Para inovar, o Brasil precisará vencer a desindustrialização!

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desindustrializaçãoSe inovar é agregar continuamente as melhorias tecnológicas num determinado produto, buscando alcançar mais competitividade, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, afirma que a desindustrialização, promovida pela política cambial e pelo alto custo de produção no país, está reduzindo o ânimo das empresas de investirem no processo. Segundo ele, o real extremamente valorizado além de facilitar o crescimento das importações de produtos acabados, contribui para o baixo índice de investimento em inovação e desenvolvimento tecnológico no país, pois desestimula a produção. Na verdade, com a atual carga tributária brasileira, de 35,13% do PIB, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT, o empresário brasileiro necessita de uma estrutura para cumprir com suas obrigações tributárias e garantir o funcionamento de sua empresa. “Hoje a adoção dessas práticas se tornou uma necessidade, em vista da altíssima carga tributária que recai sobre as instituições”, afirma o presidente do IBPT, João Eloi Olenike.

Segundo Olenike, a maneira mais efetiva de redução do impacto da carga tributária nas empresas ocorre por meio da utilização do Planejamento Tributário. Trata-se de uma técnica de coordenação das atividades da empresa, levando em consideração os tributos e seus reflexos na organização. Por meio de procedimentos legais, é possível promover a racionalização do ônus tributário. Para o presidente do instituto, existe a possibilidade de aproveitar as brechas na legislação para reduzir a carga de tributos às empresas. “Parte-se do princípio de que aquilo que não é vedado em lei é permitido. Como não há na lei vedações à opção por determinado regime de apuração de imposto, então a empresa pode utilizar este recurso”, afirma o presidente do Instituto, que em dezembro de 2011 completa 19 anos de atuação, com a realização de estudos, pesquisas e pareceres sobre temas tributários e de finanças públicas, entre outras atividades.

João Eloi Olenike alerta ainda para a importância do empresário consultar um escritório especializado que poderá analisar as características da empresa, bem como sua documentação fiscal de forma a realizar o Planejamento Tributário. Esses procedimentos utilizados para a redução do impacto da carga tributária atuam de forma preventiva, e são feitos através da análise do tributo, identificação e projeção de atos e fatos tributáveis e seus efeitos, e o estabelecimento de um comparativo entre os resultados prováveis e os procedimentos possíveis, garantindo ao empresário a escolha da alternativa menos onerosa, sempre dentro dos parâmetros legais. Segundo Olenike, as principais vantagens da prática para o empresário é a possível redução da carga tributária, adoção de procedimentos efetuados dentro do âmbito da legalidade, maior poder de competitividade e maximização dos resultados econômicos (lucros). O presidente ressalta que os procedimentos podem ser aplicados em todas as empresas, de pequeno, médio e grande porte. “Obviamente, como as pequenas empresas se encontram, em sua grande maioria, em regimes simplificados de tributação, a margem para o planejamento é menor”, explica.

Para Barbato, ainda falta de um programa nacional único que coordene as políticas públicas de apoio à pesquisa, ao desenvolvimento e à inovação no país. “As políticas existentes concorrem entre si, pois estão espalhadas pelos diversos órgãos de governo. É o caso, por exemplo, das linhas de financiamento do BNDES voltadas para a inovação nas empresas, dos programas e serviços setoriais não financeiros de apoio à inovação e, principalmente, dos editais de subvenção econômica da Finep”. Além disso, Barbato destaca a incerteza de que as políticas de incentivo, financiamento e subvenção existentes estejam realmente contemplando projetos de interesse da indústria e, consequentemente, do desenvolvimento produtivo, que é a essência da Lei de Inovação. Ele reforça que a inovação resolve problemas práticos, como baratear o processo industrial, agilizar a produção, gerar maior eficiência e rentabilidade de forma ambientalmente correta, ou seja, garante a competitividade, “por isso, a necessidade de uma concentração de esforços para que as subvenções cheguem efetivamente ao setor produtivo”, afirma.

O presidente da Abinee lembra que foi por mobilização da indústria e de entidades como a Sociedade Pró Inovação Tecnológica que algumas conquistas importantes ocorreram nos últimos anos como a Lei do Bem, que concede incentivos fiscais a empresas inovadoras, a Lei da Inovação, que permite o compartilhamento do risco tecnológico entre Estado e empresa através da subvenção, e, mais recentemente, a Lei das Compras Públicas, que dá preferência em licitações a produtos desenvolvidos tecnologicamente no Brasil. Humberto Barbato destaca que no atual cenário de crise mundial, a inovação tem um caráter essencial para garantir a competitividade, porém, para se atingir esta condição competitiva, é necessário ousadia. “Estamos perdendo espaço para grandes competidores – Índia e China – que agregam mais valor a seus produtos do que nós, e de forma mais rápida”. Para ele, o país precisa, urgentemente, adotar medidas compensatórias à nefasta política cambial que, associada a uma infraestrutura totalmente defasada que só encarece o processo produtivo, tanto penaliza a indústria. “A cultura de inovação tecnológica faz parte do DNA do empreendedor industrial, que já não suporta mais o peso do câmbio”, afirma. “Inovar é fundamental, mas quando produzir ainda é viável”, conclui Barbato.

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Moda com produtos sustentáveis: tendência ou greenwash?

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O MASP é um caminho ordenado, composto de passos e subpassos pré-definidos para a escolha de um problema, análise de suas causas, determinação e planejamento de um conjunto de ações que consistem uma solução, verificação do resultado da solução e realimentação do processo para a melhoria do aprendizado e da própria forma de aplicação em ciclos posteriores. O MASP prescreve como um problema deve ser resolvido e não como ele é resolvido, contrapondo dois modos de tomada de decisão que Bazerman (2004) denomina de “modelo prescritivo” e “modelo descritivo”.

Acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/

Newton Figueiredo

Tem surgido um movimento liderado por importantes nomes da moda nacional e internacional que é o de aliar o fashion ao sustentável. As iniciativas vão desde camisetas com mensagens em defesa das florestas, uso de fios orgânicos, redução das emissões dos gases de efeito estufa, menor consumo de água, entre outras.  Será que essas ações representam de fato a incorporação genuína de uma postura de contribuir para a melhor qualidade de vida das pessoas ou apenas estratégias de marketing para que a moda entre no modismo ambiental? Afinal, os fatos estão aí, importação de tecidos e roupas de países asiáticos, em que não se sabe ao certo as condições de trabalho do lado de lá nem a responsabilidade ambiental desses fabricantes que nos enviam produtos a baixíssimos custos já que estão socializando seus impactos socioambientais. Do lado de cá são detectadas condições precárias de trabalho em muitas oficinas de costuras.

Para fazer a inscrição no evento, clique no link http://www2.acttive.com.br/acttive/multimeeting2011sp.nsf/frminscricaosoftware?OpenForm

É gratuito

Analisando este cenário, as marcas têm colocado em risco seus negócios e a imagens construídas após muito investimento. Pesquisas continuam a indicar que os consumidores estão mais atentos e dispostos a adquirir produtos de empresas socioambientalmente responsáveis e que os investidores cada vez mais criteriosos. Vale sempre lembrar que um produto não pode ser considerado sustentável só porque é feito de algodão orgânico. Um jeans ou uma camiseta só podem ser sustentáveis se tiverem comprovados, no mínimo, os cinco itens essenciais de sustentabilidade: qualidade e salubridade do produto, e responsabilidades social, ambiental e de comunicação com o consumidor do fabricante. De nada adianta ser orgânico se a tintura apresentar níveis elevados de toxidade para o usuário, se não houver responsabilidade socioambiental em todo o processo de plantio, extração, fabricação e distribuição das mercadorias e se a comunicação com o consumidor não for ética.

A questão da toxidade será cada vez mais relevante. Um tecido para receber o Selo SustentaX e ser considerado minimamente sustentável também precisa comprovar sua salubridade, submetendo-se a ensaios de acordo com o seu uso final. Assim, para tecidos que serão usados para a fabricação de roupas infantis, o rigor para a concentração de substâncias químicas (como formaldeído, metais pesados…) é maior do que para tecidos decorativos, a fim de evitar riscos de contaminações e alergias. Além destes testes, são necessárias outras comprovações de atendimento aos critérios essenciais e complementares de sustentabilidade. Os consumidores estão atentos às inúmeras facetas e cores da “maquiagem verde”. Em muito boa hora o Conar estabeleceu regras específicas para diferenciar aqueles que promovem o tema sustentabilidade em seus negócios. O importante é ser sustentável não apenas na mensagem, mas sobretudo nas ações que impactam os consumidores.

Newton Figueiredo é fundador e presidente do Grupo SustentaX – janaina.silva@sustentax.com.br

NORMAS TÉCNICAS ATUALIZADAS

O sistema Target GEDWeb agrega inúmeros benefícios para a empresa, pois todos os colaboradores, departamentos e fábricas no Brasil e em toda parte do mundo terão acesso online às normas técnicas em suas últimas edições, válidas em auditorias do sistema de gestão da qualidade, gerando economia e tranquilidade no dia a dia na busca de informações técnicas. Acesse o link e confira os benefícios e as funcionalidades que o Target GEDWeb pode oferecer para a empresa:

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