ela. “A integração de diferentes técnicas de investigação tem sido uma proposta interessante para a realização de caracterização geotécnica e da construção do modelo de variabilidade espacial de contaminantes nos últimos anos. Técnicas in situ, diretas e indiretas, superficiais e invasivas, permitem obter as condições naturais dos solos a serem avaliados, enquanto os ensaios laboratoriais, por meio de amostragens de solo, resíduos, água e gases, fornecem tais parâmetros, obtidos em condições controladas, para representar as condições reais da área investigada”.

A técnica diz ainda que a conclusão de um trabalho de investigação geoambiental ocorre quando é delimitada uma pluma (ou plumas) de contaminação que ocorre na área e como ela poderá evoluir ao longo do tempo e no meio natural. “Em função da complexidade e do grande número de variáveis que este tipo de estudo envolve, tais como condições geotécnicas heterogêneas, climáticas, tipo de disposição e de resíduos que geram a contaminação, interação solo e contaminantes, existem poucas publicações nacionais e internacionais sobre o assunto. Muitas vezes, a contaminação pode ser gerada por fontes específicas e conhecidas de contaminação – como o vazamento de tanques de combustível (hidrocarbonetos) e solventes clorados. Em outras, é causada pela disposição inadequada de diferentes tipos de resíduos, em grandes áreas, com aspectos geológicos heterogêneos, o que torna o problema ainda mais complexo, dificultando assim a obtenção do modelo conceitual”, acrescenta.

Para ela, a modelagem matemática e o monitoramento detalhado direto e in situ são comumente utilizados para a determinação da pluma de contaminação e para explicar o fenômeno de transporte dos poluentes através do solo, o que só pode ser feito com precisão quando são obtidos parâmetros em campo e/ou laboratório para as condições locais e, em certos casos, após muito tempo de investigação e pesquisa na área, para avaliação do comportamento da pluma em função do tempo. É importante dizer a pluma de contaminação é um termo utilizado para descrever como os contaminantes ocorrem no meio físico natural. Uma pluma de contaminação é formada quando os contaminantes ou poluentes alcançam o subsolo e se espalham através das zonas não saturadas e saturadas, através das diferentes camadas de solo. Há diferentes tipos de plumas, cuja formação depende dos diferentes tipos de contaminantes e poluentes (mais pesados que a água ou não), das condições topográficas locais, da existência ou não de corpos d’água superficiais, da profundidade do lençol freático, do tipo de solo (mais argiloso ou menos arenoso), e da profundidade do embasamento rochoso. “O Brasil ainda não possui um banco de dados com valores típicos de parâmetros de transporte de poluentes para os solos que ocorrem em seu território, o que constitui um grande desafio devido à sua grande área territorial; além disso, o país também carece de instituições de pesquisa que possam desenvolver estudos aos grandes projetos aqui executados. Por isso, os consultores e os próprios órgãos ambientais adotam valores da literatura internacional para esses parâmetros, sem recorrer a laboratórios capacitados por impossibilidade de atendimento à demanda do mercado”, finaliza.

Cursos de Outubro/2011 ainda com vagas:

>> 27/10/2011 – AVALIAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES

>> 28/10/2011 – INTERPRETAÇÃO DA NORMA ABNT NBR ISO 9001:2008

>> 31/10/2011 – PLANEJAMENTO & CONTROLE DE ESTOQUE

>> 31/10/2011 – AUDITOR INTERNO DA QUALIDADE ISO 9001:2008 – CONF. NBR ISO 19011:2002

www.LojaQuality.Com.Br

(11) 5083.0001

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a

Anúncios

Ganhe tempo com um sistema de arquivos de acordo com a lista mestra

NBR 18801: Os requisitos para um sistema de gestão da segurança e saúde no trabalho
A partir de 1 de dezembro de 2011, as empresas que possuem um programa de saúde e segurança no trabalho baseado na OHSAS 18001 podem migrar para a norma NBR 18801, que fornece às organizações os elementos de um Sistema de Gestão em Saúde e Segurança no Trabalho (SST) eficaz que possa ser integrado com outros requisitos de gestão e auxiliar as organizações a alcançar objetivos de SST e econômicos. Esta norma não se destina a ser usada para criar barreiras ou entraves comerciais nem para ampliar ou alterar as obrigações legais de uma organização. Essa norma especifica requisitos para um sistema de Gestão de SST; a fim de permitir a uma organização desenvolver e executar uma política e os objetivos que levam em conta os requisitos legais e informação sobre os riscos de SST. Pretende-se que esta norma seja aplicável a todos os tipos e dimensões de organizações e que considere as diversas circunstâncias geográficas, culturais e sociais. Clique para mais informações.

Alguns outros papéis, que são importantes para seus projetos, devem ser arquivados em pastas dedicadas a cada um dos itens constantes de sua lista mestra, que deverão ser mantidas tão à mão quanto possível. Quando você receber ou ler alguma coisa que é relevante a esses projetos, arquive imediatamente na pasta correspondente: não deixe sobre a mesa. Quando você se lembrar de algo relativo a esses projetos, faça uma anotação e a arquive na pasta correspondente.

Falemos, em primeiro lugar, sobre a correspondência recebida. Todos os dias, ao examinar sua correspondência no horário especialmente dedicado a isso, compenetre-se do princípio de que cada item deverá ter um destino, nada devendo, em princípio, ser colocado em cima da mesa para decisão posterior. Se o item não lhe interessa, jogue-o fora ou mande-o para alguém a quem realmente seja de interesse, com clara indicação de que a pessoa pode jogar o material fora se não o desejar (caso contrário ela poderá devolvê-lo).

Se o item se refere a alguma coisa que deve ser providenciada por um subordinado, remeta-o a ele e faça uma nota para follow up, caso necessário. Se o item se refere a um dos projetos de sua Lista Mestre, e não exige ação imediata, arquive-o na pasta correspondente. Se o item se refere a um projeto já concluído, arquive-o na pasta respectiva, que deve estar, se possível, num arquivo morto, fora de sua sala. Se o item exige uma resposta fácil e curta, elabore-a e despache-a imediatamente.

Em última instância, caso não consiga realmente tomar uma decisão a respeito do item de correspondência, coloque-o na pasta de correspondência do dia seguinte. Mas cuidado: nunca deixe um item na pasta de correspondência por mais de três dias. O ideal é limpá-la diariamente.

Quanto à correspondência expedida, seja sucinto na correspondência interna, usando tanto quanto possível cartas padrão, reservando cartas mais bem elaboradas (o que não quer dizer longas) para destinatários e assuntos que assim o exigirem. Mesmo no caso de uma correspondência externa, se ela se destina apenas a pedir informações sobre um produto, pode ter certeza de que a carta deve ser  atendida, mesmo que seja padrão e não atinja os melhores níveis de qualidade gramatical e estilística.

Procure arquivar toda a correspondência expedida em duas cópias: uma ordenada sequencialmente pela data da correspondência e outra na pasta do projeto a que se refere ou em alguma outra pasta. Dependendo de sua situação de trabalho, você pode optar por abrir pastas para seus superiores, para cada um de seus funcionários, para cada um dos principais departamentos da empresa, etc., para ali guardar a segunda cópia da correspondência interna relativa a eles expedida por você.

Quanto aos relatórios, é incrível o número gerados interna ou externamente que aparecem em uma companhia de porte médio para cima. A maior parte deles não merece ser lido. Infelizmente, para que saibamos se o relatório merece ou não ser lido geralmente temos que lê-lo, ou pelo menos folheá-lo. Poupe tempo lendo o índice, ou lendo a introdução e conclusão. Se não encontrar material de interesse, economize o tempo que seria dedicado a uma leitura detida.

Uma solução saudável para o problema é o chamado Sumário Executivo, que muitas empresas exigem seja juntado aos relatórios, que nada mais é do que um resumo objetivo, de no máximo duas páginas, do conteúdo do relatório. Lendo o sumário, já temos uma ideia razoavelmente clara se devemos ou não investir mais tempo na leitura. Quando você concluir que determinados relatórios que lhe são enviados de rotina não lhe interessam, peça para ser tirado da lista de pessoas a quem o relatório é enviado. Isso poupa tempo e espaço em sua estante ou em seu cesto de lixo e ajuda a outra pessoa a economizar recursos.

Dependendo da sua área de atuação você poderá ter uma quantidade razoável de leituras técnicas (e, talvez, até não técnicas) a fazer. Se você tem uma especialização técnica (digamos que seja engenheiro ou analista de sistemas), mas está atuando em digamos, marketing ou vendas, você poder  ter uma quantidade ainda maior de leituras, pois provavelmente desejará se manter mais ou menos atualizado quanto aos principais desenvolvimentos em sua área de origem e na área em que está atuando. Não é difícil encontrar pessoas que se sentem obrigadas a ler mais de dez revistas técnicas ou profissionais por mês.

Nessa área é preciso tomar uma série de decisões por vezes muito difíceis. Em primeiro lugar, é preciso limitar a quantidade de jornais, revistas e periódicos que você lê. Limite-se às revistas técnicas e profissionais mais importantes e essenciais à sua tarefa. Elimine, tanto quanto possível àquelas leituras que muita gente faz apenas para verificar se há ali alguma coisa interessante. A menos que seu serviço dependa de informações que se alteram dia a dia, um jornal é perfeitamente dispensável (exceto por curiosidade). Se a notícia é de importância, ela permanecerá em noticiário por mais de um dia e atrairá sua atenção. Se sua companhia é relativamente grande, considere a possibilidade de atribuir a algum funcionário que possa chegar mais cedo a tarefa de folhear os jornais, mandar recortar e xerocopiar as notícias que podem ser de interesse para a companhia, para serem distribuídas às pessoas que você achar que precisam lê-las.

Em segundo lugar, é preciso conter um pouco a curiosidade. O ser humano é naturalmente curioso. Muitas pessoas, ao ler uma revista, frequentemente tentam fazê-lo de capa a capa, lendo índices, editoriais, colunas assinadas, artigos de fundo, seções especializadas, resenhas – muitos lendo até mesmo os anúncios (que podem ser úteis caso seu trabalho envolva decisões acerca de compras significativas). Alegam, para justificar seu comportamento, que é preciso se manter bem informado.

Mas essa leitura de capa a capa é perda de tempo. A alegação de que é necessário manter-se bem informado precisa ser analisada com cuidado. É verdade que qualquer profissional hoje precisa estar bem informado. Mas há uma diferença entre estar bem informado e acumular dados acerca de fatos frequentemente triviais e sem importância. Estar bem informado é ter conhecimento das informações necessárias para o bom desempenho de suas funções. E mais do que isso: é saber onde encontrar as informações desejadas, caso você não as tenha à mão. O restante frequentemente pode ser dispensado. O problema é mais qualitativo do que quantitativo.

Em terceiro lugar, procure não dedicar um momento exclusivo em sua agenda ao exame de revistas técnicas. Essa é uma atividade que você pode realizar facilmente em situações não agendadas. Folheie suas revistas, por exemplo, enquanto estiver falando ao telefone ou quando no banheiro, ou então carregue-as consigo para folheá-las enquanto espera ser atendido em escritórios ou consultórios, ou enquanto aguarda em filas. Ou folheie-as enquanto viaja (caso não dirija você mesmo).

Em quarto lugar, encontre ou invente um sistema de assinalar os artigos que são de interesse para uma leitura cuidadosa mais tarde. Algumas pessoas marcam as páginas com clips, dobrando-as, ou inserindo um pedaço de papel. Outros arrancam os artigos ou os xerocopiam, para arquivá-los em pastas de leituras ou dedicadas a vários assuntos de interesse. Qualquer que seja o método certifique-se de que você será capaz de localizar o artigo mais tarde, quando for lê-lo. Poucas coisas são tão exasperantes e produzem tanta perda de tempo como tentar lembrar, e procurar encontrar, onde lemos determinada coisa de que agora temos necessidade. Se você é daqueles que não têm coragem de arrancar as páginas dos artigos de suas revistas e não têm possibilidade de xerocopiar tudo que é de interesse, anote em um caderninho o assunto do artigo e a fonte, para referência posterior.

Em quinto lugar, é preciso ler os artigos de importância. Para tanto, o melhor momento é quando você está trabalhando em um projeto para o qual as informações contidas nos artigos são importantes. É nesse momento que eles provavelmente serão lidos com atenção e cuidado: quando você realmente precisa deles. Certifique-se, portanto, de que o sistema de arquivo que você montou permite localizar com rapidez e eficiência todos os artigos sobre determinado assunto que você marcou como interessantes, quando você tiver necessidade deles.

Alípio Silva Pereira é consultor organizacional da Leme Consultoria e Crescer Group – apereira@crescergroup.comqualipio@gmail.com

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspxNBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a

Glossário Técnico Gratuito

Disponível em três línguas, a ferramenta permite procurar termos técnicos traduzidos do português para o inglês e para o espanhol. Acesse no link

http://www.target.com.br/portal_new/ProdutosSolucoes/GlossarioTecnico.aspx

ingles=1&indice=A

Cumprindo as normas técnicas e vencendo os perigos do gás de cozinha

O gás de cozinha ou gás liquefeito de petróleo (GLP) é um combustível formado pela mistura de dois gases extraídos do refino do petróleo: propano e butano. Tem a característica de ficar em estado líquido quando submetido a uma certa pressão, não é corrosivo nem poluente, também não é tóxico, mas se inalado em grande quantidade produz efeito anestésico. Contudo, se houver um grande vazamento em um ambiente não ventilado, se acumulará no ambiente e qualquer chama ou faísca provocará uma explosão e, possivelmente, um incêndio.

Mauricio Ferraz de Paiva

glpA explosão do restaurante Filé Carioca, no Rio de Janeiro, levantou um alerta para os riscos da armazenagem e manuseio do GLP em casas e estabelecimentos comerciais. Embora os casos de explosões sejam em pequeno número no país, o Corpo de Bombeiros atende, diariamente, muitas solicitações relativas a vazamentos de gás e a grande maioria é resolvida com orientações por telefone. Porém, a simples instalação de um botij&a tilde;o de gás em casa ou em outros locais necessita de cuidados, já que o descuido pode causar acidentes graves.

O GLP, em seu estado natural é inodoro, mas um cheiro característico é adicionado a ele para que um eventual vazamento possa ser identificado mais facilmente. Importante é saber que todo combustível é inflamável e, portanto, potencialmente perigoso. Assim como a gasolina, o álcool ou o querosene, o GLP também pega fogo com facilidade ao entrar em contato com chamas, brasas ou faíscas.

No Brasil, é fornecido pelas companhias em botijões e cilindros transportáveis ou estacionários. Para ser seguro, um botijão de gás pr ecisa ser fabricado de acordo com as normas técnicas, devendo .passar por controle de qualidade cada vez que voltar às bases de engarrafamento e ser manuseado corretamente. Os recipientes também deve ser fabricados com chapas de aço, conforme normas técnicas de segurança da ABNT sendo capazes de suportar altas pressões. pode vir acondicionado em diferentes tipos de recipientes padronizados e que variam conforme a utilização e as necessidades dos consumidores. O botijão de 13 Kg (P13) é o mais utilizado no país, principalmente em fogões residenciais para cozinhar alimentos. O cilindro de 45 Kg (P45) é usado em larga escala, em diferentes situações, tais como estabelecimentos comerciais, bares, restaurantes, lavanderias, indústrias, hospitais, escolas, etc.

Nas residências, os botijões P13 devem, se possível, ser colocados do lado de fora e os P45 devem ser colocados em abrigos, construídos em alvenaria, com cobertura de laje, fechado na frente por um portão com tela, com dois, quatro ou seis botijões. O abrigo deve estar localizado no exterior da edificação, em local ventilado, próximo de um acesso, preferencialmente onde não haja trânsito de alunos. O abrigo também não deve estar perto de locais onde existam fontes de calor. Os acessos ao abrigo devem estar sempre desimpedidos, com os equipamentos de proteção contra incêndio (hidrantes/extintores) em funcionamento e com facilidade de acesso e operação. Caso o estabelecimento não tenha rede de hidrantes, o abrigo deve possuir, em suas proximidades, dois extintores de pó químico de 4 kg cada um. Outra coisa é que os botijões e os dispositivos internos do abrigo não devem ficar em contato com a terra nem em locais onde haja acúmulo de água de qualquer origem. Junto do abrigo devem existir placas de sinalização com os dizeres: PERIGO, INFLAMÁVEL, PROIBIDO FUMAR. Em hipótese alguma pode haver dentro do abrigo materiais combustíveis. O espaço também não pode ser usado para guardar qualquer outro tipo de produto.

Já a rede interna do abrigo é o conjunto de tubos e válvulas de esfera que interligam os botijões dentro do abrigo. Normalmente, vai estar submetida a uma pressão muito alta, de 7 kg/cm², que é a mesma pressão interna dos botijões. Uma válvula de esfera deve ser colocada e a indicada é a específica para gás e serve para fechamento do fluxo entre o botijão e o restante da rede, sendo utilizada para substituição dos botijões ou para inversão do ramal de fornecimento. O regulador de pressão de primeiro estágio tem a função de reduzir a pressão dos botijões de 7 kg/cm² para a pressão de 150 kPa, que é a pressão de tráfego do GLP, em estado gasoso, na tubulação da rede primária.

O regulador deve ser confeccionado em a ço conforme a norma NBR 13932, junto dele deve estar acoplada a válvula de bloqueio automático por sobrepressão, que é um equipamento de segurança que interrompe o fluxo de gás sempre que a sua pressão exceda o valor da pressão da rede primária. Ele é o início da rede primária, onde a pressão é muito alta e incompatível com os aparelhos de queima. A rede primária (150 kPa – alta pressão) é o conjunto de tubos, conexões e equipamentos compreendidos entre o regulador de primeiro estágio (inclusive o regulador) e o regulador de segundo estágio (exclusive). A pressão existente nesta rede não é compatível com nenhum equipamento de consumo, portanto nada deve ser ligado diretamente a ela. A rede secundária de 2,8 kPa ou de baixa pressão é a rede compreendida entre o regulador de se gundo estágio (inclusive) e o ponto de consumo (fogão).

Toda tubulação da rede deve ser preferencialmente aparente para facilitar a detecção de vazamentos e da diminuir as chances do GLP se propagar no interior de uma estrutura (alvenaria, subsolo, dutos ou redes de águas pluviais). Toda a tubulação aparente deverá ser pintada de amarelo, conforme padrão 5Y8/12 do sistema Munsell, para identificar que o tubo conduz GLP.

Em locais onde possam ocorrer choques ou esforços mecânicos, as tubulações aparentes devem estar protegidas contra danos físicos para evitar que ocorram acidentes e, sempre que possível, devem estar localizadas fora do alcance das pessoas. As tubulações aparentes da rede devem ter: afastamento mínim o de 0,30 m de condutores de eletricidade se forem protegidos por conduíte e 0,50 m nos outros casos; afastamento mínimo de 2 m de para raios e seus respectivos pontos de aterramento. Não devem passar no interior de: dutos de lixo, ar condicionado e água pluviais; reservatórios de água; poços de elevadores; compartimentos de equipamentos elétricos; qualquer tipo de forro falso ou compartimento não ventilado, exceto quando da utilização de tubos luva; locais de captação de ar para sistemas de ventilação; todo e qualquer local que propicie o acúmulo de gás vazado; compartimentos destinados a dormitórios; poços de ventilação capazes de confinar gás; e qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria ou por estas e o solo, sem a devida ventilação.

O regulador de pressão de segundo estágio tem a função de reduzir a pressão da rede primária de 150 kPa para uma pressão compatível com a utilização do fogão, que é de 2,8 kPa. A válvula de bloqueio automático por sobrepressão acoplada ao regulador de segundo estágio tem a função de interromper o fluxo de gás caso haja uma falha, evitando assim que o fogão fique submetido a pressões elevadas. O regulador de segundo estágio deve estar próximo do ponto de consumo e ficar a uma altura mínima de 50 cm do piso acabado. Deve estar fixo para que não se movimente com facilidade e instalado em local que não tenha risco de impacto físico ou aquecimento. O tubo metálico flexível de interligação entre o regulador de segundo est& aacute;gio e o fogão deve atender à NBR 8613, ou seja, ter no máximo 80 cm e não ser submetido a temperaturas superiores a 50ºC (este tubo é fornecido em conjunto com o fogão industrial).

Mais informações sobre o GLP, clique nos links:

Normas Técnicas

Regulamentos Técnicos

Normas Regulamentadoras

Mauricio Ferraz de Paiva é engenheiro eletricista, especialista em desenvolvimento em sistemas, presidente do Instituto Tecnológico de Estudos para a Normalização e Avaliação de Conformidade (Itenac) e presidente da Target Engenharia e Consultoria – mauricio.paiva@target.com.br

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a

NBR15980 – Perfis laminados de aço para uso estrutural – Dimensões e tolerâncias

As dimensões nominais e a massa dos perfis prescritos nesta Norma estão indicadas nas Tabelas do Anexo A. As massas por unidade de comprimento foram calculadas considerando-se densidade de massa de 7,85 g/cm3 referente às dimensões nominais. No item 5.2 Comprimento determina-se que os comprimentos normais de fornecimento são de 6 000 mm e 12 000 mm. A tolerância de corte deve ser de 0 mm a + 100 mm. Comprimentos específicos devem ser objeto de acordo entre fabricante e comprador. Clique para mais informações.

Quatro dicas para diminuir o estresse no trabalho

image%5B1%5D

O MASP é um caminho ordenado, composto de passos e subpassos pré-definidos para a escolha de um problema, análise de suas causas, determinação e planejamento de um conjunto de ações que consistem uma solução, verificação do resultado da solução e realimentação do processo para a melhoria do aprendizado e da própria forma de aplicação em ciclos posteriores. O MASP prescreve como um problema deve ser resolvido e não como ele é resolvido, contrapondo dois modos de tomada de decisão que Bazerman (2004) denomina de “modelo prescritivo” e “modelo descritivo”.

Acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/

Durante a consulta, Celina, que atua como gerente da área de TI de uma instituição financeira, não sabia dizer exatamente quando os sintomas começaram porque fora algo progressivo, há meses sofria constantemente de dores de cabeça, insônia, sensação de exaustão e problemas gastrointestinais. Aliado a isso, o estado emocional de Celina com relação ao trabalho também não era dos melhores, sentia-se irritada, pressionada pelo trabalho, tinha problemas com a chefia, trabalhava com prazos impossíveis de serem cumpridos, com uma equipe e um sistema falhos, o que a deixava com uma constante sensação de falta de eficácia e falta de esperança no trabalho, por mais que se empenhasse, tinha a sensação de que nunca iria alcançar as metas estipuladas a ela.

Com o tempo, foi adoecendo com mais facilidade, e as gripes, que antes eram facilmente controladas com analgésicos, agora a derrubavam na cama, e, nos últimos tempos, problemas cardíacos começaram a surgir obrigando-a a faltar no serviço e buscar ajuda médica. Mais tarde, conversando com seu médico, percebeu que seus problemas de saúde foram ocasionados pela exposição crônica a agentes estressores no trabalho, e foi assim que Celina conheceu a Síndrome de Burnout.

A Síndrome de Burnout é um estresse relacionado ao trabalho que resulta da luta prolongada do paciente contra agentes estressores no trabalho, e está sendo cada vez mais estudada por conta de sua correlação com o baixo rendimento e comprometimento com a empresa, absenteísmo (falta no trabalho), aumento de acidentes no trabalho, intenção de deixar o emprego e alta rotatividade. Os sintomas físicos do Burnout podem incluir dores de cabeça, transtornos gastrointestinais, tensão muscular, hipertensão, episódios de resfriado/gripe, distúrbios do sono, problemas cardíacos, dor lombar, ansiedade e depressão.

Na área de serviços, o Burnout é composto por três elementos principais:

• Exaustão emocional: caracterizada pela falta de energia e sensação de esgotamento dos recursos emocionais.

• Despersonalização: marcada pelo tratamento dos clientes como se fossem objetos e não pessoas.

• Realização profissional: caracterizada pela tendência de avaliar a si mesmo de forma negativa.

Pesquisas apontam que a questão emocional é de grande importância na vivência do estresse. A pesquisa de Sheena Johson e cols (2005) mostrou que algumas profissões como policiais, professores, enfermeiros e até mesmo Call Center, podem ser mais vulneráveis ao estresse por serem profissões que exigem: 1) interação direta ou por telefone com clientes; 2) as emoções mostradas nesses empregos têm por objetivo influenciar as atitudes e comportamentos de outras pessoas; e 3) a demonstração dessas emoções devem seguir regras. Em outras palavras, todos eles devem manter a calma, serem cordiais e mostrarem autocontrole. Outros estudos apontam para o fato de que essa dissonância emocional, que é sentir uma coisa e ter que demonstrar outra, pode resultar em sensações de hipocrisia, levando à baixa auto-estima e até mesmo à de pressão.

Entretanto, os estudos também apontam que a propensão ao estresse não é igual para todas as pessoas. Algumas serão mais e outras menos atingidas, e outras não sofrerão estresse. O que diferencia são os traços de personalidade e os recursos internos que as pessoas possuem para lidarem com as adversidades do trabalho, esses recursos serão mais eficientes quanto maior for o conhecimento de si mesmo.

Portanto, a boa notícia é que boa parte da solução também pode estar ao seu alcance, ou seja, você pode amenizar o impacto negativo dos problemas relacionados ao trabalho sobre sua qualidade de vida física e psíquica. É claro que não há fórmula certa contra o estresse, justamente por ser um conjunto de variáveis externas (relacionados ao ambiente) e internas (relacionado às questões psíquicas) que nos torna mais ou menos vulneráveis ao estresse. Mas é possível adotar algumas medidas que auxiliam na manutenção da saúde contra o estresse, seguem algumas dicas:

• Pratique exercícios: o estresse lesa menos pessoas fisicamente ativas. Procure fazer algo que sinta prazer: caminhadas leves, natação, ginástica localizada, ioga, etc.

• Tenha um hobby: caso o seu trabalho não lhe proporcione prazer, mas você se sente impossibilitado de sair imediatamente por questões financeiras, uma saída é desenvolver um hobby. É preciso encontrar prazer de alguma forma no trabalho, o hobby seria uma espécie de segundo trabalho, onde a pessoa pode focar a atenção sem tantas interrupções, em ambiente mais controlado e encontrar prazer no próprio processo do trabalho. Já vi vários casos em que o hobby se tornou profissão. Pense nisso!

• Procure pensar positivo: tenha consciência de que preocupação demais não solucionará o problema. Criatividade só vem quando a mente está tranqüila.

• Conheça a si mesmo: só assim você descobrirá as melhores formas de lidar com as adversidades da vida e superar os desafios de forma mais positiva e sadia. Lembre-se que todos nós temos problemas, o que diferencia é a forma de lidar com os eles.

Meiry Kamia é psicóloga, mestre em administração de empresas e diretora da Human Value Consultoria – www.meirykamia.com.br

Acesse os temas clicando aqui

Assistir Video

Mais informações, clique aqui

Livro ISO

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a

A delegação de tarefas e o follow up

Sistema Target GEDWeb

O sistema Target GEDWeb irá agregar inúmeros benefícios para a empresa, pois todos os colaboradores, departamentos e fábricas no Brasil e no mundo terão acesso on-line às Normas Técnicas em suas últimas edições, válidas em auditorias do sistema de Gestão da Qualidade, gerando economia e tranqüilidade no dia a dia na busca de informações técnicas.

Acesse o Link abaixo e confira os benefícios e as funcionalidades que o Target GEDWeb pode oferecer para a sua empresa.

http://www.target.com.br/portal/html/gedweb/Template_Boletim_GedWeb.htm

Alípio Silva Pereira

Delegar as tarefas é algo que toda pessoa em posição de direção, chefia, supervisão ou coordenação precisa aprender a fazer. Algumas pessoas têm grandes dificuldades em delegar tarefas, tentando concentrar em si mesmas todas elas (geralmente por achar que a responsabilidade é sua). Além disso, delegar exige um investimento inicial de tempo para explicar ao subordinado as tarefas que ele deve realizar, para deixar claras as expectativas em relação ao trabalho, para treiná-lo e dar-lhe suporte, se for o caso. Muitas vezes uma tarefa delegada não é executada a contento não por falha do subordinado, mas sim da pessoa que delegou, que não explicou exatamente o que deveria ser feito, de que maneira, em que prazos, etc.

Delegar é uma arte. Como já mencionado, não se deve delegar apenas tarefas desagradáveis, mas também tarefas estimulantes e que tragam satisfação. Seja qual for, porém, a natureza da tarefa delegada, tão difícil quanto delegar, ou talvez mais difícil ainda, é, tendo delegado, manter um esquema eficiente de acompanhamento ou follow up das tarefas delegadas. Sem um follow up efetivo torna-se muito difícil verificar se elas estão sendo executadas adequadamente.

A melhor sugestão que conheço para o problema é a seguinte. Numa gaveta de arquivo ao seu alcance, preferivelmente em sua própria mesa de trabalho, coloque 43 pastas. Como alternativa use duas pastas sanfona, uma de 31 e uma de 12 divisões. Identifique as pastas ou as divisões com os números 1 a 31 (para os dias do mês) e com os nomes dos doze meses. As pastas ou as divisões com os números dos dias serão usadas para follow-ups do mês em curso, as pastas ou divisões com os nomes dos meses para follow-ups dos meses subsequentes.

Isso feito, toda vez que você delegar uma tarefa a alguém, registre numa folha de memorando (você pode até fazer uma folha padrão e xerocopiar ou duplicar) a tarefa, a pessoa, e a data em que você quer fazer um acompanhamento ou para a qual você solicitou retorno. Arquive essa folha na pasta ou divisão do dia correspondente a essa data, se é no mês em curso, ou na pasta ou divisão do mês correspondente a essa data, se é em mês subsequente.

No final de cada dia você verifica a pasta do dia seguinte, e caso haja alguma ação a tomar (telefonema, reunião, etc.), agende-a para o dia seguinte. No último dia do mês, pegue a pasta do mês seguinte e separe o seu material, arquivando-o nas pastas dos dias do mês. Desta forma você pode  se manter sempre em dia sobre o andamento das tarefas que delegou.

Porém, por mais que você racionalize suas atividades e delegue tarefas, será sempre necessário reduzir o número de coisas que você faz, eliminando tarefas. Elimine, primeiro, aquelas que não são nem importantes nem urgentes; depois, na medida do possível, as que parecem urgentes, mas não são importantes. É incrível o número de coisas que fazemos simplesmente por hábito, sem jamais questioná-las.

Por exemplo, para o excesso de papéis, é que muitas pessoas têm um apego muito grande aos seus papéis. Colecionam todo e qualquer papel que lhe caia sobre a mesa. Pegam cópia de tudo (às vezes mais de uma cópia) e guardam tudo, com a ideia de que aquilo um dia poderá ser útil. Se você é assim, vai precisar se reeducar drasticamente.

Aqui vão três princípios que podem ajudá-lo. Não guarde cópia de nenhum papel que você possa localizar facilmente na biblioteca ou nos arquivos gerais da empresa. Se um dia você realmente precisar do papel, saberá onde encontrá-lo. Só guarde aquilo que não estará disponível facilmente em outro local e que você tenha certeza de que poderá precisar. Se tiver a menor dúvida quanto à utilidade, jogue fora. Examine, uma vez por mês, os papéis que você guardou fora de arquivo e jogue fora os que já caducaram ou aqueles que você entrementes concluiu que não vai usar.

Alípio Silva Pereira é consultor organizacional da Leme Consultoria e Crescer Group – apereira@crescergroup.comqualipio@gmail.com

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a

Lições do caso Rafinha Bastos

Cursos Quality em promoção

ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DA NBR ISO 9001:2008 - SGQ - REQUISITOS - 02 e 03 de Abril de 2012

ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DA NBR ISO 9001:2008 – SGQ – REQUISITOS – 02 e 03 de Abril de 2012

Preço Normal:R$650,00

Preço Promocional:R$585,00

LIDERANÇA PARA RESULTADOS REVOLUCIONÁRIOS – COLHENDO GANHOS IMEDIATOS - 05 de Março de 2012

LIDERANÇA PARA RESULTADOS REVOLUCIONÁRIOS – COLHENDO GANHOS IMEDIATOS – 05 de Março de 2012

Preço Normal:R$380,00

Preço Promocional:R$342,00

loja_quality

Marcos Morita

O caso ocorrido com o humorista Rafinha Bastos, apresentador do programa CQC, na Rede Bandeirantes, provocou um tremendo mal estar na direção da emissora. Tamanha saia justa causou a demissão do funcionário, o qual popular no Twitter e em outras redes sociais, tem postado comentários nada lisonjeiros. Conforme notícias publicadas na mídia, seu perfil ácido já vinha incomodando seus colegas de bancada, assim como altos executivos da empresa.

Apesar da menor repercussão, já ouvi diversos casos de funcionários que perderam seus empregos, foram preteridos a promoções, queimaram sua imagem, ficaram estigmatizados ou criaram um perfil não condizente com o cargo que ocupam. Em geral não tão famosos, muitas vezes não tem tempo ou chance de explicarem as causas de seus comentários infelizes. Creio que consiga classificá-los conforme seu momento de carreira.

Os inexperientes: estagiários e principalmente traines confundem processos seletivos rigorosos com o dia a dia da empresa. Exigidos ao máximo durante a contratação, costumam chegar de salto alto aos departamentos. Comentários sobre viagens de intercâmbio, diplomas de universidades de primeira linha e domínios de vários idiomas devem ser comentados somente quando solicitados.

Os recém-chegados: comum em funcionários que passaram longos períodos em outras instituições, os quais têm sempre na ponta da língua a ladainha: “na empresa em que eu trabalhava fazíamos assim ou assado”. Interessante nas primeiras vezes ou quando bem aplicados, tornam-se motivo de chacota entre seus pares. A pergunta que paira no ar: – se era tão bom por lá, porque decidiu sair?

Os muito experientes: este perfil é ainda comum em empresas mais conservadoras. Apesar de contrabalancearem uma reunião ou projeto, podem se tornar uma pedra no caminho, colocando obstáculos às novas ideias através de comentários como: “já fizemos algo parecido na gestão passada ou acredito que não vai dar certo”. Se este for seu perfil, não se surpreenda se não for convidado para reuniões importantes.

Os high performers: constituído pelos funcionários mais bem avaliados em suas funções, seja por mérito, relacionamento ou ambos. Sua autoconfiança extrapola os limites de sua estação de trabalho, atingindo subordinados, pares e muitas vezes clientes e fornecedores. Vale salientar que em épocas de mercado aquecido, fusões e aquisições, seu desempenho pode ser posto à prova, questionado, ou até mesmo colocado a escanteio.

Os fofoqueiros: sua baia costuma ser ponto de encontro, além de ir com frequência acima do habitual ao café da empresa. Utiliza seu relacionamento para realizar seu trabalho ou ajudar os mais próximos. Não obstante uma ferramenta poderosa quando bem utilizada, vale o ditado: “o peixe morre pela boca”.

Em suma, em épocas de longas jornadas, creio que ninguém conseguiria falar somente o estritamente necessário, evitando comentários com duplo sentido ou alguma conotação negativa. O problema começa a ficar mais grave quando você é associado a algum dos perfis acima, potencializando os comentários proferidos. Apesar de não serem divulgados em rede nacional, podem ficar gravados no subconsciente de subordinados, colegas e superiores, comprometendo sua imagem, carreira e lugar de destaque no lado esquerdo do chefe.

Marcos Morita é mestre em administração de empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ – professor@marcosmorita.com.br

dtmOsteopatia: um dos métodos mais procurados para o tratamento da Disfunção Temporomandibular (DTM)

Você sabia que fatores simples como roer unhas, morder a ponta do lápis, ranger os dentes e mascar chiclete, podem ser os causadores da DTM? Ela é uma disfunção da ATM, articulação localizada anteriormente ao ouvido, que gera dores de cabeça, dores na face, zumbidos, dificuldade de abrir a boca, de mastigar, ruídos articulares, entre outros. De acordo com o médico Gabriel Boal, fisioterapeuta e osteopata da Clínica Reacciona de Piracicaba, “a DTM pode ser definida como o conjunto de sinais e sintomas manifestados, não somente na própria articulação, mas também em outras estruturas que se inter-relacionam direta ou indiretamente com ela, como: ligamentos, dentes, vasos, nervos, músculos mastigatórios e cervicais”, salienta.

Para o especialista, a dificuldade do problema não está no seu diagnóstico e sim no fato de se tratar de uma síndrome multifatorial. “Atualmente, existem diversos questionários que auxiliam no diagnóstico disfuncional. Entre eles o mais utilizado é o RDC/TMD (Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders) validado internacionalmente e mundialmente utilizado em pesquisas. No entanto, por ser uma síndrome multifatorial, a maior dificuldade esta em identificar a causa do problema”, releva Gabriel.

Os fatores causais da DTM são muitos, porém o osteopata Felipe Yamaguchi enumera os mais comuns: “Traumatismos como pancadas na região da face e do crânio; lesões por aceleração-desaceleração (whiplash/chicote cervical), frequentemente causadas em acidentes automobilísticos, excessiva abertura da boca, mordida inadequada, alterações posturais, hábitos como roer unhas, apoio de mão na mandíbula, morder ponta do lápis ou outros objetos, mascar chiclete, ranger ou apertar os dentes (bruxismo), stress físico e psicológico, alterações sistêmicas (como artrite reumatóide), alterações congênitas de estruturas faciais e alterações hormonais”, cita o profissional.

Segundo Yamaguchi, a DTM acomete cerca de 50% a 60% da população, sendo esta incidência maior no sexo feminino (proporção 3:1) e entre os 18 e 40 anos de idade. Por isso, ele alerta para a importância da busca por tratamento: “Normalmente, a maioria dos pacientes com DTM que procura a ajuda profissional já se encontra em um estado crônico com diversas adaptações secundárias e outros sintomas associados, dificultando o diagnóstico causal e prolongando o prognóstico. Desta forma, quanto mais cedo o paciente procurar ajuda, maior a chance de identificar as causas primárias e atuar sobre elas”.

Gabriel explica que o tratamento consiste em uma avaliação minuciosa, buscando tratar o paciente de forma global a fim de identificar as reais causas da disfunção e não somente tratar os sintomas. “Portanto, através da osteopatia, avaliamos a mobilidade da ATM palpando as restrições articulares, ligamentares e musculares envolvidas, assim como a mobilidade craniana, a coluna cervical e sacro. Só então, após essa avaliação completa, é que é aplicada a técnica manual para o alívio e melhora da dor . Por este motivo, a osteopatia tem sido um dos métodos mais procurados pelos pacientes dentro da fisioterapia. Mas, por se tratar de uma síndrome multifatorial, é fundamental o acompanhamento multidisciplinar entre fisioterapeutas, dentistas, psicólogos, médicos e fonoaudiólogos”, completa.

PRÓXIMOS CURSOS TARGET (Clique no curso para mais informações e fazer a sua inscrição)

Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas – A partir de 3 x R$ 391,11 (56% de desconto)

Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis – Presencial ou Ao Vivo pela Internet – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas – Presencial ou Ao Vivo pela Internet – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Ferramentas MASP – Metodologia de Análise e Solução de Problemas – Presencial ou Ao Vivo pela Internet – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a

A competitividade empresarial no contexto brasileiro

Sistema Target GEDWeb Construção
O setor de construção vai precisar vencer mais alguns desafios nos próximos anos: o número de acidentes do trabalho e a construção de empreendimentos em áreas contaminadas. No caso dos acidentes, a evolução tecnológica tem sido de grande importância para a melhoria das condições de trabalho no setor da construção civil, principalmente no que se refere à qualidade dos materiais e à melhoria do processo de produção, incidindo diretamente na produtividade. Já no segundo caso, deve ser feita uma análise de risco dos passivos ambientais, o que pode ser algo custoso mas de extrema importância. O estudo deve ser feito baseado nos riscos sobre o uso pretendido do imóvel. Cada análise é única, o que significa que o laudo realizado para um edifício comercial não poderá ser utilizado para outro residencial, mesmo que compartilhem terrenos vizinhos. Clique para mais informações.

competiçãoA competitividade tem sido uma das grandes questões empresariais brasileiras na atualidade. As transformações econômicas ocasionadas pela abertura de mercado e estabilidade monetária fizeram com que as estratégias empresariais se voltassem cada vez mais para a longevidade das empresas. A proteção de mercado e os ganhos financeiros em períodos de alta inflação contribuíram para que as estratégias focadas no negócio fossem tratadas em segundo plano por muitas indústrias brasileiras até o início da década de 90.

Na verdade, a competição existe onde há disputa por algo que dois ou mais competidores desejam. Assim, são vários os tipos de competições que se sucedem no cotidiano. A competição econômica existe em um ambiente que se denomina sistema concorrencial, no qual duas ou mais organizações disputam mais pela sobrevivência no mercado que pela própria busca do maior lucro possível. O sistema capitalista não está imune às alterações de sua estrutura e do comportamento de seus agentes econômicos, que se transformam para criar ou desenvolver novas formas ou configurações a fim de possibilitar a reprodução do capital.

Um exemplo disso é a globalização, uma dessas configurações do sistema, trazendo novos papéis e funções para os agentes econômicos de forma que eles encontrem condições de reproduzir o capital e sobreviver no sistema capitalista. A competitividade não pode ser vista como uma característica intrínseca da empresa, pois advém de fatores internos e externos, que podem ser controlados ou não por ela. Por definição, a competitividade é intrínseca à concorrência, pois onde há concorrência há competição e, portanto, competitividade, mas a própria competitividade transcende às características peculiares de cada empresa.

O resultado da concorrência não depende só da organização, mas de vários fatores que a cercam. Cada fator tem a sua importância e peso dentro de um ambiente de competição, e, em alguns mercados, um fator pode ser mais representativo que outro, formando-se no contexto da interação dos fatores sistêmicos, estruturais e internos da empresa. Segundo o professor Antonio Inácio Andrioli, um dos aspectos mais marcantes do atual contexto social é a exacerbada competição que aparece impregnada nas relações humanas. Embora essa tenha sido uma característica também de outros tempos, podemos notar que a sua presença é tão forte em muitos espaços da nossa vida como nos parece ser a intenção de desenvolvê-la na consciência das pessoas.

“A competitividade ou livre concorrência é um dos princípios da economia liberal e teve como principais defensores Adam Smith e David Ricardo. Segundo Smith, procurando apenas um ganho pessoal, a pessoa trabalha, coincidentemente, para elevar ao máximo possível a renda anual da sociedade. Por uma mão invisível a pessoa estaria sendo misteriosamente levada a executar um objetivo que jamais fez parte das suas intenções. E, buscando apenas seu interesse exclusivo, a pessoa muitas vezes trabalharia de modo bem mais eficaz pelo interesse da sociedade do que se tivesse de fato esta intenção. Podemos notar que a idéia básica da livre concorrência é a fé depositada na ideia de que as pessoas, uma vez competindo entre si, automaticamente estariam contribuindo para o progresso geral da sociedade”, explica.

Cabe perguntar por que as pessoas aceitam desafios competitivos se neles já está inerente sua lógica excludente? Andrioli exemplifica: se numa corrida onde há dez atletas competindo e já está dado como certo que apenas um sairá vencedor, por que os dez continuam correndo? A razão é que cada um dos dez atletas imagina ser, individualmente, o vencedor. Mas, e o que acontecerá com os demais, que são a maioria? Isso parece que não importa, já que não teriam sido “capazes” para vencer. “É evidente que essa lógica competitiva, que divide o mundo em vencedores e perdedores (onde a minoria vence e o restante perde), cria situações de angústia e revolta nos excluídos. A violência que aumenta assustadoramente na sociedade e passa a atingir fortemente as escolas, deve ter relação com o sentimento de exclusão que atinge a maioria das pessoas do planeta. Como encontrar alternativas de solução para isso? Entendemos que o primeiro passo é perceber como a competição está presente em nosso cotidiano, para conseguirmos refletir sua problemática. Num segundo momento, é necessário nos contrapormos à ela, construindo um novo jeito de viver e de se relacionar com os outros”, acrescenta o professor.

Luiz Carlos Pereira de Souza, professor doutor e pró-reitor acadêmico e docente da UniÍtalo acredita que há uma verdadeira guerra – silenciosa, mas, contundente – vem acontecendo no mundo dos negócios. Independentemente do segmento de mercado e do tamanho da empresa, todos estão envolvidos na acirrada luta pela sobrevivência que vem se desenrolando num cenário internacional altamente competitivo. “No mundo globalizado as empresas devem comprovar suas expertises perante o seu segmento de mercado. Os administradores deverão estar cientes de que as competências serão avaliadas ou mensuradas, também e principalmente, pelo seu efetivo compromisso socioambiental da organização, contextualizado por um clima de incerteza”.

Souza acha que essas empresas descobrem, com maior ou menor custo, que vale mais empregar energia na busca de novas parcerias do que entrar numa guerra predatória em relação aos seus concorrentes. Compreendem assim, que podem superar suas metas ou ampliar seu share de mercado sem a necessidade de se envolver ou provocar um embate destrutivo com seus concorrentes. “A fórmula S = R – E (Satisfação é igual Resultado menos Expectativa) está em alta e permeia continentes sem fronteiras, do ponto de vista econômico. Quanto maior a expectativa que criamos perante nossos observadores (outros profissionais, empresas, a sociedade, etc.) ou perante aqueles que nos são mais íntimos (pais, filhos, cônjuge, amigos, etc.) maior terá de ser o resultado apresentado em nossos “quefazeres” profissionais ou nas consecuções pessoais para superação de expectativas”, complementa.

Para ele, é preocupante paradoxo esse da expectativa! Pois é, quanto mais certinho for um cidadão, quanto mais competente apresentar-se um profissional, maior será a expectativa criada sobre seus observadores e, portanto, maior deverá ser o resultado apresentado por eles para garantirem – na estruturação da fórmula S= R – E – uma “Satisfação” acima do índice “zero”. “É comum os dirigentes das organizações ou gestores de negócios buscarem, diante de necessidades profissionais ou pessoais, colaboradores que estão sobrecarregados de afazeres em detrimento daqueles que apresentam menor grau de ocupação ou têm expressão taciturna. Motivo simples e matemático para afirmarmos quanto mais você faz, mais capacidade você adquire para fazer mais. Justificando, hipoteticamente: O empreendedor profissional tem que ser multiespecialista. Deve atuar com competência em mais de uma atividade empresarial. Atualmente, temos de colocar um pé em uma canoa e o outro, apesar dos riscos, em uma outra canoa, mesmo diante das turbulentas águas do mercado profissional. É comum, para esse tipo de empreendedor, a prestação de serviços em duas ou mais organizações ou o vínculo CLT numa empresa simultâneo à gestão de seu próprio negócio. Quanto mais você assumir, com competência, atribuições ou trabalhos, mais capacidade você terá para se incumbir de um maior número de outras atividades e, certamente, superará expectativas e garantirá assim, os resultados positivos em decorrência da fórmula S = R – E”.

Souza assegura que discutir a superação de expectativas e responsabilização num espaço contemporâneo em que o homem, sim o homem que cria, monitora e afirma ter controle sobre o aparato tecnológico, comemora 40 anos de seus primeiros passos na lua, agora com viagens virtuais, e proclama planejamento de chegar a Marte em 2030. “Esse mesmo homem, empreendedor, pesquisador, calculista, emocional, gregário, impõe-se disciplina espartana para garantir o crescimento das organizações, mesmo diante dos gargalos modernos ou restrições do tipo “meio ambiente” – “uso e costumes” – “crenças” – “desnutrição” – “multiplicação de vírus e bactérias nocivas” – “instabilidade econômica” – entre outros. A fórmula S = R – E é uma mera ferramenta diante de um deslumbrante e, ao mesmo tempo, assustador aparato tecnológico, que é impiedoso ao exigir criatividade, imediatismo e permanente aperfeiçoamento. Os personagens dessa guerra silenciosa, pessoas jurídicas e físicas, sabem que o mundo dos negócios não admite vacilação ou titubeios, sendo imperativo a comprovação, em tempo real, da chamada superioridade competitiva”, conclui.

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a