Academia Brasileira da Qualidade (ABQ): aprovado o seu Código de Conduta

Mais uma reunião da ABQ e foi aprovado o seu Código de Conduta.

ACADEMIA BRASILEIRA DA QUALIDADE – ABQ

CÓDIGO DE CONDUTA

SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO
2 CONDUTA DOS ACADÊMICOS
3 CONFLITO DE INTERESSES
4 ATIVIDADES POLÍTICAS
5 REPRESENTANTE DA ABQ
6 COMITÊ DE ÉTICA
7 CASOS OMISSOS
8 DISPOSIÇÕES GERAIS

1 INTRODUÇÃO
Este Código tem por objetivo estabelecer os princípios éticos e as normas de  conduta que devem ser seguidas pelos Acadêmicos para assegurar a reputação e a credibilidade da Academia, firmando-a como uma entidade sólida e confiável perante todas as partes interessadas.
Os Acadêmicos devem cumprir com as diretrizes deste Código e observar os seus termos em todas as circunstâncias.
O Acadêmico que violar os princípios definidos neste Código estará sujeito a uma ação disciplinar, desde advertência até o seu desligamento.

2 CONDUTA DOS ACADÊMICOS
Os Acadêmicos devem ter uma conduta honesta e digna, em conformidade com  as leis e os padrões éticos da sociedade.
As relações entre os Acadêmicos serão pautadas pela cordialidade no trato, pela confiança e pelo respeito, independente de qualquer posição hierárquica, cargo ou função exercida interna ou externamente pelo membro da Academia.
Os Acadêmicos devem zelar por sua reputação pessoal e profissional, atuando com lealdade, honestidade, decoro, veracidade, dignidade e boa-fé.
Os Acadêmicos devem atuar para o aumento do conhecimento, da competência e do valor da sua atividade profissional e da qualidade, buscando o desenvolvimento sustentável.
Recomenda-se aos Acadêmicos que insiram sua condição de membro da ABQ em seus currículos profissional e acadêmico e nos meios de comunicação, tradicionais e pela rede mundial, que utiliza para fins pessoais e profissionais e que favoreçam a benéfica divulgação da ABQ.

3 CONFLITO DE INTERESSES
Os Acadêmicos devem zelar para que suas ações não conflitem com os interesses da ABQ, nem causem dano à imagem e reputação da Academia.

4 ATIVIDADES POLÍTICAS
A ABQ não fará restrições às atividades político-partidárias dos Acadêmicos.  No entanto, seus membros deverão agir sempre em caráter pessoal e não em nome da Academia.

5 REPRESENTANTE DA ABQ
Apenas o Diretor-Presidente da ABQ está autorizado a falar em nome da
Academia à imprensa ou a grupos externos, de preferência por escrito, devendo  posteriormente comunicar a todos os Acadêmicos.

6 COMITÊ DE ÉTICA
Ao Comitê de Ética, não permanente, caberá julgar os casos de violações ao
Código de Conduta e impor as sanções disciplinares cabíveis, bem como deliberar sobre o esclarecimento de dúvidas com relação ao seu texto.
O Comitê de Ética será composto por 5 (cinco) Acadêmicos e convocado pela Diretoria ou por solicitação de 2/3 (dois terços) dos membros da Academia.

7 CASOS OMISSOS
Os casos omissos serão tratados pela Diretoria e, a depender da situação, pelo Comitê de Ética.

8 DISPOSIÇÕES GERAIS
O Código de Conduta deve estar disponível para conhecimento de toda a
sociedade. Nenhum Acadêmico poderá alegar o desconhecimento das diretrizes constantes do presente Código, em qualquer hipótese ou sob qualquer argumento.
O presente Código de Conduta vigorará por tempo indeterminado, devendo ser atualizado sempre que necessário por proposta de qualquer Acadêmico,
submetida a todos os membros da Academia.

As dificuldades na análise e visualização de eventos de segurança

NBR 15236: a segurança de artigos escolares
Os materiais escolares são definidos como os produtos usados em ambiente escolar ou atividades educativas por crianças menores de 14 anos, incluindo lancheiras, apontadores, estojos, pastas, mochilas, canetas, lápis, lapiseiras, giz de cera, pincéis, tintas, borrachas, colas, réguas, corretores, tesouras de ponta redonda. A partir de 7 de junho de 2012, segundo o Inmetro, todos eles terão que passar por certificação obrigatória e esse prazo foi determinado pela Portaria nº 481/2010 publicada em 7 de dezembro de 2010
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Paulo Braga

Um dos grandes desafios para as empresas é a análise de eventos de segurança, seja pela falta de pessoal qualificado ou apenas pelo volume enorme de informações a serem analisadas. Isso sem falar em alguns produtos que simplesmente não subsidiam os analistas com informações de qualidade. A apresentação de resultados para a área gestora comumente falha por excesso de “tecnês”. Na grande maioria das vezes, o gestor não está muito preocupado se houve ataques de “Unicode contra o servidor IIS”, ou se alguém tentou derrubar o servidor Apache através do “Apache Killer”. Na prática, o que importa é se aquelas ferramentas de segurança, que custaram uma boa parte do orçamento (ou o total), atingiram o seu principal objetivo: o de impedir a interrupção do negócio ou o vazamento de informações.

É importante a utilização de formas alternativas de visualização de dados extraídos dessas ferramentas. Uma excelente fonte de consulta a respeito deste tema é o livro “Applied Security Visualization”, de Raffael Marty, editora Addison-Wesley. O material aborda de forma bem didática, e através de ótimos exemplos, a arte de apresentar os dados de segurança da informação. Recomendo fortemente essa obra a todos aqueles que têm a responsabilidade de mostrar os resultados para a alta gerência, especialmente aos que querem mostrar o retorno sobre o investimento, e também querem fugir dos convencionais gráficos de pizza e barras.

Outra abordagem interessante, e que cada vez mais tem se integrado ao mundo da Segurança da Informação é o conceito de “Big Data”. Esse conceito se refere à grande quantidade de dados (volume), originados a partir de diversos dispositivos diferentes (variedade) e muito rapidamente (velocidade). Este foi, inclusive, um tema recorrente na última RSA Conference – que aconteceu no final de fevereiro, em São Francisco. Um exemplo da utilização desse conceito em ferramentas de segurança é o FireAMP, solução anti-malware lançada recentemente pela Sourcefire. É inegável o desafio de analisar e apresentar corretamente os eventos de segurança, principalmente porque precisamos responder rapidamente às ameaças. Fica cada vez mais claro que relatórios estáticos, baseados somente em tabelas e textos, tornam o processo de análise muito maçante e que, na maioria das vezes, não produz o efeito necessário que é mostrar o valor dos investimentos feitos em Segurança da Informação e responder corretamente às ameaças.

Paulo Braga é engenheiro de segurança da Sourcefire e possui mais de 20 anos de experiência em tecnologia da informação, sendo 12 anos dedicados ao tema Segurança da Informação.

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Qualidade de vida: problemas cardíacos são os fatores de risco para o câncer de próstata

NBR 14280: cadastro de acidente do trabalho
O crescimento no número de acidentes de trabalho é uma realidade em todos os setores econômicos e, segundo dados do governo, os acidentes e doenças do trabalho custam, anualmente, R$ 10,7 bilhões aos cofres da Previdência Social, através do pagamento do auxílio-doença, auxílio-acidente e aposentadorias. Deve ser frisado que essas estatísticas de acidentes de trabalho refletem somente os acidentes registrados pela Previdência Social. Estima-se que ainda haja no Brasil uma alta taxa de subnotificação de acidentes de trabalho. Clique para mais informações.

Estudo a ser publicado na revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention revela que a doença arterial coronariana pode ser um fator de risco para o câncer de próstata. O estudo foi conduzido pela equipe de pesquisadores da Universidade de Duke e de Washington, nos Estados Unidos. Uma amostra de 6.390 homens participou do estudo entre 50 e 75 anos. Todos realizaram biopsia da próstata e forneceram um histórico médico detalhado, incluindo o peso, histórico de doença coronariana, uso de álcool e medicações, dentre outros fatores.

Desses homens, 547 apresentaram história de doença arterial. Esses homens revelaram maior risco de desenvolverem câncer de próstata ao longo do tempo. Aos dois anos do estudo, esses homens apresentaram uma propensão de desenvolvimento dessa modalidade de câncer de 24%. Aos quatro anos de estudo, esse risco aumentou para 74%. Além disso, esses homens eram mais propensos a terem hipertensão, diabetes e hipercolesterolemia, bem como a ter usado medicações para o tratamento da doença arterial coronariana.

De acordo com o oncologista Stephen Doral Stefani, do Instituto do Câncer Mãe de Deus, o estudo sugere que as duas patologias podem ter causas comuns. Possivelmente, a doença arterial coronariana não leve ao câncer de próstata, mas é o tipo de estilo de vida que pode gerar o risco do desenvolvimento de ambas as patologias. Dr. Stephen comenta que esse estudo evidencia um aspecto importante, que são necessárias medidas preventivas em longo prazo para se manter a saúde. O envelhecimento é um fator de risco para uma série de doenças, especialmente as doenças coronarianas e o câncer, mas um estilo de vida pouco saudável predispõe ainda mais as pessoas a diversas patologias, principalmente nessa fase de vida.

Ele complementa dizendo que há evidências científicas a respeito. Por exemplo, a prática regular de exercícios físicos pode reduzir o risco relativo de câncer entre 10% a 30%. Se aliado a outras práticas saudáveis, essa redução pode ser bastante significativa. “É fundamental que as pessoas tenham consciência que devem buscar uma alimentação saudável, realizar exercícios físicos regularmente, evitar o fumo e o álcool ao longo de suas vidas. Assim, estarão promovendo uma melhor qualidade de vida, além de um envelhecimento mais saudável”, enfatiza o especialista. Segundo o INCA, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele. No Brasil, a estimativa de novos casos para 2012 é de 6.180. Além disso, a doença arterial coronariana também tem alta incidência em homens, sendo a patologia mais comum dentre as cardíacas.

Fonte do estudo:

Thomas J. A. et al. Prostate Cancer Risk in Men with Baseline History of Coronary Artery Disease: Results from the REDUCE study. Cancer Epidemiol Biomarkers Prev., no prelo, 2012. Disponível em: http://cebp.aacrjournals.org/content/early/2012/02/17/1055-9965.EPI-11-1017.abstract

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