Uma em cada três lesões de coluna ocorre em acidentes de obras e quedas de laje

NBR ISO 21549-1: Informática em Saúde – Dados do cartão-saúde do paciente
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episO setor da construção civil possui grande dependência da mão de obra utilizada, que deveria contribuir para que este fosse um setor desenvolvido no aspecto de segurança no trabalho. Porém, o que se nota é que este continua sendo um dos setores produtivos com maior percentual de acidentes. Dessa forma, a utilização de equipamentos de proteção individual (EPI) na construção civil é necessário pelo risco de acidente que o trabalhador está propenso em uma obra. Normalmente a falta da utilização do EPI por parte do empregado ocasiona acidentes com ferimentos mais graves e que necessitem de maiores cuidados médicos. Além do uso do EPI, o empregador deveria ficar atento em disponibilizar informações das melhores práticas de segurança nas construções, através de conversas e reuniões, que disponibilize os principais detalhes de como evitar acidentes dentro do conteiro de obras, pois a falta de cuidado dos empregados pode ocasionar danos a si próprios e aos seus companheiros de trabalho.

E quais os principais equipamentos que devem ser utilizados pelos profissionais da construção civil? Capacete: proteção contra impacto no crânio; óculos: proteção para os olhos; protetor auricular: proteção para o ouvido; mascará para proteção contra pó da obra e químico: proteção para as vias respiratórias; trajar roupas como calça e camisa comprida; luvas de couro ou de plástico: proteção contra material corrosivo ou toxico e contra materiais que possam provocar cortes; botas ou botinas: proteção contra produtos químicos, materiais perfurantes e impactos; e cinto de segurança para proteção contra queda.

Levantamento realizado no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP, ligado à Secretaria de Estado da Saúde, revela que um em cada três pacientes internados com fratura da coluna sofreu queda de altura (em obra autônoma ou de pequena empreiteira ou em atividades recreativas que ocorrem em lajes). Segundo o ortopedista Alexandre Fogaça, muitos dos acidentes ocorrem por falta de e proteção ou uso inadequado dos equipamentos de segurança. Comuns e altamente incapacitantes, as lesões acontecem, na maioria dos casos, em consequência de acidentes de trabalho ou de atividades recreativas onde ocorrem às quedas. Mais de 80% das vítimas são homens entre 18 e 45 anos. “São pessoas que, no auge da produtividade, levarão sequelas para o resto da vida”, diz o ortopedista.

Na ortopedia do HC, 60% dos pacientes com fratura da coluna chegam com lesão neurológica que deixam o indivíduo permanentemente incapacitado e necessitando de auxílio permanente. “Todos que dão entrada com lesão medular e são operados perdem, no mínimo, a mobilidade da coluna na área da cirurgia e a grande maioria evolui com alguma sequela neurológica, limitando a força dos braços e pernas e o controle de micção e evacuação”, explica Fogaça. A média de permanência de um lesado medular no hospital é de três meses, passam por uma ou duas cirurgias, e levam no mínimo um ano para se reabilitar. Apenas 30% deles retornam ao mercado de trabalho, mesmo assim, com algum tipo de comprometimento leve.

“Pacientes com lesão medular são mais vulneráveis a contrair infecções urinárias, desenvolver escaras e outros problemas”, relata Fogaça. Para o especialista, com a expansão da construção civil e a popularidade de atividades recreativa nas lajes, é fundamental a criação de campanhas de prevenção. “A fratura da coluna é endêmica, cada vez mais comum, é preciso orientar a população para o uso de equipamentos de segurança corretamente e para não subir nas lajes”, conclui.

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