As empresas vencedoras do Prêmio Gestâo Banas e do Prêmio Banas Excelência em Metrologia 2011

topo25Foram divulgadas as organizações vencedoras do Prêmio Gestão Banas e do Prêmio Banas Excelência em Metrologia em 2011.

Na Categoria Qualidade:

Polegar para cimaTechnicolor Brasil Mídia e Entretenimento

Polegar para cimaRexam Amazônia

Polegar para cimaConstrutora Andrade Gutierrez

Polegar para cimaUnimed Campinas Cooperativa de Trabalho Médico

Polegar para cimaSabesp

Na Categoria Desenvolvimento Sustentável:

Polegar para cimaRexam Amazônia

Polegar para cimaBaesa Energética Barra Grande

Na Categoria Responsabilidade Social:

Polegar para cimaConstrutora Andrade Gutierrez

Na Categoria Serviço de Calibração e Ensaio:

Polegar para cimaSenai – Laboratório de Análise em Alimentos – Setor Microbiologia

O Prêmio Nacional Gestão Banas é um modelo de premiação que segue os critérios baseados na norma ISO 9001:2008 com o objetivo de medir e avaliar o grau de desenvolvimento e de comprometimento da organização e de seus colaboradores no seu Sistema da Qualidade seja ele baseado sobre apenas uma norma ou em Sistema Integrado de Gestão, abrangendo além da ISO 9001 outras normas nacionais ou internacionais. As empresas são premiadas em três categorias distintas: Qualidade que permite à organização avaliar até que ponto as partes interessadas (acionistas e consumidores) estão tendo seus interesses incorporados ao planejamento de negócios; Desenvolvimento Sustentável que permite avaliar até que ponto as partes interessadas (sociedade, organizações ambientais, funcionários, organismos governamentais, acionistas e consumidores) estão tendo seus interesses incorporados ao planejamento de negócios; e Responsabilidade Social Corporativa que permite avaliar até que ponto as partes interessadas (sociedade, funcionários, fornecedores, organismos governamentais, acionistas e consumidores) estão tendo seus interesses incorporados ao planejamento de negócios.

Já o Prêmio Banas Excelência em Metrologia premia as organizações em três categorias distintas: Análise Clínica, categoria destinada a laboratórios de análise clínica, tais como: Microbiologia, Toxicologia, Radiologia, Sensorial e demais laboratórios ligados à saúde; Industriais em que podem se candidatar laboratórios físicos, químicos, dimensionais, metalográficos, biológicos, microbiologia, que prestam serviços internos de calibração e/ou ensaios, não tendo fonte arrecadadora desta atividade; e Serviços de Calibração e Ensaios em que podem se candidatar laboratórios físicos, químicos, dimensionais, de produtos, qualidade da água, eletroeletrônico e metalográficos que prestem serviços para terceiros fazendo desta atividade uma fonte de receita. Laboratórios que fazem parte da Rede Brasileira de Calibração ou Ensaios (RBC ou RBLE) e Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos em Saúde.

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O Relatório do Programa de Qualificação da Saúde Suplementar – Componente Qualificação das Operadoras /ano 2011 – demonstrou uma tendência de crescimento na qualificação das empresas de planos de saúde em relação aos anos anteriores. Os resultados se referem a 2010 com base em informações relacionadas ao desempenho econômico-financeiro, assistencial, estrutura e operação e satisfação do beneficiário. O programa foi implementado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 2004 e está em constante aprimoramento. A pesquisa demonstrou crescimento do percentual de beneficiários em planos com Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) igual ou superior a 0,5 entre 2007 e 2010. Atualmente, cerca de 41 milhões de beneficiários (71% do total) estão em operadoras que se encontram nesta faixa. Entre 2009 e 2010, no entanto, este percentual teve uma pequena redução, mas o número de beneficiários aumentou.

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O MASP é um caminho ordenado, composto de passos e subpassos pré-definidos para a escolha de um problema, análise de suas causas, determinação e planejamento de um conjunto de ações que consistem uma solução, verificação do resultado da solução e realimentação do processo para a melhoria do aprendizado e da própria forma de aplicação em ciclos posteriores. O MASP prescreve como um problema deve ser resolvido e não como ele é resolvido, contrapondo dois modos de tomada de decisão que Bazerman (2004) denomina de “modelo prescritivo” e “modelo descritivo”.

Acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/

Segundo João Matos, coordenador do programa, “o índice evidencia uma evolução positiva na qualidade das operadoras que, sem dúvida, se reflete na expectativa de melhoria na oferta de serviços ao beneficiário”. Nos últimos três anos, o percentual de operadoras médico-hospitalares nas duas faixas de melhor avaliação do IDSS pulou de 11%, em 2007, para 32%, em 2010. E nas operadoras exclusivamente odontológicas, o percentual de empresas nas maiores faixas de IDSS passou de 13%, em 2007, para 29%, em 2010. No mesmo período, o percentual de beneficiários de operadoras médico-hospitalares nas duas faixas de melhor avaliação do IDSS passou de 19%, em 2007, para 56%, em 2010. E nas operadoras exclusivamente odontológicas, o percentual de empresas nas maiores faixas de IDSS passou de 53%, em 2007, para 70%, em 2010. O Programa de Qualificação das Operadoras avalia o desempenho destas por meio do IDSS. Este índice é composto por quatro dimensões, com diferentes pesos: 50% referente ao Índice de Desempenho da Atenção à Saúde (IDAS); 30% para o Índice de Desempenho Econômico-financeiro (IDEF); 10% para o Índice de Desempenho de Estrutura e Operação (IDEO) e 10% referente ao Índice de Desempenho da Satisfação dos Beneficiários (IDSB). Cada uma dessas dimensões é medida por um conjunto específico de indicadores. Estes são calculados com base nos dados extraídos dos sistemas de informações da ANS, cujo envio é feito pelas operadoras ou coletados pela Agência nos sistemas nacionais de informações em saúde. Para saber como está o desempenho de sua operadora de saúde, acesse o link http://www.ans.gov.br/index.php/planos-de-saude-e-operadoras/informacoes-e-avaliacoes-de-operadoras/consultar-dados#

Uma em cada dez jovens brasileiras atendidas no SUS tem doença transmitida pelo sexo

A falta de informação entre as jovens parece ser uma constante. Um estudo nacional realizado pelo Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids, unidade da Secretaria de Estado da Saúde na capital paulista, indica alta prevalência de infecção por clamídia entre jovens brasileiras atendidas nos serviços públicos de saúde. Ao todo 2.071 jovens, entre 15 e 24 anos, atendidas em unidades do SUS (Sistema Único de Saúde) nas cinco macrorregiões (norte, nordeste, sudeste, sul, centro-oeste), participaram do estudo. A prevalência de clamídia entre as jovens avaliadas foi de 9,8%, sendo que 4% delas também tiveram resultado positivo para infecção por gonorreia.

A clamídia é a doença sexualmente transmissível (DST) causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, que pode infectar homens e mulheres e ser transmitida da mãe para o bebê na passagem pelo canal do parto. A infecção atinge especialmente a uretra e órgãos genitais, mas também pode atingir a região anal, a faringe e ser responsável por doenças pulmonares. Se não tratada, é uma das causas da infertilidade masculina e feminina, e pode aumentar de três a seis vezes o risco da infecção pelo HIV. “A mulher infectada pela Chlamyda trachomatis durante a gestação está mais sujeita a partos prematuros e a abortos. Nos casos de transmissão vertical, na hora do parto, o recém-nascido corre o risco de desenvolver um tipo de conjuntivite e pneumonia”, afirma o médico Valdir Monteiro Pinto, coordenador do estudo no CRT/DST-Aids.

Ele alerta que a infecção pode ser assintomática em até 80% das mulheres e em 50% dos homens. Quando os sintomas aparecem, podem ser parecidos nos dois sexos: dor ou ardor ao urinar, aumento do número de micções, presença de secreção fluida. As mulheres podem apresentar, ainda, perda de sangue nos intervalos do período menstrual, dor às relações sexuais, dor no baixo ventre e doença inflamatória pélvica. Não existe vacina contra a clamídia. A única forma de prevenir a transmissão da bactéria é o sexo seguro com o uso de preservativos. Uma vez instalada a infecção, o tratamento deve ser realizado com o uso de antibióticos específicos e deve incluir o tratamento do parceiro ou parceira para garantir a cura e evitar a reinfecção.

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O PDCA e o Six Sigma DMAIC são metodologias complementares

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Alberto Pezeiro

Essa duas metodologias são complementares e funcionam muito bem juntos. Entenda melhor lendo esse texto. Até o início da década de 90 o ciclo de Melhoria Contínua PDCA (Plan – Do – Check – Act) era utilizado pela maioria das organizações que possuíam uma iniciativa de melhoria contínua dentro do seu sistema de gestão . Era bastante utilizado, principalmente, pelas grandes montadoras de automóvel e seus fornecedores, assim como na indústria de eletroeletrônica. Trazia a disciplina do método para as iniciativas de melhoria de processos, assim como introduzia a organização no uso das ferramentas analíticas básicas, ou como ficaram mais conhecidas, as sete ferramentas básicas da qualidade: Diagrama de Pareto, Diagrama de Causa e Efeito, Lista de verificação, Histograma, Diagrama de Dispersão, Gráfico Linear e Carta de Controle. O grande foco era a resolução dos problemas de qualidade.

A partir da década de 90, com a popularização dos softwares estatísticos mais baratos e user-friendly, e com o aumento da necessidade do uso de ferramentas analíticas mais poderosas para ajudar as organizações a entender melhor o que causava variação nos seus principais indicadores, além da pressão crescente por resultados de negócios cada vez mais ambiciosos, passou-se a adotar, pela maioria das organizações, o Seis Sigma DMAIC (Define, Measure , Analyze, Improve, Control), criado inicialmente na Motorola e aperfeiçoado posteriormente na GE (onde foi criada a fase Define que não existia na versão original), Allied-Signal Honeywell, Whirlpool, entre outros.

Essas organizações partiam, não apenas dos indicadores de qualidade, como era mais comum no caso do PDCA, mas usavam o poder analítico das ferramentas estatísticas do DMAIC para desenvolver projetos para melhorar a satisfação do cliente, aumentar a receita, reduzir custos fixos e variáveis, além de gerar mais caixa livre para que as organizações pudessem realizar mais investimentos. As ferramentas estatísticas como Cálculo de Capabilidade, Teste de Hipótese, ANOVA, Análises de Regressão, DOE, entre outras, passaram a ser largamente empregadas para entender a variação nos principais indicadores de negócio (KPI’s ou Key Performance Indicators) e, para a partir desse entendimento, melhorar os processos e gerar benefícios financeiros e de satisfação de cliente.

O PDCA ainda é o coração da maioria dos modelos de gestão adotados nas organizações com iniciativas de melhoria contínua e é complementado pelo DMAIC e suas ferramentas estatísticas mais avançadas. Adotar o DMAIC não significa de forma alguma substituir o PDCA , mas evoluir o Sistema de Gestão para um modelo com maior poder analítico, focado em todos os indicadores empresariais (e não apenas nos indicadores de qualidade) e que procura avaliar os benefícios financeiros que o Sistema de Gestão traz para a organização.

Na metodologia Seis Sigma DMAIC nem toda a empresa é treinada com o mesmo nível de proficiência. Os níveis de proficiência seguem uma analogia com as faixas das artes marciais, ou seja, vai do nível básico (White Belt e Yellow Belt), até o nível intermediário (Green Belt), avançado (Black Belt) até o nível de líder da iniciativa (Master Black Belt). O antigo treinamento de PDCA é bastante parecido com os treinamentos de White e Yellow Belt.

Esses treinamentos não exigiam do participante que liderassem um projeto de melhoria, mas capacitava-os a fazer parte de equipes trabalhando em projetos de melhoria de indicadores da qualidade. Já a participação em treinamento de Green Belt e Black Belt torna obrigatório o desenvolvimento de um Projeto Seis Sigma em paralelo ao treinamento. É o retorno sobre o investimento feito pela companhia e a oportunidade do treinando aplicar a metodologia e as ferramentas aprendidas.

Portanto, PDCA e DMAIC são complementares, podendo-se considerar o Six Sigma DMAIC como a evolução natural do PDCA que continuará presente como o núcleo inicial da iniciativa de melhoria contínua. Nada mais natural, então, que as empresas que já possuem a iniciativa do PDCA evoluam em algum momento para o uso do Six Sigma DMAIC, algo que vem ocorrendo com a grande maioria das organizações que hoje são referência em excelência operacional nos seus setores de atuação.

Alberto Pezeiro é sócio fundador e presidente da Seta – Desenvolvimento Gerencial.

Quer tirar alguma dúvida com o autor sobre Six Sigma e outras metodologias, entre em contato pelo e-mail: pezeiro@setadg.com.br

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspxNBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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