Impostos no Brasil: qual o índice de retorno à sociedade?

N O R M A S C O M E N T A D A S

Confira aqui as normas comentadas disponíveis para a venda no Portal Target:

NBR 14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV – comentada. Possui 140 páginas…

Nr. de Páginas: 87

R$ 770,48

NBR 5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para Windows, versão 2004. Apresenta…

Nr. de Páginas: 209

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NBR ISO 9001 – COMENTADA
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos – comentada

Nr. de Páginas: 28

R$ 398,20

O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) fez um estudo para medir o índice de retorno de bem estar à sociedade da quantidade e impostos cobrados pelos países. Somente algumas conclusões já dão para sentir como anda o Brasilm e como o brasileiro está sofrendo. Entre os 30 países com a maior carga tributária, o Brasil continua sendo o que proporciona o pior retorno dos valores arrecadados em prol do bem estar da sociedade. A Austrália, seguida dos Estados Unidos, da Coréia do Sul e do Japão, são os países que melhor fazem aplicação dos tributos arrecadados, em termos de melhoria da qualidade de vida de seus cidadãos. O Brasil, com arrecadação altíssima e péssimo retorno desses valores, fica atrás, inclusive, de países da América do Sul, como Uruguai e Argentina.

Em linhas gerais, o trabalho teve por objetivo mensurar os 30 países de mais elevada carga tributária (arrecadação tributária em relação à riqueza gerada -PIB) e verificar se os valores arrecadados estariam voltando à população, através de serviços de qualidade, que viessem a gerar bem estar à população. Para tanto, foram utilizados dois parâmetros, que são considerados essenciais para esse tipo de comparação: A carga tributária (arrecadação em relação ao PIB), que foi obtida junto à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), referente ao ano de 2010 (última atualização) e também o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), conforme dados da Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), com a previsão do índice final para o ano de 2011.

A carga tributária é a relação percentual obtida pela divisão do total geral da arrecadação de tributos do país em todas as suas esferas (federal, estadual e municipal) em um ano, pelo valor do Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, a riqueza gerada durante o mesmo período de mensuração do valor dos tributos arrecadados, sendo, como exemplo, no Brasil:

Ano de 2010 Em R$ mil

Arrecadação tributária: R$ 1.291.000

PIB: R$ 3.674.922

Carga tributária.: 35,13%

O IDH é uma medida comparativa de riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e outros fatores para os diversos países do mundo. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma população, especialmente bem-estar infantil. O índice foi desenvolvido em 1990 pelo economista paquistanês Mahbubul Haq, e vem sendo usado desde 1993 pelo Pnud, em seu relatório anual. O IDH é um índice que serve de comparação entre os países, com o objetivo de medir o grau de desenvolvimento econômico e a qualidade de vida oferecida à população. Este índice é calculado com base em dados econômicos e sociais. O IDH vai de 0 (nenhum desenvolvimento humano) a 1 (desenvolvimento humano total). Quanto mais próximo de 1, pode-se afirmar que esse país é o que atingiu maior grau de desenvolvimento. Confira na tabela abaixo o resultado final do estudo:

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Como perder o seu emprego em 12 lições

BS 9991: Código de boas práticas contra incêndios em edifícios residenciais
A norma BS 9991:2011 – segurança contra incêndios na elaboração, gestão e utilização de edifícios residenciais – Código de boas práticas -oferece as recomendações e as orientações sobre a concepção, gestão e utilização dos seguintes tipos de construção, para atingir padrões razoáveis de segurança contra incêndio para as pessoas em habitações e apartamentos, blocos de alojamento (por exemplo, para estudantes ou funcionários do hospital), com quartos individuais e da prestação de cozinha/instalações sanitárias construídas dentro de um compartimento de incêndio, acomodando até seis pessoas, não sendo aplicável aos hotéis, hospitais, presídios ou casas de ocupação múltipla. Mais informações clique no link.

Laerte Leite Cordeiro

A maioria dos executivos em nível de gerência e direção não pretende perder seu emprego e, ao contrário, busca meios e maneiras de mantê-lo. Mas talvez inadvertidamente e sem perceber, alguns profissionais desse nível das organizações atua como se pretendesse dispor do emprego atual sem maiores problemas e se comporta de forma a acabar conseguindo alcançar esse objetivo não pretendido. Em verdade, perder um emprego não é uma coisa tão difícil: é só seguir alguns passos de um processo em 12 lições fáceis. E tem mais. Não é preciso cumprir todas as recomendações. Basta algumas e seu emprego vai para o espaço.

– Agrida e desrespeite continuamente a cultura organizacional tradicional de sua empresa.

– Comporte-se, no dia a dia, como se sempre pretendesse “derrubar” seu chefe.

– Trate a sua equipe como se fosse um bando de incompetentes e incapazes.

– Descumpra, com frequência, os objetivos, metas e budgets previstos para sua Unidade.

– Conduza sua vida social e pública sem se preocupar com a imagem da empresa onde trabalha.

– Nunca se mostre disponível para atender às necessidades da empresa, especialmente quando chamado a viajar a serviço.

– Nunca seja muito cordial ou complacente com fornecedores, clientes e banqueiros.

– Não aceite transferências ou novos desafios sem que sejam do seu estrito interesse pessoal ou profissional.

– Ao ser escolhido para cursos e treinamento recuse, alegando ser perda de tempo e/ou ter muito o que fazer.

– Mostre desinteresse em falar inglês.

– Nunca se ofereça para colaborar e alegue que todo trabalho em equipe é improdutivo.

– Fuja do computador!

É claro que as atitudes e comportamentos aqui mencionados são, no conjunto, um desastre profissional para a carreira de um Executivo e que a maioria dos profissionais jamais comete estas “gafes” administrativas por atacado. Mas é preciso lembrar que às vezes basta uma dessas posições impensadas para provocar o rompimento com a empresa e levar o executivo à condição de disponível no mercado. As reações das organizações a atitudes e comportamentos como os aqui descritos podem levar tempo para ocorrer e às vezes a marca vermelha fica na ficha do executivo/profissional para só alcançá-lo no futuro, quando menos espere e quando mais atrapalhe sua carreira. Ninguém está livre de cometer as suas imprudências profissionais aqui e acolá, mas é preciso evitar que os deslizes profissionais venham a comprometer a sua imagem, o seu emprego e o seu futuro.

Laerte Leite Cordeiro é mestre em administração, com cursos em Harvard e Stanford e diretor da Laerte Cordeiro Consultores em RH em São Paulo.

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