Coletes à prova de balas. Não compre gato por lebre!

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coletesO caso do cinegrafista que levou um tiro e morreu mesmo estando de colete à prova de balas revelou que alguém comprou gato por lebre. Esse tipo de produto é controlado pelo Ministério da Defesa – Exército Brasileiro, por meio da Portaria nº. 18, de 19 de dezembro de 2006 (Anexo B), que regulamenta as normas de avaliação técnica, fabricação, aquisição, importação e descarte do produto, e considera como colete à prova de balas qualquer vestimenta que utilize material balístico (terno, blazer, camisa, casaco, calça etc.) e ofereça proteção contra disparos de projéteis. Independente do tipo de material utilizado na fabricação dos coletes à prova de balas, a Portaria nº 18 determina que eles devem atender à norma NIJ dos Estados Unidos, que estabelece exigências mínimas de desempenho dos coletes e testa métodos para sua resistência balística, a fim de proteger o tronco contra tiroteio. Atualmente, ainda é aceito o que se recomenda na Norma NIJ-0101.03, usada nos Estados Unidos desde abril de 1987, porém, após 19 de dezembro de 2007, segundo a citada Portaria nº. 18, todos os coletes utilizados no Brasil deverão atender somente a Norma NIJ- 0101.04, datada de junho de 2000.

A NIJ 0101.04 regulamenta os procedimentos para a fabricação, avaliação técnica, aquisição, importação e destruição de coletes à prova de balas, classificando os coletes em sete diferentes níveis de desempenho balístico, em função da ameaça balística imposta pelos projéteis, em ordem do mais baixo ao mais alto nível de proteção, que são: Tipo I, Tipo IIA, Tipo II, Tipo IIIA, Tipo III, Tipo IV e Especial, e ainda quanto ao grau de restrição: de uso permitido, e de uso restrito. Segundo essa norma, o aprofundamento permitido por um disparo em um colete de proteção balística é de no máximo 44 mm, o que tecnicamente é chamado de trauma fechado, devido aos fios longitudinais que absorvem a energia do impacto do projétil e a dissipa com rapidez incrivelmente alta. Além de impedir a penetração do projétil ocasiona um menor aprofundamento, neutralizando ou minimizando o trauma no corpo do usuário.

O colete à prova de balas é considerado um Equipamento de Proteção Individual (EPI) que oferece proteção ao tronco contra riscos de origem mecânica, protegendo seus usuários de traumas e lesões. Devem fornecer como característica principal segurança e confiabilidade, portanto, devem ser periodicamente testados em laboratórios de acordo com as normas internacionais já especificadas. Apesar do seu emprego não garantir 100% de segurança, quando o usuário usa o colete balístico é significativamente diminuída a possibilidade de ele ser fatalmente ferido ou sofrer danos em seus órgãos internos, deixando-o temporariamente incapacitado de trabalhar. Dessa forma, o nível de proteção do colete deveria ser compatível com o risco ao qual o policial se expõe, livrando-o do perigo.

A seleção do nível do colete é, até certo ponto, uma contrapartida entre a proteção balística e o desconforto do uso, pois o peso e o volume do colete são inversamente proporcionais ao nível da proteção balística que fornece, conseqüentemente, o conforto diminui enquanto o nível de proteção aumenta, limitações que são ponderadas na escolha do colete para os policiais, a fim de otimizar a relação existente entre resistência e comodidade, permitindo a liberdade para os movimentos, entretanto, os argumentos quanto ao desconforto do colete são facilmente derrubados pela proteção que ele oferece. No Brasil, o modelo mais usado contra a perfuração de projéteis de armas de fogo do Nível II e do modelo dissimulado, tendo como função paralisar a trajetória do projétil impactado contra o colete e também as ondas de choques resultantes.

Os mais variados modelos podem ser confeccionados em material de polietileno e ou aramida, ou outras composições desses materiais, sendo que os coletes de Nível II oferecem proteção para os projéteis de munição calibre .357 Magnum JSP, com velocidade de 425 m/s e massa de 10,20g; e 9 mm FMJ, com velocidade de 358 m/s e massa de 8,0 g (Tabela 4) para proteção frontal (tórax e abdômen) e dorsal (costas), de forma que permitam a proteção das partes vitais e que obedeçam às normas exigidas pelo exército. Este nível de proteção protege contra a maioria de armas utilizadas pelos criminosos, enquanto ainda permitem aos policiais maior conforto e mobilidade.

Em função do seu nível de proteção é que são determinados quais tecidos serão usados e quantas camadas desse tecido ou tipos de placas serão necessárias para parar a ameaça balística e minimizar o trauma resultante do impacto. Atualmente, os coletes de proteção balística são divididos em dois grupos principais: os coletes rígidos e os coletes macios. Os rígidos são feitos com placas cerâmicas ou metálicas, rígidos o suficiente para desviar uma bala ou outro tipo de arma. Ou seja, o material rígido deflete com praticamente a mesma força que o projétil atinge o colete, impedindo sua penetração, e oferece mais proteção que o colete macio. Entretanto, é muito desconfortável sendo utilizado em situações especiais, e, no uso diário, os policiais e militares usam coletes de proteção macios que, além desse modelo, pode ser usado no modelo de camisa ou jaqueta normal. Os coletes macios são confeccionados com material flexível, sobrepostos em diversas camadas, formando uma placa protetora flexível que protege contra a perfuração de projéteis de armas de fogo.

Os fabricantes comercializam seus produtos classificando-os em seis níveis de proteção balística, seguindo a tabela de resistência da norma norte-americana NIJ Standard 0101.03 e 0101.04, que exige que a penetração de um determinado projétil (munição), disparado com massa e velocidade determinada, seja igual a zero, provocando uma deformação máxima (trauma fechado) no corpo do usuário inferior a 44 mm (NIJ Standard 0101.03). Os coletes são classificados em sete diferentes níveis de desempenho balístico, em função da ameaça balística imposta pelas balas e cartuchos. Em ordem do mais baixo ao mais alto nível de proteção, são: Tipo I, Tipo IIA, Tipo II, Tipo IIIA, Tipo III, Tipo IV e Especial, e ainda quanto ao grau de restrição: de uso permitido e uso restrito. Em função do nível de proteção, é estabelecido o número de camadas do painel de proteção balística. Geralmente, para os níveis III e IV, há o acréscimo de placas rígidas de cerâmica ou polietileno. Contudo, deve-se ponderar a ausência de estudos com embasamento científico que considere aspectos morfológicos dentro do contexto de design ergonômico para a concepção deste produto ou seu redesenho, agregando características de usabilidade, conforto, desempenho e segurança.

Classificação dos coletes quanto ao nível e grau de restrição

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Trabalhando em qualquer lugar, sem ser em casa ou no escritório tradicional

Contate o Claudemir Oribe para um treinamento ou uma palestra em sua empresa sobre o MASP ou para tirar as suas dúvidas sobre gestão e sobre o MASP. Faça contato com ele: (31) 3391-7646 – 8748-1686 ou pelo e-mail: claudemir@qualypro.com.br

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“O Diagrama de Árvore é classificado no Japão como uma das sete ferramentas gerenciais para o controle da qualidade. Apesar desse caráter aparentemente elevado, é uma ferramenta simples, fácil de ser utilizado e apresenta vantagens em relação à algumas das demais juntas. Um processo de análise e solução de problemas deve passar por algumas etapas tais como: Identificação, Observação, Análise, Plano de ação, Ação, Verificação, Padronização e Conclusão. As ferramentas de solução de problemas são utilizadas e distribuídas conforme necessário, entre essas etapas. Ao final do problema teríamos a utilização de diversas delas, até a conclusão do processo de solução. Já que estamos falando do aumento de produtividade, o Diagrama de Árvore poderia substituir várias das ferramentas, evidentemente em contextos definidos, mas que representam a grande maioria dos problemas que ocorrem nos ambientes industriais e administrativos do país.”

Acesse o site do MASP da Qualipro:

http://www.masp.inf.br/site/

trabalhoAlgumas pessoas, como eu, por exemplo, estão conseguindo trabalhar em qualquer lugar do mundo. No meu caso, basta eu estar com meu netbook e haver uma conexão à internet. Dá para fazer isso em restaurantes, casas de amigos, eventos, etc. Uma pesquisa independente da ZZA Responsive User Environments acabou com o mito de que o trabalho flexível significa necessariamente trabalhar em casa. O relatório, que combina dados de uma pesquisa feita com 17.000 grandes empresas em vários países por meio de entrevistas detalhadas com seus principais executivos, mostra que o trabalho remoto, em outros locais além do escritório e do home office, é cada vez mais comum. Esses “terceiros lugares” abrangem centros empresariais, clubes, bibliotecas e áreas informais, como lanchonetes e cafeterias, por exemplo. O relatório também revela que trabalhar nesse “terceiro lugar” traz uma série de benefícios, como o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, menos estresse e maior produtividade do funcionário. E para as empresas, uma diminuição dos custos com a manutenção dos espaços de trabalho.

De autoria da professora e antropóloga Ziona Strelitz, o relatório aponta que “as condições atuais da sociedade, da economia, aliados ao desenvolvimento da tecnologia criam novas oportunidades para todos e impõem novos paradigmas para as organizações. Atrair e manter talentos é um dos maiores desafios de qualquer empresa nos dias de hoje. A opção de trabalhar em outros locais melhora a qualidade de vida do profissional.”  A pesquisa foi encomendada pela Regus, fornecedora global de soluções para o ambiente de trabalho. “Esse é um estudo independente que destaca como o trabalho em um ‘terceiro lugar’ é uma opção cada vez mais utilizada pelo mundo corporativo. Comercialmente, trata-se ainda de uma tendência que torna o trabalho produtivo e estimulante”, afirma Mark Dixon, CEO da Regus. As principais conclusões do relatório incluem:

· 52% dos profissionais que trabalham em um “terceiro lugar” em todo o mundo usam centros empresariais em tempo integral ou durante uma parte do tempo.

· 72% desses usuários de “terceiros lugares” passam três dias ou mais por semana no seu centro empresarial favorito ou outro “terceiro lugar”.

· 70% dos usuários de centros empresariais consideram esses ambientes mais produtivos do que os locais informais.

· A maioria dos entrevistados não quer trabalhar em casa. Eles preferem desenvolver suas atividades junto com outros profissionais, motivados por um propósito em comum, sem distrações, e com acesso às tecnologias e recursos que não estão à sua disposição em casa, e que permite maior concentração em suas tarefas diárias.

· Os “migrantes digitais” (pessoas que utilizam um “terceiro lugar” com frequência) são de todas as idades. A pesquisa mostra que não existe uma relação entre a faixa etária e a preferência por um “terceiro lugar”.

· A oportunidade de trabalhar em um local próximo de casa traz maior equilíbrio entre vida profissional e particular, deixa a pessoa muito mais satisfeita e aumenta a produtividade também. Um local próximo e conveniente foi citado por 73% dos entrevistados como o maior benefício de se trabalhar em um “terceiro lugar”.

· Estar próximo de casa, a reduzir o estresse e o tempo gasto em trânsito, principalmente nos horários de picos, além de diminuir a exposição diária aos poluentes do ar.

· Os funcionários moram em regiões diferentes, por isso é inviável que as organizações estejam próximas de todas as residências de seus funcionários. Por isso, para aumentar a produtividade, a estratégia por parte das empresas é investir no “terceiro lugar” profissional.

· Para as corporações, o trabalho em “terceiros lugares” reduz os custos e a burocracia com imóveis, viabiliza o uso flexível de recursos sob demanda, além de manter uma imagem eficiente e profissional

Quem quiser pode fazer o download do relatório da ZZA User Responsive Environments, “Why place still matter in the digital age; third place working in easy reach of home” (Por que o local de trabalho continua a ser tão importante na era digital?), de agosto de 2011, em: www.regus.com/futureofwork O relatório apresenta aspectos importantes para que profissionais e organizações possam avaliar os benefícios do trabalho em “terceiros lugares”, com informações sobre qual o “terceiro lugar” mais adequado ao seu perfil de trabalho.

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar: http://www.target.com.br/portal_new/produtossolucoes/NBR/Comentadas.aspxNBR 14039Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADASistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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Glossário Técnico Gratuito

Disponível em três línguas, a ferramenta permite procurar termos técnicos traduzidos do português para o inglês e para o espanhol. Acesse no link

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Descaso e incompetência

Target GEDWeb Setorial Petroquímica

Alguns fatores indicam que para a expansão da indústria petroquímica brasileira há a necessidade de novos investimentos. E quais são esses fatores? O potencial de mercado sinalizado pelo baixo consumo local em relação aos padrões dos países desenvolvidos e a defesa e preservação do mercado interno de petroquímicos, cuja balança comercial hoje está equilibrada num cenário de intensa competição internacional. Clique para mais informações.

vazamentoEssas são as duas palavras que resumem a atuação da presidente, dos diretores da Petrobras, da ministra do Meio Ambiente, dos ógãos fiscalizadores, ou seja do governo em relação ao vazamento de petróleo no Campo do Frade, onde a Chevron perfurava um poço de petróleo, expôs o descontrole e a falta de conhecimento dos gestores públicos sobre o que de fato ocorre na costa brasileira com a exploração do petróleo. O que se pode notar é que no Campo do Frade há uma total ausência de uma estrutura de fiscalização pública sobre a atividade privada. Nem preventiva, pois depois que o dano está feito é que aparecem os fiscais.

Na verdade, não existe um plano de contenção para a exploração do petróleo e do gás nesses locais, havendo alguns atropelos do processo de contenção do acidente, o que exibe a limitação da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e os órgãos ambientais envolvidos. E o pior: ninguém sabe ou não tem conhecimento detalhado sobre as condições em que operava a Chevron. Assim, o pedido de indenização da Defensoria Pública da União só terá o valor determinado quando estiver estabelecido o tamanho e as conseqüências do vazamento. Como há várias multas e indenizações pedidas contra a Chevron, o mais provável é que as indenizações sejam agrupadas para um julgamento único, o que evitará, no futuro, um recurso da empresa para anular decisões sobre o ressarcimento de danos.

Contudo, outros órgãos do governo foram eficazes, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que no dia 18 de novembro disponibilizou um conjunto de imagens do radar ASAR, a bordo do Envisat, e do sensor MODIS, dos satélites Aqua e Terra, que foi entregue ao Ibama e à Petrobras. As imagens podem ser utilizadas para avaliar o vazamento de petróleo no campo da empresa americana Chevron, situado na Bacia de Campos, no litoral norte do Rio de Janeiro. “A Petrobras recebeu as imagens 30 minutos após serem gravadas pelos satélites. São informações importantes para o contingenciamento do acidente”, informa Ivan Barbosa, chefe da Divisão de Geração de Imagens do INPE.

Desde 2009, o INPE mantém em sua unidade de Cachoeira Paulista uma Estação de Sensoriamento Remoto Marinho que recebe imagens, em tempo quase real, para a detecção de poluentes na superfície do mar e outras aplicações, como o estudo de ecossistemas e recursos naturais marinhos e a medição da intensidade de correntes e campo de ventos, altura de ondas, entre outros parâmetros. A estação, que recebe e processa as imagens do satélite Envisat, foi adquirida pelo INPE em parceria com a Petrobras. Suas imagens são ideais para o monitoramento ambiental e identificação de derrames de óleo no mar. “O fornecimento imediato e contínuo de imagens à Petrobras faz parte da nossa operação regular”, explica Ivan Barbosa. Para acompanhar a situação na Bacia de Campos, enquanto necessário também o Ibama receberá as imagens dos satélites do INPE. As imagens da Bacia de Campos fornecidas pelo INPE estão disponíveis no link http://imagens.dgi.inpe.br/cdsr/Bacia_de_Campos/

Agora, depois do leite derramado ou do petróleo estendido em uma mancha imensa, acontece a difusão, que é o processo pelo qual o óleo derramado se move fisicamente e se dilui acima da superfície da água. A superfície lisa pode então ser transportada pela água corrente ou ser movida pelo vento em uma proporção de quase 3 a 4% da velocidade do vento. O grau de difusão é diretamente influenciado pela viscosidade do óleo derramado e por condições ambientais como a força do vento, turbulência e a presença de gelo na superfície da água.

Já a evaporação é inicialmente importante em reduzir o volume de derramamento que permanece no ambiente aquoso e terrestre. Ela é mais importante na dissipação de frações de hidrocarbonetos relativamente leves e voláteis e é acentuada por altas temperaturas ambientais e velocidade do vento, e no ambiente marinho por mares violentos que movem o óleo derramado para a atmosfera pela formação de um fino aerosol na crista da onda. No mar , já que as frações de petróleo de baixo peso molecular são evaporados preferencialmente, a relativa concentração de moléculas mais pesadas cresce grandemente no volume residual derramado. Por exemplo, após um derramamento de um óleo no Alasca, houve uma perda de 15-20%de massa por evaporação. Isto causou uma relativa concentração de frações moleculares pesadas, não destiladas, de uma massa inicial de 34% a mais de 50%.

A solubilização é o processo pelo qual frações de óleo dissolvem-se na coluna de água. Isto causa contaminação da água na vizinhança da área derramada. Em geral, frações mais leves são mais solúveis em água do que as mais pesadas e aromáticos são mais pesados que os alcanos. Por fim, o material residual que é a fração que permanece após a maioria da evaporação e solubilização das frações leves ter ocorrido. Este resíduo forma uma emulsão um pouco estável e gelatinosa conhecida como mousse .Como este é lavado para a terra , pode se combinar com partículas de sedimento para formar óleos como piche e areia, que serão soterradas na praia ou serão lavados de volta para o mar. No mar a degradação das emulsões por oxidação biológica e fotooxidação de componentes leves cria blocos de um resíduo asfáltico, denso semi sólido. Estes são importantes nas poluições crônicas das praias e alguns ambientes pelágicos. A principal fonte destes resíduos é a lavagem de tanques.

Por tudo isso, a sociedade vai ter que conviver com o petróleo e as toxicidades dos hidrocarbonetos que são bem conhecidos e bem estudados fenômenos, com uma grande quantidade de dados de bioensaios de laboratório e de campo. Revisões compreensivas de dados específicos de toxicidade para uma grande variedade de organismos são úteis em várias fontes. Muitos bioensaios tem sido feitos para avaliar a provável toxicidade de espécies de hidrocarbonetos. Uma importante observação foi feita nestes estudos de que a toxicidade de hidrocarbonetos particulares é fortemente relatada à sua estrutura química e sua hidrofobicidade. Para explicar a de um outro jeito, os hidrocarbonetos que são mais solúveis em água são menos tóxicos.

O mecanismo biofísico do efeito de hidrofobicidade é que a proporção de transporte de hidrocarbonetos nos organismos depende da sua solubilidade em fase lipídica das membranas celulares. A solubilidade lipídica é o maior fator de controle para a proporção e grau de bioconcentração de hidrocarbonetos específicos do ambiente aquático. Em casos de exposição aguda, a solubilidade de lipídios influencia o grau de rompimento da membrana que é causado (perda da integridade da membrana plasmática é frequentemente observado pelo efeito tóxico de uma aguda exposição de hidrocarbonetos).

Deve ser salientado que espécies de hidrocarbonetos insolúveis em água tem uma grande toxicidade, maior que os relativamente leves e solúveis em água. A grande parte dos danos ecológicos após um derramamento de petróleo é frequentemente atribuido as frações leves. A razão para essa contradição é que os hidrocarbonetos mais leves tipicamente constituem uma grande fração do volume derramado e desde que eles têm baixo peso molecular, eles compreendem uma fração muito maior do número total de moles de hidrocarbonetos no derramamento de petróleo que tem contato com organismos do que os hidrocarbonetos mais pesados. A bioconcentração de hidrocarbonetos no ambiente aquático tem sido determinada em muitas situações de exposição crônica e após eventos de derramamento. A contaminação de ecosistemas terrestres afeta não somente a microbiota do solo, mas também a macrocomunidade residente. Os efeitos deletérios do óleo são maios acentuados na flora apesar de ocorrerem danos na comunidade animal. Ocorre também falta de investigações dos efeitos na flora.

Em plantas: os danos são mais acentuados, ocorrem nas partes mais sensíveis das plantas, como as raízes. Os efeitos são menores nas partes de madeira de árvores e arbustos. Efeitos indiretos incluem a falta de oxigênio no solo e consequente redução de microorganismos. Os microorganismos que degradam petróleo competem com as plantas por nutrientes minerais. Derramamentos de baixa escala podem algumas vezes atuar privilegiando o crescimento de algumas plantas, isso se deve pela ação como hormônio de componentes do petróleo. Os efeitos dependem do tipo de vegetação presente na área afetada.

Em animais: por causa do alto teor de conteúdo lipídico e taxas metabólicas os animais do solo são provavelmente mais sensíveis do que as raízes das plantas. O óleo exerce um grande efeito sobre a respiração dos animais. Um efeito indireto sobre os animais é a exaustão de oxigênio no ar do solo por causa da degradação microbiana. Mais estudos deverão ser feitos para se esclarecer os danos causados às populações animais afetadas por derramamentos de petróleo.

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Desenvolvendo a aptidão dos filhos

claudemir2“Muita gente usa, mas poucos conhecem a história do mais popular e consagrado método de solução de problemas de qualidade – o MASP. Tudo começa na revolução científica entre os séculos XVI e XVIII quando eclodiu na Europa a revolução científica que lançou as bases do método científico que conhecemos hoje. Pensadores como Copérnico, Kepler, Descartes, Bacon e, principalmente, Galileu descreveram métodos para a observação da natureza, medições precisas e indução de novas teorias com base em experimentos. Tais preceitos serviram de alimento para a inspiração de tendências filosóficas diversas como o racionalismo, o empirismo e o pragmatismo.” (Claudemir Oribe).

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O desenvolvimento de uma habilidade que pode fazer a diferença na vida de uma pessoa, pode ser estimulada já na infância. Nesta fase, é possível identificar capacidades valorizadas na vida profissional, tais como, se relacionar, liderar um grupo, ser pró-ativo ou até uma habilidade específica manual. Segundo a especialista em coaching, Susana Azevedo, essas descobertas podem ser feitas em primeira-mão pelos pais. “Os pais são os primeiros coaches de uma pessoa. Assim como o profissional especializado, os pais ouvem, observam, questionam e buscam soluções em conjunto para atingir a meta do desenvolvimento completo do seu filho. Esse também é o papel do coach”, afirma. Essa observação é feita no cotidiano por meio dos movimentos, atitudes e áreas onde a criança começa a se destacar. O ginasta americano Bart Conner conta que, quando era menino, o seu pai se irritava com os malabarismos que fazia toda vez que eles recebiam visitas em casa. Em uma ocasião, observando a desenvoltura do garoto, a mãe de Conner resolveu matriculá-lo em uma escola de ginástica olimpica. O menino se encontrou. As aulas de ginástica eram esperadas com ansiedade e ele passou a ser bem mais alegre. Hoje, o menino travesso se tornou no ginasta mais condecorado dos Estados Unidos, é casado com a também ginasta romena campeã olímpica Nadia Comaneci e ganha milhões como comentarista de TV.

Susana Azevedo acredita que se os pais estiverem conscientes desta função, vão criar pessoas mais seguras e com objetivos de vida mais concretos. “Por meio do aprimoramento das competências já existentes, focando em ações para atingir metas e desejos pré-determinados, a criança cresce sabendo o seu propósito, sendo capaz de aproveitá-lo de forma mais completa em sua vida, se tornando uma pessoa mais feliz e mais produtiva”, considera. A teoria é defendida também pelo professor e escritor inglês Sir Ken Robinson, Phd em desenvolvimento da educação, criatividade e inovação. O professor defende que os pais ajudam as crianças a brilharem. Para ele, se a capacidade encontrada na infância não for incentivada, o sistema educacional e de trabalho se encarregam de anular e transformar a pessoa em um indivíduo ordinário.

Com a observação diária das crianças pelos pais, é possível descobrir como elas brincam, se relacionam, aprendem, se comunicam, e ainda identificar quais são os temas pelos quais se interessam. “A partir daí, os pais devem proporcionar experiências para avaliar esses diversos caminhos ainda na infância, ou seja, identificar o que realmente vale a pena estimular. Esta dinâmica ajudará a criança na chegada da vida adulta com consciência da sua paixão e trabalhar o seu potencial por completo”, finaliza Susana Azevedo.

 

Psicomotricidade

A psicomotricidade é um campo da pedagogia que engloba as interações do corpo humano com o exterior e estuda suas relações com o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança. Os conceitos complexos, que envolvem principalmente o desenvolvimento da coordenação motora, são trabalhados no ambiente escolar de diversas maneiras. Em atividades lúdicas, educadoras aprimoram o conhecimento das crianças sobre o próprio corpo. Um dos componentes curriculares do Colégio Ápice, especializado em educação infantil, é Movimento, área que trabalha com conceitos da psicomotricidade. Maria Rocha, coordenadora pedagógica, conta que as ações voltadas ao conhecimento e domínio do próprio corpo são realizadas de diversas maneiras. “A criança exercita sua coordenação motora a todo tempo”, diz a especialista. Por isso é importante haver uma supervisão para definir tarefas que sirvam de treino para determinadas ações. Trabalhos voltados à coordenação motora ampla, que incluem atividades como caminhar, subir escadas ou simplesmente se equilibrar, começam desde cedo. Os alunos mais novos percorrem circuitos com obstáculos como passar por dentro de pneus, pular objetos ou se arrastar. Os mais velhos trabalham atividades mais complexas, como danças. “Esses trabalhos permitem à criança se adaptar a ritmos e posturas diferentes, ampliando sua percepção do corpo, explica Maria”.

Permitir que a criança explore o ambiente ao seu redor é fundamental para o seu desenvolvimento. De acordo com a professora Cristina Carvalho, coordenadora do Joaninha, unidade de ensino infantil do Colégio Joana D’Arc, a exploração é importante para a criança adquirir confiança em si mesma e desenvolver força muscular. A superproteção, como não deixar a criança subir na cadeira para alcançar algum objeto, prejudica o desenvolvimento e, de acordo com a especialista, é até perceptível: “Alunos superprotegidos costumam ser mais inseguros e, por isso, menos autônomos”.

Os trabalhos com a coordenação motora fina, responsável por ações mais delicadas como escrever, pegar um objeto ou recortar figuras de uma revista, ocorrem paralelos aos de coordenação ampla. Eles exigem, entretanto, muito respeito do educador ao tempo de desenvolvimento necessário às crianças. O desenvolvimento neurológico da criança se dá do tronco para as extremidades. Antes de andar, a criança necessariamente vai aprender a sentar, diz Cristina Carvalho. Esse desenvolvimento independe de estímulos externos, como forçar a criança a escrever uma letra repetidas vezes. “O estímulo facilita a ação e pode até servir como treinamento prévio, mas a criança precisa estar neurologicamente preparada para executar algumas tarefas”, explica a especialista.

É importante que o professor saiba o que é esperado para cada faixa etária, levando em conta que há certa elasticidade no aprendizado. A criança só tem capacidade de escrever à mão livre de maneira adequada a partir dos sete anos. “Percebi, ao longo de minha experiência, que a criança que só começa a escrever aos sete o faz tão bem quanto aquela que repete todas as letras do alfabeto desde os quatro anos”, conta Maria Rocha. O treinamento das habilidades finas na escola começa utilizando materiais como massinha de modelar e papel. A criança é exposta a situações em que precisa realizar tarefas que desenvolvem sua coordenação motora fina. “No Ápice, trabalhamos bastante com rasgadura”, explica Maria. A criança começa rasgando papel de seda, bem fininho, e vai evoluindo até o papel cartão. A prática desenvolve seu domínio das mãos e a força com que executa cada ação.

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