Qualidade de vida: os riscos das cirurgias plásticas

Normas comentadas

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NBR 14039 – Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADA – Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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A maioria dos médicos alerta que é importante que cada candidato a uma cirurgia destas esteja ciente do que seja uma evolução normal a fim de que se tranqüilize no período pós-operatório, encarando as fases transitórias como naturais. A recomendação é para que se dialogue com o médico antes da cirurgia, esclarecendo todos os detalhes e dúvidas. Em relação às cicatrizes, médicos esclarecem que toda cirurgia deixa cicatriz que poderá ser mais ou menos visível. Eles advertem ainda que a cirurgia plástica não apaga cicatrizes; apenas procura situá-las em locais menos aparentes.

Quanto aos riscos inerentes à cirurgia plástica, pode-se dizer que, de uma maneira geral, são menores que de outras cirurgias, pois, sendo uma conduta cirúrgica planejada, poderá aguardar a oportunidade ideal para ser realizada. O risco de vida não deverá ser maior nem menor, no caso de cirurgia plástica, que aquele determinado pela viajem de automóvel, avião ou simples cruzamento de uma via pública. De um modo geral, no entanto, não se pode pensar que não há riscos: cuidados essenciais, como buscar médicos reconhecidos pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e com registro no Conselho Federal de Medicina, são sempre recomendados. Muitas pessoas deixam-se levar pelas famosas fotos antes e depois, mas não levam em consideração que cada organismo reage diferentemente a uma intervenção estética tão invasiva como uma cirurgia. Além disso, o impacto de um resultado negativo – que sempre deve ser levado em conta como um risco a ser assumido – pode trazer conseqüências sérias para a própria imagem corpórea, podendo chegar, em casos extremos, a situações de despersonalização, isto é, crises psicóticas. O site onde se pode obter informações de clínicas e médicos credenciados é http://www2.cirurgiaplastica.org.br/

Todas essas precauções precisam ser feitas porque segundo uma pesquisa feita pelo Ibope, o mercado brasileiro de cirurgia plástica está em desenvolvimento, segundo 80% dos cirurgiões associados à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Os profissionais mais otimistas são os que atuam na região Norte do país: 100% acreditam que o mercado está se desenvolvendo. Em todo o país, cada profissional realizou, em média, 148 cirurgias plásticas (para este cálculo não foram considerados implantes de silicone e procedimentos não cirúrgicos), das quais 69% foram estéticas e 31% reparadoras. As cirurgias plásticas realizadas por convênio médico representam 88% do total, enquanto 12% foram pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A pesquisa aponta que, dentre os pacientes que realizaram cirurgias plásticas, 82% são mulheres e apenas 18% são homens. Do total de cirurgias plásticas realizadas em mulheres, 19% foram na mama, 17% foram lipoaspiração associada a outras cirurgias e 16% ocorreram na região abdominal das pacientes. Já entre os homens, as cirurgias mais realizadas foram nas pálpebras (16%), nariz (13%) e lipoaspiração isolada (13%). Cada profissional realizou, em média, 37 procedimentos de implante de silicone em pacientes do sexo feminino e apenas três em pacientes do sexo masculino. Do total de implantes de mama, tanto em homens como em mulheres, 91% foram estéticos e 9% de reconstrução.

Segundo a SBCP, a lipoaspiração e lipoescultura sendo cirurgias que retiram determinada quantidade de gordura, evidentemente haverá uma redução no peso, que varia de acordo com o volume corporal de cada paciente. Não são, entretanto, os “quilos” retirados que definirão o resultado estético, mas sim as proporções que cada área determinada mantenha com o restante do tronco e os membros. Assim é que , as mulheres que apresentam certo abaulamento no abdome ou em outras partes do tronco, assim como nos quadrís e parte superior das coxas, poderão ter uma pele firme ou eventualmente flácida. A avaliação correta de três itens: qualidade da elasticidade da pele, quantidade de gordura e sua localização, nos permitem avaliar o resultado. Há casos, em que o(a) paciente está com o peso acima do normal. Recomenda-se um equilíbrio prévio, antes da cirurgia, o que nos leva a aconselhar àqueles(as) que assim se apresentem a prosseguir com um tratamento clínico ou fisioterápico prévio. Existem casos em que retira-se gordura de certas áreas e reinjeta-se esta gordura retirada sob condições assépticas em outras regiões que necessitam aumentar seu volume. Parte dessa gordura poderá se reabsorver. É impossível se prever o percentual de permanência dessa gordura; entretanto, são dedicados cuidados especiais no tratamento dessa gordura, a fim de propiciar maior possibilidade de sucesso.

Quanto às cicatrizes resultantes de uma lipoescultura ou lipoaspiração são mínimas, localizadas em diversas partes do corpo, de modo a permitir acesso às áreas a serem operadas. Seu tamanho varia entre 5 a 8 milímetros e são planejadas para ficar pouco visíveis. De toda a maneira, vamos dar uma explicação sobre a evolução de uma cicatriz, seja ela decorrente de esta ou aquela cirurgia. Assim é que: período imediato – vai até o 30º dia e apresenta-se com aspecto excelente e pouco visível. Alguns casos apresentam discreta reação aos pontos ou ao curativo; período mediato – vai do 30º dia até o 12º mês. Neste período haverá espessamento natural da cicatriz, bem como mudança na tonalidade de sua cor, passando de “vermelho” para o “marrom”, que vai, aos poucos, clareando. Este período, o menos favorável da evolução cicatricial, é o que mais preocupa as pacientes. Como não podemos apressar o processo natural da cicatrização, recomendamos às pacientes que não se preocupem, pois o período tardio se encarregará de diminuir os vestígios cicatriciais; período tardio – vai do 12º ao 18º mês. Neste período, a cicatriz começa a tornar-se mais clara e menos consistente atingindo, assim, o seu aspecto definitivo. Qualquer avaliação do resultado definitivo deverá ser feita após este período.

Raramente, a lipoaspiração traz sérias complicações, desde que realizada dentro de critérios técnicos. Isto se deve ao fato de se preparar convenientemente cada paciente para o ato operatório, além de ponderarmos sobre a conveniência de associação desta cirurgia simultaneamente a outras. O perigo não é maior nem menor que qualquer outra cirurgia eletiva, ou mesmo uma viagem de avião ou de automóvel, e até o simples atravessar de uma rua. Entretanto, é importante levar em conta, que grandes volumes retirados poderão determinar riscos, tanto no ato operatório quanto no pós-operatório. É consenso, na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, que o volume total de gordura a ser retirado por sessão, não ultrapasse a 5 a 7% do peso corporal. Seu cirurgião deverá lhe esclarecer detalhadamente sobre o volume ideal para o seu caso.

Já as mamas quando têm seu volume aumentado através da cirurgia, melhoram sua consistência e forma com a intervenção cirúrgica. Assim é que, neste caso, pode-se escolher o novo volume, pois dispõe-se de vários tamanhos de próteses de silicone a serem introduzidas. Deverá existir uma harmonia entre o volume das mamas e o tamanho do tórax, característica esta que deve ser preservada no planejamento da cirurgia. Deverão ser mantidas as proporções entre o volume da nova mama e o tamanho do tórax de cada paciente, a fim de se obter uma maior harmonia estética. A mama, assim operada, passará por vários períodos evolutivos. período imediato – Vai até o 30º dia e nesse período, apesar das mamas se apresentarem com aspecto bastante melhorado, sua forma e volume ainda estão aquém do resultado planejado. Lembre-se desta observação: nenhuma mama será perfeita no pós-operatório imediato. período mediato: Vai do 30º dia até o 3º mês – Neste período, a mama começa a apresentar uma evolução que tende à forma definitiva. São características deste período um maior ou menor grau de “incbaço” das mamas; além disso, o aspecto cicatricial encontra-se em plena fase de transição (ver item 1º).

Apesar da euforia da maioria das pacientes, já neste período, costumamos dizer às mesmas que seu resultado ficará melhor ainda, pois, isto será a característica do período tardio. período tardio: Vai do 3º até o 18º mês. É o período em que a mama atinge seu aspecto definitivo (cicatriz, forma, consistência, volume, sensibilidade, etc.) É neste período que costumamos fotografar os casos operados, a fim de compará-los com o aspecto pré-operatório de cada paciente. Tem grande importância no resultado final, o grau de elasticidade da pele das mamas, bem como o volume da prótese introduzida. O equilíbrio entre ambos varia de caso para caso.Vai do 3º até o 18º mês. É o período em que a mama atinge seu aspecto definitivo (cicatriz, forma, consistência, volume, sensibilidade, etc.) É neste período que costumamos fotografar os casos operados, a fim de compará-los com o aspecto pré-operatório de cada paciente. Tem grande importância no resultado final, o grau de elasticidade da pele das mamas, bem como o volume da prótese introduzida. O equilíbrio entre ambos varia de caso para caso.

Por fim, a blefaroplastia ou plástica das pálpebras, em que o cliente precisa estar ciente do que deseja e o cirurgião puder lhe propiciar aquilo que V. pediu, sem dúvida compensa. Entretanto, é importante levar em consideração o fato de que a cirurgia das pálpebras não proporciona rejuvenescimento geral à face, quando executada isoladamente. Muitas pacientes esperam este resultado (rejuvenescimento) apenas com a blefaroplastia. O cirurgião plástico apenas melhorará esse território prejudicado pelos defeitos estéticos aí pré-existentes. O rejuvenescimento da face implica em outras condutas associadas à blefaroplastia. Os “pés de galinha”, mesmo que devidamente operados, nunca desaparecerão, ficando ainda o estigma, devido à ação do músculo orbicular e à perda da elasticidade da pele remanescente.

Enfim, o edema (inchaço) dos olhos varia de paciente para paciente. Existem aqueles (as) que já no 4º ou 5º dia apresentam-se com um aspecto bastante natural. Outros existem que irão atingir este resultado após o 8º dia. Mesmo assim, os 3 primeiros dias do pós-operatório são aqueles em que existem maior “inchaço” das pálpebras. O uso de óculos escuros poderá ser útil nesta fase, assim como a utilização de compressas frias diminui a intensidade do edema. Somente após o 3º mês é que pode-se dizer que o edema residual é discreto.

Recursos humanos: a cultura antiequipe (3)

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Alípio Silva Pereira

Nem todas as empresas estão prontas para lidar com as decorrências do trabalho em equipe, principalmente de equipes auto-gerenciáveis, pois isto implica em níveis diferenciados de liberdade aos integrantes, em especial. Isto faz com que a cultura da empresa trabalhe contra as equipes, de forma sutil ou declarada. Solução: neste tipo de empresa, deve-se avaliar as verdadeiras razões para se criar uma equipe. Se não forem absolutamente relevantes, melhor nem criar equipe.

Uma das coisas mais importantes para monitorar o trabalho da equipe é avaliar seu desempenho, além disso, para que o desempenho possa ser o esperado, a equipe necessita de recursos os mais diversos, em especial informações. Isto pode não estar ocorrendo. Solução: é necessário criar um sistema que permita o livre fluxo de informações úteis para todos os membros da equipe, para depois poder acompanhar seu desempenho apoiado em premissas realistas.

O reconhecimento pelo trabalho é fundamental para alimentar o nível de motivação dos membros de uma equipe, e nem sempre isto é feito da forma correta, pois as possibilidades de recompensa são muitas e bastante distintas entre si. Solução: é imprescindível recompensar a equipe como um todo e também os esforços individuais.

Quando se sabe o que deve ser feito, mas não se tem vontade de fazê-lo, nenhum esforço há de lograr êxito. Solução: a tarefa aqui é desvelar os impedimentos à mudança e lidar com os mesmos, destruindo-lhes, quando necessário.

A metáfora mais comum é a de uma equipe que é enviada para uma batalha com uma atiradeira. Isto não funciona. Solução: prover aos membros da equipe todas as ferramentas necessárias para, pelo menos, engajar-se apropriadamente na batalha, ou então, dar mais espaço ao uso da criatividade e improvisação. Evidentemente, o trabalho em equipe continuará sendo poderosíssimo catalisador da melhoria e inovação dentro das empresas, mas os fatores apontados anteriormente servirão de base para que você possa manter uma perspectiva realista sobre as dificuldades associadas ao mesmo.

Dessa forma, as empresas estão sendo confrontadas com significativos desafios, tornando a competitividade mais importante do que nunca. Em primeiro lugar, os acionistas estão ficando cada vez mais impacientes. Por outro lado, ocorrem pressões de custo para que os processos produtivos tenham cada vez mais eficiência. Há uma escassez de habilidades enorme. Atualmente no mundo inteiro ao contrário do que se pensa, não existe falta de emprego, existem habilidades erradas para os empregos que estão sendo oferecidos. Existe um desencontro entre oferta e as habilidades das pessoas. Devido á facilidade de comunicação, as empresas se vêem, de repente, competindo com uma empresa que se situa do outro lado mundo. Antes, ela competia apenas com seu vizinho. Com a crescente velocidade na introdução de novas tecnologias, os ciclos de produtos ficam mais comprimidos.

E cada vez mais, é necessário desenhar um bom produto, inovar, lançá-lo no mercado, vender, monitorar as evoluções do mercado e em seguida mudar rapidamente para continuar vivo. Está havendo, em decorrência dessa velocidade, todo um excesso mundial de suprimentos de todos os tipos. Inclusive suprimentos em diversos estágios de avanço tecnológico. Existe, por outro lado, diante desse cenário, uma perplexidade que está ocasionando uma inércia organizacional muito grande. Ocorre uma entrega sistemática de qualidade inadequada ao cliente, esquecendo-se, por vezes, aqueles requisitos de satisfação indispensáveis.

Está bem claro para a maioria dos analistas econômicos, tecnológicos e empresariais, que as empresas que não entendem claramente esses desafios e não os enfrentam de maneira adequada, começam a passar por sérias dificuldades. Elas podem se iniciar, em primeiro lugar, com clientes insatisfeitos. Em seguida, em perda de competitividade, num patamar mais acima, em perda de mercado e mais adiante, em eliminação de ativos. A demanda por novas estratégias está ocorrendo em um ambiente de negócios inteiramente novo, num cenário com diferentes concorrentes, muito focados, pequenos e rápidos. Além disso, o mercado passa por um momento nervoso com a globalização dos mercados, com aumento de expectativas dos clientes e com o aparecimento de inúmeras oportunidades de novos negócios. Neste cenário, a mão de obra requer uma melhoria de competência profunda devido à velocidade com que as tecnologias avançam. Cada vez mais, as organizações se apóiam em trabalho em equipe, trabalho apoiado no conhecimento de trabalhador intelectual, e as estruturas ficam mais achatadas para acelerar a comunicação. Nesta situação as mudanças são uma constante, o motor que acelera essas mudanças é o progresso tecnológico, tecnologias caem de custo vertiginosamente e o ciclo de vida dos produtos estão, se comprimindo cada vez mais. Mudam também, como decorrência, a complexidade e a velocidade do negócio, o tamanho e o posicionamento no mercado, as visões de custo, os concorrentes, a velocidade de inovação, as expectativas do cliente e o conceito de qualidade e confiabilidade do produto.

Enfim aumentam os riscos. Logo, é muito importante rever os critérios de desempenho das empresas. Um dos principais critérios de avaliação do potencial de desempenho de uma empresa é a sua habilidade de gerenciar mudanças: satisfação do cliente, qualidade, agilidade e competitividade. E claro toda mudança gera resistência em relação a quebra de suas expectativas e a sensação de perda de controle. Quanto mais aberta for, melhor. Mais facilmente pode ser administrada pela empresa. No nível individual, manifesta-se pela perda do equilíbrio psicológico, pelo stress e pelo comportamento disfuncional. No nível organizacional, tende a se disfarçar em discussões técnicas, dificuldades operacionais, argumentos econômico-financeiros, etc., todo gerente que promove uma mudança deve esperar um impacto: ocorre sempre queda previsível no desempenho, como conseqüência de implantação de novos processos, sistemas de tecnologia.

Existem alguns estágios pelos quais a pessoa passa ao enfrentar a necessidade de mudança. O primeiro é o estado de choque, o segundo, a negação do fato. Em seguida a raiva, depois depressão, a tentativa de barganha e finalmente a aceitação e o esvaziamento de energia. O gerente ou agente de mudança deve estar capacitado a identificar os estágios da resposta negativa, para poder neutralizá-lo e conduzir o colaborador para padrões de saúde e à resposta positiva às mudanças. A resposta positiva à mudança vai fazer, na verdade que a pessoa caminhe do pessimismo ao otimismo. Este é um trajeto que também não é desprovido de dor, de sofrimento. Apesar de a mudança estar sempre presente na vida, sempre é um processo dolorido. Mas há uma recompensa no final.

Então, o sujeito começa num otimismo desinformado diante do anúncio de que vai haver mudança e, depois, passa a um pessimismo informado. Ou seja: troca informações e descobre que há algo errado. Começa, então, a ter um certo pessimismo baseado em informações reais. Logo ocorre um pico de crescimento da energia do pessimismo baseado em informações reais. Logo ocorre um pico de crescimento da energia do pessimismo. Nesse caso, existem duas saídas: na primeira, as pessoas elaboram uma saída privada, isto é, se trancam, se defendem completamente. E internamente dizem “estou fora desse processo”. Seguem, então fingindo e atuando como estivessem na mudança. Esse é um processo patológico terrível, essa pessoa vai atrapalhar e aumentar o atrito na mudança.

Existe também uma saída pública, que normalmente gera conflito aberto, discussões abertas. Aquela pessoa que tenta sair desse estágio de mudança, publicamente, é justamente aquela que a organização deve insistir para que permaneça na empresa, por ter uma postura saudável. É essa pessoa que deve ser capturada para o estágio seguinte. Se a empresa tem saúde bastante para capturar essas pessoas e aproveitar esse ímpeto de critica e reação, elas cairão, então, no que se chama realismo esperançoso. Elas observam que a mudança é inevitável, que existem coisas do passado que não podem continuar existindo. Começam a ter esperanças de que a mudança é possível, numa direção boa. Com o passar do tempo evoluem para o otimismo informado.

Alípio Silva Pereira é consultor organizacional – qualipio@hotmail.com; qualipio@gmail.com; qualisan@ig.com.br

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