Cuidado com os sites de compras coletivas

Confira as normas comentadas disponíveis para venda no Portal Target:

NBR14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV – comentada. Possui 140 páginas…

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NBR5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para Windows, versão 2004. Apresenta…

Nr. de Páginas: 209

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NBRISO9001 – COMENTADA
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos – comentada

Nr. de Páginas: 28

R$ 398,20

digitalO Procon-SP está tentando uma solução para os problemas com os sites de compras coletivas junto à Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara e.net) e reduzir o índice de reclamações do consumidor feitas ao órgão. “O diálogo é sempre importante porque todos saem ganhando. Por um lado, o consumidor que já aprendeu a buscar seus direitos e, por outro, a empresa, que tenho certeza não trabalha com o objetivo de sair do mercado ou perder clientes pelo mau atendimento ou não cumprimento do Código de Defesa do Consumidor”, explica o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes.

Segundo os representantes de sites como Peixe Urbano, Groupon, Click On e Clube do Desconto, com o rápido crescimento do setor, as empresas ainda estão aprendendo a lidar com alguns problemas gerados com as ofertas de segmentos como gastronomia, moda, estética, saúde e entretenimento. Mas, segundo o grupo da Câmara E. Net, buscam o aperfeiçoamento de ferramentas para eliminar maus fornecedores e agilizar o atendimento ao consumidor. No entanto, Paulo Arthur Góes, acha que as empresas precisam responder às demandas recebidas pelo Procon-SP e efetivamente solucioná-las de acordo com o pedido do consumidor. “Hoje a única opção dada pelos sites para solucionar as reclamações é o cancelamento da compra e a devolução do valor pago pelo consumidor, que, na maioria das vezes quer receber o produto ou serviço que adquiriu”.

Segundo ele, as empresas comprometeram-se a estabelecer parceria com o Procon-SP recomendando aos associados a inserção na página principal do site dados como CNPJ, endereço e telefone do SAC e até número dos produtos no estoque dos fornecedores de cada item comercializado e, produzir, em breve, com o órgão uma cartilha de orientação ao consumidor sobre compras coletivas. Para Paulo Arthur, a parceria prevê a abertura de canais para prevenir problemas que podem surgir nesta época de compras de Natal e também de solucioná-los rapidamente quando surgirem as reclamações do consumidor. “Pedi a todos que tenham muita atenção com o SAC, que deve funcionar com eficácia e rapidez. Não é possível recebermos reclamações de consumidores que apresentam vários números de protocolo, sem que o problema tenha sido resolvido”.

Os sites Groupon, Click On e Peixe Urbano foram autuados pelo Procon-SP pela prática de conduta em desacordo com o Código de Defesa do Consumidor, como não garantir a qualidade dos serviços oferecidos, negar a devolução dos valores nos casos de não prestação do serviço, informar percentual de desconto incorreto, entre outros. 11 estabelecimentos que vendem produtos e serviços por meio das ofertas nestes sites também foram autuados pela instituição: Bioplastica Brasil Clínica Médica Ltda.; Praça dos Amores Morumbi Ltda; Radisson Hotel Maceió (Atlântica Hotels International Brasil Ltda.); Leandro Augusto Ferreira Cosméticos; Instituto R Hartmann & Costa Ltda; M. F. Com. E Serviços de Embelezamento Ltda (Summer In); Mirante Mooca Restaurante Ltda; Form & Elegance Estética Ltda; Thermas de São Paulo S/C Ltda.; Hotel Pousada São Roque Ltda; e Digispace Com. De Equip. Eletrônicos Ltda.

A equipe de fiscalização constatou nos estabelecimentos físicos, dentre outras condutas irregulares, ausência ou inadequação na informação de preço, o que impossibilita ao consumidor comparar o preço ofertado no site e o preço praticado no estabelecimento; alteração dos preços anunciados no período da promoção divulgada nos sites; e negativa de devolução de valores nos casos de não prestação do serviço. As condutas das empresas foram verificadas por meio de um trabalho de análise das informações anunciadas nos sites de compras coletivas e também, in loco, nos estabelecimentos que oferecem os produtos e serviços. As empresas responderão a processos administrativos, assegurada ampla defesa, podendo ao final deste ser multada, que pode variar de R$400,00 a R$ 6 milhões, com base no artigo 57 da Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor).

Dessa forma, o consumidor precisa ficar atento, pois o mercado de compras coletivas está na mira do Procon-SP, que começa a monitorar mais de perto as empresas do segmento. O site Groupon aparece em primeiro lugar no ranking de reclamações do setor elaborado pela instituição. Os números ainda são pequenos quando comparados ao total de queixas relacionadas a compras na internet, mas vem ganhando força, garante o órgão. Segundo a pesquisa, foram realizados 190 atendimentos na capital paulista de queixas sobre o Groupon de janeiro a 30 de setembro deste ano. Na segunda posição aparece o Peixe Urbano, com 125 registros. Clube do Desconto e ClickOn vêm na sequência, ambos com mais de 100 atendimentos no período. Quando a pesquisa é ampliada para todas as compras online, os números dão um salto. Apenas no primeiro semestre de 2011, o Procon-SP registrou mais de 22 mil chamados sobre este meio de consumo.”O site de compras coletivas é tão responsável pelo problema quanto o estabelecimento que oferece o serviço ou produto”, afirma Paulo Góes. Segundo ele, as empresas já foram notificadas sobre as reclamações e a multa por descumprimento ao direito do consumidor pode chegar a R$ 6 milhões.

As principais queixas sobre o setor envolvem a não entrega do produto e dificuldades com o cancelamento do pedido. “A questão não é ter problemas, mas sim como a empresa lida com isso. Os consumidores precisam ter canais ágeis para que as falhas sejam resolvidas rapidamente e com eficiência juntos aos fornecedores”, diz Goés.

Além disso, o escritório Almeida Neto e Campanati Advogados, de Sorocaba (SP), foi procurado por um cliente do site de compras coletivas Groupon para representá-lo numa ação até então inédita. Ele se considera lesado por uma promoção que oferecia um veículo MiniCooper pela metade do preço. A história começa quando o cliente do Groupon, Ubirajara Ponce de Lima, um bancário de 48 anos, que reside em Sorocaba, leu no site de compras coletivas que seria oferecido um veículo MiniCooper por R$ 34.975,00. Apesar de se tratar de um site de compras coletivas, a aquisição estava, veladamente, condicionada a um único comprador que concretizasse a compra num dia específico e antes dos demais interessados. “Na prática, a ação, totalmente promocional, induziu milhares de internautas a acreditarem que poderiam comprar um carro importado e de luxo pela metade do preço”, afirma o advogado Jaime Rodrigues de Almeida Neto (FOTO), do escritório Almeida Neto e Campanati Advogados. “O problema não está no fato de criar uma promoção desse tipo, mas na forma com que foi divulgada e explorada”, completa.

Desde o primeiro milésimo de segundo do dia 26/07/2011, quando aconteceria a suposta “promoção”, os internautas ficaram de prontidão, conectados no Groupon e sem desgrudar os olhos do monitor. Obviamente, para efeitos de marketing e publicidade, tornou-se uma oportunidade ímpar. Afinal, manter uma multidão com 100% da sua atenção diante do seu site por horas a fio é o sonho de todo empresário e/ou publicitário. A “venda” foi, finalmente, autorizada às 17 horas. Os problemas não pararam por aí. Quando Ubirajara Ponce de Lima clicou para concretizar a compra, depois de passar os dados do seu cartão de crédito, ficou radiante, pois, instantes depois, recebeu um comunicado do Groupon informando que a transação estava aprovada. Precavido, conferiu no extrato online do cartão, e lá estava o lançamento de R$ 34.975,00.

A alegria se desfez quando, dias depois, recebeu novo comunicado do Groupon informando que o “comprador-vencedor” era outra pessoa. Porém, o débito no cartão de crédito continuava. E continuou por dias, mesmo depois de ser solicitada a baixa. “Todo empresário sabe que um lançamento no cartão de crédito de um cliente é um título recebível e que pode ser antecipado no banco”, explica Almeida Neto. No campo das hipóteses, se o fato ocorreu com 10 mil pessoas, geraria um montante recebível de R$ 340 milhões. “Para piorar, o Groupon condicionou o estorno do lançamento à assinatura de um termo de quitação, algo totalmente descabido e arbitrário”, afirma o advogado. A ação contra o Groupon será impetrada na Comarca de São Paulo e terá sua base de sustentação no Código de Defesa do Consumidor. “Devemos requerer, entre outros direitos, que o prêmio seja estendido ao nosso cliente”, antecipa Almeida Neto.

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Novas estratégias para novos comportamentos

NBR 7501: A terminologia usada em transporte terrestre de produtos perigosos
Consideram-se produtos perigosos os materiais, substâncias ou artefatos que possam acarretar riscos à saúde humana e animal, bem como prejuízos materiais e danos ao meio ambiente, conforme definido na Resolução nº420, de 12 de fevereiro de 2004, da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, e nas demais normas específicas que alterem e/ou atualizem a legislação pertinente ao transporte de produtos perigosos, conforme art.1º do Decreto nº50.446/2009. Portanto, o transporte de produtos perigosos está muito bem regulamentado no Brasil e as fiscalizações são bastante rígidas, visando prevenir e coibir eventuais ocorrências de acidentes por se tratar de produto de periculosidade ao ser humano e ao meio ambiente. Clique para mais informações.

Motivar equipes não é algo novo, tampouco reconhecer e premiar talentos. O que muda constantemente são as nossas reflexões sobre as gerações, os jovens que estamos motivando. Eles mudam tudo, representam novas linguagens, comportamentos e influenciam diretamente nossas empresas, e consequentemente, a idealização das campanhas de incentivo. Se a nova geração “Y” ou “Millennials” já mudou a percepção das estratégias comerciais e de mercado, certamente elas foram afetadas, anteriormente, pelas gerações “X” e Baby Boomer. Os primeiros a conquistarem o direito da juventude, inventado um novo jeito de viver, vestir e se apresentar foram os Baby Boomers, nascidos após a II Guerra Mundial, entre as décadas de 40 e 50. Eles receberam as chaves da internacionalização das empresas e romperam as barreiras físicas. Deixaram nossos escritórios mais descontraídos e revolucionários. Por causa disso, influenciam ainda hoje as nossas decisões.

Já a geração dos nascidos entre os anos 60 e 70, chegou com os direitos conquistados e promoveram a liberdade de expressão influenciada pelo avanço do marketing e da publicidade. No meio corporativo, trouxeram a competitividade, o que libertou a criatividade que antes era permitida somente nas escolas. E essas transformações continuam refletindo na nossa forma de gerenciar pessoas, e por conseguinte, em como as motivamos e buscamos melhores resultados. De anos para cá, inúmeros fatores representaram mudanças na gestão, nas estruturas hierárquicas e, portanto, nas aspirações profissionais de cada indivíduo. O sentimento de desejo que cada um carrega também não é imune ao progresso. É esse desejo, único e individual, que nos interessa, que instiga escolhas e nos mobiliza a superar desafios.

Atualmente, falamos de equipes interligadas, a primeira juventude completamente globalizada por uma rede que ampliou e aproximou pessoas, lugares e companhias. É o acesso total. Não só o comportamento evoluiu, como as relações de negócio já não são as mesmas. Na era indústria, por exemplo, quem tinha o conhecimento, detinha o poder. Hoje, as administrações são participativas, o conhecimento é partilhado, multiplicado, e o poder segue a mesma relação. Se hoje as mudanças do comportamento humano são orgânicas, são elas também que determinam o direcionamento das estratégias a serem adotadas nas campanhas de incentivo. Estamos falando de uma era, a mais pluralista da história comportamental, em que reconhecer as diferenças e as particularidades é um gesto natural. É orgânico, e nos permite mostrar que onde houver pessoas e objetivos a serem alcançados, uma campanha pode fazer a diferença. O que vai garantir o sucesso delas é o pragmatismo, o realismo e a proximidade da campanha com o target.

A tendência para setor de incentivo é um aumento dessa conscientização que depende de capacitação, motivação e bem-estar das equipes, para que possam desenvolver o melhor de suas performances. Se sua empresa consegue entender esses movimentos e tomar parte disso, ela está no caminho certo. Do contrário, a conformidade puxará uma estagnação geral. No início, pode parecer duvidoso, mas no final as grandes perguntas desses jovens se tornarão nossas ações, que cada vez mais estão conscientes e sustentáveis em todos os sentidos. Mais do que nunca, para entender empresas e pessoas é preciso compreender o que as motivam, desde seus clientes, distribuidores, fornecedores e colaboradores, que são os catalizadores das próximas mudanças, dos resultados e da realização profissional.

Sueli Brusco é diretora executiva da agência SimGroup e especialista em comportamento humano. A agência é especializada em motivação, reconhecimento e premiação – thais@simweb.com.br

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