A qualidade das bacias ou louças sanitárias

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louçasAntigamente, as bacias sanitárias funcionavam com grande volume de água, que chegava até 18 litros, ocasionando um gasto excessivo de um recurso cada vez mais escasso no Brasil e no mundo. Dessa forma, a primeira ação setorial desenvolvida foi a realização no ano 2000 de um projeto de pesquisa inédito intitulado “Estudo para Definição do Volume Reduzido de Descarga para a Operação de Bacias Sanitárias”. Ele foi desenvolvido para proporcionar o atendimento a submeta de combate ao desperdício de água estabelecida pelo PBQP-H. O principal objetivo deste estudo foi estabelecer o volume reduzido de descarga que implica no menor consumo de água associado ao bom desempenho do produto.

Segundo o técnico Luiz Cláudio Ferreira Leite Pinto, da Roca Brasil, com base no estudo realizado, determinou-se que o volume de descarga racional que proporciona maior economia de água deve ser no entorno de 6,8 litros. Além disto, também como conclusão deste estudo, diversos métodos de ensaios foram alterados e outros inseridos no âmbito do programa, tendo em vista que a avaliação de desempenho das bacias de volume racional requer métodos de ensaio específicos, uma vez que aqueles que verificam o funcionamento de bacias com alto volume de água não são suficientemente eficazes quando se trata das de volume reduzido.

Esse estudo laboratorial foi desenvolvido na Escola Politécnica da USP, com o auxílio do Stevens Institute of Technology (New Jersey/EUA) e objetivou avaliar o desempenho em diferentes condições e propor métodos de ensaios adequados, envolvendo: a montagem de uma bancada de ensaios e da instrumentação específica no CTCC/EPUSP – Centro de Técnicas de Construção Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo; o levantamento dos diferentes métodos de ensaios e respectivas mídias visando caracterizar adequadamente o desempenho de bacias sanitárias de volume reduzido; a realização de ensaios de funcionamento em amostras de bacias sanitárias economizadoras dos cinco fabricantes participantes do projeto; a avaliação do impacto no desempenho das bacias com a variação do volume de descarga, pressão de alimentação e vazão do sistema de descarga. O estudo foi realizado em um conjunto habitacional da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo) em Pindamonhangaba/SP.

O objetivo desse estudo foi avaliar o comportamento do conjunto bacia sanitária e sistema de descarga em condições usuais de utilização e o impacto de redução do consumo de água, envolvendo como o advento das bacias sanitárias de volume reduzido de descarga e consequente mudança de paradigma, tornou-se necessária uma revisão dos documentos normativos existentes, para garantir o bom desempenho do produto e a eficiência na economia de água. O consumo de água deve estar sempre associado ao bom desempenho deste produto e não só ao menor volume de água. Uma bacia sanitária com desempenho insatisfatório não removerá todos os dejetos e será necessário aplicar uma nova descarga.

Dessa forma, destaca-se como sucesso obtido pelo programa, a extensa revisão normativa realizada nos requisitos e métodos de ensaio, adequando-os ao novo volume racional de descarga das bacias sanitárias. Assim, houve a revisão das normas técnicas do setor: NBR 15097-Partes 1 e 2 de 01/2011 – Aparelhos sanitários de material cerâmico – Parte 1: Requisitos e métodos de ensaios e Parte 2: Procedimento para instalação; e NBR15491 de 11/2010 – Caixa de descarga para limpeza de bacias sanitárias – Requisitos e métodos de ensaio.

O técnico afirma que, desde a implementação do programa, ocorreram importantes mudanças ocorreram no setor de bacias sanitárias. Uma das mais significativas foi quanto à alteração do volume de descarga utilizado para o funcionamento das bacias sanitárias. Em 1998, no inicio do Programa, as bacias operavam com volume de 12 litros, passando para 9 litros até o ano 2000 e, a partir de 2003, todas as linhas de bacias sanitárias já funcionavam com volume reduzido de descarga.

Assim, 100% das bacias sanitárias convencionais e com caixa acoplada disponíveis no mercado brasileiro funcionam com volume racional de descarga de 6,8 litros. A redução evolutiva do consumo de água das bacias sanitárias está ilustrada na figura abaixo. Após a implementação do Programa, pode-se observar o aumento da conformidade dos produtos disponibilizados no mercado brasileiro. O indicador de conformidade do setor há alguns anos permanece no entorno de 90% de conformidade.

As empresas participantes: Cerâmica Monte Carlo, Cerâmica Industrial de Taubaté, Hervy, Duratex, Deca, Elizabeth Revestimentos, Fiori Cerâmica, Icasa Indústria Cerâmica Andradense, Roca Brasil e uma empresa está em credenciamento, a Eternit. Os ensaios realizados foram: análise visual; análise dimensional; volume de água consumido por descarga total; volume de água consumido por descarga parcial; remoção de mídia composta; remoção de esferas; lavagem de parede; remoção de grânulos; respingos de água; reposição do fecho hídrico; transporte de sólidos; troca de água; absorção de água; resistência ao gretamento; e resistência mecânica.

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Muitos profissionais trabalharão nesse fim de ano

BS 8538: Os requisitos para a comercialização dos direitos de propriedade intelectual
BS 8538 é a norma britânica que estabelece pela primeira vez os princípios de comportamento ético para as organizações que prestam serviços aos inventores. Nos últimos anos tem havido um aumento substancial no número de organizações que oferecem serviços para os inventores e criadores e desenvolvedores de ideias e produtos. Estas organizações incluem o UK Intellectual Property Office, Business Link, provedores comerciais, universidades e clubes especializados. Incluem também o Escritório de Propriedade Intelectual (IPO-UK), Business Link, os prestadores de serviços comerciais, universidades especializadas em invenção e design de produtos e os clubes de inventores. O Reino Unido há muito vem promovendo a necessidade de fazer um balanço de suas novas criações e de garantir os direitos comerciais para eles, por meio de patentes , desenhos registradas e marcas comerciais. Clique para mais informações.

WorkingMais da metade dos profissionais no mundo trabalhará nos dias entre os feriados de Natal e Réveillon este ano, embora quatro a cada dez deles achem que isso não será produtivo. Acompanhando as tendências do ambiente de trabalho, a Regus, maior fornecedora do mundo em soluções para espaços de trabalho flexíveis, realizou uma pesquisa com 12.000 profissionais em 85 países sobre quais são os seus planos para o feriado de fim de ano. A pesquisa revela que, embora quatro a cada dez profissionais trabalhem durante o feriado, estima-se que o nível de produtividade seja baixo, gerando pouco lucro para os empregadores e desperdiçando o tempo em que esses mesmos colaboradores poderiam estar com suas famílias.

Os principais resultados mostram que:

· 54% dos profissionais em todo o mundo trabalharão no período de festas;

· Quatro a cada dez entrevistados que trabalharão no feriado (38%) precisarão ir ao escritório;

· 39% dos entrevistados acham que aqueles que irão trabalhar nesse período não serão tão produtivos;

· Quase a metade dos entrevistados (48%) acha que a tendência daqueles que trabalharão durante os feriados será aproveitar esse tempo para colocar as tarefas inacabadas em dia;

· Os profissionais de pequenas empresas (58%) têm mais chances de trabalhar no feriado de fim de ano, do que os contratados em grandes empresas (48%).

“As festas representam uma época especial na qual as pessoas podem se dedicar à família e aos amigos, sem prejudicar seus compromissos com o trabalho. No entanto, a pesquisa da Regus destaca que muitas pessoas não aproveitarão o período tanto assim, e se tiverem que se deslocar para o trabalho, desperdiçarão um tempo precioso em que poderiam estar com seus entes queridos”, comenta Guilherme Ribeiro, diretor geral da Regus Brasil.

“As empresas estão sofrendo enorme pressão para manterem um bom rendimento, porque o mundo desenvolvido está passando por sérias dificuldades econômicas e os países em desenvolvimento estão lidando com o desafio do crescimento sustentável. Diante desses fatos, não surpreende que os profissionais precisem deste período para colocarem as pendências em dia. No entanto, as empresas estão cada vez mais focadas em melhorar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional de seus funcionários. Em particular, os profissionais que têm dificuldade em se deslocar para chegar ao trabalho devido às opções limitadas de transporte, poderiam aproveitar os benefícios de um local de trabalho mais perto de casa, para passar menos tempo no trânsito e aproveitar um tempo maior e de qualidade com a família”, conclui Ribeiro.

Para mais informações acesse: www.regus.com.br

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