Desenvolvendo a aptidão dos filhos

claudemir2“Muita gente usa, mas poucos conhecem a história do mais popular e consagrado método de solução de problemas de qualidade – o MASP. Tudo começa na revolução científica entre os séculos XVI e XVIII quando eclodiu na Europa a revolução científica que lançou as bases do método científico que conhecemos hoje. Pensadores como Copérnico, Kepler, Descartes, Bacon e, principalmente, Galileu descreveram métodos para a observação da natureza, medições precisas e indução de novas teorias com base em experimentos. Tais preceitos serviram de alimento para a inspiração de tendências filosóficas diversas como o racionalismo, o empirismo e o pragmatismo.” (Claudemir Oribe).

Contate o Claudemir Oribe para um treinamento ou uma palestra em sua empresa sobre o MASP.Também para tirar as suas dúvidas sobre gestão e sobre o MASP. Faça contato com ele: (31) 3391-7646 – 8748-1686 ou pelo e-mail: claudemir@qualypro.com.br

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O desenvolvimento de uma habilidade que pode fazer a diferença na vida de uma pessoa, pode ser estimulada já na infância. Nesta fase, é possível identificar capacidades valorizadas na vida profissional, tais como, se relacionar, liderar um grupo, ser pró-ativo ou até uma habilidade específica manual. Segundo a especialista em coaching, Susana Azevedo, essas descobertas podem ser feitas em primeira-mão pelos pais. “Os pais são os primeiros coaches de uma pessoa. Assim como o profissional especializado, os pais ouvem, observam, questionam e buscam soluções em conjunto para atingir a meta do desenvolvimento completo do seu filho. Esse também é o papel do coach”, afirma. Essa observação é feita no cotidiano por meio dos movimentos, atitudes e áreas onde a criança começa a se destacar. O ginasta americano Bart Conner conta que, quando era menino, o seu pai se irritava com os malabarismos que fazia toda vez que eles recebiam visitas em casa. Em uma ocasião, observando a desenvoltura do garoto, a mãe de Conner resolveu matriculá-lo em uma escola de ginástica olimpica. O menino se encontrou. As aulas de ginástica eram esperadas com ansiedade e ele passou a ser bem mais alegre. Hoje, o menino travesso se tornou no ginasta mais condecorado dos Estados Unidos, é casado com a também ginasta romena campeã olímpica Nadia Comaneci e ganha milhões como comentarista de TV.

Susana Azevedo acredita que se os pais estiverem conscientes desta função, vão criar pessoas mais seguras e com objetivos de vida mais concretos. “Por meio do aprimoramento das competências já existentes, focando em ações para atingir metas e desejos pré-determinados, a criança cresce sabendo o seu propósito, sendo capaz de aproveitá-lo de forma mais completa em sua vida, se tornando uma pessoa mais feliz e mais produtiva”, considera. A teoria é defendida também pelo professor e escritor inglês Sir Ken Robinson, Phd em desenvolvimento da educação, criatividade e inovação. O professor defende que os pais ajudam as crianças a brilharem. Para ele, se a capacidade encontrada na infância não for incentivada, o sistema educacional e de trabalho se encarregam de anular e transformar a pessoa em um indivíduo ordinário.

Com a observação diária das crianças pelos pais, é possível descobrir como elas brincam, se relacionam, aprendem, se comunicam, e ainda identificar quais são os temas pelos quais se interessam. “A partir daí, os pais devem proporcionar experiências para avaliar esses diversos caminhos ainda na infância, ou seja, identificar o que realmente vale a pena estimular. Esta dinâmica ajudará a criança na chegada da vida adulta com consciência da sua paixão e trabalhar o seu potencial por completo”, finaliza Susana Azevedo.

 

Psicomotricidade

A psicomotricidade é um campo da pedagogia que engloba as interações do corpo humano com o exterior e estuda suas relações com o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança. Os conceitos complexos, que envolvem principalmente o desenvolvimento da coordenação motora, são trabalhados no ambiente escolar de diversas maneiras. Em atividades lúdicas, educadoras aprimoram o conhecimento das crianças sobre o próprio corpo. Um dos componentes curriculares do Colégio Ápice, especializado em educação infantil, é Movimento, área que trabalha com conceitos da psicomotricidade. Maria Rocha, coordenadora pedagógica, conta que as ações voltadas ao conhecimento e domínio do próprio corpo são realizadas de diversas maneiras. “A criança exercita sua coordenação motora a todo tempo”, diz a especialista. Por isso é importante haver uma supervisão para definir tarefas que sirvam de treino para determinadas ações. Trabalhos voltados à coordenação motora ampla, que incluem atividades como caminhar, subir escadas ou simplesmente se equilibrar, começam desde cedo. Os alunos mais novos percorrem circuitos com obstáculos como passar por dentro de pneus, pular objetos ou se arrastar. Os mais velhos trabalham atividades mais complexas, como danças. “Esses trabalhos permitem à criança se adaptar a ritmos e posturas diferentes, ampliando sua percepção do corpo, explica Maria”.

Permitir que a criança explore o ambiente ao seu redor é fundamental para o seu desenvolvimento. De acordo com a professora Cristina Carvalho, coordenadora do Joaninha, unidade de ensino infantil do Colégio Joana D’Arc, a exploração é importante para a criança adquirir confiança em si mesma e desenvolver força muscular. A superproteção, como não deixar a criança subir na cadeira para alcançar algum objeto, prejudica o desenvolvimento e, de acordo com a especialista, é até perceptível: “Alunos superprotegidos costumam ser mais inseguros e, por isso, menos autônomos”.

Os trabalhos com a coordenação motora fina, responsável por ações mais delicadas como escrever, pegar um objeto ou recortar figuras de uma revista, ocorrem paralelos aos de coordenação ampla. Eles exigem, entretanto, muito respeito do educador ao tempo de desenvolvimento necessário às crianças. O desenvolvimento neurológico da criança se dá do tronco para as extremidades. Antes de andar, a criança necessariamente vai aprender a sentar, diz Cristina Carvalho. Esse desenvolvimento independe de estímulos externos, como forçar a criança a escrever uma letra repetidas vezes. “O estímulo facilita a ação e pode até servir como treinamento prévio, mas a criança precisa estar neurologicamente preparada para executar algumas tarefas”, explica a especialista.

É importante que o professor saiba o que é esperado para cada faixa etária, levando em conta que há certa elasticidade no aprendizado. A criança só tem capacidade de escrever à mão livre de maneira adequada a partir dos sete anos. “Percebi, ao longo de minha experiência, que a criança que só começa a escrever aos sete o faz tão bem quanto aquela que repete todas as letras do alfabeto desde os quatro anos”, conta Maria Rocha. O treinamento das habilidades finas na escola começa utilizando materiais como massinha de modelar e papel. A criança é exposta a situações em que precisa realizar tarefas que desenvolvem sua coordenação motora fina. “No Ápice, trabalhamos bastante com rasgadura”, explica Maria. A criança começa rasgando papel de seda, bem fininho, e vai evoluindo até o papel cartão. A prática desenvolve seu domínio das mãos e a força com que executa cada ação.

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