Gestão de riscos: as técnicas para o processo de avaliação de riscos

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riskA ABNT publicou em abril de 2012 a norma NBR ISO/IEC 31010- Gestão de riscos – Técnicas para o processo de avaliação de riscos que fornece orientações sobre a seleção e aplicação de técnicas sistemáticas para o processo de avaliação de riscos. O processo de avaliação de riscos conduzido de acordo com essa norma contribui para outras atividades de gestão de riscos. A aplicação de uma série de técnicas é introduzida, com referências específicas a outras normas onde o conceito e a aplicação de técnicas são descritos mais detalhadamente. Ela não se destina à certificação, uso regulatório ou contratual. No mundo atual, as fontes de risco e incerteza são numerosas e originam-se da infraestrutura industrial ou do seu ambiente, já que a incerteza aumentou muito nos últimos anos, em decorrência de fatores como preços flutuantes da matéria prima, oscilações nos mercados financeiros e de moeda, a revolução eletrônica e o crescimento da concorrência internacional. Assim, compreender os riscos, especificamente, sua origem, é imperioso para a eficácia no tipo de tratamento que a empresa vai optar em realizar. Somente após o entendimento do porquê da existência de cada risco, é que se poderão sugerir medidas eficazes para diminuir os seus impactos.

Definir risco é bastante complexo, existindo alguns que dizem que ele é o grau de incerteza em relação à possibilidade de ocorrência de um determinado evento, o que, se realizado, redunda em prejuízos, ou seja, risco é a possibilidade de perda decorrente de um determinado evento. Nesse caso, perda para a empresa significa prejuízo, lucro menor, ou redução de ativos com contrapartida no patrimônio líquido. Outros afirmam que os riscos empresariais são todos os eventos que impedem a empresa e as pessoas de ganharem dinheiro e respeito. São elementos incertos e as expectativas que agem constantemente sobre os meios estratégicos e o ambiente e que provocam os desastres financeiros. A gestão de riscos inclui a aplicação de métodos lógicos e sistemáticos para a comunicação e consulta ao longo de todo processo; o estabelecimento do contexto para identificar, analisar, avaliar e tratar o risco associado a qualquer atividade, processo, função ou produto; o monitoramento e a análise crítica de riscos; o reporte e o registro dos resultados de forma apropriada. O processo de avaliação de riscos é a parte da gestão de riscos que fornece um processo estruturado para identificar como os objetivos podem ser afetados, e analisa o risco em termos de consequências e suas probabilidades antes de decidir se um tratamento adicional é requerido.

O processo de avaliação de riscos tenta responder às seguintes questões fundamentais: o que pode acontecer e por quê (pela identificação de riscos)?; quais são as consequências?; qual é a probabilidade de sua ocorrência futura?; se existem fatores que mitigam a consequência do risco ou que reduzam a probabilidade do risco?; e o nível de risco é tolerável ou aceitável e requer tratamento adicional? Dessa forma, essa norma destina-se a refletir as boas práticas atuais na seleção e utilização das técnicas para o processo de avaliação de riscos e não se refere a conceitos novos ou em evolução que não tenham atingido um nível satisfatório de consenso profissional. Essa norma é geral por natureza, de forma que pode dar orientações para muitos setores e tipos de sistemas. Pode haver normas mais específicas em vigor dentro desses setores que estabelecem metodologias preferidas e níveis de avaliação para aplicações específicas. Se essas normas estiverem em harmonia com essa norma, as normas específicas geralmente serão suficientes. A NBR ISO/IEC 31010:2012 que é uma norma de apoio à NBR ISO 31000 e fornece orientações sobre a seleção e aplicação de técnicas sistemáticas para o processo de avaliação de riscos. O processo de avaliação de riscos conduzido de acordo com essa norma contribui para outras atividades de gestão de riscos.

A aplicação de uma série de técnicas é introduzida, com referências específicas a outras normas onde o conceito e a aplicação de técnicas são descritos mais detalhadamente. Ela não se destina à certificação, uso regulatório ou contratual e não fornece critérios específicos para identificar a necessidade de análise de riscos, nem especifica o tipo de método de análise de riscos que é requerido para uma aplicação específica. Não se refere a todas as técnicas, e a omissão de uma técnica nessa norma não significa que ela não é válida. O fato de um método ser aplicável a uma determinada circunstância particular não significa que esse método seja necessariamente aplicado. O processo de avaliação de riscos é o processo global de identificação de riscos, análise de riscos e avaliação de riscos.

Os riscos podem ser avaliados em nível organizacional, em nível departamental, para projetos, atividades individuais ou riscos específicos. Diferentes ferramentas e técnicas podem ser apropriadas em diferentes contextos. O processo de avaliação de riscos possibilita um entendimento dos riscos, suas causas, consequências e probabilidades. Isto proporciona uma entrada para decisões sobre: se convém que uma atividade seja realizada; como maximizar oportunidades; se os riscos necessitam ser tratados; a escolha entre opções com diferentes riscos; a priorização das opções de tratamento de riscos; a seleção mais apropriada de estratégias de tratamento de riscos que trará riscos adversos a um nível tolerável. A norma traz em seu Anexo A (informativo) uma comparação das técnicas para o processo de avaliação de riscos; e no Anexo B (informativo) as técnicas para o processo de avaliação de risco.

A norma fala ainda que o processo de avaliação de riscos é o processo global de identificação de riscos, análise de riscos e avaliação de riscos. Os riscos podem ser avaliados em nível organizacional, em nível departamental, para projetos, atividades individuais ou riscos específicos. Diferentes ferramentas e técnicas podem ser apropriadas em diferentes contextos. O processo de avaliação de riscos possibilita um entendimento dos riscos, suas causas, consequências e probabilidades. Isso proporciona uma entrada para decisões sobre: se convém que uma atividade seja realizada; como maximizar as oportunidades; se os riscos necessitam ser tratados; a escolha entre opções com diferentes riscos; a priorização das opções de tratamento de riscos; a seleção mais apropriada de estratégias de tratamento de riscos que trará riscos adversos a um nível tolerável. Completado um processo de avaliação de riscos, o tratamento de riscos envolve selecionar e acordar uma ou mais opções pertinentes para alterar a probabilidade de ocorrência, o efeito dos riscos, ou ambos, e a implementação destas opções. Isso é acompanhado por um processo cíclico de reavaliação do novo nível de risco, tendo em vista a determinação de sua tolerabilidade em relação aos critérios previamente definidos, a fim de decidir se tratamento adicional é requerido.

Mais informações sobre a NBR ISO/IEC 31010 de 04/2012 – Gestão de riscos – Técnicas para o processo de avaliação de riscos

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O fator humano na qualidade

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Eduardo Rocha

humanDecidi escrever sobre este tema devido ao aumento das dúvidas dos gestores com os quais tenho trabalhado como consultor ou coacher na área de mudança e cultura das organizações. Pretendo estimular a reflexão sobre ele e as práticas de gestão mais eficazes, com a consequente maximização dos resultados. Visando ajudar o foco desta reflexão, proponho a seguinte conceituação simplificada de Qualidade: atender e encantar os clientes externos e internos, fazer certo da primeira vez  e melhorar sempre. Cabe ressaltar que a produtividade está incluída neste conceito. A implementação da Gestão pela Qualidade deve ser enfocada como uma mudança organizacional.

“Mudança é, em nossos dias, uma ‘palavra mágica’. Vivemos a época das grandes mudanças e provavelmente nunca houve consciência tão acentuada para o fato. Realmente é possível acompanhar e, mais que isso, sentir a ocorrência de modificações significativas no nosso ambiente através das mensagens que nos chegam de todas as fontes a todo o momento.” Estas palavras, tão atuais, foram escritas em 1974 pelo consultor, J. M. Rodrigues Noronha, o que reforça a constatação de que mudança é um processo que deve ser praticado e sustentado nas organizações.

Numa abordagem sistêmica identificamos os dois componentes das Organizações: o subsistema técnico, constituído da tecnologia, dos equipamentos e das instalações, entre outros, e o subsistema social, o fator humano, com seus estilos de relacionamento interpessoal, de liderança, de uso do poder e de trabalho em equipe, seus processos motivacionais, hábitos, costumes, e valores pessoais. Quem implementa, pratica e sustenta os níveis de Qualidade, gerindo e participando dos processos organizacionais, individualmente ou em grupo, é o fator humano.

Para tanto, as pessoas devem estar comprometidas com todo o processo. As pessoas comprometem-se mais facilmente quando se sentem corresponsáveis pelas ideias e isto se consegue estimulando a participação, que não é alguma coisa que se permite, e sim, algo que se estimula, exigindo esforço e ação. Para tanto, o papel do agente é essencial. Numa inversão de palavras para reforço do conceito, é a qualidade total da gerência, para a qual a eficácia da gestão do fator humano é prioritária. O tema deve ser enfocado de forma estratégica, pois a satisfação das pessoas no trabalho é fator primordial para atingir os níveis excelentes de qualidade. É importante reconhecer e tratar o fator humano tão seriamente quanto tratamos os outros fatores, traçando planos, avaliando a eficácia com relação à sua gestão e aumentando a habilitação interpessoal dos gerentes e da organização.

A eficácia e sinergia do trabalho em equipe, um dos itens que mais têm preocupado os gestores atualmente, é um exemplo disto. Os seus fatores causais são mais o processo de relacionamento do grupo, que cria clima apoiador para a maximização da criatividade e do comprometimento, e menos os recursos individuais e técnicos disponíveis. A competência interpessoal é a capacidade e discernimento para trabalhar com pessoas, onde se incluem a competência no relacionamento interpessoal, a compreensão do processo de motivação, e a aplicação de liderança eficaz.

Complementando, fica a recomendação para que os programas de treinamento e desenvolvimento do fator humano para a Gestão pela Qualidade tenham sua abordagem fundamentada na competência interpessoal e baseada no seguinte:

  • as pessoas não resistem à mudança, mas sim a “serem mudadas”, portanto para a mudança de comportamento devemos buscar o seu comprometimento, que é consequência de seu envolvimento;
  • o objetivo é fornecer informações relevantes para a reflexão, criando clima apoiador para a conscientização e decisão de mudar, que é de cada um;
  • as técnicas usadas devem ser as da educação de adultos, propiciando a aprendizagem através de absorção de conceitos abstratos e teorias, da observação reflexiva, da experimentação ativa e da experiência concreta;
  • os conceitos devem ser apresentados de forma não diretiva e têm a função de aumentar o conhecimento do participante, diminuindo sua insegurança e sua reação emocional de resistência à mudança;
  • o grupo deve ser encorajado a apresentar e reconhecer seus próprios valores, recursos e conhecimentos, gerando criatividade através da administração eficaz dos conflitos e a buscar a compatibilidade produtiva através do consenso;
  • as correntes teóricas, mesmo que percebidas como antigas, não devem ser descartadas em prol da “modernas” sem uma avaliação profunda da aplicação real de seus princípios e a relação de causa e efeito.

Eduardo Rocha, CMC Certified Management Consultant dsg – Eduardo Rocha e Associados – www.dsgconsult.com.br

Pesquisa IBCO mostra as tendências dos serviços de consultoria organizacional no Brasil

ibco

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Com o objetivo de apurar e apresentar dados de referência de honorários de consultoria, treinamento e palestras/conferências e as tendências do mercado brasileiro, o Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização (IBCO) realiza há mais de 15 anos a Pesquisa IBCO de Honorários e Tendências da Consultoria no Brasil, um verdadeiro termômetro e referência nacional da atividade. Desta 11ª Pesquisa, tabulada no início de 2012, participaram consultores de 20 estados de todas as regiões do Brasil: 89% pertencem às regiões Sul e Sudeste (mantendo o perfil da pesquisa de 2009 e compatível com a distribuição geográfica do PIB Brasileiro apontada pelo IBGE, com base em números de 2009: 71,2% concentrado nesses Estados). Cerca de 41% dos Consultores que participaram da Pesquisa vieram da indústria e 37% vieram da área de serviços.

A Pesquisa revelou que os principais setores atendidos são o de Mecânica e Siderurgia 19%, seguido pelo Comércio Varejista com 16,5% e de Alimentos 14%, onde a Estratégia, Organização, Sistemas Gerenciais e Gestão de Negócios são os objetivos mais requisitados. A área de Sustentabilidade, Responsabilidade Social e Ética é o setor que menos requisita: 0,5%. E a mais esperada informação revelada pela Pesquisa é o valor médio da hora do consultor de organização sênior: R$ 209,00 / hora, inferior ao valor médio praticado em 2009 que era de R$ 214,00 / hora. O menor custo está no Estado de Roraima. A Pesquisa indicou ainda um aumento no volume de negócios desde março de 2010 e revela perspectivas de aumento para este e os próximos anos. A demanda das PMEs por consultoria aumentou, principalmente na área de gestão, porém o desconhecimento quanto à utilidade da consultoria de organização afasta essas empresas de ter os serviços de Consultoria para o encaminhamento de seus problemas.

A Pesquisa revelou ainda o aumento da concorrência não profissional e a demanda de novos setores pela Consultoria Organizacional. O cenário industrial, econômico, governamental e tantos outros, são avaliados com base em estatísticas, anuários, pesquisas e métodos que constituem fonte confiável para análise. A Consultoria de Organização, através do IBCO, órgão reconhecido pelo renomado The International Council of Management Consulting Institutes – ICMCI, que rege mundialmente a atividade, também tem ferramenta que é a base de consulta confiável para a indústria, o comércio, órgãos governamentais e todos os setores que fazem a história das nações. “Os resultados da Pesquisa são cada vez mais relevantes à sociedade brasileira, devido à qualidade e seriedade do IBCO na compilação dos dados e na condução da Pesquisa, afirma Chistian Welsh Miguens, Presidente do IBCO”. “É elemento de referência para a participação das Consultorias em licitações públicas e de empresas mistas e instrumento de base para as análises feitas por órgãos governamentais; para os Consultores de Organização, elemento chave para uma visão mais exata do mercado brasileiro que auxilia com precisão as decisões estratégicas dos negócios”, finaliza.

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