O processo de etiquetagem de edificações

NBR 15930: Os requisitos para as portas de madeira em edificações
Com a escassez das espécies nativas, o incentivo à exploração racional e sustentável e os custos de transporte e de licenças ambientais, os fabricantes estão apostando na migração para espécies exóticas tais como o pínus e o eucalipto. Na normalização vigente não há indicações ou restrições quanto às espécies para construção de uma porta. A eventual seleção das espécies fica por conta do desempenho do produto final. Pode-se encontrar no mercado portas com emprego de pínus e eucalipto em enchimento sarrafeado, semioco e maciço, quadros e requadros, montantes e travessas, revestimento de perfis e capas. Clique para mais informações.

EDIFÍCIOSO processo de etiquetagem de edificações no Brasil ocorre de forma distinta para edifícios comerciais, de serviços e públicos e para edifícios residenciais. A metodologia para a classificação do nível de eficiência energética dos primeiros edifícios foi publicada em 2009 e revisada em 2010, ano em que também foi publicada a metodologia para classificação dos edifícios residenciais. A etiqueta é concedida em dois momentos: na fase de projeto e após a construção do edifício. Um projeto pode ser avaliado pelo método prescritivo ou pelo método da simulação, enquanto o edifício construído deve ser avaliado através de inspeção in loco. Nos edifícios comerciais, de serviços e públicos são avaliados três sistemas: envoltória, iluminação e condicionamento de ar. Dessa forma, a etiqueta pode ser concedida de forma parcial, desde que sempre contemple a avaliação da envoltória. Nos edifícios residências são avaliados: a envoltória e o sistema de aquecimento de água, além dos sistemas presentes nas áreas comuns dos edifícios multifamiliares, como iluminação, elevadores, bombas centrífugas, etc.

O Inmetro anunciou a acreditação da Fundação Centro de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi) para poder realizar serviços de inspeção para emissão da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence) de Edificações. Com o Programa de etiquetagem de eficiência energética de edificações, o Inmetro e a Eletrobras pretendem estabelecer uma nova cultura na construção civil no País, tornando as edificações mais eficientes no consumo de energia. O Inmetro lançou os regulamentos referentes ao nível de eficiência energética de edifícios comerciais, de serviços e públicos como parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE). Esses regulamentos já estão em vigor desde junho de 2009. Os regulamentos referentes ao nível de eficiência energética de edificações residenciais foram publicados no final de 2010. A etiquetagem e a inspeção foram definidas como mecanismos de avaliação da conformidade para classificação do nível de eficiência energética de edifícios após um processo que se iniciou em 2001 com a promulgação da Lei n°. 10.295, que dispõe sobre a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia. Em seguida, o Decreto n° 4059 de 19 de dezembro de 2001 regulamentou a Lei estabelecendo “níveis máximos de consumo de energia, ou mínimos de eficiência energética, de máquinas e aparelhos consumidores de energia fabricados ou comercializados no País, bem como as edificações construídas”.

Atualmente existem vários tipos de etiquetagem:

Ence Geral, incluindo todos os itens possíveis de avaliação (envoltória, iluminação, condicionamento de ar, bonificações e pré-requisitos gerais e específicos). Pode ser fornecida para o edifício completo, para blocos de edifícios, para pavimentos ou conjuntos de salas.

Ence parcial da envoltória, indicada também para simulação parcial da envoltória. Deve ser obtida para a envoltória completa, e é obrigatória para a obtenção de qualquer outra Ence. A envoltória é composta pelas fachadas e cobertura, incluindo as aberturas envidraçadas e vãos.

Ence parcial da envoltória e do sistema de iluminação, indicada também para simulação parcial destes sistemas. Não é possível obter a Ence parcial do sistema de iluminação sem ter obtido, ao mesmo tempo ou anteriormente, a Enece parcial da envoltória. A Ence parcial de iluminação pode ser fornecida para o edifício completo, para blocos de edifícios, para pavimentos ou conjuntos de salas.

Ence parcial da envoltória e do sistema de condicionamento de ar, indicada também para simulação parcial destes sistemas. Não é possível obter a Ence parcial do sistema de condicionamento de ar sem ter obtido, ao mesmo tempo ou anteriormente, a Ence parcial da envoltória. A Ence parcial do sistema de condicionamento de ar pode ser fornecida para o edifício completo, para blocos de edifícios, para pavimentos ou conjuntos de salas.

Ence parcial da envoltória, do sistema de iluminação e do sistema de condicionamento de ar, sem a avaliação geral do edifício. Exclui assim pré-requisitos gerais e bonificações. A Ence parcial da envoltória refere-se à envoltória do edifício completo, enquanto as Ences parciais do sistema de iluminação e do sistema de condicionamento de ar podem referi-se ao edifício completo ou a parte deste, como conjuntos de salas ou pavimentos específicos.

Conheça as publicações técnicas relacionadas à etiquetagem em edifícios:

» RTQ-C – Requisitos Técnicos da Qualidade para o Nível de Eficiência Energética em Edifícios

» RTQ-R – Regulamento Técnico da Qualidade para o Nível de Eficiência Energética em Edificações Residenciais

» RAC-C – Regulamento de Avaliação da Conformidade do Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos

» RAC-R – Regulamento de Avaliação da Conformidade do Nível de Eficiência Energética de Edificações Residenciais

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Goleiro Marcos: um exemplo para os executivos

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Marcos Morita

Acompanhamos nestas semanas sem grandes furos jornalísticos, a aposentadoria do goleiro Marcos, ídolo do Palmeiras e pentacampeão mundial com a seleção em 2002. Sem grandes pompas e com seu discurso direto e muitas vezes simplório, o ídolo alviverde pendurou definitivamente as luvas. Apesar da repercussão do futebol, poucos jogadores atingem tamanha identidade com os torcedores. Como apreciador moderado, listo alguns atletas tais como Rogério Ceni, Dinamite, Zico e Pelé, cujos nomes se associam diretamente aos times com os quais atuam ou atuaram. Com a maior movimentação entre equipes, jogadores trocam de camisa diversas vezes, priorizando sua imagem, carreira e ganhos aos clubes que atuam.

Situação similar ocorre no mundo corporativo, tornando-se cada vez mais difícil encontrar pessoas que tenham dedicado sua vida a uma só empresa, seja pela maior oferta ou competitividade do mercado, o qual exige colaboradores cada vez mais bem preparados. Com base na história de Marcos e na nova realidade corporativa, classifiquei em quatro tipos os profissionais, assim como o legado deixado nas empresas. O eterno: assim como o goleiro, são pessoas que marcaram a história da corporação, seja pela posição na qual atuaram, legado ou lealdade. Homenagens póstumas, tais como fotos em galerias, nomes em prédios, salas de reuniões, produtos, serviços, métodos e processos com seus nomes, são alguns exemplos. Preste atenção e procure saber um pouco sobre a biografia dos eternos em sua empresa. Talvez possam servir como fonte de motivação e inspiração.

O bem-lembrado: nem tão famosos quanto os anteriores, são lembrados enquanto permanecerem pessoas com as quais tenha trabalhado, seja dentro ou fora da empresa, tais como clientes e fornecedores. É comum ter seu nome citado em situações ou momentos de dificuldade, nos quais, sua presença e ação poderiam fazer a diferença. Muitas vezes, mantém contato com os ex-colegas e parceiros, não sendo raro retornarem a organização. O não lembrado: diferentemente dos anteriores, sua ausência não é sentida nem no curto ou médio prazo. Seja pelo pouco tempo que permaneceram na cadeira ou ausência de resultados, são praticamente esquecidos pelas pessoas e organizações. As frases mais comuns são: quem ou não me lembro. Vale salientar que um profissional assim como um jogador, poderá estar em mais de uma categoria durante sua carreira. O nem me fale: comum na política, no congresso e ultimamente na Esplanada dos Ministérios, é citado por fatos ou atitudes não memoráveis, tais como resultados muito abaixo do esperado, falta de ética ou confusões de qualquer espécie. Em geral demitidos por justa causa, acabam se tornando lembrados pelo que não deveriam ter feito. Até por esta razão seu nome quando citado, é feito em voz baixa.

Enfim, sugiro que faça uma análise de sua carreira, avaliando as empresas pelas quais passou, assim como a imagem deixada. Tornar-se eterno é fato para poucos, ocorrendo em geral apenas uma vez na vida. Ser bem lembrado deve ser o seu grande objetivo, apesar dos escorregões da vida profissional. Uma dica praticamente infalível é ser um profissional raro: cultivar relacionamentos, ter atitude positiva, trazer resultados e é claro, aproveitar e estar preparado para as oportunidades. Quanto à categoria “nem me fale”, é melhor nem comentar.

Marcos Morita é mestre em administração de empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios – professor@marcosmorita.com.br

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