OVOS DE PÁSCOA CASEIROS

ovo de pascoa caseiro

QUALIDADE COMPROVADA E PREÇO ACESSÍVEL. CONFIRA:

Ovo de colher: beijinho, brigadeiro

250 g – R$ 48,00

500 g – R$ 30,00

1 kg – R$ 51,00

Ao leite trufado tradicional: maracujá, morango, coco…

250 g – R$ 20,00

500 g – R$ 32,00

1 kg – R$ 53.00

Liso ao leite/crocante

250 g – R$ 16,00

500 g – R$ 31,00

1 kg – R$ 49,00

Creme de avelã

250 g – R$ 28,00

500 g – R$ 35,00

1 kg – R$ 57,00

Prestígio

250 g – R$ 20,00

500 g – R$ 32,00

1 kg – R$ 53,00

Encomendas: Haydee (11) 9433-4893/5512-0924 (Entrega ou retirar no local)

Consumidor: fique atento aos produtos pré-medidos

Confira o cronograma de eventos gratuitos, que acontecem este ano, na Target:
Workshops com temas atuais e importantes para o mercado corporativo, como Informação Técnológica e Controle de Normas Técnicas, entre outros, acontecem durante todo o ano na Target, que busca sempre facilitar a informação aos seus clientes e usuários.

Portal Target – Saiba como é fácil ter acesso às Informações Tecnológicas

Participe do Curso On-line gratuito, promovido pela Target, e conheça detalhes de como obter informações e conhecimentos técnicos, de uma forma moderna, rápida e segura, utilizando o maior Portal de Informação Tecnológica do Brasil.


dia 30/03/2012

Sistemas de Informações Tecnológicas Target Gedweb

Informação fácil e correta economiza tempo e permite que organizações fiquem à frente de situações que podem afetar seus negócios.


dia 27/04/2012

Os produtos pré-medidos são aqueles embalados e medidos sem a presença do consumidor e que se encontra em condições de comercialização. O Inmetro, para garantir a confiabilidade do peso do produto e permitir a leal concorrência entre os produtores, publicou a Portaria Inmetro n° 248 de 17/07/2008, aprovando o regulamento técnico metrológico que define os requisitos a serem cumpridos pelos produtos pré–medidos e a metodologia de determinação do conteúdo efetivo do produto. Ao comprar um produto pré-medido observe seu rótulo ou etiqueta. Lá deve estar impressa, de forma clara e legível, a sua quantidade. A Portaria Inmetro n° 157, de 19 de agosto de 2002, que aprova o Regulamento Técnico Metrológico que estabelece a forma de expressar o conteúdo nominal dos produtos pré-medidos, especifica que a indicação quantitativa deve constar no rótulo ou no corpo do produto pré-medido, na vista principal e em cor contrastante a que lhe servir de fundo.

O que se recomenda:

– Não se engane com indicações do tipo tamanho família, pois embalagens de tamanhos iguais podem conter quantidades diferentes;

– Produtos como sardinha em lata, palmito e doces em calda são imersos em líquidos, que podem estar presentes para fins de conservação ou que podem ser parte integrante do produto e esses produtos devem indicar, na sua embalagem, a quantidade do produto principal sem considerar a parte líquida, isto é, a indicação quantitativa deve ser do produto drenado;

– Brindes de natureza diferente do produto comercializado podem ser incluídos nas embalagens, desde que o peso que foi declarado antes da inclusão do brinde permaneça inalterado;

– Leia com atenção as indicações na etiqueta da embalagem.

Nenhum produto pré-medido pode ser comercializado sem a indicação quantitativa, que corresponde a um número acompanhado da unidade de medida correspondente. A unidade de medida utilizada na indicação quantitativa deve estar de acordo com as unidades legais. As unidades que devem ser apresentadas na indicação quantitativa são:

– Produto sólido, granulado ou em gel: indicação em unidades de massa.

– Produto líquido: indicação em unidades de volume.

– Produto semissólido ou semilíquido: indicação em unidades de massa ou de volume.

– Produto comercializado em quantidade de unidades: indicação em número de unidades.

– Produto comercializado por comprimento ou largura: indicação em unidades de comprimento.

– Produto com consistência pastosa: indicação em unidades de massa.

– Produto que se apresenta em forma líquida, mas que se solidifica em contato com o ar, indicação em unidades de massa.

Alguns produtos que possuem a padronização quantitativa estabelecida:

PRODUTO

CONTEÚDOS NOMINAIS PADRONIZADOS

CONTEÚDOS LIVRES

PORTARIA INMETRO

Açúcar branco

100g – 200g – 250g – 500g – 1kg – 2kg – 5kg

abaixo de 100g e acima de 5kg

153/2008

Álcool

100ml – 200ml – 500ml – 1L – 2L – 5L – 10L – 20L – 50L -100L – 200L

Nenhum

115/1984

Arroz, excluindo pratos preparados

100g – 125g – 200g – 250g – 500g – 1kg – 2kg – 5kg

acima de 5kg

153/2008

Barras e Fios de Aço (vergalhões)

A comercialização dos vergalhões, retos e/ou dobrados, deve ser efetuada exclusivamente no comprimento de 12 (doze) metros.

Nenhum

143/2005

Café (todos), excluindo os solúveis

250g – 500g – 1kg

abaixo de 200g e acima de 1kg

153/2008

Cigarros

20 unidades

Nenhum

151/2004

Dentifrícios, excluídos os medicinais

20g – 30g – 50g – 60g – 70g – 90g – 100g

abaixo de 20g e acima de 100g

153/2008

Erva mate

100g – 250g – 500g – 1kg

abaixo de 100g e acima de 1kg

153/2008

Farinha de mandioca

250g – 500g – 1kg – 2kg

abaixo de 250g e acima de 2kg

153/2008

Farinha de trigo e Farinha de trigo com fermento

500g – 1kg – 2kg – 5kg

acima de 5kg

153/2008

Feijão, excluindo em conservas

100g – 200g – 500g – 1kg – 2kg – 5kg

acima de 5kg

153/2008

Filé de pescado congelado

500g – 800g – 900g – 1kg

abaixo de 500g e acima de 1kg

153/2008

Lavandinas ou águas sanitárias ou soluções de hipoclorito de sódio, para uso doméstico

250ml- 500ml – 750ml – 1L

abaixo de 250ml acima de 1L

153/2008

Lavandina sólida

250g – 500g – 750g – 1kg

abaixo de 250g e acima de 1kg

153/2008

Leite líquido de origem animal, excetuando os saborizados

250ml – 500ml – 750ml – 1L

abaixo de 250ml e acima de 1L

153/2008

Manteigas, margarinas e cremes vegetais

100g – 200g – 250g – 500g – 1kg

abaixo de 100g e acima de 1kg

153/2008

Massas ou macarrões, excluindo massas recheadas, pratos preparados e massas para lasanha

100g – 200g – 300g – 400g – 500g – 750g – 1kg

abaixo de 100g e acima de 1kg

153/2008

Óleos comestíveis, excluindo o de oliva

100ml – 200ml – 250ml – 500ml – 750ml – 900ml – 1L – 1,5L – 2L

abaixo de 100ml e acima de 2L

153/2008

Papel higiênico em rolos

Largura mínima: 10cm

Nenhum

153/2008

Comprimento: Mínimo 20m Acima de 20m em múltiplos de 10m Nenhum
Embalagens: 2, 4, 6, 8, 10, 12 unidades

Embalagens: abaixo de 2 unidades e acima de 12 unidades

Sabão de lavar em barra

100g – 150g – 200g – 250g – 275g – 300g – 400g – 500g – 1kg no momento de empacotar

acima de 1kg 153/2008
Sal comestível, fino e grosso 100g – 250g – 500g – 1kg abaixo de 100g e acima de 1kg 153/2008

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Resultados: pressão ou responsabilidade?

NBR ISO/IEC 29110-2: os perfis de ciclo de vida para microorganizações (VSEs)
A indústria de software reconhece o valor das microorganizações (Very Small Entities – VSEs) no fornecimento de importantes serviços e produtos. Para os efeitos da NBR ISO/IEC 29110, uma VSE é uma entidade (empresa, organização, departamento ou projeto) que tem até 25 pessoas. As VSEs também desenvolvem e/ou mantêm software usado em sistemas maiores; consequentemente, muitas vezes é requerido o reconhecimento das VSEs como fornecedores de software de alta qualidade.

Renan Sinachi

Muito tem sido discutido acerca da melhor forma das organizações administrarem os resultados de seus profissionais. Empresas de diversos portes e segmentos apresentam seus casos de sucesso na gestão de resultados junto as suas equipes. Porém, independente do cenário do negócio e do mercado de atuação da empresa, em um ponto existe uma convergência plena: gerir resultados é sempre uma situação conflituosa, pois demanda administrar limitações, desejos, necessidades e interesses de colaboradores e da organização. Se de um lado a empresa espera alto desempenho de seus profissionais, para sustentar sua operação e maximizar seus lucros, do outro, os colaboradores esperam reconhecimento imediato após a aplicação de suas competências na geração de resultados. Mas, é preciso que ambos tenham o discernimento de compreender o cenário para evitar conflitos. Manter uma empresa é uma tarefa muito, mas muito difícil, agora imagine manter a empresa em crescimento constante durante anos a fio, em um mercado predatório, competitivo, complexo e ainda por cima com um sócio que quase não ajuda, mas custa muito caro. O governo!

É preciso que os profissionais de uma empresa sejam efetivamente colaboradores do negócio e compreendam o ambiente de expectativa por resultados constantes, não como um agente de inibição de seu desempenho, mas sim, como um agente do cotidiano de sustentação de uma casa, de uma família. A necessidade por resultados deve ser observada como fonte de inspiração para os profissionais de uma empresa, pelo fato de que empresas são a base social que sustenta a existência de todos as outras coisas em nosso modelo econômico, o capitalismo. A exigência por resultados em um ambiente corporativo deve ser vista como rotina para seus integrantes e não como pressão desnecessária. Na realidade, gerar resultados é uma grande responsabilidade compartilhada por todos os integrantes de um negócio, e, por sua vez, deve ser interpretada desta maneira.

Pesquisas realizadas demonstram que os profissionais atuantes em segmentos de mercado cujo negócio floresce com menor esforço em função de grande demanda do mercado, bem como empresas com viés paternalista de gestão e que não delegam responsabilidades, metas e desafios aos seus profissionais, apresentam índices de satisfação até 15% inferiores por parte de seus colaboradores, se comparado com empresas mais agressivas. E, esta evidência é facilmente explicada. Empresas mais agressivas, em termos de participação de mercado, tendem a apresentar ao longo do tempo crescimento sustentável e duradouro, ampliando suas operações e gerando maiores oportunidades aos seus profissionais, além dos sentimentos de pertencimento e de conquista, essenciais para qualquer ser humano ao longo de sua trajetória de vida e de carreira profissional. É claro que quando utilizo o termo “empresas agressivas”, não estou me referindo ao aspecto do relacionamento empresa X colaborador. Estou falando de agressividade em termos de atuação no mercado.

Este tipo de análise nos permite verificar que é característica do ser humano querer participar de organizações, grupos e comunidades vencedoras. Desde o homem conhecido mais primitivo esta característica nos permitiu conquistar territórios, desenvolver o aspecto social da humanidade, cultural e até mesmo tecnológico, portanto, ao verificar uma organização que delega metas aos seus profissionais, estimula resultados e aplica a chamada avaliação de desempenho com foco em competências, bata palmas. Este tipo de instituição sabe o que quer para continuar sobrevivendo e crescendo, e principalmente, contribuirá muito para um futuro promissor de nossa sociedade e também de seus colaboradores. A partir de hoje, quando receber metas, saiba que está em uma empresa moderna e que estimula seus profissionais a darem o que tem de melhor. Você pode até se surpreender com as suas realizações. Pense nisso!

Renan Sinachi é consultor da Leme Consultoria, graduado em Marketing, MBA em Gestão de Pessoas pela FGV, com extensão em Pedagogia Universitária e especialização em Comunicação e Negociação pela Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguistica.

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