A educação no Brasil precisa passar por um banho de qualidade

Curso: Gestão de Energia – Implantação da norma ISO 50001
Reduzir o consumo de energia é a chave para vencer a escassez de energia e o aumento de custos. Para muitos a resposta é um Sistema de Gestão de Energia (SGE), uma estrutura de trabalho para o gerenciamento sistemático do consumo de energia. Assim como a redução de custos e emissões de gases do efeito estufa, uma certificação de terceira parte de um SGE pode aprimorar sua reputação ao demonstrar o comprometimento de seu negócio com a sustentabilidade ambiental. A ISO 50001 representa as melhores práticas atuais de nível internacional em gestão de energia, desenvolvida a partir de normas e iniciativas nacionais / regionais existentes. A norma foi desenvolvida em vários anos com a participação de especialistas em gestão de energia e representantes de mais de 60 países de todo mundo que contribuíram para sua elaboração. Clique para mais informações.

educaçãoTransformar, trocar experiências. Educar e ser educado. Para isso deve-se quebrar o velho paradigma educacional onde o aluno se torna um espectador passivo no processo ensino-aprendizagem. Educar é como uma máquina: Todas as peças devem estar em perfeitas condições para o seu funcionamento. Então, quando tudo funciona bem em um país, aumenta-se a sua competitividade empresarial já que educação é sinônimo de investimentos em mão-de-obra qualificada.

Depois que Ministério da Educação mudou o formato do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a avaliação se tornou um dos principais meio de acesso às universidades públicas há três anos, uma série de erros vem ocorrendo nesse tipo de exame, o que afeta mais ainda a qualidade da educação no Brasil. Em 2011, está sendo investigado um suposto vazamento de algumas questões da prova. Um estudante de 18 anos postou no Facebook fotos de cadernos de questões distribuídos pelo colégio Christus, de Fortaleza, antes do Enem, em que afirma conter pelo menos 11 questões idênticas às das provas.

Dessa forma, os problemas que estão presentes na educação brasileira, especialmente na pública, são muitos e um desses fatores que proporcionam resultados negativos é o fato de que as crianças que cursam o 6º ano do ensino fundamental não dominam a habilidade de ler e escrever. Esse fato é resultado direto do que acontece na estrutura educacional brasileira, pois praticamente todos os que atuam na educação recebem baixos salários, professores frustrados e com medo que não exercem com profissionalismo ou também esbarram nas dificuldades diárias da realidade escolar, além dos pais que não participam na educação dos filhos, entre muitos outros agravantes.

Um país para melhorar a educação precisa de fundamentos básicos: todo indivíduo com idade entre sete e 17 anos deve estar na escola; todo indivíduo com idade de oito anos deverá dominar a leitura; os alunos deverão ter acesso a todos os conteúdos correspondentes a sua série; todos os alunos deverão concluir as etapas de estudo fundamental e médio; e deve haver garantia de investimentos na educação básica. Outra coisa importante: para prevenir toda a problemática educacional nacional, de acordo com o presidente da Target, Mauricio Ferraz de Paiva, as unidades educacionais precisam implementar a norma NBR 15419, editada em 2006, q ue procura facilitar a compreensão dos requisitos estabelecidos na NBR ISO 9001, a fim de implementar e manter um sistema de gestão da qualidade em organizações educacionais, de todos os tipos e portes. “Importante dizer”, afirma Paiva, “que facilitar a compreensão dos requisitos estabelecidos na NBR ISO 9001 facilita a implementação e mantém o sistema de gestão da qualidade em organizações educacionais, de todos os tipos e portes. Tendo em vista que a área educacional apresenta especificidades quanto à natureza de suas organizações e de seus serviços, é conveniente a utilização de termos e definições contidos na seção 3, pois os requisitos da NBR ISO 9001 são genéricos e aplicáveis a todas as organizações, sem levar em consideração aspectos setoriais , dimensões e serviços prestados”, explica.
Dessa forma, as organizações educacionais necessitam definir os seus processos, ou seja, o conjunto de atividades inter-relacionadas que transformam insumos (entradas) em produtos (saídas). Entre as principais entradas dos processos estão os requisitos do cliente, que expressam suas necessidades ou expectativas em relação ao serviço educacional. Alguns exemplos são: desenvolvimento intelectual, qualificação profissional, desenvolvimento de competências, desenvolvimento e/ou aperfeiçoamento de habilidades específicas (artes, esportes, idiomas etc.), a promoção da sociabilidade e o desenvolvimento da cidadania.
Igualmente, a norma especifica que em uma organização educaciona l, pode ser considerado um macroprocesso o conjunto de atividades inter-relacionadas desde o projeto e desenvolvimento de um serviço educacional até a realização do serviço educacional, incluindo todas as análises críticas e demais avaliações. São exemplos de macroprocessos educacionais: educação infantil (creche e pré-escola); ensino fundamental; ensino médio; educação de jovens e adultos; educação profissional técnica de nível médio; graduação; especialização (pós-graduação lato sensu); mestrado (pós-graduação stricto sensu); doutorado (pós-graduação stricto sensu); educação especial; curso de idiomas; curso preparatório para processos seletivos; e capacitação empresarial.

“É fundamental dizer que os macroprocessos referem-se à atividade-fim da organização educacional. Por vezes, recebem a denominação de processos de negócio ou processos finalísticos. O processo de apoio é o conjunto de atividades inter-relacionadas que dão suporte aos processos principais da organização. Exemplos de processo de apoio: desenvolvimento, revisão e atualização do plano institucional; desenvolvimento, revisão e atualização do projeto político e pedagógico; seleção e/ou admissão de educandos; acompanhamento psicopedagógico; expedição de documentos (diploma, certificado de conclusão, histórico, declaração, carteira de estudante etc.); atualização do acervo da biblioteca; aquisição de insumos; cap acitação de pessoal; divulgação de cursos; controle financeiro (pagamento de mensalidades); manutenção (da limpeza, das instalações prediais, dos equipamentos etc.); e segurança física e patrimonial”, assegura Mauricio Paiva.

Em consequência, cada sistema de gestão da qualidade de uma organização educacional deve ter um manual da qualidade que seja adequado às práticas e à cultura da organização. Ele deve informar o escopo do sistema de gestão da qualidade, ou seja, a sua abrangência do sistema. Por exemplo, o escopo de um sistema em uma instituição de educação superior, que atue tanto na graduação como na pós-graduação, pode estabelecer um sistema de gestão da qualidade que abranja somente os pr ocessos relacionados com os cursos de graduação. Posteriormente, o escopo pode ser ampliado para a pós-graduação. A definição do escopo depende dos objetivos e das prioridades da organização educacional.
Para que uma escola possa reivindicar a conformidade do seu sistema de gestão da qualidade, em relação a NBR ISO 9001, ou seja, obter a certificação por um organismo independente, por exemplo, a exclusão de requisitos não aplicáveis está limitada a requisitos da seção 7, desde que a exclusão não prejudique o atendimento a requisitos dos clientes e a requisitos regulamentares (ver 1.2). Na norma, existem alguns exemplos de objetivos da qualidade, associados a metas e prazos, de uma organização educacional.

Enfim, pode ser que essa seja uma solução para diminuir alguns números que retratam os problemas da educação brasileira. Hoje, no Brasil, de 97% dos estudantes com idade entre 7 e 14 anos se encontram na escola, no entanto, o restante desse percentual, 3%, respondem por aproximadamente 1,5 milhão de pessoas com idade escolar que estão fora da sala de aula. Para cada 100 alunos que entram na primeira série, somente 47 terminam o 9º ano na idade correspondente, 14 concluem o ensino médio sem interrupção e apenas 11 chegam à universidade. Soma-se a isso que 61% dos alunos do 5º ano não conseguem interpretar textos simples. 60% dos alunos do 9ºano não interpretam textos dissertativos e 65% dos alunos do 5ºano não dominam o cálculo, 60% dos alunos do 9º ano não sabem realizar cálculos de porcentagem.

“O governo precisa entender que os países com altos índices de escolaridade têm demonstrado uma liderança na inovação de processos e facilidade na assimilação e manuseio de novas tecnologias. Já os deficitários na área educacional estão perdendo a competitividade ou aumentando sua dependência. A educação para competitividade tem um papel fundamental no desenvolvimento de uma nação e na melhoria de suas mazelas sociais. Em uma percepção econômica, quem está mais propenso a entender essa dimensão é justamente o setor empresarial que sente no seu dia-a-dia essas dificuldades, principalmente para contratar mão de obra qualificada”, conclui o presidente da Target.

Para mais informações sobre a NBR 15419 de 10/2006, clique no link:

NBR15419 – Sistemas de gestão da qualidade – Diretrizes para aplicação da ABNT NBR ISO 9001:2000 nas organizações educacionais

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a

Anúncios

O que fazer para vencer a tendência à procrastinação

TREINAMENTO E PALESTRA SOBRE O MASP

Contate o Claudemir Oribe para um treinamento ou uma palestra em sua empresa sobre o MASP, faça contato com ele: (31) 3391-7646 – 8748-1686 ou pelo e-mail: claudemir@qualypro.com.br

http://www.qualypro.com.br/novosite/default.asp

claudemir_baixa2

O MASP é um método prescritivo, racional, estruturado e sistemático para o desenvolvimento de um processo de melhoria num ambiente organizacional, visando a solução de problemas e obtenção de resultados otimizados. Ele se aplica aos problemas classificados como estruturados, cujas causas comuns e as soluções sejam desconhecidas, e que envolvam reparação ou melhoria, ou performance e que aconteçam de forma crônica. Pode-se perceber que, para serem caracterizados dessa forma, os problemas precisam necessariamente apresentar um comportamento histórico. Devido a esse fato, o MASP se vale de uma abordagem reativa e é, sem dúvida, o melhor e mais estruturado método de resolução de problemas em ambiente técnico organizacional. Sua fundamentação é extremamente sólida, pois por trás dessas etapas estão mais de 350 anos de história de desenvolvimento científico.”

Acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/

tempo2Alípio Silva Pereira

Nesse ponto pode-se entrar na área dos empecilhos pessoais à administração do tempo. Para combater a tendência à procrastinação ou protelação, é necessário entender suas causas. Elas são todas de natureza psicológica. A principal causa da procrastinação é a falta de vontade de fazer determinada coisa. Isto se dá, como vimos, quando e porque a tarefa a ser realizada é muito difícil, complexa, longa, ou desagradável. Em relação a esse tipo de tarefa, todos temos uma inclinação natural a seguir o conselho de Mark Twain: “Nunca deixe para amanhã o que você pode deixar para depois de amanhã”.

Recordemo-nos de quando éramos crianças. Muitas crianças detestam espinafre e a maioria delas, quando obrigadas a comê-lo, deixam-no para o fim (na esperança, talvez, de que alguma coisa aconteça que as desobrigue da detestada tarefa). Algo semelhante acontece com executivos. forma de lidar com essa causa é enfrentar o problema com coragem e determinação: comer o espinafre primeiro, e então dedicar-se àquilo que nos causa maior prazer. Assim sendo, quando confrontados com uma tarefa desagradável ou difícil, mas necessária, devemos procurar realizá-la imediatamente e, se possível, de uma só vez (remédio ruim se toma de um só gole). Caso contrário, ela se torna vítima de nossa tendência à procrastinação.

A experiência tem mostrado que as pessoas de maior sucesso são as que tratam o mais rápido possível das tarefas desagradáveis ou particularmente difíceis. Fazer o resto, depois, torna-se um prazer. Outra causa da procrastinação é o perfeccionismo. Os perfeccionistas, porque desejam fazer tudo com a maior perfeição, frequentemente têm dificuldade para começar tarefas que não dominam bem ou para as quais não existam critérios explícitos de desempenho. Sentem-se obrigados a se capacitar primeiro, adquirindo as habilidades necessárias, ou então a buscar critérios de desempenho. Como dificilmente estão contentes com o domínio que possuem de qualquer habilidade, e como os critérios de desempenho em determinadas áreas são difíceis de definir, nunca começam a realizar determinadas tarefas, porque não se consideram prontos, ou nunca as concluem, porque nunca estão satisfeitos com o produto.

A melhor maneira de lidar com essa causa da procrastinação é reconhecer que num contexto gerencial não existem muitas tarefas que possam ser desempenhadas com perfeição, mesmo que existam critérios de desempenho bem definidos. Devemos também reconhecer que, a maior parte das vezes, o que fazemos poderia ser feito melhor, mas apenas com um maior investimento de tempo, que, talvez, não compense. Perfeccionistas precisam aprender a conviver com o fato de que frequentemente é preciso fazer o que tem de ser feito, mesmo que em nível de qualidade aquém do desejado, porque a alternativa realista o mais das vezes não é um produto de melhor qualidade, mas, sim, nenhum produto.

Procure se compenetrar do fato de que nem todas as tarefas precisam ser feitas com o mesmo nível de qualidade, e, portanto, nem todas elas precisam receber quotas equivalentes de tempo. Um relatório interno, por exemplo, não precisa ser muito burilado. Se você se contentar com uma redução de 10% na qualidade do produto, e isso lhe poupar 40% do tempo que seria gasto no relatório, então o tempo poupado provavelmente poder  ser melhor utilizado em outra tarefa.

Por outro lado, se o relatório for dirigido à presidência da empresa, ou aos acionistas, ou ao público em geral, uma redução de 10% na qualidade e 40% no tempo de elaboração pode não ser aceitável. Considere tudo isso. Uma terceira causa da procrastinação é a ilusão de que não fazemos a tarefa que estamos procrastinando por falta de tempo. Para manter a ilusão, procuramos nos manter ocupados – mas geralmente com trivialidades (coisas sem importância) ou com coisas que não têm muita urgência. Resolvemos, por exemplo, limpar nossa mesa, arrumar nosso arquivo ou armário, colocar em dia nossa contabilidade pessoal, etc. Assim, damos a nós mesmos a impressão de que estamos ocupadíssimos, para poder justificar a não realização da tarefa procrastinada, mascarando nossa procrastinação de falta de tempo.

A eliminação dessa causa envolve reconhecer que, por mais hábeis que sejamos em enganar-nos a nós mesmos, no fundo sabemos que o problema real não é falta de tempo. Essa tática, na verdade, nos causa stress, porque sabemos que estamos engajados em um teatro do qual somos atores e audiência, e do qual só poderemos sair perdendo. Uma quarta causa de procrastinação pode ser detectada em jovens de talento que, aparentemente por acharem que sua competência é tão óbvia e visível, acreditam que nunca precisam demonstrá-la. Afirmam que poderiam ter realizado maravilhas, se apenas tivessem querido. O problema é que nunca querem, talvez por medo de fracassar e assim destruir a imagem de competência que têm procurado criar. Alimentam essa imagem com a alegação de que nunca fracassaram. O que não é dito é que nunca se engajaram em fazer nada.

O enfrentamento dessa causa da procrastinação envolve, novamente, honestidade com nós mesmos. No fundo, conhecemos nossos receios mais profundos. A única forma de vencê-los é enfrentando-os. Na verdade, o temor do fracasso é, em geral, uma causa independente da procrastinação e da indecisão. Quem não tenta não falha – mas também não alcança sucesso. Há, por fim, uma série de táticas que podem nos ajudar a derrotar a procrastinação. A primeira delas é dividir um problema complexo e difícil em vários problemas menores, ou estágios, e atacar imediatamente os mais simples e fáceis. Mesmo a jornada mais longa começa sempre com o primeiro passo. A lembrança disso nos dará um certo sentido de realização, à medida que progredimos, que poder  nos ajudar a enfrentar o restante do problema. A segunda é nos dar um prêmio ou uma recompensa pela conclusão de cada parcela ou estágio da tarefa. Mas devemos manter a honestidade: a recompensa deve vir depois da conclusão, não antes ou em vez dela. Na verdade, a honestidade com nós mesmos é o fator chave na luta contra a procrastinação. Não devemos tentar mascarar a realidade: isso sai frequentemente caro, em termos objetivos ou psicológicos.

Alípio Silva Pereira é consultor organizacional da Leme Consultoria e Crescer Group – apereira@crescergroup.comqualipio@gmail.com

PRÓXIMOS CURSOS TARGET (Clique no curso para mais informações e fazer a sua inscrição)

Curto-Circuitos e Seletividade em Instalações Elétricas Industriais – Conheça as Técnicas e Corretas Especificações – Presencial ou Ao Vivo pela Internet – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Sistemas de Informações Tecnológicas Target Gedweb

Instalações Elétricas de Média Tensão – Principais soluções para evitar riscos, prejuízos e atender a legislação em vigor – Presencial ou Ao Vivo pela Internet – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Ferramentas MASP – Metodologia de Análise e Solução de Problemas – Presencial ou Ao Vivo pela Internet – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a