Uma nova estrelização dos hotéis. Será que vai funcionar e ser eficiente?

Coletânea Série Atmosferas Explosivas
A classificação de atmosferas explosivas no meio industrial ficou mais fácil depois que foi publicada a norma NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade e a NR 33- Espaços Confinados. As atmosferas explosivas também são classificadas conforme a IEC 60079-10 – Equipamentos Elétricos para Atmosferas Explosivas – Parte 10 : Classificação de Áreas e suas normas da ABNT complementares. E o que deve ser entendido como áreas classificadas? Todo local sujeito à probabilidade da existência ou formação de uma atmosfera explosiva. Clique para mais infornações.

hospedagemAntigamente, você se hospedava um um hotel cinco estrelas e a única coisa que o hóspede via eram as estrelas do mau atendimento, serviços de péssima qualidade, etc. Depois de muitas reclamações, o governo resolveu acabar com o processo de estrelização dos estabelecimentos já classificados. Com a aproximação da Olimpíada e da Copa do Mundo, o Ministério do Turismo volta à carga e vai tentar um novo sistema para oficializar a simbologia de estrelas, de uma a cinco, para categorizar sete tipos de hospedagem (cama e café, hotel, hotel turístico, hotel fazenda, pousada, flat/apart-hotel e resort, também definidos pelo programa). A participação no processo de classificação é voluntária e o hotel define a qual categoria pertence e deseja ser avaliado ao se inscrever no programa.

Dessa forma, foi instituído o Sistema Brasileiro de Classificação dos Meios de Hospedagem (Sbclass), sendo que o Inmetro e os Ipems estaduais deverão participar do processo. A classificação dos Meios de Hospedagem (MH) tem por finalidade criar um parâmetro seguro que possa servir ao turista ou cliente na contratação do serviço de hospedagem, pois os MH que possuem a mesma classificação, estarão na mesma categoria de nível de conforto. Os MH serão classificados em sete tipos e cinco categorias (1 a 5 estrelas). Os tipos de MH são: Cama&Café, Hotel, Hotel Histórico, Hotel Fazenda, Pousada, Flat/Apart Hotel e Resort. Sua classificação será realizada através de requisitos de infra estrutura, serviços e sustentabilidade, segundo matrizes definidas pelo Ministério do Turismo.

Para o consumidor, esse tipo de classificação é uma ferramenta de comparação para o consumo deste serviço. Porém, para utilizá-la com eficácia, o consumidor precisa estar atento à alguns pontos. Somente os MH que foram oficialmente avaliados e aos quais o Ministério do Turismo concedeu a classificação poderão se utilizar na nomenclatura de classificação em estrelas. A Lista dos MH Classificados deverá estar disponível no link http://www.classificacao.turismo.gov.br/MTUR-classificacao/mtur-site/pesquisarClassificados

Importante é que o MH classificado deve apresentar em local visível aos clientes a Placa de Classificação e a Plaqueta emitidas pelo Ministério do Turismo. Nesta placa estão claramente expostos o tipo de hospedagem, classificação obtida e marcas do Inmetro e do Cadastur. O MH também deverá apresentar em local visível o Certificado de Classificação, que apresenta os dados do estabelecimento, o tipo de hospedagem, a classificação obtida e o período de validade desta classificação. O MH deverá dispor da matriz de classificação, referente ao estabelecimento, para consulta pelo cliente. Assim, o MH deverá por em cada apartamento ou quarto informações sobre a Ouvidoria do Ministério do Turismo, ao qual o consumidor poderá sanar dúvidas ou fazer reclamações a respeito do estabelecimento. As Matrizes para Classificação, os modelos da Placa de Classificação, da Plaqueta e o Certificado de Classificação estão anexos à Portaria Ministério do Turismo nº 100 de 16 de junho de 2011 (Anexos e Espelhos).Apenas como exemplo, um hotel para ser classificado com cinco estrelas vai precisar ter: bar, área de estacionamento com serviço de manobrista, mínimo de seis serviços acessórios oferecidos em instalações no próprio hotel (por exemplo: salão de beleza, baby-sitter, venda de jornais e revistas, farmácia,loja de conveniência, locação de automóveis, reserva em espetáculos, agência de turismo, transporte especial, etc), medidas permanentes para redução do consumo de energia elétrica e de águamedidas permanentes para o gerenciamento de resíduos sólidos, com foco na redução, reuso e reciclagem, monitoramento das expectativas e impressões do hóspede em relação aos serviços ofertados, incluindo meios para pesquisar opiniões, reclamações e solucioná-las, programa de treinamento para empregados, medidas permanentes de seleção de fornecedores (critérios ambientais), medidas permanentes de sensibilização para os hóspedes em relação à sustentabilidade e pagamento com cartão de crédito ou de débito.

Legislação

Portaria INMETRO nº 485 de 08 de dezembro de 2010
Requisitos de Avaliação da Conformidade para Classificação dos Meios de Hospedagem.

Portaria Ministério do Turismo nº 100 de 16 de junho de 2011
– Instituição do Sistema Brasileiro de Classificação dos Meios de Hospedagem (SBCLASS).

Portaria Ministério do Turismo nº 100 de 16 de junho de 2011 (Anexos e Espelhos)
– Anexo da Portaria de Instituição do Sistema Brasileiro de Classificação dos Meios de Hospedagem (SBCLASS), apresentando as Matrizes com os requisitos para a Classificação.

Portaria INMETRO nº 273 de 21 de junho de 2011
Preço público devido para verificação de acompanhamento da Classificação dos Meios de Hospedagem.

TREINAMENTO E PALESTRA SOBRE O MASP

Contate o Claudemir Oribe para um treinamento ou uma palestra em sua empresa sobre o MASP, faça contato com ele: (31) 3391-7646 – 8748-1686 ou pelo e-mail: claudemir@qualypro.com.br

http://www.qualypro.com.br/novosite/default.asp

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O MASP é um caminho ordenado, composto de passos e subpassos pré-definidos para a escolha de um problema, análise de suas causas, determinação e planejamento de um conjunto de ações que consistem uma solução, verificação do resultado da solução e realimentação do processo para a melhoria do aprendizado e da própria forma de aplicação em ciclos posteriores. O MASP prescreve como um problema deve ser resolvido e não como ele é resolvido, contrapondo dois modos de tomada de decisão que Bazerman (2004) denomina de “modelo prescritivo” e “modelo descritivo”.

Acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/

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A forte relação entre produtividade e aprendizado

elk-targetAtualmente, as empresas estão entendendo que o capital não pode substituir as pessoas nos trabalhos com conhecimentos e serviços. Também, estão constatando que as novas tecnologias, sozinhas, não geram maior produtividade na produção e movimentação de coisas. No trabalho com conhecimentos e serviços, capital e tecnologia são de produção. O fato de ajudarem ou não na produtividade depende daquilo que as pessoas com elas fazem, da finalidade para a qual estão sendo introduzidas e da habilidade do usuário. O aumento da produtividade com conhecimentos e serviços implica em algo mais que definir a tarefa, concentrar-se nela e definir o desempenho. Ainda é incomum analisar o processo em funções onde o desempenho significa predominantemente qualidade.

Para o professor e diretor da Quality Consultoria, Oceano Zacharias, o trabalho deve ser feito em associação com as pessoas que executam os trabalhos, elas são aquelas que devem se tornar mais produtivas. “A meta deve ser a de embutir a responsabilidade pela produtividade e pelo desempenho em cada trabalho, independente de nível, dificuldade ou qualificação. Eles são tremendamente conhecedores do trabalho que fazem, sua lógica e ritmo, as ferramentas, a qualidade e assim por diante”, assegura ele. “Hoje em dia, embora ainda esteja longe de ser amplamente praticada, é geralmente aceito, que o conhecimento que o trabalhador tem do seu trabalho é o ponto de partida para a elevação conjunta da produtividade, da qualidade e do desempenho. Porém, na produção e movimentação das coisas, a parceria com trabalhador não é apenas o melhor caminho como também é o único; sem ela nada irá funcionar. E tem mais, a maior produtividade necessita de aprendizado contínuo. Não basta projetar a função e treinar o trabalhador na nova maneira de executá-lo. Aí tem início o aprendizado, e ele nunca termina; na verdade – como os japoneses podem nos ensinar da sua antiga tradição de aprendizado Zen – o maior benefício do treinamento não está em se aprender o novo. Está em se fazer melhor aquilo que já fazemos. E, importante, uma constatação relativamente recente: as pessoas que trabalham com conhecimentos e serviços aprendem mais quando ensinam”.

Segundo ele, na sociedade do conhecimento, o acesso às oportunidades para carreiras e para o progresso profissional tem ficado limitado às pessoas com escolaridade superior, qualificadas para trabalhar com conhecimentos. “Mas estas serão sempre uma minoria. Sempre haverá muito mais pessoas que carecem de qualificações para qualquer coisa, exceto a prestação de serviço não qualificados. Mas até mesmo nesta última condição é preciso pensar o aumento da produtividade, plenamente aplicável com um mínimo de adaptação”.

Para o professor, o como fica por conta de definir a tarefa, concentrar o trabalho nela, definir o desempenho, fazer do funcionário um parceiro no aumento de produtividade e a principal fonte de ideias para esse aumento, e incorporar o aprendizado e o ensino contínuos à função de cada funcionário e cada equipe de trabalho. “Os resultados são notadamente vistos. Já houve casos de elevar substancialmente a produtividade a ponto de dobrá-la, o que muitas vezes permitiu aumento real de salários, além do grande orgulho e respeito próprio dos funcionários. Portanto, se pretendemos modernizar as nossas empresas, devemos começar pelas pessoas e pela sua competência para chegar posteriormente às máquinas, equipamentos, métodos, processos, produtos e serviços. A tarefa é árdua e urgente, principalmente sabendo-se que a produtividade não se consegue por decreto. E produtividade é degrau inicial para a competitividade”, finaliza.

Escolha a palestra e faça contato pelo telefone: (11) 5083-0001 ou por e-mail: contato@lojaquality.com.br para saber os valores.

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspxNBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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